felicidade na carreira

Estar bem profissionalmente é extremamente importante

O momento de escolher a carreira profissional costuma despertar angústias e incertezas na maioria dos jovens. Os mais seguros passam por essa fase penosa sem muitas dificuldades, mas há aqueles que não conseguem decidir qual rumo tomar. Nessa hora, é comum ouvir a velha frase: “faça o que gosta”. O conselho é valioso, entretanto, é preciso analisar uma série de fatores antes de segui-lo à risca.

Utilizando o raciocínio lógico, quando o funcionário gosta do que faz, a motivação e o empenho são maiores. Logo, há mais chances de destacar-se no mercado e ascender na carreira. No entanto essa recomendação não é eficaz em todos os casos. Isso porque há pessoas – um grande número delas, diga-se de passagem – que não “amam” o dia a dia de nenhuma profissão específica.


Muitos jovens apreciam apenas atividades associadas ao lazer, como ouvir música, ir à praia e namorar, porém, não se recebe dinheiro por nenhuma delas. Esse exemplo mostra que a reflexão para encontrar o ofício adequado deve ser mais aprofundada e ir além de imaginar algo que simplesmente desperte paixão. Até porque há uma série de ocupações que provavelmente não estão nos planos da maioria, mas, mesmo que não haja candidatos a esses cargos menos requisitados, caberá a alguém desempenhar tais funções.

No processo de escolha, é importante fazer um exercício de autoconhecimento. A partir do momento em que aptidões e preferências são delimitadas, fica mais fácil definir qual área combina mais com a personalidade. Não adianta, por exemplo, alimentar o sonho de ser cantor se você sempre desafina no chuveiro. Mas, uma coisa é certa: quando se tem afinidade com a atividade exercida, as chances de sentir prazer na rotina são muito maiores.

Motivação no trabalho

Quando o funcionário gosta do que faz, a motivação e o empenho são maiores

Para decidir que profissão vai abraçar, também é preciso levar em consideração o lado racional. Se o que se busca é viver bem financeiramente, não convém trabalhar com algo que dê poucas possibilidades de lucro. É necessário ponderar essas duas questões para encontrar um emprego que seja gratificante.

Mesmo aquele que ama o que faz encontra percalços e precisa driblar dificuldades que tornam o cotidiano cansativo. O segredo é procurar a melhor forma de resolver os problemas e dedicar-se de corpo e alma. Mais fácil do que pedir demissão e encontrar outro emprego que lhe satisfaça de imediato é tentar assumir uma postura diferente diante do seu trabalho.

É interessante avaliar o que pode ser feito para tornar a ocupação mais prazerosa e menos cansativa. Essa mudança pode partir de dentro para fora e contribui para o desenvolvimento pessoal. A busca pelo aprimoramento certamente fará o esforço ganhar reconhecimento – e essa é a melhor recompensa para que o profissional se sinta valorizado e, consequentemente, mais feliz.

 

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