5-comportamentos

Existe uma tendência no mundo corporativo que traz muitos problemas para o cotidiano de profissionais de alto escalão – a de se tornar um workaholic. Pressão por resultados, estar à frente de grandes projetos, liderar equipes, poucos recursos e prazos curtos, são itens que fazem parte da rotina de muitos líderes que seguem essa tendência.

Realidade como essas fazem com que o profissional desenvolva comportamentos característicos de pessoas que são viciadas em trabalho, o que atualmente chamam de workaholic. Com base na matéria de capa da revista Você/SA. Listamos cinco tipos mais comuns de “workaholics”:





O perfeccionista: está atento a todos os detalhes 

As pessoas com esse tipo de perfil são detalhistas e só aceitam a perfeição de seus colaboradores, mesmo que isso gere o extremo da exaustão de sua equipe e dele mesmo.

O degustador: aprecia todos os momentos do trabalho

A preocupação é tão grande com a qualidade do trabalho que saboreia cada etapa e mesmo assim não se sente seguro com o resultado final.

O incansável: metas desafiadoras

Estípula prazos curtos para se motivar e quer que tudo seja feita rapidamente. Além de assumir responsabilidades, mas não consegue estabelecer prioridades o que atrapalha na entrega de resultados e também acaba cometendo erros por distração.

O herói: adora salvar a pátria

Quem tem esse perfil gosta de ver o circo pegar fogo para posar de herói e salvar o dia.  Geralmente controla e centraliza todos os processos, o que não o permite trabalhar bem em equipe e delegar funções.

O hiperativo: trabalha, mas não entrega

Está sempre sobrecarregado, porque não sabe dizer não. Adora estar em novos projetos desafiadores, entretanto nunca conclui por não se organizar.

Como o coaching pode auxiliar

O processo de coaching contribui para que o indivíduo aprenda a desenvolver habilidades necessárias de liderança. O que o torna mais capaz de realizar projetos sem que precise abdicar do convívio familiar e social.

Ótimos exemplos são as ferramentas de: administração do tempo, identificação de oportunidades e ameaças, verificação de grau de satisfação, elaborar planejamento fora de padrões limitantes, entre outras. O que permite que os líderes se tornem aptos a encabeçar o alto escalão de grandes companhias ou administrar seus próprios negócios.