O que é Rapport?

Rapport é uma expressão francesa que, traduzida para o português, significa “sintonia”. Algumas pessoas descrevem como “relação de confiança mútua”. É uma sintonia entre duas ou mais pessoas. Um casal de namorados apaixonados pode-se, por analogia, dizer que estão mantendo um nível de “rapport”. É a capacidade de entender o universo que existe dentro de cada pessoa. No mundo corporativo esta técnica é muito comum no momento da contratação de novos funcionários.

As entrevistas de emprego, para muitas pessoas, são vistas como um momento de tensão. A primeira impressão sobre a pessoa é a que costuma ficar. Os profissionais de RH sempre estão atentos aos sinais que o candidato envia ao entrevistador de maneira inconsciente. São gestos, escolha de palavras, digressões, pausas na fala, olhar e até a postura corporal. Estes sinais podem indicar se a pessoa avaliada se enquadra no perfil procurado para a vaga oferecida.

Mas também pode ser fatal para os candidatos. Uma pessoa que conversa com o entrevistador de braços cruzados pode passar a impressão de que está agindo muito defensivamente. Uma pessoa que fala olhando para baixo, passa a sensação de desmotivação. Tais gestos são vistos negativamente pelo entrevistador. Muitos profissionais de RH, sem saber, transmitem uma sensação intimidatória ao candidato quando este se põe frente a frente e por, muitas vezes, bons profissionais em potencial sucumbem a entrevista e a empresa perde com isso. O coach surge como uma ferramenta útil para o aperfeiçoamento dos profissionais de RH, estabelecendo estratégias mais amigáveis neste momento crucial para a empresa.

Coaching e Rapport

O princípio do rapport é estabelecer uma relação de confiança. O entrevistador pode e deve permitir que o candidato sinta-se à vontade para exprimir as suas expectativas e relatar as suas competências durante o processo seletivo. O coach estabelecerá um aprimoramento da habilidade na comunicação que influi diretamente no rapport. Uma das propriedades do rapport é a capacidade de ‘espelhar’ o comportamento do outro. Não significa que se o entrevistado age de maneira negativa, o profissional que seleciona novos funcionários deve copia-lo. Mas deve conduzir o processo de uma maneira com que faça o candidato perceber que ele está à vontade para conversar e poder oferecer as suas competências para aquela organização. É aplicar um conceito bastante interessante: um entrevistador melhor seleciona candidatos melhores. O coaching abre os olhos para este conceito. Os cursos de coaching pessoal e executivo são importantes na otimização no processo de seleção de novos colaboradores, bem como para melhorar o relacionamento interpessoal no ambiente corporativo.

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