Demanda agregada: o que é, por que é utilizada e importância

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O conceito de demanda agregada está relacionado com economia e, por tabela, com o desenvolvimento do país.

Mas ele ainda gera confusão e mesmo desconhecimento.

Quando você lê ou ouve uma notícia que diz que a demanda agregada triplicou no país nos últimos três anos, sabe dizer se essa é uma informação positiva ou negativa?

Mais do que saber a resposta, é importante entender que há reflexos diretos na sua vida e na sua empresa, caso esteja à frente de uma ou planeje estar.

Aliás, toda a população deveria conhecer a sua definição, pois há uma implicação bem prática na vida de cada um de nós.

Então, o que acha de descobrir mais a respeito, dominar o tema demanda agregada e usar esse conhecimento a seu favor?

É sobre isso que vamos falar neste artigo completo.

Boa leitura!

O que é demanda agregada?

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Demanda agregada significa o conjunto de todos os gastos realizados pelos agentes participantes.

Nesse caso, estamos falando de consumidores comuns, de empresários e produtores, do governo e do resto do mundo – através das relações de negócio realizadas com o país em questão.

Como tudo aquilo relacionado com economia, é um conceito que pode gerar um estranhamento inicial.

No entanto, na prática, ele se comporta de forma muito mais simples do que o nome leva os leigos em finanças a pensar.

Conceito de demanda

O que pode complicar um pouquinho o entendimento de demanda agregada é próprio conceito de demanda.

Isso porque a demanda não é um gasto necessariamente consumado, como também o desejo em fazê-lo.

Não entendeu nada? Tudo bem, a gente explica para você.

Vamos usar o exemplo dos consumidores, que é algo mais próximo do universo geral.

Digamos que o seu televisor queimou e você deseja comprar um novo.

Logo, sua atitude natural é ir até uma loja que vende aparelhos eletrônicos e adquirir um modelo.

Quando você chega lá, no entanto, o valor dos televisores está fora do seu orçamento e não há condições de comprar.

Em outras palavras, você até tinha o interesse em consumir aquele bem, que tem um preço definido pelo mercado, mas questões financeiras impediram essa aquisição.

Logo, podemos dizer que demanda está mais relacionada com o desejo e a necessidade de comprar um produto ou um serviço.

Esse consumo só vai acontecer, no entanto, se você tiver dinheiro para tanto.

Como é determinada a demanda agregada?

A demanda agregada é determinada pelos gastos daqueles agentes já citados anteriormente.

Como vimos, no caso das pessoas comuns, esse gasto é o consumo.

Já para os empresários, é o investimento.

O governo tem suas despesas públicas, enquanto o resto do mundo é medido pelas suas importações e exportações.

Ou seja, a demanda agregada é soma de todos os bens, produtos e serviços que esses quatro elementos, dentro de um país, têm interesse de comprar.

Assim, representa o total de gastos de uma economia.

Talvez demanda agregada não seja um nome tão conhecido, mas certamente você já deve ter ouvido falar do Produto Interno Bruto (PIB), não é mesmo?

Pois saiba que eles funcionam como sinônimos quando o nível de estoque de uma sociedade está fixo.

Tudo isso tem relação direta com as políticas monetárias e fiscais de uma nação.

Ou seja, quanto de imposto incide sobre as mercadorias, como está o poder de compra da população, se o Estado está gastando mais do que arrecada e por aí vai.

Esses e outros fatores estão conectados e influenciam a demanda agregada.

Hipótese keynesiana de demanda agregada

Até a Grande Depressão de 1929, ocasionada pela quebra da Bolsa de Valores de Nova Iorque, o conceito de demanda agregada e os pressupostos que regulamentavam a macroeconomia eram baseados na Lei de Say, idealizada pelo economista francês Jean-Baptiste-Say.

Também conhecida como a Lei dos Mercados ou Lei da Preservação do Poder de Compra, ela dizia, entre outras coisas, que a abundância de produtos, em geral, é o que facilita as vendas, e não a grande quantidade de dinheiro circulando.

Entre outras palavras, Say defendia que a oferta cria a sua própria demanda.

Assim, quanto mais bens e serviços estiverem disponíveis no mercado, mais pessoas vão ter interesse no consumo.

No entanto, o economista inglês John Keynes foi um dos principais críticos ao modelo sustentado por seu colega francês.

Keynes tinha um visão completamente oposta, pois entendia que era a demanda agregada que determinava o nível da oferta e não o contrário.

Assim, necessidade e o desejo de compra dos consumidores é que levaria ao aumento na produção de bens e serviços.

Além disso, Say via o dinheiro como menos importante que a mercadoria em si, pois ele só servia de moeda de troca para adquirir o produto, mas logo vinha outro bem ocupar o seu lugar.

Já a Teoria Keynesiana defendeu que o nível de renda da população tinha papel fundamental no equilíbrio da economia de um país.

Quando as finanças nacionais não iam lá muito bem, era dever do Estado intervir para evitar a elevação dos níveis de desemprego, impulsionar crescimento econômico e garantir a vitória sobre a recessão, também pensava Keyne.

O que é a curva de demanda agregada?

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A curva da demanda agregada tem tudo a ver com a Teoria Keynesiana a respeito da macroeconomia.

Ela é um gráfico que representa a relação entre os produtos que os agentes econômicos pretendem comprar e os seus respectivos preços.

Quanto mais caro tiver determinado produto, menos pessoas vão querer e poder comprar.

Agora, quanto menor for o valor dos bens e serviços, mais indivíduos estarão dispostos a consumir.

É uma curva bastante lógica, que pode ser vista na prática.

Por que você acha que quando chegam as promoções de queima de estoque ou eventos como a Black Friday as pessoas compram mais?

A resposta está nos produtos com preços mais acessíveis, em que é possível comprar os mesmos bens por um valor abaixo do anteriormente anunciado.

Tudo é uma questão de associar diretamente preço e poder de compra.

Qual a importância da demanda agregada?

Ela é importante para que consumidores, produtores e governo saibam os preços dos bens e serviços que pretendem comprar.

A demanda agregada serve de parâmetro para que possa haver planejamento econômico para realizar as aquisições sem comprometer o orçamento.

Por que ela é utilizada?

A demanda agregada também ajuda a calcular o que alguns especialistas chamam de Curva da Demanda Doméstica (CDD).

Quando ela é usada no modelo de mercado da produção, estabelece uma relação entre a transação corrente, os valores dos produtos e os produtos em si.

A lógica é aquela explicada mais acima, em que o preço é inversamente proporcional ao poder de compra.

Do que é composta a demanda agregada?

Falamos brevemente sobre os componentes da demanda agregada, mas chegou a hora de detalhar um pouco mais sobre cada um deles, até mesmo porque o assunto exige algum aprofundamento – especialmente para quem não é exatamente um especialista em economia.

Demanda Agregada = gastos de consumo privado + investimentos + gastos do governo + exportações

Estes são os conceitos que você precisa conhecer para dominar o assunto:

  • Gastos de consumo privado: tudo o que você compra para o seu benefício. Roupa, calçados, medicamentos, automóveis, academia, viagens e alimentação são alguns exemplos
  • Investimentos: compras realizadas pelas empresas, como equipamentos, maquinários, edificações e tudo aquilo que compõe o estoque e é posteriormente vendido. As sobras, resultantes de ausência de demanda ou mau planejamento, não são contabilizadas
  • Gastos do governo: gastos do Estado para o bem-estar da gestão pública. Incluem-se aí compra de bens e serviços para obras e o pagamento de trabalhadores
  • Exportações: vendas ao mercado externo, sejam elas de bens ou serviços.

A demanda e as ofertas agregadas

Assim como há a demanda agregada, também existem as ofertas agregadas. O conceito é parecido, mas a lógica em relação ao valor de compra é invertida.

Mas antes de nos aprofundarmos, vamos entender o que é oferta.

O significado dessa palavra no universo econômico está relacionado a uma condição que o vendedor impõe ao seu produto que vai ser comercializado.

Ou seja, se a demanda agregada diz respeito ao total de bens e serviços que os agentes econômicos desejam comprar, a oferta agregada se refere a tudo o que foi produzido em uma economia.

O interessante aqui é observar a relação entre demanda e oferta. Quanto maior for a demanda, maior será a custo da oferta.

Quando falamos da curva da demanda agregada, o preço do produto tinha uma relação inversa com a intenção de compra dos consumidores.

Ao falar de oferta agregada, a relação entre demanda e preço é direta. Essa associação também é fácil de perceber na prática.

Mas o mais interessante nesse assunto é a busca pelo equilíbrio que se deve ter entre demanda e ofertas agregadas.

Segundo a Teoria Keynesiana, para manter a economia de um país plena, é preciso que o total de compras seja igual ao total produzido.

O que é a teoria do crescimento?

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A Teoria Keynesiana, aos poucos, começou a ser questionada em determinados pontos.

Um dos primeiros a levantar dúvidas sobre ela foi o economista Nicholas Kaldor.

Kaldor rebateu que não era possível deixar de avaliar os fatores de produção ao falar de demanda agregada.

Ambos conceitos estariam diretamente ligados e tratá-los de forma independente era algo sem propósito.

Afinal, como não levar em conta a terra, o homem e as máquinas na relação com os gastos dos agentes econômicos?

Na sequência, o economista Mark Setterfield argumentou que, mais do que alocar recursos em dado setor da economia, era preciso saber projetar esse uso para haver um planejamento e verificar a disponibilidade dos fatores de produção.

Em outras palavras, o fundamental era determinar um ritmo ideal desses recursos para que ali na frente se estivesse preparado para qualquer eventualidade que surgisse.

Ou seja, era preciso começar a planejar esse crescimento – algo até então deixado de lado pelos outros pesquisadores.

Quais são as medidas para a promoção do crescimento?

O principal responsável pela implementação do crescimento econômico de um país é o seu governo e algumas medidas podem acelerar esse processo.

Confira algumas delas:

Investir na população

Um país é feito de seu povo. Logo, para ter uma nação próspera, primeiro se deve olhar para a população.

Trabalhar questões como educação, investindo em programas que incentivem a formação básica, média e profissional.

Dar atenção à saúde preventiva para que os trabalhadores não precisem deixar suas ocupações para realizarem tratamentos também é fundamental.

Não dá para esquecer ainda da segurança pública.

Enfim, é preciso propiciar condições dignas para que todo o cidadão possa ter um trabalho e, assim, contribuir com a economia do país.

Melhorar as infraestruturas públicas

As empresas instaladas em território nacional precisam que a infraestrutura pública funcione para que possam desempenhar o seu papel.

Não só elas, como também os empreendedores que montaram seu próprio negócio e precisam de que os serviços básicos estejam em perfeito estado.

No Brasil, por exemplo, boa parte da produção é escoada através das rodovias.

Uma medida interessante seria investir no recapeamento dos asfaltos para que não haja prejuízo na perda de cargas e avaria dos transportes.

Aperfeiçoar sua imagem

Muitas vezes, o país não é muito bem visto no exterior por alguma atitude específica.

Seja porque prejudicou o meio ambiente com alguma obra, cortou relações diplomáticas com uma nação ou simplesmente não apresenta nenhuma segurança para receber investimento de fora. Motivos não faltam.

Esse abalo na imagem pode fazer com que as relações econômicas internacionais fiquem comprometidas.

E o Estado precisa achar um jeito de remediar essa situação.

Criar políticas de favorecimento

Uma maneira de fazer as pazes com o mundo exterior é facilitar o ingresso de parceiros comerciais.

Isso pode ser feito com a diminuição de taxas para investidores externos.

Da mesma forma, os impostos praticados em território nacional também poderiam sofrer uma alteração para aumentar o poder de compra do consumidor.

A criação de órgãos como bancos públicos, que ofereçam empréstimos a juros baixos aos pequenos e médios empresários, também é uma política de favorecimento interessante.

Como mudanças dos consumidores e empresas afetam a demanda agregada?

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Por serem parte integrante da demanda agregada, consumidores e empresários podem interferir, e muito, no resultado final da soma de gastos.

Por exemplo, se a economia nacional está passando por um bom momento, tanto um quanto outro tendem a se sentir mais confiantes para consumir.

Por outro lado, se o país está passando por uma recessão, o cenário muda e o tempo passa a ser de vacas magras em termos de compras e investimentos.

No entanto, o nível de confiança nem sempre está diretamente relacionado à situação econômica atual.

Os resultados de uma eleição também pode estabelecer uma conexão com esse fator.

O reflexo pode ser positivo ou negativo no que diz respeito ao poder de compra.

Escolhas de política macroeconômica do governo podem deslocar a demanda agregada?

O governo também é um agente da demanda agregada.

Logo, suas decisões também podem interferir no deslocamento da demanda agregada.

Suas escolhas, aliás, impactam muito mais diretamente do que as de consumidores e produtores.

Afinal, dependendo do tipo de economia, o Estado controla quase tudo.

Quando uma obra pública, por exemplo, custa mais do que o previsto, o chamado superfaturamento, há um impacto negativo na demanda agregada.

A política tributária também tem implicação direta nos gastos totais.

Os cortes em taxas para pessoas físicas tendem a aumentar o consumo, como aconteceu há alguns anos com ofertas de produtos com Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI) reduzido.

Da mesma forma, políticas fiscais que favoreçam investimentos repercutem de maneira positiva para os produtores.

A ampliação da visão de mercado

E você, caro leitor, que lugar ocupa entre os agentes econômicos da demanda agregada? É apenas um consumidor ou também é um produtor?

Em qualquer um dos dois cenários, é importante ter uma visão mais ampla de como o mercado funciona.

Essa é uma forma de estar sempre preparado para o que está por vir.

Se guie pela curva da demanda doméstica para garantir o melhor custo-benefício na hora de adquirir os seus bens e serviços.

Para quem trabalha como investidor ou possui uma empresa, aí vai mais uma dica: antes de querer desesperadamente crescer, sem muito planejamento, procure entender um pouco o contexto do seu modelo de negócio e ver, de acordo com os recursos que tem disponível, qual é a melhor forma de investimento.

Perceba que entender sobre demanda agregada é também uma oportunidade de evoluir, desenvolvendo conhecimentos e competências para se tornar um profissional e, quem sabe, gestor mais completo.

Conclusão

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Este artigo apresentou um panorama geral sobre demanda agregada.

O conceito de nome complexo tem uma aplicação bastante prática, que facilita a visualização do cenário de gastos totais de uma nação.

Mas é interessante perceber como até mesmo a sua compra no mercado da esquina pode, de alguma forma, interferir em cálculo desses.

Ficou com alguma dúvida sobre demanda agregada? Então deixe sua pergunta no espaço abaixo, destinado aos comentários.

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Brian Tracy é uma das maiores autoridades em coaching e negócios do mundo: em mais de 30 anos de atuação, passaram por suas palestras e seminários mais de 5 milhões de pessoas. Já atuou como coach e consultor em mais de mil empresas. Autor de dezenas de best-sellers, foi homenageado em 2011 com o Lifetime Achievement Award, concedido pela National Academy of Best Selling Authors. É fundador e CEO da Brian Tracy International, tem uma carreira de sucesso, principalmente nos setores de vendas e marketing, investimentos, desenvolvimento imobiliário, importação, distribuição e consultoria de gestão.

Flora Victória

Flora Victoria é fundadora da Sociedade Brasileira de Coaching, presidente da SBCOACHING Training e Mestre em Psicologia Positiva Aplicada pela University of Pennsylvania. Diretora educacional das empresas do SBCOACHING Group e founding fellow do Institute of Coaching (IOC) – órgão afiliado à Harvard Medical School dedicado ao avanço do coaching, Flora é considerada a maior especialista em psicologia positiva aplicada ao coaching do país. Seu trabalho precursor resultou na criação do primeiro treinamento de positive coaching do Brasil. Pioneira na condução de projetos de pesquisa e comprovação científica do coaching no país, tem contribuído significativamente para consolidar a credibilidade desse processo e estimular seu desenvolvimento no Brasil e no mundo.

Como trainer e master coach, Flora já participou da formação de mais de 45 mil coaches no Brasil. Responsável pelas parcerias internacionais firmadas pela SBCOACHING com instituições globais, Flora tem trazido para o Brasil o que há de melhor e de mais atual no coaching internacional. Flora representa a Sociedade Brasileira de Coaching como membro da Graduate School Alliance for Executive Coaching (GSAEC), instituição especializada no ensino acadêmico do coaching, e da Association for Coaching (AC), credenciadora internacional presente em mais de 50 países.

Escritora de obras que são referência no coaching mundial, Flora é coautora dos livros Personal & Professional Coaching®, Executive & Business Coaching®, Positive Psychology Coaching® e Career Coaching®, entre outros. Em parceria com Brian Tracy e Villela da Matta, escreveu Estratégias Avançadas de Vendas e Engajamento Total. Como parte de sua contribuição para o coaching global, Flora foi convidada a integrar uma equipe internacional cujo objetivo foi discutir e compreender a diversidade do coaching no mundo. Esse trabalho resultou no livro Diversity in Coaching: Working with Gender, Culture, Race and Age, lançado pela Association for Coaching (AC). Como especialista em coaching, negócios, liderança e psicologia positiva, escreve artigos para a Revista SBCOACHING, para a Revista Científica Brasileira de Coaching e para diversos portais.

Com graduações acadêmicas e especializações nas áreas de Governança Corporativa pela Harvard Business School, MBA pela FGV, Marketing pela ESPM e Tecnologia pela USCS, a expert em ciências comportamentais, Flora, aplica seu sólido conhecimento teórico e prático para contribuir com diferentes públicos na conquista de resultados e aumento de realizações.

Com uma experiência organizacional consolidada ao longo de 30 anos, antes de fundar a SBCOACHING Flora foi executiva da Claro e atuou em grandes empresas como Volkswagen, Ford e Bell South, nas áreas de planejamento estratégico, gestão de mudanças, governança corporativa, tecnologia e finanças. À frente da SBCOACHING Training™, dedica-se continuamente a expandir o portfólio de serviços e a elevar cada vez mais a qualidade e a eficácia do coaching.