Conduta: o que é, os tipos e exemplos de condutas

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Como você considera a sua conduta enquanto pessoa?

A resposta para essa pergunta diz muito sobre você e, especialmente, como se dá a sua relação com o outro.

Será que você analisa o todo antes de tomar alguma decisão ou somente os impactos pessoais são levados em conta?

Apesar de ser bastante usada no cotidiano, conduta, não é uma palavra que todo mundo domina.

Alguns podem confundir o termo com atitude, outros com ética ou moral. E será que somente as pessoas têm um código de conduta?

Muitos questionamentos podem surgir, mas tudo começa por um: afinal, o que essa palavra representa?

Vamos iniciar respondendo este e depois iremos conhecendo os tipos e exemplos desse substantivo que é quase aplicado como adjetivo.

Se o assunto é do seu interesse, não deixe de acompanhar este artigo até o final.

Boa leitura!

O que é conduta?

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Conduta pode ser definida como a forma que uma pessoa ou um grupo se manifesta perante uma situação, principalmente quando afeta o convívio em sociedade e impacta o interesse de terceiros.

Significado

Como nossas atitudes não são casuais, podemos dizer que nossas condutas são baseadas em valores que nos foram passados, tais como crenças, culturas e vivências.

Por isso, é comum as pessoas agirem de forma diferente perante situações parecidas.

A sua criação e os princípios passados a você podem não ser – e provavelmente não são – os mesmos do outro.

Isso não quer dizer que alguém é superior ou inferior, mas ajuda a explicar por que sentimos mais proximidade com certos comportamentos do que com outros.

Quais são os tipos de conduta?

Conduta pode ser dividida em dois grandes grupos: as positivas, aquelas que todos queremos para nós, e as negativas ou más, que são moralmente condenáveis.

Veja alguns exemplos das duas.

  • Conduta positiva: amar, respeitar, cuidar, doar, compartilhar, perdoar, acolher.
  • Conduta negativa: mentir, enganar, roubar, matar, violentar, corromper, dissimular.

Qual a diferença entre conduta ética e conduta moral?

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Outra distinção que podemos fazer de uma conduta, além de positiva e negativa, é em relação à ética e à moral.

Vamos trazer mais detalhes para facilitar o seu entendimento.

Conduta ética

Conduta ética é aquela postura que se relaciona a um modo de ser. Ou seja, diz respeito a como lidamos com as situações que surgem em nossas vidas.

Por exemplo, roubar é uma conduta que, do ponto de vista ético e moral, é reprovável.

No entanto, se o furto for de um alimento para que uma criança não passe fome ou de algum medicamento para que um idoso tenha os sintomas de sua doença atenuados, ele seria considerado uma conduta ética ou antiética?

Tudo vai depender da sua interpretação dos casos.

Você tem livre arbítrio para analisar e tomar uma posição.

Em outras palavras, pode ir contra a sua ética para se encaixar em um contexto moral.

Também podemos dizer que a ética estuda, interpreta e questiona a moral. Pode, inclusive, caracterizá-la como ultrapassada.

Conduta moral

Conduta moral é aquela manifestação que tem a ver com o conjunto de regras que orientam a vida em sociedade.

Elas são baseadas em crenças, costumes, leis, entre outras.

Até a Idade Moderna, a religião era um dos principais elementos de orientação da conduta moral.

Depois disso, o Estado passou a estabelecer regras que reconhecessem os direitos e deveres do cidadão.

Um exemplo de conduta moral é seguir as leis e as normas vigentes dentro de uma sociedade – o que pode mudar dependendo do lugar em que você esteja.

Para que não fique nenhuma dúvida: conduta ética tem a ver com a interpretação da moral, já a conduta moral é baseada em acordos previamente estabelecidos e aceitos.

Qual a relação entre conduta e atitude?

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A atitude é a forma de manifestar uma conduta. Ela é o nosso comportamento típico em determinadas situações.

Afinal, ninguém nasce com atitude. Como o caráter, ela vai se formando permanentemente a partir das nossas experiências.

Por mais que digamos que “fulano é uma pessoa de atitude” – que significa alguém de pulso firme, decidido -, não quer dizer que ele sempre foi assim.

No passado ou em outras circunstâncias, ele pode ter revelado posições diferentes, nem por isso piores ou melhores.

Não é por que você toma um posicionamento distinto, que o outro não pode chegar ao mesmo lugar que o seu.

Exemplos de atitude ética e antiética

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Assim como a conduta, a atitude pode ser dividida em tipos e é passível de classificação entre ativa e passiva, ética ou antiética.

Veja alguns exemplos dessas duas últimas classificações:

Atitude ética

  • Respeitar filas e vagas de estacionamento preferenciais
  • Não demonstrar preconceito de nenhuma espécie com o próximo
  • Ajudar os menos favorecidos de diferentes formas
  • Preservar o meio ambiente
  • Cumprir com todos os seus compromissos financeiros.

Atitude antiética

  • Furar fila
  • Fumar em local proibido
  • Favorecer a pirataria
  • Sonegar impostos
  • Faltar com respeito ou ser preconceituoso com o outro.

O coaching no processo de mudança

As atitudes antiéticas são demonstrações de comportamentos negativos que precisam ser modificados.

Esse exemplo de conduta traz problemas não só para a pessoa, mas para todos que sofrem direta ou indiretamente com ele.

Para tentar trocar o disco e mudar essa postura, você pode contar com o coaching.

Com essa metodologia como aliada, é possível identificar quais são seus pontos fortes e também o que precisa ser melhorado.

Assim, se habilita a transformar posicionamentos nocivos, aqueles que o impedem de ir em frente ou que estão machucando as pessoas ao seu redor.

Tudo isso como resultado de um processo profundo de autoconhecimento, que vai conduzir você ao desenvolvimento de competências comportamentais.

E, afinal, o que é um código de conduta?

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Outro termo bastante comum dentro do tema deste artigo é o código de conduta.

Ele é muito usado, sobretudo em empresas, e pode ser definido como um guia de comportamentos éticos para se ter dentro e fora do ambiente profissional.

Todo e qualquer funcionário, seja ele colaborador ou gestor, deve não só conhecer o manual de conduta, como saber aplicá-lo do primeiro ao último item.

Para ser muito mais do que apenas palavras bonitas, o código deve representar tudo o que a cultura organizacional da empresa acredita e defende como certo e errado.

Sendo assim, é de fundamental importância que cada nova contratação seja informada, logo cedo, de seus deveres e obrigações, para que nada se perca no meio do caminho.

Como elaborar um código de conduta organizacional?

Mas como uma empresa pode criar esse instrumento organizacional se ainda não possui um?

Separamos quatro passos fundamentais para a elaboração de qualquer código de conduta.

Depois, basta que você acrescente as observações pontuais.

Crie um comitê

O primeiro passo é definir quem vai criar esse código de conduta.

A nomeação de um comitê específico para isso pode ser a melhor alternativa nesse caso.

O ideal é que, já no planejamento estratégico, esse grupo seja nomeado e conte com as seguintes presenças: presidente da empresa, integrantes do departamento jurídico, membros do setor de recursos humanos e gestão de pessoas e de outros segmentos importantes do negócio.

Porém, mais importante do que ter preocupações definidas dentro desse comitê, todos os participantes precisam se comprometer a avaliar constantemente o texto do documento para o adequar às novas diretrizes que eventualmente apareçam.

Mais do que isso, devem investigar e tomar as medida cabíveis nos casos de desvio de conduta, independentemente do cargo que o denunciado ocupe.

Apresente o conteúdo

O texto do código de conduta deve evitar qualquer margem para interpretações diferentes.

Todo o conteúdo deve ser claro, direto e objetivo, para que ninguém tente burlar o que estiver escrito com leituras de duplo sentido.

Frases curtas, com revisões atentas e uma avaliação acerca da legalidade do documento por parte do departamento jurídico devem resolver qualquer problema.

Caso a sua empresa não conte com um setor competente, consulte um profissional especialista em direito do trabalho antes de finalizar e apresentar o conteúdo.

Garanta normas para todas as interlocuções possíveis

O verdadeiro código de conduta não privilegia ninguém.

Todos devem ser tratados igualmente, hierarquias à parte.

Por isso, certifique-se de que clientes, sócios e gestores também sejam incluídos no documento com os mesmos direitos e deveres que os colaboradores.

Essas regras também não se aplicam somente ao ambiente de trabalho.

Especificações sobre o comportamento fora do escritório também devem ser explicitamente informadas, até porque boa parte dos casos de assédio, por exemplo, acontecem longe das dependências da empresa.

Por isso, todas as relações devem estar contempladas no texto.

Fora aquelas que já comentamos, fique atento para as interlocuções com a comunidade, o meio ambiente, a imprensa e os órgãos do governos – fiscalizadores ou não.

Como todos desempenham um papel importante no cumprimento das atividades da empresa, nada mais natural que cada uma deles tenham seus vínculos normatizados e especificados no código.

Discuta

A criação de um comitê ocorre justamente para que haja discussão e troca de ideias entre os membros na elaboração de um código participativo e plural.

Ainda assim, pode haver uma concentração de pontos de vista de um lado e outro.

Nesses casos, a contratação de uma empresa de consultoria, com uma visão externa e imparcial pode ajudar na mediação do debate.

Sua função também pode a ser de direcionar as conversas, visando o interesse comum e assim acelerar o processo e tornar ele o mais representativo possível.

Quais são os benefícios de criar um código de conduta na empresa?

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A criação do código de conduta só traz benefício para uma empresa.

Reunimos cinco deles para você ter uma ideia mais ampla sobre a oportunidade que o documento representa para qualquer negócio:

  • Relação mais transparente entre os funcionários, criando critérios de responsabilização integrados e uniformes a todos  
  • Possibilidade de investigar desvios de conduta
  • Amparo legal contra eventuais transgressões, através de um documento claro e objetivo
  • Consolidação de uma cultura organizacional
  • Valorização da marca ao apresentar as suas normas a colaboradores, investidores, parceiros e clientes.

Como divulgar o código de conduta?

A escolha quanto ao método de divulgação de um código de conduta é bastante particular e depende de como funciona a comunicação dentro da empresa.

O ideal é que se disponha de um documento físico, que possa ser manuseado e lido por todos e também de uma mídia online, voltada para o público externo conhecer as diretrizes da organização.

Uma sugestão é colocar nos murais de cada setor uma cópia do código, ou ao menos uma versão resumida dele, para que o pessoal interno tenha acesso ao conteúdo.

Outra opção é anexar o documento ao contrato de trabalho dos profissionais.

Já a dica para disponibilizar o conteúdo de forma virtual é criar uma aba dentro do site da empresa. Assim, todos que tiverem interesse vão poder encontrar as informações.

Independentemente da plataforma de divulgação, lembre-se de enaltecer os seguintes pontos: respeito mútuo, imagem da empresa e segurança dos funcionários.

Respeito mútuo

Estimular a ética dentro e fora da empresa faz com que sejam criadas vínculos entre todas as relações de trabalho, baseados no respeito mútuo.

Com noções mais claras de direitos e deveres, certo e errado, os envolvidos vão ter uma consciência maior sobre até onde podem ir com o outro, graças à transparência do documento.

Uma empresa que tem um código de conduta respeitado, sem histórico de denúncias, é bem vista pelo público em geral, o que ajuda a reter os talentos e chama atenção de novos colaboradores.

Seriedade para a imagem da companhia

Todos nós somos diariamente julgados por nossas atitudes e condutas. Com uma empresa, não é diferente. Um escândalo ético pode acabar com a reputação de qualquer multinacional.

Da mesma forma, um código respeitado mostra a seriedade com que um negócio lida com o seu capital humano e suas relações.

A imagem diz muito atualmente.

Às vezes, não adianta entregar bons resultados e ter um comportamento discutível perante alguma questão relevante.

Mais cedo ou mais tarde, a empresa vai ser impactada por essa conduta.

Ela pode até perder patrocinadores e clientes, dependendo do caso. Logo, o bom trabalho deve aparecer em todos os quesitos.

Segurança dos colaboradores e amparo para sanções

De todos os pontos a serem enaltecidos pela implementação de um código de conduta, este talvez seja o mais importante.

Por mais que ser ético devesse ser algo natural para as pessoas, nem sempre funciona assim.

Principalmente no âmbito profissional, a fronteira entre o comportamento aceitável e o não aceitável é tênue e discutível para muitos.

Então, aqueles que seguem os preceitos éticos e morais precisam ter um amparo nesse sentido.

Da mesma forma, os que violam leis e normativas devem receber a punição devida.

Os desvios de conduta precisam ser combatidos para que sirvam de exemplo aos demais, entregando a mensagem de que comportamentos dessa natureza não são tolerados.

Com critérios claros e uniformes, é possível investigar as denúncias e encaminhar as penas previstas.

Não se trata de encontrar um bode expiatório, mas sim de educar e conscientizar todos participantes.

Para que não haja suspeita de vício nas decisões e garantir a idoneidade do comitê, é indispensável que ele seja renovado constantemente, sendo composto por membros de reconhecida boa reputação.

Vale lembrar que muitos profissionais acham que as competências técnicas são as que mais contam ao seu favor, mas esquecem que as habilidades comportamentais e os valores éticos são tão ou mais importantes.

Cada um de nós precisa ser fiel ao código de conduta de nossas empresas, seja dentro ou seja fora do ambiente de trabalho.

Nossas atitudes podem impactar na imagem organizacional, onde quer que estejamos.

Como o coaching auxilia a seguir um código de conduta?

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Assim como o coaching ajuda você a maximizar os seus pontos fortes e a aprimorar os seus pontos de melhora, ele também oferece o suporte para desenvolver novas competências comportamentais, que podem ser vitais em um código de conduta.

Através do autoconhecimento e da inteligência emocional, é possível não somente saber como funcionam os seus sentimentos, mas também gerir melhor essas emoções.

Tudo isso para você se tornar a melhor versão de si mesmo e alcançar resultados que antes via como impossíveis, seja no âmbito profissional ou pessoal.

Os benefícios do coaching executivo para cultura organizacional

Seu objetivo é maximizar os seus resultados profissionais? Quem sabe se tornar uma grande liderança e ajudar a difundir os valores da cultura organizacional do seu negócio?

Então, por que não investir no curso de Executive Coaching da SBCoaching?

Com ele, você pode elevar a sua performance e produtividade, além de desenvolver uma série de competências vitais para o sucesso do seu empreendimento.

Quem sabe essa não é a sua chance de ir de vez em busca dos seus objetivos?

Se você deseja conhecer não só este curso, mas todas as modalidades, ou precisa tirar uma dúvida, é só entrar em contato através dos nossos canais.

Conclusão

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Uma empresa ter um código de conduta é importante para guiar os comportamentos éticos de seus integrantes.

Mas, acima de tudo, você deve ter a sua própria cartilha moral e seguir esse manual à risca.

Tenha a sua noção do que é certo ou errado e não traia esses valores.

Suas atitudes não estão à venda.

Além disso, dormir com a consciência tranquila é algo que não tem preço.

Concorda com essa ideia? Então, aproveite e compartilhe este artigo nas suas redes sociais. Também deixe seu comentário abaixo.

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Brian Tracy

Brian Tracy é uma das maiores autoridades em coaching e negócios do mundo: em mais de 30 anos de atuação, passaram por suas palestras e seminários mais de 5 milhões de pessoas. Já atuou como coach e consultor em mais de mil empresas. Autor de dezenas de best-sellers, foi homenageado em 2011 com o Lifetime Achievement Award, concedido pela National Academy of Best Selling Authors. É fundador e CEO da Brian Tracy International, tem uma carreira de sucesso, principalmente nos setores de vendas e marketing, investimentos, desenvolvimento imobiliário, importação, distribuição e consultoria de gestão.

Flora Victória

Flora Victoria é fundadora da Sociedade Brasileira de Coaching, presidente da SBCOACHING Training e Mestre em Psicologia Positiva Aplicada pela University of Pennsylvania. Diretora educacional das empresas do SBCOACHING Group e founding fellow do Institute of Coaching (IOC) – órgão afiliado à Harvard Medical School dedicado ao avanço do coaching, Flora é considerada a maior especialista em psicologia positiva aplicada ao coaching do país. Seu trabalho precursor resultou na criação do primeiro treinamento de positive coaching do Brasil. Pioneira na condução de projetos de pesquisa e comprovação científica do coaching no país, tem contribuído significativamente para consolidar a credibilidade desse processo e estimular seu desenvolvimento no Brasil e no mundo.

Como trainer e master coach, Flora já participou da formação de mais de 45 mil coaches no Brasil. Responsável pelas parcerias internacionais firmadas pela SBCOACHING com instituições globais, Flora tem trazido para o Brasil o que há de melhor e de mais atual no coaching internacional. Flora representa a Sociedade Brasileira de Coaching como membro da Graduate School Alliance for Executive Coaching (GSAEC), instituição especializada no ensino acadêmico do coaching, e da Association for Coaching (AC), credenciadora internacional presente em mais de 50 países.

Escritora de obras que são referência no coaching mundial, Flora é coautora dos livros Personal & Professional Coaching®, Executive & Business Coaching®, Positive Psychology Coaching® e Career Coaching®, entre outros. Em parceria com Brian Tracy e Villela da Matta, escreveu Estratégias Avançadas de Vendas e Engajamento Total. Como parte de sua contribuição para o coaching global, Flora foi convidada a integrar uma equipe internacional cujo objetivo foi discutir e compreender a diversidade do coaching no mundo. Esse trabalho resultou no livro Diversity in Coaching: Working with Gender, Culture, Race and Age, lançado pela Association for Coaching (AC). Como especialista em coaching, negócios, liderança e psicologia positiva, escreve artigos para a Revista SBCOACHING, para a Revista Científica Brasileira de Coaching e para diversos portais.

Com graduações acadêmicas e especializações nas áreas de Governança Corporativa pela Harvard Business School, MBA pela FGV, Marketing pela ESPM e Tecnologia pela USCS, a expert em ciências comportamentais, Flora, aplica seu sólido conhecimento teórico e prático para contribuir com diferentes públicos na conquista de resultados e aumento de realizações.

Com uma experiência organizacional consolidada ao longo de 30 anos, antes de fundar a SBCOACHING Flora foi executiva da Claro e atuou em grandes empresas como Volkswagen, Ford e Bell South, nas áreas de planejamento estratégico, gestão de mudanças, governança corporativa, tecnologia e finanças. À frente da SBCOACHING Training™, dedica-se continuamente a expandir o portfólio de serviços e a elevar cada vez mais a qualidade e a eficácia do coaching.