profissional em cima do muro

Ser um profissional neutro não é solução

Atualmente o patrimônio mais valioso de uma empresa é o seu capital intelectual. Isso porque são as pessoas que impulsionam os processos produtivos e garantem a lucratividade e a sobrevivência do empreendimento.

Os funcionários de uma organização podem ser divididos em três grupos com aspectos distintos: os bons (que estão sempre dispostos a fazer o melhor pela equipe e pela empresa), os ruins (que nunca estão satisfeitos e só vêm defeitos dentro da organização) e os bonzinhos (que não assumem nenhuma dessas duas posições e permanecem omissos no ambiente de trabalho). Cada segmento apresenta características próprias, que podem contribuir de modo positivo ou negativo para a trajetória desses profissionais dentro da empresa. Conheça melhor cada perfil de colaborador:

Os bons

Os funcionários bons são capazes de desenvolver suas habilidades, sem passar por cima das outras pessoas. Eles são comunicativos, simpáticos e conseguem assumir uma posição e demonstrar sua opinião em relação a determinados assuntos sem agressividade. Esse tipo de colaborador está sempre inovando e aprendendo sobre a área em que trabalha, ajuda e ensina os colegas e é exemplo de eficiência no emprego.
Os ruins

Os profissionais ruins são aqueles que se preocupam mais em criticar do que em contribuir para o crescimento da empresa. Estão sempre falando mal dos colegas, do chefe e das tarefas que precisam executar. São indivíduos que não têm disposição para ensinar os companheiros de equipe e que dificilmente executam as atividades com a qualidade necessária.

profissional neutro

Não confunda o bom profissional com o profissional “bonzinho”

Os bonzinhos

Esse grupo é formado pelos profissionais neutros, aqueles que ouvem e não opinam, que sempre concordam com o que as outras pessoas dizem ou fazem; que não gostam de aparecer, que evitam mostrar quando fazem algo de bom pela empresa e que não entram em discussões por medo de criar discórdias.

Infelizmente tais características fazem a carreira profissional desses colaboradores permanecer estagnada. É raro um bonzinho conquistar uma posição de destaque dentro da empresa, afinal, ele não consegue impor-se ambiente de trabalho e aceita qualquer coisa como recompensa pelo serviço prestado.

Como deixar de ser o bonzinho?

Para sair do estado de bondade máxima e obter sucesso profissional é preciso desenvolver, acima de tudo, a autoestima. Procure descobrir as suas melhores características e habilidades e empenhe-se em aprimorá-las dia após dia. Mostre sua opinião sobre determinados assuntos e exponha o seu ponto de vista, com educação, mas, sem medo do julgamento das outras pessoas. Com respeito, seja firme quando for necessário e diga não quando algo for desagradável.