Workaholic e o acúmulo de tarefas

Um workaholic acumula tarefas

Com o desejo constante de se estabilizar e/ou evoluir no mercado de trabalho e a demanda excessiva de tarefas destinada aos profissionais, muitos acabam se empenhando além do necessário e se tornam workaholics, palavra em Inglês que significa viciados em trabalho. Eles vivem, portanto, em função das atividades corporativas e acabam deixando a vida pessoal em segundo plano.

Esse comportamento não traz benefícios à saúde mental e física, pois o número de horas trabalhadas sem descanso prejudica a capacidade de produção e, consequentemente, o resultado do trabalho já não será tão eficaz.

Como saber se você está virando um workaholic

É essencial, para ser um profissional bem-sucedido, conseguir identificar quando o seu trabalho está ocupando demais o seu tempo, afastando-o da sua vida pessoal e se tornando, mais que uma dedicação, um vício.

Quando o indivíduo começa a passar mais tempo no ambiente de trabalho do que o expediente exige, leva trabalho para casa, não faz horário de almoço ou pausas, raramente tira férias e prefere trabalhar a se dedicar à vida pessoal, apresenta sinais de que está priorizando a vida profissional e se transformando em um workaholic.

Ser um workaholic pode ser prejudicial à carreira

trabalho desorganizado

Ser um workaholic pode ser prejudicial para o profissional que deseja obter sucesso na carreira. A vontade de trabalhar a maior parte do tempo pode interferir negativamente na vida pessoal e prejudicar sua saúde mental e física. Trabalhar demasiadamente e não ter momentos de descanso e lazer pode influenciar na capacidade de concentração e na qualidade da produtividade, tornando a realização das tarefas mais árdua e desgastante.

A visão que os gestores têm do profissional também deve ser levada em consideração. Trabalhar em excesso, com frequência e sem necessidade, pode causar a impressão de que o indivíduo não é capaz de finalizar suas atividades em tempo normal e de que não está qualificado para dedicar-se a projetos mais complexos.

 

Quer saber mais sobre o assunto? Leia o artigo “Viciado em Trabalho? Nem Pensar!”, no Blog SBCoaching.