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Neuroplasticidade: o que é, como funciona e importância

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Quer saber o que é neuroplasticidade e como ela pode te ajudar?
Antes de tudo, vamos resumir um pouquinho esse conceito: neuroplasticidade é a capacidade que o cérebro tem de se adaptar a mudanças.
Nosso sistema nervoso está preparado para se modificar conforme as nossas vivências, necessidades, estímulos e o ambiente em que estamos inseridos.
Também é a neuroplasticidade que permite que o cérebro seja maleável ao ponto de compensar lesões e traumas sofridas por um indivíduo.
Ficou curioso?
Neste texto, você irá encontrar as seguintes informações:

  • Conceito de neuroplasticidade
  • Como ela ocorre
  • Importância da neuroplasticidade
  • Dicas para aumentar a neuroplasticidade
  • Fundamentos
  • Neuroplasticidade no trabalho.

Boa leitura!

O que é neuroplasticidade?

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Neuroplasticidade, também conhecida como plasticidade neuronal, é a capacidade de o cérebro se adaptar a mudanças por meio do sistema nervoso.
Trata-se da habilidade do cérebro de reorganizar os neurônios e os circuitos neurais, moldando-se a níveis estruturais por meio de aprendizagem e vivências.
A neuroplasticidade permite que os neurônios se regenerem e que sejam criadas conexões sinápticas – meios de comunicação entre os neurônios.
De forma simples: a neuroplasticidade é o que permite que o cérebro seja adaptável a mudanças, atuando de forma maleável.
Para compreender melhor, imagine que o cérebro funciona por meio dos neurônios que percorrem diversos caminhos.
Esses caminhos seguem padrões, que podem ser alterados com a neuroplasticidade.
Essa remodelagem é feita por meio de um trabalho que envolve pensamentos, vivências, emoções, comportamentos, necessidades pessoais e mesmo o ambiente no qual o indivíduo está inserido.
Por meio desses fatores, a plasticidade permite que novas ligações entre os neurônios (as sinapses) sejam estabelecidas, alterando completamente a rede de conexões.
Essa capacidade é de extrema importância para a adaptação de pacientes com lesões físicas ou cerebrais.

Conceito

De acordo com o teórico C. H. Phelps, a plasticidade neural é uma mudança adaptativa na estrutura e nas funções do sistema nervoso.
“Ocorre em qualquer estágio da ontogenia, como função de interações com o ambiente interno ou externo ou, ainda, como resultado de injúrias, de traumatismos ou de lesões que afetam o ambiente neural”, segundo ele.
Essa definição do conceito é explorada em detalhes no artigo Plasticidade Neural: Relações com o Comportamento e Abordagens Experimentais, publicado em 2001, pelos autores Elenice A. de Moraes Ferrari, Margarete Satie S. Toyoda e Luciane Faleiros, da Universidade Estadual de Campinas, e Suzete Maria Cerutti, da Universidade Estadual de Campinas e Universidade São Francisco.

Como se dá a neuroplasticidade?

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Existem duas principais formas por meio das quais ocorre a neuroplasticidade.
Uma delas é o brotamento – quando há o crescimento de uma área lesionada por meio de axônios.
De forma simplificada, é uma forma de os axônios se alongarem em direção a neurônios que se encontram afastados.
A outra é a ativação de sinapses latentes.
Nesse caso, quando ocorre uma lesão ou destruição de estímulos cerebrais, sinapses que até então estavam adormecidas ficam ativas.
Dessa forma, as necessidades do indivíduo são supridas.

Como o Sistema Nervoso funciona

O sistema nervoso funciona por meio de dois conjuntos: o Sistema Nervoso Central (SNC) e o Sistema Nervoso Periférico (SNP).
O SNC é formado por duas partes: o encéfalo (que abrange cérebro, cerebelo e tronco encefálico) e a medula espinhal.
Essa estrutura possui milhões de neurônios.
Já o SNP é formado pelo sistema nervoso que está fora do cérebro e da medula, sendo capaz de se comunicar com o restante do corpo.
Basicamente, o SNP abrange os nervos, que se ramificam a partir do SNC.
É através dessa estrutura complexa que o sistema nervoso permite ao corpo humano responder a diferentes tipos de estímulos.
Por exemplo: se uma das suas mãos coça, o SNP levará a informação até o SNC por meio das conexões entre os neurônios.
Isso fará com que, sem pensar, você coce a mão imediatamente.
Trata-se de um processo muito rápido, que acontece em milésimos de segundos.

Como usamos nosso cérebro?

O cérebro é a estrutura mais complexa do ser humano.
Nós o utilizamos de forma totalmente coordenada e integrada.
Esse órgão tem uma infinidade de funções: ouvir, sentir, pensar, respirar, movimentar o corpo.
Tudo isso é comandado por ele, sendo que cada uma de suas áreas é responsável por determinadas funções.
Entre si, todas as áreas se comunicam, mas quando há lesão ou dano a alguma estrutura, o cérebro se altera pela neuroplasticidade a fim de suprir a necessidade.

Qual a importância da neuroplasticidade?

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A importância da neuroplasticidade é que ela permite que o cérebro se adapte a diferentes circunstâncias, principalmente quando ocorrem lesões.
Por exemplo: se uma pessoa perde a visão devido a uma doença, ela precisa se adaptar à sua nova realidade.
Então, a neuroplasticidade faz com que o cérebro desenvolva ainda mais o tato e a audição, de maneira a compensar a perda da visão.
Ela também é importante para a aprendizagem durante a infância, como já mencionamos.
É por meio dela que as crianças aprendem não só fatores biológicos, como caminhar e falar, mas também sociais, como convivência com outras pessoas e percepção de emoções.
Em um texto para a revista Forbes, a neurocientista Tara Swart resume a importância dessa capacidade cerebral.
“Encorajar a neuroplasticidade do cérebro é a chave para uma aprendizagem e inteligência emocional na fase adulta, o que o ajuda a permanecer mais aberto, intuitivo e capaz de superar preconceitos”, diz a especialista.

Quando a neuroplasticidade entra em ação?

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A neuroplasticidade se dá principalmente na infância, fase em que as crianças adquirem novos conhecimentos e comportamentos sociais de forma constante.
Mas ela também ocorre na fase adulta, de modo que os indivíduos se adaptem às suas necessidades.
É um processo diário e natural do corpo humano.
Mas, na vida adulta, ele entra em ação principalmente quando o indivíduo sofre lesões físicas ou cerebrais.
Problemas como derrames, traumas e acidente vascular cerebral (AVC), por exemplo, estimulam a neuroplasticidade.
Contudo, ela também é promovida por meio de novos aprendizados realizados pelo indivíduo, como aprender um novo idioma e tocar instrumentos musicais, por exemplo.

Tipos de neuroplasticidade

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Existem cinco tipos de neuroplasticidade: dendrítica, axônica, sináptica, somática e regenerativa.
Vamos explicar cada uma delas agora.

Dendrítica

As espinhas dendríticas, em que ocorrem as sinapses, sofrem alterações em número, disposição, comprimento e densidade.
Esse tipo de neuroplasticidade ocorre principalmente nas primeiras fases do desenvolvimento.

Axônica

É a plasticidade inicial, que ocorre entre zero e dois anos de vida, e é crucial para o desenvolvimento do sistema nervoso.

Sináptica

É constituída pela capacidade de alterações nas sinapses entre as células nervosas.
As sinapses podem se tornar mais fortes ou mais fracas, dependendo dos estímulos externos e internos.

Somática

É aptidão para regular o aumento ou morte das células nervosas.
Ocorre somente no sistema central embrionário e não está suscetível a influências externas.

Regenerativa

Mais frequente no sistema nervoso periférico, a neuroplasticidade regenerativa é capacidade de regeneração de axônios lesados.

Neuroplasticidade e aprendizagem

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A neuroplasticidade e a aprendizagem estão diretamente relacionadas.
Você sabe o que acontece no cérebro quando aprendemos?
Toda vez que adquirimos um novo aprendizado, o cérebro fica encarregado de armazenar as informações importantes.
Isso ocorre de modo que elas possam ser utilizadas pelo indivíduo quando necessário.
Assim, novas vivências e conhecimentos fazem com que o cérebro crie vias neurais, que são os caminhos percorridos entre os neurônios pelas sinapses.
A cada aprendizado ou vivência enriquecedora, a comunicação entre os neurônios fica mais forte e eficiente.

Dicas para aprendizagem

Confira, abaixo, dicas rápidas que você pode colocar em prática diariamente:

1. Adquira novos conhecimentos

É importante que você busque o aprendizado constantemente.
Aprender uma nova língua, investir na sua capacitação, aprender a tocar um instrumento musical ou praticar um novo esporte são formas de fortalecer as conexões cerebrais.
O importante é que você esteja sempre absorvendo novos conhecimentos.

2. Saia do modo automático

Tente mudar pelo menos algum aspecto da sua rotina para aprender novos hábitos e instigar a mente.
É interessante que você tente fazer algo de uma maneira diferente.
Por exemplo: se você está acostumado a estudar assistindo a aulas online, tente realizar um mapa conceitual no papel sobre os conteúdos para estimular outras formas de armazenar informação.

3. Elimine as distrações

Realizar várias tarefas ao mesmo tempo não é bom para o aprendizado, pois ele se torna mais irregular e demorado.
O ideal é que você busque o foco total em uma determinada atividade, realizando-a do início ao fim, sem distrações, para aprender de forma mais regular.

Aprendizagem, experiência e ambiente

Viu como esses três fatores estão interligados?
As mudanças que podemos fazer nos caminhos percorridos pelo cérebro são fruto de nossas vivências.
A aprendizagem e as experiências que vivemos moldam as nossas percepções, hábitos e emoções, também fundamentais para a neuroplasticidade.
Mas tudo isso ocorre dentro de ambientes diversos, nos quais estamos inseridos.
É por isso que a neuroplasticidade depende de um conjunto de fatores, que abrange não só as experiências, mas o contexto em que elas ocorrem.

Entenda as condições para induzir a plasticidade

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Diferentes fatores influenciam a plasticidade, como idade, hábitos, comportamentos, aprendizagem.
A melhor forma de induzir essa capacidade do cérebro é sempre investir na aquisição de novos conhecimentos e experiências.
Mas há outro fator que também é importante: o ambiente em que estamos inseridos.
Em uma palestra do TED, o neurocientista Michael Merzenich diz que nossas capacidades e habilidades são moldadas pelo ambiente.
“O que fizemos em nossa evolução pessoal é construir um largo repertório de habilidades específicas que são particulares de nossas histórias individuais”, explica.
Segundo o neurocientista, cada pessoa tem capacidades e habilidades adquiridas que derivam da plasticidade, “a adaptabilidade dessa máquina realmente adaptável”.

Dicas para induzir e aumentar sua neuroplasticidade

Abaixo, confira dicas que vão ajudar a estimular e a neuroplasticidade no dia a dia.

Treine seu cérebro, exercite os dois lados!

Quanto mais o seu cérebro é exercitado, mais rápido e potente ele fica.
É claro que usamos todo o cérebro para nossas atividades cotidianas, mas cada área concentra uma atividade principal.
Enquanto o hemisfério esquerdo concentra mais raciocínio, o direito foca na criatividade.
Ou seja: quanto mais diversificada for a sua aprendizagem, abrangendo diferentes áreas do conhecimento, mais completa ela será para o cérebro.

Elimine maus hábitos e se alimente bem!

Ter uma alimentação equilibrada, que forneça todos os nutrientes e vitaminas de que o corpo precisa, e adotar um estilo de vida saudável também é fundamental.
Para eliminar maus hábitos, que são caminhos neurais automáticos para o cérebro, substitua atividades indesejadas pelo seu oposto.
Essa é uma forma de compreender que existem novos caminhos, até que estejamos acostumados com eles ao ponto de abandonarmos os antigos.

Dormir também é importante!

Assim como você precisa exercitar o cérebro e estimulá-lo de diferentes maneiras, é preciso dar a ele um bom período de descanso.
Garantir uma boa noite de sono é importante para combater o estresse, fixar novas memórias adquiridas durante o dia e reter informações.

Como identificar a perda de neuroplasticidade?

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A perda de neuroplasticidade ocorre com o tempo.
Em geral, ela diminui com a idade – por isso que está presente principalmente nos primeiros anos da vida.
Há alguns sinais que demonstram essa perda.
Processamento de informações mais lento, desatenção e falhas na memória são fatores presentes no funcionamento cerebral com o tempo.
A capacidade de gravar novas informações diminui, assim como o foco nas atividades desempenhadas.
Por isso, é preciso colocar em prática todas as ações citadas acima, de modo a estimular a neuroplasticidade mesmo na vida adulta.

Os fundamentos na neuroplasticidade

Conheça sete fundamentos da neuroplasticidade, elencados por Michael Merzenich no livro Soft-Wired: how the new science of brain plasticity can change your life:

  1. A mudança está limitada a situações em que o cérebro está “interessado” em fazer. Ou seja, você precisa estar engajado e comprometido com elas
  2. Quanto mais tentamos, mais motivados e alertas ficamos. E quanto melhor ou pior for o resultado, maior é a mudança
  3. O que realmente muda no cérebro é a força das conexões dos neurônios em conjunto. E isso significa que, quanto mais você pratica algo, maior a capacidade de mudança
  4. Alterações nas conexões conduzidas pelo aprendizado aumentam a cooperação entre as células cerebrais, o que é essencial para aumentar a confiabilidade do desempenho
  5. O cérebro fortalece conexões entre grupos de neurônios que representam momentos separados de atividades sucessivas, permitindo ao cérebro prever o que vem a seguir
  6. Mudanças iniciais são apenas temporárias. Elas só se tornam permanentes quando o cérebro julga os seus resultados
  7. O cérebro muda por “ensaios mentais” do mesmo modo e com os mesmos processos que controlam mudanças adquiridas por interações no mundo externo. Portanto, a imaginação e as memórias também são úteis.

Vale a pena ler os fundamentos na íntegra aqui.

Neuroplasticidade e o ambiente de trabalho

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Como já dito em diferentes partes deste artigo, o ambiente em que estamos inseridos também é crucial para o desenvolvimento da neuroplasticidade.
Isso porque as experiências que temos no cotidiano são capazes de mudar os caminhos neurais do cérebro.
Então, imagine a importância que tem o ambiente de trabalho – o local onde geralmente passamos a maior parte do dia, ou pelo menos algumas horas.
Esse ambiente, portanto, precisa fomentar a plasticidade, certo?
Em um artigo para a revista Entrepreneur, Mike Moradian, diretor executivo da organização Honor Society, diz que ele pode até mesmo ser útil para moldar a mente e desenvolver a liderança.
“Crie um ambiente próprio para desenvolver novos processos de pensamento”, aconselha o autor.

Como criar um espaço corporativo que favoreça a neuroplasticidade?

Confira quatro maneiras de criar um ambiente de trabalho favorável à neuroplasticidade:

1. Promova a troca de ideias

Um ambiente onde são compartilhadas ideias e inspirações é instigante para o cérebro, faz com que ele entre em contato com diferentes tipos de informação e aprenda coisas novas.

2. Crie um espaço dinâmico

O ideal é que os colaboradores da empresa possam desenvolver diferentes atividades, trocar conhecimentos e experiências entre si.
Quanto mais dinâmico e colaborativo for o ambiente, melhor para a neuroplasticidade, já que ela também depende da nossa interação com os outros.

3. Proporcione conhecimento

Quanto mais conhecimento os colaboradores adquirirem, mais estarão trabalhando a neuroplasticidade do cérebro.
Essa é a oportunidade de ter uma equipe ainda mais qualificada e satisfeita.
Uma boa alternativa é oferecer aos colaboradores treinamentos, cursos, seminários e participação em congressos.

4. Incentive o mindset de crescimento

A mentalidade de crescimento deve ser incentivada, porque ela permite que os indivíduos tenham motivação e engajamento na busca pelo sucesso.
A neuroplasticidade também pode estar relacionada a criar padrões de comportamento em torno do crescimento pessoal e profissional.

Neuroplasticidade e sua utilização clínica

A neuroplasticidade pode ser utilizada na prática clínica e é bastante útil em áreas como a fisioterapia e a psicologia.
Isso porque ela possibilita tratamentos para diferentes tipos de lesões, perda de funções motoras e prevenção de perdas de cognição devido a lesões.
O objetivo é aumentar a plasticidade do cérebro por meio de exercícios que despertem as sinapses.
Na fisioterapia, a neuroplasticidade auxilia pacientes com lesões, de modo que as funções neuronais se adaptem à condição do paciente.
Ela também é utilizada em pacientes que estão em período de reabilitação neuropsicológica, adaptando o cérebro conforme as novas demandas do indivíduo.

Mitos e verdades sobre a utilização do cérebro

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Que tal conhecer um pouco mais a estrutura do cérebro a partir de mitos e verdades sobre o assunto?

1. Usamos apenas 10% do cérebro

Mito.
A verdade é que utilizamos o cérebro inteiro constantemente.
Os neurônios, por exemplo, estão ativos até mesmo enquanto dormimos.

2. Hábitos saudáveis amenizam a deterioração do cérebro

Verdade.
Aprender novas línguas, ler bastante e praticar exercícios físicos são hábitos que atenuam a deterioração, que inicia na fase adulta.

3. O lado do cérebro que mais utilizamos dita nossas habilidades

Mito.
Embora cada lado concentre determinadas funções, o cérebro possui estruturas interconectadas e que interagem a todo instante.
Então, não é possível afirmar que há pessoas que usam mais um lado do que outro e que essa divisão seria responsável por determinadas habilidades.
Isso não quer dizer, por exemplo, que uma pessoa boa em matemática utiliza mais o lado esquerdo.

4. A diferença de comportamento de homens e mulheres ocorre por distinções entre os cérebros

Mito.
Há pequenas diferenças biológicas entre os cérebros de homens e mulheres, mas elas são pouco significativas para o comportamento.
Na verdade, essa diferença de comportamento se dá mais por razões culturais e sociais do que biológicas.

5. O cérebro produz novos neurônios

Verdade.
Já existem evidências em estudos científicos de que isso acontece.
E é justamente pela capacidade de produzir novos neurônios que o cérebro pode reparar danos e lesões.

Conclusão

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Agora que você já conhece a importância e a função da neuroplasticidade, que tal colocar em prática as dicas deste artigo?
Dessa forma, você poderá estimular o seu cérebro a fazer novas conexões de modo a se livrar de comportamentos indesejados.
E, sobretudo, para que você possa promover as mudanças que tanto deseja.
Lembre-se de que a aprendizagem, as experiências e o ambiente em que você vive são fundamentais para instigar a neuroplasticidade.
Então, está preparado para trilhar novos caminhos?
Caso a resposta seja positiva, é interessante conhecer a metodologia de coaching.
Esse processo de desenvolvimento pessoal e profissional eleva o indivíduo a um novo patamar de autoconhecimento, inovação e foco.
Com as técnicas e ferramentas do coaching, é possível criar objetivos, como aprender uma nova língua, ou se preparar para uma nova carreira, e utilizar a neuroplasticidade para agregar conhecimentos e fortalecer conexões cerebrais a partir da mudança de hábitos e comportamentos.
Gostou da ideia?
Então, conheça os cursos da SBCoaching, uma instituição renomada na área, que é referência no Brasil e no exterior.
Se você tirou suas dúvidas sobre neuroplasticidade e deseja se aprofundar no assunto, deixe um comentário e compartilhe este artigo nas suas redes sociais.