Análise Cognitiva – O Guia Completo da SBCoaching

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Quando se fala de análise cognitiva, o que vem a sua mente?

A curiosidade é que a resposta para essa pergunta pode estar justamente na última palavra do questionamento: “mente”.

Mente, pensamentos, sensações e emoções. Tudo está conectado e tem a ver com a cognição.

No nosso guia completo sobre o tema, vamos tirar todas as suas dúvidas e ir a fundo em uma viagem pelo cérebro humano.

Iremos passar por pesquisadores importantes, como o suíço Jean Piaget, os preceitos da Teoria Cognitivo-Comportamental, seus objetivos e benefícios.

E aí, que tal vir com a gente nessa descoberta?

Boa leitura!

O Que é o Sistema Cognitivo?

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O sistema cognitivo pode ser definido como o conjunto responsável pelo processo de aquisição e armazenagem de conhecimento dos seres vivos.

Esse sistema se manifesta e processa as informações recebidas através de diferentes impulsos.

Entre eles, percepção, raciocínio, pensamento, imaginação e linguagem. Todos esses elementos fazem parte do desenvolvimento intelectual.

As respostas dadas pelos sistema cognitivo nada mais são do que a interação com os demais indivíduos e com o ambiente.

Tudo isso baseado na ideia de que cada pessoa tem a sua identidade e a sua forma de agir.

Quando esse conjunto encarregado de processar o conhecimento tem um colapso, acontecem os chamados distúrbios mentais, a exemplo da ansiedade, depressão, transtornos alimentares, de personalidade – entre tantos outros possíveis.

O Que se Entende por Cognição?

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Se o sistema cognitivo é o conjunto responsável pelo processamento de tudo aquilo que aprendemos, a cognição pode ser definida pelo ato, em si.

Ou seja, a capacidade de compreender e conhecer os pensamentos e as emoções por meio da interpretação.

Essa é, basicamente, a tradução da sua origem do latim Cognitione, que significa adquirir conhecimento através da percepção.

Para simplificar, podemos classificar cognição com a forma pela qual o cérebro humano encara todo e qualquer impulso passado por ele e captado pelo cinco sentidos.

O Que é uma Análise Cognitiva?

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A análise cognitiva é aquela que se baseia na interpretação das emoções e comportamentos das pessoas ao passarem por determinadas situações.

Ela é o oposto da avaliação comportamental, por exemplo, que acredita que o meio é que define a conduta humana e seus sentimentos.

São usadas técnicas que buscam identificar elucubrações pessimistas e distorcidas.

O objetivo é corrigir esse modo de pensar, que prejudica suas cognições.

Ou melhor, é uma saída para transformar sentimentos e emoções danosos em atitudes positivas.

Confira alguns dos preceitos básicos que ajudam a definir o que a análise cognitiva defende:

  • O que as pessoas pensam age diretamente sobre os sentimentos e isso afeta a sua saúde também
  • Esses mesmos pensamentos são inspirados em valores que o indivíduo acredita e defende
  • Os pontos de vista de cada ser humano acionam o que o psicologia chama de pensamentos automáticos. Estes, por consequência, provocam respostas que podem ser emocionais, de comportamento e até fisiológicas
  • Quando negativos, os pensamentos automáticos geram respostas distorcidas que, muitas vezes, não correspondem à realidade
  • Tratar os pensamentos automáticos, especialmente os negativos, traz ganhos para o paciente, já que provoca alterações positivas na autoestima e no modo de agir.

Teoria Cognitiva de Piaget

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Um dos grandes pensadores da Teoria Cognitiva e da análise cognitiva é o pesquisador e professor suíço Jean Piaget.

Ao longo de boa parte de sua vida, Piaget observou o comportamento de seus filhos e de outras crianças, trazendo contribuições fundamentais para o chamado desenvolvimento humano.

Em suas análises, o pesquisador observou que o pensamento e a forma de agir das crianças era muito diferente dos adultos.

Segundo ele, o conhecimento vai se construindo com o passar dos anos, a partir do desenvolvimento das habilidades cognitivas dos pequenos.

Para o suíço, esse aperfeiçoamento se dá por meio de uma série de etapas em sequência, nas quais a estrutura cognitiva vai sendo construída de forma mais complexa e abrangente que no estágio anterior.

A análise cognitiva Piagetiana defende que a inteligência se dá a partir da adaptação biológica.

Isso significa que o ser humano busca o equilíbrio entre o que já conhece e as novas descobertas para organizar a sua forma de pensar.

A determinação do que a criança ou o jovem é capaz de realizar em cada período do seu desenvolvimento depende da estabilidade conseguida a cada nível mental.

Confira, a seguir, como Jean Piaget define cada fase do desenvolvimento humano a partir de faixas etárias pré-determinadas.

Sensório-motor (0 – 2 anos)

A sensório-motor é uma fase na qual o bebê ainda não possui autonomia em suas ações.

Tudo aquilo que ele faz é instintivo, como sugar o peito da mãe para buscar seu alimento.

Se ele pega brinquedos e os morde, por exemplo, essa também não é uma ação pensada, mas que apenas acontece naturalmente.

Por outro lado, existe a chamada pré-lógica, que ele pode utilizar para pequenas ações.

O melhor exemplo é quando pega objetos e os coloca em ordem do maior para o menor, põe uns em cima dos outros ou ainda encaixa peças em buracos com o mesmo padrão de formato.

Nesse momento, o bebê começa a demonstrar as primeiras noções do “eu”, diferenciando a sua existência física do resto do universo ao seu redor, mas ainda sem observar possíveis alterações no ambiente que ele produz.

Pré-operatório (2 – 7 anos)

Nessa faixa etária, a criança apresenta evoluções na comparação com o período sensório-motor.

Gradativamente, a noção de imediatismo que era tão presente passa a ser substituída pela função simbólica, cuja marca está na necessidade da criança de se moldar à realidade.

Tem início a linguagem oral, com as primeiras manifestações verbais do pequeno, as primeiras palavras, que vão se somando a outras conforme o tempo avança.

Outro aspecto importante dessa fase é o egocentrismo, também marcante. Afinal, a criança deseja receber nada menos do que todas as atenções de todas as pessoas à sua volta.

Vale citar também o chamado animismo, ou seja, a expressão de sentimentos pessoais para com animais e objetos inanimados.

Durante o pré-operatório, ainda não há a capacidade de entender que uma mudança de lugar de um objeto, por exemplo, não provocará alterações permanentes, sem que seja possível desfazer a ação.

Da mesma forma, despejar um líquido qualquer em um tipo de recipiente não o transforma em algo diferente do que ele é.

Nada disso faz sentido para a criança ainda.

Operatório-concreto (8 – 11 anos)

Ingressando no operatório-concreto, a evolução cognitiva do indivíduo já é maior e ele começa a se parecer mais com as outras pessoas.

Tudo aquilo que citamos como exemplo antes, e que não fazia sentido para a criança, agora já é percebido como natural.

Mas as limitações ainda são presentes. Aquilo que não pode ser tocado, por exemplo, não conta com total clareza por parte da criança.

No entanto, ela já começa a compreender pensamentos e opiniões diferentes, inclusive sobre o que é certo ou errado.

Operatório-formal (12 – 16 anos)

Para terminar, chegamos ao operatório-formal, etapa onde há um verdadeiro salto cognitivo.

A principal marca aqui é que o indivíduo, agora na chamada pré-adolescência, se mostra apto a realizar operações mentais com abstrações e não somente com o concreto.

Também é um momento no qual os hormônios começam a agir, impactando não somente no seu corpo, mas nas atitudes e comportamentos.

Começam a surgir os sentimentos clássicos da puberdade, entre elas a irritabilidade, incertezas e também idealismos.

Análise Cognitiva – Terapia Cognitivo-Comportamental

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Indo um pouco na linha do que defende Piaget, a terapia cognitivo-comportamental surge na segunda metade do século XX para mudar a teoria de que o meio age sob a conduta humana.

A TCC é uma evolução do chamado behaviorismo radical e tem em Aaron Beck o seu idealizador mais proeminente.

Sua teoria se baseia na hipótese da vulnerabilidade cognitiva, similar a um modelo de distúrbio mental.

A percepção é de que forma do ser humano em lidar com suas emoções e sentimentos interfere diretamente em seu comportamento.

Essa correlação é o que leva as pessoas a terem eventuais problemas de desordem emocional ou, como a TCC prefere chamar, transtornos de processamento de informação.

De forma prática, a Terapia Cognitivo-Comportamental pode ser definida como um tipo de tratamento que ajuda as pessoas a entenderem seus sentimentos e também de que forma eles interferem em sua conduta.

A técnica é muito eficaz no combate de fobias e demais problemas mentais, como a ansiedade e a depressão.

Com o foco em ajudar pacientes a lidar com problemas bastante específicos, as sessões terapêuticas costumam ter um período curto de duração.

Para resumir, os pontos fundamentais abordados pela TCC são os seguintes:

  • Em que situação o comportamento em questão se manifesta?
  • Quais pensamentos vem à tona quando essa conduta é ativada?
  • O que esse comportamento gera de estado de humor e sentimentos posteriores?
  • Quais são os sintomas físicos que aparecem?

Qual o Objetivo da Terapia Cognitivo Comportamental?

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Entendeu o conceito de Terapia Cognitivo-Comportamental?

Agora, então, fica mais fácil compreender qual é o principal objetivo desse modelo de tratamento.

A principal missão da TCC é, sem dúvidas, fazer com que os pacientes consigam perceber e mudar os padrões de pensamento que prejudicam a sua maneira de encarar a vida.

Quem sofre de problemas de autoestima, por exemplo, pode nem perceber que está produzindo pensamentos automáticos negativos a seu respeito.

Uma possível consequência para essa situação é o isolamento, fazendo com que a pessoa evite contato com o mundo exterior – podendo, inclusive, desencadear uma fobia social.

Para atacar esse tipo de problema, durante a terapia, o profissional leva o paciente a notar esses pensamentos destrutivos.

Essa primeira fase do tratamento, chamada de análise funcional, é fundamental para que se perceba o poder do pensamento humano.

Sem dúvidas, essa é parte mais difícil da terapia.

Apesar da complexidade da etapa, ela é fundamental.

É aqui, e somente aqui, que o paciente mergulha em si mesmo e começa a desvendar os principais mistérios do autoconhecimento.

Passado esse primeiro estágio, vem a segunda parte do tratamento, que foca nos comportamentos reais que potencializam o problema.

O paciente vislumbra possibilidades que, colocadas em prática, podem representar um saída para a situação complicada que enfrenta.

É o caso de um dependente químico, por exemplo, que pode ensaiar maneiras de lidar com acontecimentos sociais que podem representar uma recaída.

Vale ressaltar que, na grande maioria dos casos, a TCC vai mostrando resultados de forma gradual. É um passo após o outro – e não se pode queimar etapas.

Um aracnofóbico não vai, de uma hora para outra, entrar em um galpão cheio de aranhas e achar que essa exposição abrupta vai curar seu medo irracional.

Agora, ele pode se imaginar em uma situação de contato com o artrópode de oito patas em um ambiente conhecido e, paulatinamente, ir diminuindo essa distância entre a situação idealizada e a real.

Começar com um aracnídeo pequeno, separado por alguns metros, e ir aumentando a exposição aos poucos é uma forma de demonstrar que o animal não impõe esse medo todo. Na prática, o enfrentamento do medo é trabalhado progressivamente.

Principais Benefícios da Terapia Cognitivo-Comportamental

A TCC pode ser usada em inúmeros tratamentos, alguns com resultados amplamente comprovados.

Confira quatro casos em que a terapia cognitivo-comportamental pode funcionar muito bem.

As crianças e seus medos

A terapia infantil é talvez o campo em que o tratamento mais mostre resultados de eficácia.

Anseios comuns dos pequenos, como medo do escuro, de dormir sozinho, de confrontar o amiguinho ou de se relacionar com visitas desconhecidas podem ser amenizados através da análise cognitivo-comportamental.

O vício por remédios

Pessoas que sofrem de hipocondria também podem ter na TCC e na análise cognitiva uma aliada.

Isso porque, muitas vezes, por trás desse uso indiscriminado de remédios, estão escondidas carências.

Alguns podem somente estar em busca de atenção e veem nessa forma uma possibilidade de receber cuidados.

Outros podem temer doenças e até mesmo a morte. Em resposta, a companhia medicamentosa se manifesta como uma forma de lidar com angústias internas.

A prova de direção

Quem não conhece uma pessoa que reprovou uma, duas, três vezes na avaliação prática para obter a carteira de motorista?

Embora, muitas vezes, seja motivo de piada entre amigos, isso pode se transformar em uma fobia grave.

Acontece que essa reprovação pode estar ligada a problemas muito mais sérios que errar uma manobra dentro do veículo.

Medo de ser protagonista de um acidente, traumas passados com vítimas de trânsito e outras situações podem ser verdadeiros fantasmas.

Seja qual for a anseio, é possível superá-lo e não limitar a sua vida a ele.

Os transtornos mentais

Ansiedade, transtornos de personalidade e demais disfunções mentais também podem ter como tratamento alternativo a Terapia Cognitivo-Comportamental e a análise cognitiva

Nela, o profissional vai procurar trabalhar a identificação da origem, entender de onde surgiu este quadro em sua dinâmica de vida, mas também vai trabalhar com métodos que vão ajudar a desenvolver novas atitudes positivas.

No caso do transtorno bipolar, um das orientações é desenvolver o autoconhecimento de forma a identificar suas mudanças de humor e de não confundir a mania (pico de euforia) com uma melhora da autoestima.

Se a TCC é um dos tipos mais pesquisados de terapia, o motivo está ligado ao tratamento estar focado em metas e resultados altamente específicos, que podem ser medidos de forma relativamente fácil.

Pessoas que são mais introspectivas podem se dar bem com esse modelo de tratamento, pois é necessário investir tempo para analisar pensamentos e emoções.

Essa análise de si mesmo pode ser difícil, mas é a melhor forma de aprender mais sobre como estados internos interferem em comportamentos externos.

Outra vantagem da terapia cognitiva comportamental é o seu curto período de tratamento e a inexistência de medicação.

Mas talvez o seu principal benefício seja o de ajudar os pacientes a desenvolverem qualidades positivas, que favoreçam o enfrentamento de problemas presentes e futuros.

O Coaching e a Análise Cognitiva

o coaching e a analise cognitiva

Percebeu alguma semelhança entre a principal virtude da TCC (o desenvolvimento de habilidades positivas) e a metodologia coaching?

Pois é, você não está enganado, elas têm tudo a ver. Até por isso, as duas podem funcionar muito bem juntas, complementando uma a outra.

Com as técnicas da ferramenta líder em desenvolvimento humano no mundo, vai ficar muito mais fácil para você encontrar dentro de si mesmo todo o material necessário para superar os seus problemas e retomar o rumo da sua vida.

Como se Tornar um Coach?

Então, se você está decidido a tirar proveito de todos o benefícios que o coaching pode proporcionar, que tal buscar a especialização nessa área e transferir todo o seu conhecimento a outras pessoas?

Procure um curso de formação em coaching, matricule-se e comece a fazer a diferença.

Na hora de escolher, invista em uma instituição certificada, como a SBCoaching.

Aqui, todos os treinamentos são dados por instrutores que possuem sólida formação acadêmica e vasta experiência corporativa.

Você pode conhecer todas as opções no site, na aba Formações.

Conclusão

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Gostou do nosso artigo sobre análise cognitiva? Aproveite e deixe a sua avaliação nos comentários. O mesmo vale para as dúvidas.

Se você acha que a TCC pode ser uma boa alternativa para você, não deixe de buscar ajuda profissional e fazer uma avaliação.

Os benefícios podem ser muitos – e serão ainda maiores multiplicando a análise cognitiva com o apoio adicional de um coach.

Além disso, essa pode ser a sua chance de começar a desenvolver pensamentos mais positivos, que levem para longe aqueles que ocorriam de maneira automática e deixavam você para baixo.

Não se esqueça: olhar para si com carinho e de maneira profunda é a melhor forma de aprender mais sobre como o seu estado interno interfere nos seus comportamentos externos.

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Brian Tracy

Brian Tracy é uma das maiores autoridades em coaching e negócios do mundo: em mais de 30 anos de atuação, passaram por suas palestras e seminários mais de 5 milhões de pessoas. Já atuou como coach e consultor em mais de mil empresas. Autor de dezenas de best-sellers, foi homenageado em 2011 com o Lifetime Achievement Award, concedido pela National Academy of Best Selling Authors. É fundador e CEO da Brian Tracy International, tem uma carreira de sucesso, principalmente nos setores de vendas e marketing, investimentos, desenvolvimento imobiliário, importação, distribuição e consultoria de gestão.

Flora Victória

Flora Victoria é fundadora da Sociedade Brasileira de Coaching, presidente da SBCOACHING Training e Mestre em Psicologia Positiva Aplicada pela University of Pennsylvania. Diretora educacional das empresas do SBCOACHING Group e founding fellow do Institute of Coaching (IOC) – órgão afiliado à Harvard Medical School dedicado ao avanço do coaching, Flora é considerada a maior especialista em psicologia positiva aplicada ao coaching do país. Seu trabalho precursor resultou na criação do primeiro treinamento de positive coaching do Brasil. Pioneira na condução de projetos de pesquisa e comprovação científica do coaching no país, tem contribuído significativamente para consolidar a credibilidade desse processo e estimular seu desenvolvimento no Brasil e no mundo.

Como trainer e master coach, Flora já participou da formação de mais de 45 mil coaches no Brasil. Responsável pelas parcerias internacionais firmadas pela SBCOACHING com instituições globais, Flora tem trazido para o Brasil o que há de melhor e de mais atual no coaching internacional. Flora representa a Sociedade Brasileira de Coaching como membro da Graduate School Alliance for Executive Coaching (GSAEC), instituição especializada no ensino acadêmico do coaching, e da Association for Coaching (AC), credenciadora internacional presente em mais de 50 países.

Escritora de obras que são referência no coaching mundial, Flora é coautora dos livros Personal & Professional Coaching®, Executive & Business Coaching®, Positive Psychology Coaching® e Career Coaching®, entre outros. Em parceria com Brian Tracy e Villela da Matta, escreveu Estratégias Avançadas de Vendas e Engajamento Total. Como parte de sua contribuição para o coaching global, Flora foi convidada a integrar uma equipe internacional cujo objetivo foi discutir e compreender a diversidade do coaching no mundo. Esse trabalho resultou no livro Diversity in Coaching: Working with Gender, Culture, Race and Age, lançado pela Association for Coaching (AC). Como especialista em coaching, negócios, liderança e psicologia positiva, escreve artigos para a Revista SBCOACHING, para a Revista Científica Brasileira de Coaching e para diversos portais.

Com graduações acadêmicas e especializações nas áreas de Governança Corporativa pela Harvard Business School, MBA pela FGV, Marketing pela ESPM e Tecnologia pela USCS, a expert em ciências comportamentais, Flora, aplica seu sólido conhecimento teórico e prático para contribuir com diferentes públicos na conquista de resultados e aumento de realizações.

Com uma experiência organizacional consolidada ao longo de 30 anos, antes de fundar a SBCOACHING Flora foi executiva da Claro e atuou em grandes empresas como Volkswagen, Ford e Bell South, nas áreas de planejamento estratégico, gestão de mudanças, governança corporativa, tecnologia e finanças. À frente da SBCOACHING Training™, dedica-se continuamente a expandir o portfólio de serviços e a elevar cada vez mais a qualidade e a eficácia do coaching.