A inteligência emocional é um fator muito valorizado, além de poder influenciar e ser decisivo no momento da contratação de um profissional. Esta valorização se deu desde quando o termo “Inteligência Emocional” (IE) foi desenvolvido e conceituado por John Mayer, psicólogo especialista em Personalidade da Universidade de New Hampshire.

Já sabemos, por exemplo, que pessoas que possuem habilidade de controlar suas emoções geralmente são indivíduos que possuem comportamentos mais satisfatórios em todas as áreas de atuação e os mais requisitados.

Qual é a importância da Inteligência Emocional

Para a carreira de CIO (Chief Information Officer), correspondente ao cargo de diretor de Tecnologia da Informação, esta é uma questão fundamental para o sucesso. Descobertas recentes mostram que déficits de IE são a causa primária da deteriorização de uma carreira e o CIO não está livre desta ameaça. Algumas das competências emocionais fundamentais para o executivo moderno são: Autoconfiança, Determinação, Coragem, Positivismo, Motivação, Entusiasmo e a comunicação interpessoal.

Estes profissionais são cada vez mais pressionados a entregar resultados, devido a exigência do mercado competitivo que estamos inseridos. Para alcançar resultados satisfatórios é necessário uma mudanças comportamentais, estratégicas e de pensamento. É notável o aumento do número de empresas que buscam por diferenciais competitivos e o profissional responsável por TI tem o desafio de se manter atualizado.

É preciso se manter atualizado para o mercado de trabalho

Os profissionais precisam se manter atualizados às mudanças de metodologias, tecnologias e ferramentas, principalmente os CIO ( Chief Information Officer). Eles precisam promover mudanças na própria equipe, em outras empresas e departamentos e, para que possam acompanhar a velocidade do mundo competitivo.

Mudanças, desafios e gestão

Mudanças são necessárias, entretanto gera um grande problema, pois geralmente as pessoas não gostam de mudanças, por mais necessárias que possam ser. O conceito de mudança nos remete a sensação de novos desafios e ainda provoca a geração de novas sensações e entendimentos comportamentais. Quando não há uma gestão e estas modificações são conduzidas de forma errônea, é gerada insegurança e isso torna as pessoas pessimistas, negativas e desmotivadas.

Portanto é notável a importância de utilizar a inteligência emocional para construir um ambiente favorável ao desenvolvimento, bem como o relacionamento entre todos os colaboradores da corporação.

A importância da Inteligência Emocional para o mundo corporativo

Um dos grandes pesquisadores da Inteligente Emocional, Daniel Goleman, mostra que 85% do sucesso de uma carreira é alcançado por meio das habilidades emocionais e apenas 15% pelas habilidades técnicas.

Empresas para garantir esses resultados satisfatórios têm investido em treinamentos, Gestão de Projetos, Gestão de Mudanças, e outros treinamentos. O fato é que todas tentativas parecem não ser suficientes. Pesquisas do Gartner Group mostra que mais de 75% de todas as tentativas de mudanças organizacionais fracassam, extrapolam prazos, budget ou falham por completo. Não está explicito a causa de tantos fracassos, mas de acordo com outros dados podemos assegurar a importância da inteligência emocional.

Um estudo inédito realizado pelo Centro de Medicina Preventiva do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, analisou 3.600 check-ups realizados por presidentes e vice-presidentes de grandes companhias nacionais e o resultado dessa pesquisa é assustador:

  • Cerca de 70% dos executivos estão acima do peso;
  • Dois em cada dez executivos, em média, são hipertensos;
  • A maioria apresenta acúmulo excessivo de gordura no fígado e mantêm um consumo de álcool acima do razoável.

 

Quadro típico daqueles que levam uma vida estressante e com alto índice de competitividade e que ainda não são sabem como evitar problemas relacionados ao estado emocional. Devido à falta de um planejamento estratégico as organizações brasileiras acumulam prejuízos cada vez maiores pela perda de executivos. A solução para prevenir problemas apontados nessa e em outras muitas pesquisas pode ser simples. Pela definição de John Mayer, que conceituou IE, o conhecimento emocional é o nível de percepção e de avaliação que o indivíduo faz das suas próprias emoções tanto na vida profissional quanto na emocional. O coaching amplia a possibilidade de traçar e alcançar metas, e vem sendo usado por muitas empresas.

Coaching: Inteligência Emocional e qualidade de vida

Para garantir o aumento da produtividade, sem comprometer a saúde física e emocional do executivo, países como EUA, Canadá, Austrália e alguns europeus já implantaram a figura do Executive Coach em suas empresas. O Coaching é um processo moderno, comprovado cientificamente e capaz de reverter qualquer quadro negativo de uma corporação, em um curto espaço de tempo. Uma espécie de assessoria individual ou de grupo que foca planejamento e resultados, além de contribuir na performance e qualidade de vida do executivo.

No Reino Unido, por exemplo, 88% das empresas possuem acompanhamento do Coaching para executivos. Nos EUA, 40% dos executivos possuem um Coach, onde aliás, o Coachingé oferecido não só aos executivos como para todos os funcionários interessados na forma de benefício. Mesmo no Brasil esse mercado vem crescendo mais de 300% ao ano.

O sucesso em qualquer carreira, principalmente do CIO, é dado não somente pela capacidade de liderança, conhecimentos técnicos, mas também pela capacidade do profissional de atingir objetivos conforme planejado. Por isso que o acompanhamento com coaching é tão apreciados, pois o processo de Executive Coaching oferece para todos os profissionais opções para garantir o alcance de metas. Além de trabalhar com questões fundamentais de mudança do comportamento e das emoções humanas, garantindo mais produtividade, combinado ao aumento na qualidade de vida.