Desenvolvimento Humano: o que é, conceito, IDH e psicologia

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O que vem à sua cabeça quando ouve falar em desenvolvimento humano?

Talvez estabeleça uma ligação com qualidade de vida, afinal, é mais ou menos por aí que aprendeu ainda nos tempos de escola.

O conceito de desenvolvimento humano está bastante presente em nossas vidas desde pequenos.

Já desde o Ensino Fundamental, nos deparamos com o famoso índice IDH, que aponta o quão desenvolvido é um país a partir do bem-estar de sua população.

Veja que, de novo, relacionamos ao modo como nos sentimos.

Teria algo a ver com felicidade, portanto?

Certamente que sim, mas o assunto é bem mais profundo do que isso.

Falar sobre desenvolvimento humano também implica em conhecer outros fatores e ciências que não aparecem em sala de aula.

É por isso que construímos um artigo bastante completo, para que você possa entender o que é desenvolvimento humano, sua importância e reflexos práticos nas nossas ações, desafios e conquistas.

Curioso por esse conhecimento?

Então, tenha uma ótima leitura!

O que é Desenvolvimento Humano?

Em resumo, desenvolvimento humano é o processo de ampliação das liberdades das pessoas.

Para começar essa jornada, temos que voltar lá atrás, quando sua professora conceituava o desenvolvimento humano em sala de aula.

Talvez você não lembre bem dessa época, mas não é difícil refrescar a memória.

Em resumo, desenvolvimento humano é o processo de ampliação das liberdades das pessoas.

Faz uma relação com as capacidades e as com a oportunidades que cada um tem a seu dispor, para que todos possam escolher a vida que desejam ter.

Esse processo inclui dinâmicas sociais, econômicas, políticas e ambientais necessárias para garantir uma variedade de oportunidades para todos, assim como o ambiente ideal para que cada indivíduo exerça, na plenitude, o seu potencial.

Logo, o desenvolvimento humano deve ser centrado nas pessoas e na melhoria do seu bem-estar.

Por isso, é entendido não como o acúmulo de bens e o aumento da conta bancária, mas como a ampliação de possibilidades das escolhas e da liberdade de decidir.

A partir desse viés, a renda e a riqueza não são fins em si mesmas, mas meios para que as pessoas possam viver da melhor forma possível, de acordo com o que desejam.

Desenvolvimento humano e qualidade de vida

Alcançar um desenvolvimento humano satisfatório à população implica em um povo mais feliz e realizado.

Por outro lado, somente o crescimento econômico de uma sociedade não se reflete, automaticamente, na sua melhor qualidade de vida.

Muitas vezes, o que se observa é o oposto disso: o reforço das desigualdades.

Qual o caminho, então?

Onde desenvolvimento humano e qualidade de vida se cruzam?

É preciso que uma possível ascensão seja transformada em conquistas concretas para as pessoas.

Entre elas, podemos citar:

  • Crianças mais saudáveis
  • Educação universal e de qualidade
  • Ampliação da participação política dos cidadãos
  • Preservação ambiental
  • Equilíbrio da renda e das oportunidades entre todos os indivíduos
  • Maior liberdade de expressão.

Assim, ao colocar as pessoas no centro da análise do bem-estar, a abordagem do desenvolvimento humano redefine a maneira como se é pensado e como se lida com o crescimento – internacional, nacional e localmente.

Diferenças entre os conceitos

Apesar de serem tratados basicamente como sinônimos, os conceitos de desenvolvimento humano e de qualidade de vida têm suas peculiaridades – a começar por suas definições.

Enquanto o primeiro foi cunhado em 1990 – como veremos mais à frente -, o segundo foi criado pelo economista J.K. Galbraith bem antes disso, em 1958.

Na ocasião, ele buscava veicular uma visão diferente das prioridades e efeitos dos objetivos econômicos de tipo quantitativo.

Segundo Galbraith, as metas político-econômicas e sociais deveriam focar na melhoria em termos qualitativos das condições de vida dos homens.

Isso só seria possível através do desenvolvimento da infraestrutura social, ligado à diminuição da desigualdade e à defesa e conservação do meio ambiente, por exemplo.

Outra diferença fundamental está na forma como eles são medidos através de seus indicadores.

A qualidade de vida é determinada a partir de um questionário elaborado pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

O documento leva em conta as especificidades dos grupos sociais de diferentes países e culturas.

As perguntas são compostas por seis domínios centrais: o físico, o psicológico, o do nível de independência, o das relações sociais, o do meio ambiente e o dos aspectos religiosos.

Já o desenvolvimento humano, como será mostrado no próximo tópico, é medido pelo IDH.

Já ouviu falar dele, não é?

Para que serve o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH)?

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O índice passou a ser adotado como medida do grau de desenvolvimento humano de um país

Com o objetivo de trazer maior materialidade à medição do desenvolvimento humano, foi criado um indicador.

Apresentado em 1990 junto com o conceito de desenvolvimento humano, no primeiro Relatório do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), o IDH foi idealizado pelo economista paquistanês Mahbub ul Haq, com a colaboração do economista Amartya Sen.

O índice passou a ser adotado como medida do grau de desenvolvimento humano de um país, em alternativa ao Produto Interno Bruto (PIB) – hegemônico até aquele período.

Mais simples, de fácil compreensão e, ao mesmo tempo, mais abrangente, o IDH foi aos poucos ganhando adeptos e, com eles, repercussão mundial.

O medidor reúne três dos requisitos mais importantes para a expansão das liberdades das pessoas: saúde, educação e renda. Mais à frente, você verá com mais detalhes esses três requisitos.

Apesar de amplificar a maneira de aferir o desenvolvimento humano, vale um alerta: o IDH não mede a representação da felicidade das pessoas, como seria de se supor.

Tampouco indica o melhor lugar no mundo para se viver.

Democracia, participação, equidade e sustentabilidade são alguns dos muitos aspectos que não são contemplados na mensuração do índice.

Quais são as três dimensões do IDH?

Como vimos anteriormente, o IDH reúne três requisitos básicos. Veja a seguir, de forma mais detalhada, cada uma de suas dimensões:

1. Saúde

Ter uma vida longa e saudável é peça chave para que seja plena.

A promoção do desenvolvimento humano requer que sejam ampliadas as oportunidades que as pessoas têm de evitar a morte prematura, elevando a expectativa de vida.

Mas mais do que isso, é preciso que seja garantido um ambiente saudável, com acesso à saúde de qualidade, tanto física quanto mental.

2. Educação

Um dos pontos fundamentais desse item é manter taxas baixas de analfabetismo e promover o desenvolvimento da capacidade de interpretação de texto, além da resolução de problemas simples de matemática.

O acesso ao conhecimento é um determinante crítico para o bem-estar e é essencial para o exercício das liberdades individuais, da autonomia e da autoestima.

Afinal, como esperar que uma pessoa possa buscar o melhor para o seu futuro sem ter o domínio de informações básicas?

E como viver com qualidade em condições de inferioridade?

Educação constrói confiança, confere dignidade, amplia os horizontes e as perspectivas de vida.

3. Renda

A renda é essencial para que as pessoas tenham acesso a necessidades básicas, tais como água, comida e moradia.

Mas também para que possam ir além, rumo a uma vida de escolhas genuínas e exercício de liberdades.

Ela também é o meio para uma série de fins, lembrando que a sua ausência pode limitar as oportunidades de vida.

Ranking do IDH

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Quanto mais perto de 1 estiver o valor do país, maior será o seu índice de desenvolvimento humano.

A partir de levantamentos que consideram justamente os três quesitos que acabamos de detalhar, o IDH monta o seu ranking global.

Quanto mais perto de 1 estiver o valor do país, maior será o seu índice de desenvolvimento humano.

No último relatório, divulgado em 2017, a Noruega (0,949) foi a primeira colocada do indicador.

Completam o top 10 outros cinco países da Europa (Suíça, Dinamarca, Holanda, Alemanha e Irlanda), dois da Oceania (Austrália e Nova Zelândia), um da Ásia (Cingapura) e dois da América do Norte (Estados Unidos e Canadá) – estes últimos empatados em 10º lugar

O primeiro país da América do Sul a aparecer no índice é o Chile (0,847), em 38º lugar.

Eles são seguidos pela Argentina, que ocupa a 45ª posição (0,827) e pelo Uruguai, na 54ª (0,795).

O próximo sul-americano da lista é a Venezuela, que ficou em 71º lugar (0,767)

Não está sentindo falta de alguém?

Sim, o Brasil. A sua posição é a de número 79, com 0,754 de valor agregado. Na confortável, portanto.

Fora dos 50 melhores, o desenvolvimento humano por aqui é considerado de nível médio.

O que é a psicologia do desenvolvimento humano?

A psicologia do desenvolvimento humano foi proposta pelo suíço Jean Piaget.

Saindo um pouco do âmbito da geografia humana e deixando de lado os conceitos aprendidos na escola e relembrados aqui, vamos continuar falando de desenvolvimento humano.

Mas, agora, sob a ótica de outra ciência: a psicologia.

A psicologia do desenvolvimento humano é uma área de conhecimento que tem por objetivo analisar e compreender como os processos físicos e psicológicos se desenvolvem em cada etapa do crescimento humano.

A melhoria física, cognitiva, social, afetiva e psicológica tem princípio na concepção e fecundação do óvulo e continua durante todas as fases da vida de um indivíduo.

O fim só acontece com a chegada da morte.

Por isso, para que se considere o desenvolvimento de uma pessoa, é imprescindível integrar várias áreas de conhecimento.

Entre elas, educação, biologia, sociologia, antropologia e medicina.

Juntas, podem dar um diagnóstico comportamental sobre ela.

Origem

A psicologia do desenvolvimento humano foi proposta pelo suíço Jean Piaget.

Nascido em 1896, ele se interessou desde muito cedo por história natural, filosofia, mente humana, religião e outros diversos assuntos relacionados ao nosso tema central.

Mas foi a partir de uma observação cotidiana que Piaget começou a estudar mais a fundo o assunto.

Ao prestar atenção em suas filhas e em outras crianças, constatou que elas não se comportavam e raciocinavam como os adultos.

Isso o instigou e fez com que ele começasse a estudar as mudanças de comportamento de uma pessoa ao longo de sua vida e as diferentes fases pelas quais ela passa.

Foi então que o psicólogo passou a caracterizar atitudes a partir de faixas etárias.

Vamos avançar no assunto no próximo tópico.

Fases do desenvolvimento humano

Segundo Piaget, as mudanças estão relacionadas à formação da identidade de um indivíduo, ao seu entendimento, habilidades físicas e intelectuais, percepção de conceitos, desenvolvimento dos aspectos emocionais e sociais, entre outros.

Para ele, essas mudanças são adquiridas em determinadas fases da vida e as alterações são divididas em quatro estágios do desenvolvimento humano.

Vamos a eles:

Período Sensório-Motor (0 a 2 anos)

A criança adquire controle motor, percepção das coisas, cria laços afetivos e começa a demonstrar os primeiros movimentos e reflexos.

Por se tratar de um estágio anterior à linguagem, ela ainda controla suas ações somente por meio de informações sensoriais.

Período Pré-Operatório (2 a 7 anos)

Além de aprimorar os comportamentos anteriores, a criança começa a usar a linguagem, os símbolos e desenvolve a fala e habilidades físicas.

No entanto, ela ainda não é capaz de realizar operações concretas.

Percepções como se colocar no lugar do outro e ter empatia não surgiram e, por conta disso, o egocentrismo infantil é predominante.

Período das Operações Concretas (7 a 12)

Ocorre o aprimoramento das habilidades anteriores e também o desenvolvimento da capacidade de raciocinar e de decidir algumas questões mais simples.

Fase marcada pelo aprimoramento do pensamento. Ou seja, a criança começa a raciocinar de forma lógica, a solucionar problemas e a dominar tempo e números.

Período das Operações Formais (12 anos em diante)

A última fase. Nela, capacidades e competências estão totalmente desenvolvidas.

Nesse período, a pessoa consegue dominar o pensamento lógico, agregar valores morais a sua conduta, além de iniciar a transição do pensamento para o modo adulto e tomar decisões mais complexas.

4 Fatores que influenciam o desenvolvimento humano

Piaget considera que todas as mudanças descritas no tópico anterior, ocorridas durante cada uma das fases, acontecem em função de quatro aspectos básicos.

Confira cada um deles:

Fator hereditário

A carga genética, aquilo que herdamos dos nossos pais, é o que define o potencial que teremos.

Entretanto, ele pode ou não ser desenvolvido – tudo depende dos estímulos recebidos do ambiente ao longo da vida.

Crescimento orgânico

Diz respeito ao aspecto físico da pessoa.

A partir do momento em que o indivíduo atinge a estabilização corporal e hormonal, ele consegue desenvolver novos comportamentos e ações que antes não eram possíveis.

Maturação neurofisiológica

Quando a pessoa desenvolve padrões de comportamentos de acordo com as funções cognitivas adquiridas e seu desenvolvimento neurológico.

É a partir do surgimento desse fator, inclusive, que o indivíduo abandona de forma gradativa o egocentrismo.

Ambiente

Sabe aquele ditado: o homem nasce bom, mas o meio o corrompe? É mais ou menos isso.

O comportamento do ser humano se modifica e é incentivado, seja de forma negativa ou positiva, de acordo com os estímulos que ele recebe do ambiente em que ele vive e frequenta.

Esse processo está ligado à linha cronológica.

Ou seja, quando somos crianças, passamos pelo processo de aprendizagem, como a percepção do mundo ao redor, cores, fala, as características físicas e preceitos básicos.

Já quando adolescentes, conseguimos refletir e decidir algumas coisas por conta própria.

Ao nos tornarmos jovens e adultos, estamos totalmente desenvolvidos.

Aqui, todas aquelas crenças, valores e comportamentos, acumulados ao longo da vida, são utilizados para nortear as atitudes.

Como o coach pode ajudar no Desenvolvimento Humano?

Para você entender melhor todo esse processo, é importante assimilar ainda como as competências e habilidades que cada um de nós possui são desenvolvidas e aprimoradas.

Além de todos os conceitos e teorias que já abordamos, o modo como cada um enfrenta os acontecimentos da vida ajuda a definir quem você é.

Se você encara os desafios de forma positiva, por exemplo, terá mais força e maior poder de resiliência e ressignificação.

Com isso, a tendência é que encontre mais facilidade em lidar com aquilo que é novo.

Agora, se você já faz mais o tipo negativista, os efeitos podem ser os inversos. Nesse caso, é comum que a inovação seja vista com algum receio.

É o medo de experimentar algo diferente do habitual e se colocar diante do desconhecido.

Mas, no fim das contas, não importa com qual perfil você se identifica mais: nada disso precisa ser permanente. Afinal, desenvolver-se é sempre uma opção.

É aqui que entra o coach, profissional responsável por conduzir o processo de coaching.

Mas você sabe o que esse método realmente significa?

Apoiado em ferramentas reconhecidas internacionalmente, o coaching dá suporte para que você possa aperfeiçoar competências, tudo de acordo com as suas necessidades.

Isso porque é pensado justamente como uma metodologia que serve ao desenvolvimento humano, mas com foco no indivíduo.

Ou seja, aqui chegamos em uma esfera que não desconsidera o ambiente externo, mas coloca você no centro de toda a transformação, como protagonista.

É uma forma de melhorar a qualidade de vida a partir da maximização do seu potencial e da procura pelo equilíbrio constante, seja na vida pessoal ou profissional.

O auxílio de um coach pode ser o elemento que faltava para você atingir o que tanto busca em sua vida – independente do significado que isso possa ter para cada pessoa.

Você está pronto para começar?

Conclusão – Uma caminhada de desenvolvimento

Como você deve ter percebido, o desenvolvimento humano é um tema complexo, que envolve diferentes níveis.

Para falar sobre esse assunto, iniciamos com uma volta à sua infância, relembrando as aulas do Ensino Fundamental, que tratavam de qualidade de vida e bem-estar a partir de índices como o IDH.

Nesse ponto, o desenvolvimento humano é visto a partir do ambiente externo. Afinal, toda uma nação é avaliada.

Para trazer o assunto para um âmbito mais próximo, avançamos para a psicologia e os conceitos criados por Piaget.

Aqui, a análise ainda é global e assume-se um mesmo padrão para todos. Ainda assim, estamos olhando para o indivíduo.

Por fim, chegamos ao desenvolvimento sob a ótica do coaching, no qual cada pessoa é vista de uma maneira única e capaz de construir suas marcas e trajetória a partir de seus desejos.

Basta acreditar em si mesmo e estar disposto a evoluir.

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Brian Tracy

Brian Tracy é uma das maiores autoridades em coaching e negócios do mundo: em mais de 30 anos de atuação, passaram por suas palestras e seminários mais de 5 milhões de pessoas. Já atuou como coach e consultor em mais de mil empresas. Autor de dezenas de best-sellers, foi homenageado em 2011 com o Lifetime Achievement Award, concedido pela National Academy of Best Selling Authors. É fundador e CEO da Brian Tracy International, tem uma carreira de sucesso, principalmente nos setores de vendas e marketing, investimentos, desenvolvimento imobiliário, importação, distribuição e consultoria de gestão.

Flora Victória

Flora Victoria é fundadora da Sociedade Brasileira de Coaching, presidente da SBCOACHING Training e Mestre em Psicologia Positiva Aplicada pela University of Pennsylvania. Diretora educacional das empresas do SBCOACHING Group e founding fellow do Institute of Coaching (IOC) – órgão afiliado à Harvard Medical School dedicado ao avanço do coaching, Flora é considerada a maior especialista em psicologia positiva aplicada ao coaching do país. Seu trabalho precursor resultou na criação do primeiro treinamento de positive coaching do Brasil. Pioneira na condução de projetos de pesquisa e comprovação científica do coaching no país, tem contribuído significativamente para consolidar a credibilidade desse processo e estimular seu desenvolvimento no Brasil e no mundo.

Como trainer e master coach, Flora já participou da formação de mais de 45 mil coaches no Brasil. Responsável pelas parcerias internacionais firmadas pela SBCOACHING com instituições globais, Flora tem trazido para o Brasil o que há de melhor e de mais atual no coaching internacional. Flora representa a Sociedade Brasileira de Coaching como membro da Graduate School Alliance for Executive Coaching (GSAEC), instituição especializada no ensino acadêmico do coaching, e da Association for Coaching (AC), credenciadora internacional presente em mais de 50 países.

Escritora de obras que são referência no coaching mundial, Flora é coautora dos livros Personal & Professional Coaching®, Executive & Business Coaching®, Positive Psychology Coaching® e Career Coaching®, entre outros. Em parceria com Brian Tracy e Villela da Matta, escreveu Estratégias Avançadas de Vendas e Engajamento Total. Como parte de sua contribuição para o coaching global, Flora foi convidada a integrar uma equipe internacional cujo objetivo foi discutir e compreender a diversidade do coaching no mundo. Esse trabalho resultou no livro Diversity in Coaching: Working with Gender, Culture, Race and Age, lançado pela Association for Coaching (AC). Como especialista em coaching, negócios, liderança e psicologia positiva, escreve artigos para a Revista SBCOACHING, para a Revista Científica Brasileira de Coaching e para diversos portais.

Com graduações acadêmicas e especializações nas áreas de Governança Corporativa pela Harvard Business School, MBA pela FGV, Marketing pela ESPM e Tecnologia pela USCS, a expert em ciências comportamentais, Flora, aplica seu sólido conhecimento teórico e prático para contribuir com diferentes públicos na conquista de resultados e aumento de realizações.

Com uma experiência organizacional consolidada ao longo de 30 anos, antes de fundar a SBCOACHING Flora foi executiva da Claro e atuou em grandes empresas como Volkswagen, Ford e Bell South, nas áreas de planejamento estratégico, gestão de mudanças, governança corporativa, tecnologia e finanças. À frente da SBCOACHING Training™, dedica-se continuamente a expandir o portfólio de serviços e a elevar cada vez mais a qualidade e a eficácia do coaching.