Viciado em Trabalho? Nem Pensar!

Aprenda a equilibrar a vida pessoal e a profissional.

Nenhum vício faz bem, mas a compulsão por trabalho foi considerada uma característica positiva durante muito tempo. Apesar de não ter sido totalmente eliminada do ambiente corporativo (até hoje há profissionais que se gabam por passar 14 horas no escritório), a figura do workaholic vai perdendo terreno para a do profissional de sucesso que consegue equilibrar a carreira e a vida pessoal.

Qual a diferença entre um workaholic e um profissional esforçado?

O terapeuta americano Bryan E. Robinson – autor do livro Chained to the Desk: A Guidebook for Workaholics, Their Partners and Children, and the Clinicians Who Treat Them -, tem uma explicação interessante para a diferença entre o workaholic e o profissional esforçado: “o profissional que trabalha duro estará em sua mesa de escritório pensando nas pistas de ski. O workaholic estará na pista de ski pensando na sua mesa de escritório”.

Qual o problema de ser viciado em trabalho?

Os viciados em trabalho, além de acabarem se tornando pessoas infelizes, causam problemas dentro das empresas, já que a obsessão por trabalho cria desentendimentos dentro das equipes e eleva o nível de estresse dos colegas – já que os workaholics, especialmente aqueles que ocupam cargos de chefia, querem que todos os colaboradores também se dediquem exclusivamente ao trabalho.

Ser viciado em trabalho pode demonstrar falta de competência

Além disso, hoje as organizações suspeitam da eficiência dos workaholics, já que eles destinam 24 horas do dia para atividades que outros conseguem realizar em bem menos tempo. E também já é de conhecimento comum o fato de que ter vida social e familiar, praticar um hobby, tirar férias e se permitir descansar aumenta a produtividade – afinal, profissionais também precisam recarregar as baterias de vez em quando!

Há quanto tempo você não recarrega as suas?