O estresse é uma bomba relógio que pode explodir a qualquer momento em forma de doenças físicas, emocionais ou até mentais.

O estresse é uma bomba relógio que pode explodir a qualquer momento em forma de doenças físicas, emocionais ou até mentais.

(Por Sandra Rosenfeld)

Todos nós sabemos que o estresse atrapalha muito a nossa dinâmica de vida. Ele mina a nossa força, tira o nosso ânimo, derruba o nosso sistema imunológico permitindo que resfriados e viroses apareçam constantemente, além de nos deixar instável emocionalmente trazendo danos aos nossos relacionamentos.

Enfim, o estresse é uma bomba relógio que pode explodir a qualquer momento em forma de doenças físicas, emocionais ou até mentais. Ou ainda as três ao mesmo tempo. Prognóstico péssimo, não é mesmo? Porém, contornável se soubermos administrar a forma de lidar com as situações que nos causam estresse.

Há o estresse familiar, o de relacionamento afetivo e o profissional. Pode acontecer da pessoa estar vivendo os três ao mesmo tempo e são situações em que ela não pode mudar, seja porque não tem autonomia no caso profissional, seja porque, independentemente dela, no caso familiar e no afetivo que pode ser, por exemplo, o fim de um casamento que não há mais volta.

Não estou entrando aqui no estresse criado pela própria pessoa, porque isso renderia outro artigo. Estou focando apenas no estresse a que nos vemos submetidos. E este é o tipo de estresse que, se não podemos controlar a causa, devemos encontrar uma maneira de amenizar o impacto em nós mesmos.

Primeiro é importante analisar como observador o que a situação está, de fato, nos causando e em que nível já está o nosso estresse. Alguns são evidenciados, como: dores em geral, problemas digestivos, palpitações, falta de ar, fadiga, desânimo, insônia, confusão mental, esquecimentos, dificuldade de concentração, branco mental, ansiedade, desânimo, irritabilidade, choros, agressividade, sentimento de solidão, vontade de sumir.

Quando se tem vários dos sintomas descritos se faz urgente mudar o quadro para que doenças mais sérias não comecem a aparecer como depressão, síndrome do pânico, pressão arterial alta e até infarto.

Nesse momento algumas perguntas são de grande valia para se criar uma estratégia adequada para modificar o quadro, tais quais:

  • O que posso fazer para mudar a situação? Está em minhas mãos?
  • Que consequências minhas atitudes, para modificar a situação, podem acarretar em mim e nas pessoas envolvidas? Como minimizar essas consequências?
  • Se não tenho como modificar, o que posso fazer para me envolver menos?
  • Será que estou dando a dimensão correta às situações ou estou maximizando os fatos? Será que esta é uma característica minha?
  • Olhando de longe a situação, saindo do olho do furacão, o que de pior pode acontecer? O que posso fazer para lidar ou amenizar as consequências?
  • Preciso passar por tudo isso sozinho(a) ou posso buscar ajuda profissional? Que tipo de ajuda tem mais a ver com minha personalidade?
  • Procuro um coach? Um psicólogo? Um psiquiatra? Ou vou por um caminho mais alternativo que me leve a um relaxamento como yoga e meditação?
Pode acredita que quando abraçar a si mesmo, você vai voltar a sorrir para a vida.

Pode acreditar que quando abraçar a si mesmo, você vai voltar a sorrir para a vida.

Pode acreditar que quando abraçar a si mesmo, olhando como essas situações estão impactando em você, que consequências podem trazer a médio e longo prazo e traçar estratégias para diminuir consideravelmente seu nível de estresse, você vai começar a se sentir mais forte, menos solitário(a) e com esperança.

Você vai voltar a sorrir para si mesmo e para a vida.