Wally - Todos somos crianças, muitas e muitas vezes.

Todos somos crianças, muitas e muitas vezes.

(Por Marco Beck)

Quando você explica algo a uma criança de 5 anos, você usa uma linguagem de adulto ou fala de um jeitinho que ela entenda?

– Ora, Marco, é claro que falo com a criança numa linguagem que ela entenda – você dirá.

E quando você fala com um adulto?

Antes que você diga que fala com o adulto numa linguagem de adulto e que isso é óbvio, interrompo para perguntar: você sempre é adulto ou tem vezes onde quem reage ou responde é a criança emocional que mora dentro de você?

Sei que se você for honesto dirá que, por vezes, se sente mesmo criança – e sei também que se eu perguntar se esse “por vezes” poderia ser substituído por “muitas vezes”, você dirá que sim. E eu, para ser igualmente honesto, direi que sou igual a você.

TODOS somos crianças, muitas e muitas vezes. Mesmo não reconhecendo, mesmo não admitindo, mesmo achando (literalmente) infantil.

Wally - eis outra ferramenta fantástica de Coaching: a OEW ou Onde Está Wally?, sendo Wally, no caso, a nossa criança emocional

Uma ferramenta fantástica de Coaching: a OEW ou Onde Está Wally?, sendo Wally, no caso, a nossa criança emocional.

Wally a OEW ou Onde Está Wally?

Então, eis outra ferramenta fantástica de Coaching: a OEW ou Onde Está Wally?, sendo Wally, no caso, a nossa criança emocional. Se, numa discussão, você usar a OEW para descobrir se quem está discutindo com você é uma criança ou um adulto – independentemente da idade no RG – você verá metade da sua irritação sumir na hora. Sem falar que a OEW faz com que você perceba quando a SUA própria criança aparece, faz birra, se faz de vítima – o que elimina a outra metade da sua irritação.

Porque quando vemos o Wally/criança, nós o separamos do adulto – o adulto é uma coisa e o Wally é outra coisa, é algo que toma conta da gente em certos momentos.

Descobrir quando e como somos infantis não é o primeiro passo para crescer, amadurecer?