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O que Faz um Gestor? Principais Funções e Desafios Comuns

O que faz um gestor? O gestor é a bússola da empresa.

Ele dá a direção e traça o caminho para o sucesso do negócio.

Mas você sabe quais são suas funções e desafios?

E como assumir responsabilidades e riscos para produzir inovação e resultado em produtos e serviços?

É o que você vai descobrir ao longo deste artigo.

Tudo isso é muito importante, mas existe algo fundamental para colocar em prática:
Você precisa de ter hábitos certos, que vão te colocar em ação.


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Por isso, se você quer assumir essa posição e liderar o crescimento de sua organização, vale a pena ficar atento a estas questões:

  • O que faz o gestor?
  • Quais são as principais funções do gestor?
  • Como aplicar o PODC (Planejar, Organizar, Dirigir e Controlar) na sua empresa?
  • Quais são os maiores desafios em sua atuação?
  • Como ele pode usar a tecnologia para acelerar processos?
  • Como aumentar a produtividade sem perder qualidade?

Essas são apenas algumas das perguntas que serão respondidas neste texto.

Ficou interessado?

Então, siga a leitura.

O Conceito de Gestor

O Conceito de Gestor
As suas habilidade de gestão são fundamentais para a solução de uma série de problemas no mundo atual.

O dicionário aponta que o gestor é “o indivíduo que, sem mandato, administra negócios alheios”.

Cada vez mais, o gestor é uma figura em voga, tanto em empresas como em instituições públicas.

Por isso, o termo ganhou ainda mais destaque nos últimos anos, com muitas pessoas se apresentando como ‘gestoras’ nos mais diferentes segmentos.

As suas habilidade de gestão são fundamentais para a solução de uma série de problemas no mundo atual.

Podemos buscar o conceito de gestor na obra de Adalberto Chiavenato, um dos mais respeitados especialistas em Administração de Empresas e Recursos Humanos do Brasil.

Para o autor, o gestor é a figura que deve conduzir as pessoas em uma organização e, para isso, deve compreender como lidar com cada uma delas, assim extraindo os melhores resultados.

Além disso, resumidamente, esse profissional precisa ter domínio sobre o planejamento, a organização e a resolução de diferentes situações.

Estas competências ajudam a compreender o conceito de gestor:

  • Ser um habilidoso negociador, mostrando essa aptidão em momentos de pressão
  • Ter uma atitude resiliente sob os mais diferentes cenários
  • Possuir capacidade de liderança e visão empreendedora.

É importante considerar também as funções administrativas para compreender a atuação dessa figura.

Elas respondem hoje pela sigla PODC (Planejar, Organizar, Dirigir e Controlar).

  • Planejar: observar o futuro, definir os objetivos da instituição e a forma de alcançá-los
  • Organizar: construir a estrutura social (recursos humanos) e material (matérias-primas e operações) de uma organização
  • Dirigir: coordenar, por meio de ferramentas como a motivação, a orientação e a liderança, a ação dos colaboradores para que sejam alcançadas as metas do negócio
  • Controle: verificar se as metas, os processos e as diretrizes estão sendo alcançadas ou seguidas.

Quais as principais funções do gestor?

funções do gestor
O gestor é a figura que deve conduzir as pessoas em uma organização

Veja abaixo quais são algumas das principais funções de um gestor:

Gestor de planejamentos

O planejamento é o ponto inicial das funções de um gestor.

Por isso, qualquer líder de uma organização desempenha essa função no princípio de um projeto.

Há também gestores que ficam encarregados dos planejamentos e posicionamentos estratégicos de instituições e não assumem outras incumbências de controle e organização.

Qualquer que seja o caso, o planejamento não se restringe a diretrizes.

Ele contempla também a definição de indicadores de desempenho, métricas de avaliação, fluxos de comunicação, processos internos de gerência, entre outros.

Gestor de orçamentos

Planejar e conduzir a execução do orçamento é a principal tarefa do gestor de orçamentos, tendo como base as projeções gerais da empresa e as especificações técnicas necessárias.

Essas ações são tomadas a partir de avaliações de controle de custos e elevação da eficiência, que são subsídios para o direcionamento da instituição.

O gestor de orçamentos deve atuar na averiguação da saúde físico-financeira, visando ao fluxo saudável de recursos e à eficiência máxima de gastos e produtividade.

Gestor de resultados

No cenário contemporâneo, em que organizações de todos os segmentos são cada vez mais cobradas por suas entregas, ganha mais relevância a ação do gestor de resultados.

Esse profissional lida com um grande número de variáveis para alcançar êxito, o que torna a administração um desafio constante – tanto em sua carreira profissional como, de forma geral, para a instituição na qual atua.

Para orientar o seu trabalho, o gestor de resultados deve ter em mente os três principais fatores que influem na efetividade do planejamento e da execução de projetos sob sua responsabilidade:

  1. Definição de objetivos precisos, claros, atingíveis e avaliáveis
  2. Monitoramento de processos
  3. Avaliação de desempenho
  4. Melhora constante desse ciclo para elevação dos resultados.

A definição de objetivos para o gestor de resultados consiste em listar as metas de um projeto e as formas de alcançá-las, estabelecendo essas diretrizes juntamente a todas as pessoas envolvidas – colaboradores da empresa, fornecedores, etc.

O monitoramento de processos precisa ser internalizado pela instituição e, a partir daí, torna-se uma tarefa natural no desenrolar de projetos.

Com o subsídio de dados oferecidos pelo monitoramento, o gestor e sua equipe podem trilhar o caminho de melhoria contínua, identificando necessidades de mudança e adaptação.

Por fim, temos a avaliação de desempenho, avaliando o comportamento da equipe, dos indivíduos envolvidos, os resultados obtidos e as melhorias necessárias.

Nesta etapa, é fundamental a avaliação global, contando com todas as partes envolvidas, o que resulta em uma mensuração correta e consequente incremento de qualidade nas entregas.

Gestor de entregas

Gestor de entregas
Sua principal função é oferecer um produto ou serviço de máxima qualidade, que agrade plenamente ao cliente, com a maior eficiência possível.

O trabalho do gestor de entregas tem importância estratégica.

Sua principal função é oferecer um produto ou serviço de máxima qualidade, que agrade plenamente ao cliente, com a maior eficiência possível.

Em seu escopo de atuação, entram todos os processos internos, controle de custos, análise de matéria-prima, avaliação da percepção do consumidor e inovação em todas as etapas das entregas.

O acompanhamento simultâneo das etapas do ciclo de pedido é o grande desafio para os profissionais do setor, que deve agir de forma preventiva (e não reativa) para o êxito do processo.

Gestor de pessoas e equipes

O gestor de pessoas e equipes tem ação estratégica para a saúde e desenvolvimento de uma instituição, já que lida com a atração e retenção dos talentos e equipes.

O setor do gestor de pessoas constrói, dissemina e sustenta a cultura organizacional, buscando o aperfeiçoamento interno, promovendo o desenvolvimento pessoal e profissional, além de reforçar a integração entre indivíduos e áreas.

Também é importante citar a uma ação diretamente ligada a esse líder: administrar a contratação, a promoção e os planos de carreira dos colaboradores da organização.

Como ser um bom gestor: passo a passo

Como ser um bom gestor
Um bom gestor deve ter uma visão total do negócio da organização.

Descubra agora o que é preciso para ser um bom gestor para a sua empresa:

1. Tenha visão de negócio

Um bom gestor deve ter uma visão total do negócio da organização.

Também conhecida como visão sistêmica (ou panorâmica, ou 360 graus), essa habilidade está diretamente ligada à administração estratégica e sistêmica.

Basicamente, se resume a um ponto: o resultado da empresa depende da conjunção harmônica de absolutamente todos os fatores, áreas e processos que colaboram para o crescimento do negócio.

Para reforçar essa visão, você precisa dar um passo atrás e visualizar sua empresa com um olhar mais profundo, longe da correria e dos problemas do dia a dia.

Dessa forma, você terá condições de analisar, um a um, todos os setores da organização.

E vai se questionar: o que pode melhorar?

Por que estamos trabalhando dessa maneira?

Será que há caminhos para aumentar a eficiência?

Como podemos nos manter na dianteira da inovação?

Esse tipo de pergunta faz sentido para que você retenha uma posição estratégica na empresa e deixe de se prender ao trabalho operacional.

2. Estabeleça o diálogo

Ouvir e ser ouvido dentro da equipe ou na instituição como um todo, em nível gerencial, pressupõe esforço, disposição real para dialogar e capacidade de articulação e mediação.

Essa construção oferece ganhos positivos para todos os envolvidos na instituição.

O gestor ganha colaboradores mais engajados, dedicados e eficientes.

O colaborador recebe a atenção e o reconhecimento merecidos.

Assim, todos saem fortalecidos, e você verá que essa melhora de comunicação pode favorecer a identificação de inúmeros processos que precisam ser revistos.

Além disso, um dos resultados mais relevantes é o sentimento de pertencimento entre os indivíduos e a percepção de que a dedicação de cada um terá impacto imediato no crescimento e no sucesso da organização.

3. Inspire com a sua liderança

gestor e liderança
“Liderança é apontar uma direção.”

Lidere pelo exemplo que dá aos seus colaboradores, além de motivá-los continuamente, como aponta John P. Kotter, autoridade mundial no tema, em seu livro O que os líderes fazem (Editora Campus, 2000):

“Liderança é apontar uma direção. É empoderar e ajudar pessoas, por meio de uma estratégia efetiva, a realizar sonhos com energia e velocidade. (…) É mobilizar um grupo a saltar rumo a um futuro melhor.”

4. Eleve a produtividade com qualidade

Não é preciso dizer que produtividade e qualidade são fundamentais em todos os setores produtivos, e que geram benefícios externos, mas também internos nas instituições.

Elevar a primeira característica sem abdicar da segunda é a grande questão para todos os gestores.

Para isso, é necessário analisar processos internos (estabelecendo procedimentos que resultem em eficiência) e externos (alinhando seus objetivos ao mercado em que está colocado).

Também é importante mensurar desempenho de indivíduos e equipes.

E uma das melhores maneiras de adotar essas avaliações hoje é com o uso de tecnologia.

Ela permite que o gestor tenha uma visão do plano macro e do plano micro e, assim, identifique todas as oportunidades de reforçar a eficiência da equipe.

No fim das contas, aumentar a produtividade e a eficiência significa entregar mais (ou com qualidade superior) sem incremento de gasto.

5. Invista em recursos humanos

gestor e recursos humanos
“Líderes melhoram sua equipe incansavelmente, aproveitando todos os encontros como uma oportunidade de avaliar, mentorar e construir confiança”.

Liderar é investir em recursos humanos.

Em mais de uma de suas obras, o guru da administração Jack Welch fala da importância do gestor nessa área:

“Líderes melhoram sua equipe incansavelmente, aproveitando todos os encontros como uma oportunidade de avaliar, mentorar e construir confiança”.

Ao ler os livros de grandes nomes de liderança e administração, você vai encontrar diversas declarações como essa.

E se trata de uma verdade inegável: todos os resultados da empresa dependem de seus colaboradores.

Por isso, o estímulo ao comprometimento, à motivação e ao engajamento são fundamentais.

Outra faceta da importância dos recursos humanos é a retenção e a atração de talentos.

Nesse primeiro aspecto, você precisa contar com os melhores profissionais para atingir o sucesso.

E no segundo, manter os melhores colaboradores na sua organização significa que eles não vão levar o conhecimento para outras empresas e que você vai aproveitar ao máximo as capacidades de quem já conhece o seu negócio.

6. Faça uma gestão racional das finanças

Se você atua na gestão empresarial, sabe que um dos objetivos do negócio é manter sustentabilidade financeira por meio de resultados positivos.

Por isso, a gestão racional das finanças é tão importante.

Nesse sentido, a reavaliação constante dos custos e a busca incessante pela eficiência são máximas inegáveis.

E para expandir seus negócios, o gestor precisa lidar com as limitações do seu orçamento e estabelecer projeções racionais, que levem em conta todos os riscos dessas movimentações.

3 Desafios comuns dos gestores e como superá-los

Desafios comuns dos gestores
O dinamismo do mercado, com a emergência de empresas de crescimento acelerado (como startups), obrigam o gestor a se manter antenado em todas as tendências e nunca cair na zona de conforto.

Os gestores têm desafios crescentes nos dias atuais.

O dinamismo do mercado, com a emergência de empresas de crescimento acelerado (como startups), obrigam o gestor a se manter antenado em todas as tendências e nunca cair na zona de conforto.

Na prática, o reconhecimento da autoavaliação e da capacidade de adaptação são os dois principais pontos para quem deseja obter resultados acima da média de maneira sustentável.

A seguir, vamos entender três desafios comuns dos gestores.

Antes, é bom lembrar: a correta resolução de cada um desses aspectos vai garantir que o dinamismo do mercado não atrapalhe o crescimento o seu negócio.

1. Problemas para delegar tarefas

Gestores habituados a modelos de trabalho muito centralizados encontram dificuldade em delegar atividades de forma natural entre o time.

O medo de perder o controle dos detalhes em projetos e a dúvida sobre a capacidade dos colaboradores podem influenciar de forma pouco construtiva.

Nesse mesmo sentido, vale citar a insegurança de alguns gestores, que tentam compensar essa dificuldade com uma dedicação excessiva em aspectos do negócio já trabalhados por outros profissionais.

Felizmente, há como criar o hábito de delegar tarefas de trabalho.

Em primeiro lugar, entendendo que você pode manter a responsabilidade sobre o projeto sem ter que vasculhar cada detalhe de sua execução.

Em seguida, tendo em mente a importância da comunicação clara e o acompanhamento da realização.

Para isso, é importante contar com a tecnologia, que permite um acompanhamento sistêmico e individual de tarefas, colaboradores e equipes.

Por fim, ouvir e dar feedback aos colaboradores é parte constante do processo.

2. Produtividade baixa

Produtividade baixa gestores
A baixa produtividade pode atingir todo tipo de organização.

A baixa produtividade pode atingir todo tipo de organização e as mais diferentes pessoas, tendo como causas possíveis a desorganização, a distração ou a falta de planejamento.

Para enfrentar essa falta de eficiência, não há alternativa senão rever todos os processos em detalhes.

Por exemplo: existe alguma ferramenta para acelerar rotinas operacionais, que costumam demandar muito tempo de seus colaboradores?

Há alguma maneira de reduzir a burocracia em certas tarefas ou de aumentar a autonomia de membros da equipe para que eles produzam mais e melhor?

Existe a possibilidade de aumentar a cobrança sobre os colaboradores ao mostrar que há falta de dedicação no trabalho?

Essas questões são apenas uma amostra do que é possível considerar nessa busca por eficiência.

Com esse objetivo em mente, vale ressaltar um aspecto essencial: a comunicação.

Muitas vezes, basta ouvir o que seus colaboradores têm a dizer para ganhar insights poderosos sobre a performance da equipe.

3. Colaboradores muito dependentes

Você, gestor, não está tomando responsabilidade que são de seus colaboradores?

Muitas vezes, por hábito de ambos os lados, pode-se criar situações viciadas, em que qualquer pequena decisão é trazida para o gestor do projeto, quando poderia – e deveria – ser tomada por quem o está executando diretamente.

Por isso, saiba delimitar as responsabilidades de cada integrante do seu time e estimule a troca de informação entre as pessoas sem necessariamente procurá-lo.

Mais uma vez, uma das soluções é implementar a tecnologia inteligente no .

Por exemplo: se colaboradores o procuram com dúvidas comuns, que aparecem com frequência, talvez a criação de um vídeo ou documento explicativo sobre o assunto possa sanar esse problema de forma fácil e rápida.

Não há dúvida, porém, que o principal desafio em todos os aspectos apontados acima é a falta de um planejamento minucioso dos processos.

Se você mapear exatamente todas as ações e tarefas de sua empresa, designar um profissional para cada uma delas e orientá-lo adequadamente sobre a execução, você terá resultados melhores em todas essas áreas.

Conclusão

gestor resultado
Se ele erra a direção, a organização perde o equilíbrio.

Como vimos, o gestor é o articulador dos resultados da empresa.

Se ele erra a direção, a organização perde o equilíbrio.

E se ele acerta o posicionamento, ainda assim há muito trabalho a ser feito.

Por isso, as suas funções primordiais, já estabelecidas, precisam de avaliação e aprimoramento constante.

Em um mundo de competitividade acelerada, em que startups revolucionárias parecem surgir da noite para o dia, não existe espaço para acomodação, zona de conforto e gestão antiquada.

Então, se você quer ser um gestor que viabiliza o crescimento da empresa, precisa investigar suas capacidades e trabalhar em seus pontos fracos.

Só assim você terá condições de liderar com eficácia.

E para dar o melhor de si em todos os momentos, você pode contar com uma ajudinha: o coaching.

Essa metodologia oferece ferramentas poderosas para o reforço de talentos, aprimoramento de comunicação, melhora do foco e da produtividade e capacidade de liderança.

Gostou do que viu até aqui e do potencial do coaching para elevar sua gestão ao próximo nível?

Então, vale a pena conhecer a Sociedade Brasileira de Coaching, que oferece cursos regulares de coaching de liderança e empreendedorismo.

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