Conforme a Programação Neurolinguística, uma das vertentes do Coaching, nós podemos observar uma situação – um bate-boca, por exemplo – de três pontos de vista.

  • O primeiro é o da própria pessoa – como eu encaro o problema.
  • O segundo é o do outro – como a outra pessoa vê a questão.
  • O terceiro é o de alguém que observa de fora – se eu não estivesse envolvido, como me posicionaria frente à discussão.

Os três jeitos de ver o problema

 

Olhar para as situações do dia a dia a partir desses três ângulos não só amplia nosso entendimento mas evita o perigo de ter um ponto de vista só, porque cada um deles tem prós e contras.

Ver as coisas apenas do meu ponto de vista garante que eu seja autêntico e não “coma na mão” dos outros, mas pode tornar-me egoísta e cego para tudo o que não for o meu umbigo.

Ver as coisas apenas do ponto de vista do outro me faz levar as pessoas em consideração, mas pode acabar com minha autoestima e gerar dependência em relação a terceiros.

E ver as coisas sempre “de fora”, feito espectador, faz com que eu tenha uma opinião isenta de emoções, mas pode me tornar insensível.

Os três jeitos de ver o problema

Já pensou o que aconteceria com as suas grandes e pequenas guerras se você adotasse esse triplo olhar sobre as coisas? Sendo bem prático, os conflitos aumentariam ou diminuiriam?

Olhe, olhe e olhe outra vez!