Design thinking: o que é, como funciona e como aplicar

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Você já ouviu falar em design thinking, mas não sabe como ele funciona na prática?

Então, é bom prestar atenção às próximas linhas, já que essa abordagem pode se converter em um diferencial competitivo para a sua empresa.

Com o design thinking, você ganha a capacidade de criar soluções e respostas inovadoras para as demandas de valor dos clientes.

Convenhamos: isso tem tudo a ver com o papel do gestor, que está sempre buscando maneiras de melhorar a sua performance e a do time, além das entregas da organização.

No fim do dia, o mercado premia aquele que oferece a melhor solução para o problema do consumidor.

E para essa função, o design thinking é fundamental.

Por isso, vale a pena entender o que é design thinking na prática, conhecer os benefícios dessa abordagem, as etapas do design thinking, ferramentas que podem ser utilizadas e muito mais.

Ficou interessado? Então, siga a leitura.

O que significa design thinking?

Design thinking é uma abordagem criativa para solucionar problemas e entregar soluções de forma inovadora, em uma concepção colaborativa e empática.

Em entrevista para o site Draft, Juliana Proserpio, fundadora da Escola de Design Thinking do Brasil, esclarece que o design thinking é um acelerador de inovação.

“Um processo centrado no ser humano que resolve problemas complexos a partir de uma abordagem criativa que busca olhar uma situação por diferentes pontos de vista”, define a especialista.

Ao tentar compreender o termo e sua aplicação, um erro comum é encarar o design thinking como uma metodologia.

Na verdade, ele é uma abordagem, conforme apontam Tennyson Pinheiro e Luis Alt no livro Design Thinking Brasil (Alta Books, 2017).

“Quando se fala em metodologia, logo as pessoas criam a expectativa de que vão aprender um passo a passo, uma receita de bolo. E não é bem esse o caso”, dizem os autores.

“Mais do que uma metodologia, design thinking é um novo jeito de pensar e abordar problemas – um novo modelo mental.”

Por que usar o design thinking?

design thinking por que usar

Há várias razões para usar o design thinking na sua empresa.

De modo geral, ele é potente para diferentes tipos de inovação, como:

  • Encontrar soluções inovadoras para os problemas da empresa
  • Encontrar soluções inovadoras para o cliente
  • Entender as necessidades e desejos do cliente
  • Criar novos produtos e serviços de valor
  • Desenvolver ferramentas e marcas.

Em um artigo no Medium, Demian Borba, gerente de produto com experiência em design, afirma:

“O objetivo final do processo é criar um produto, serviço ou experiência que as pessoas queiram (desejo), tenha potencial real para tornar-se útil (viabilidade) e possa ser fácil ou convenientemente construído em termos de tecnologia (viabilidade).”

Mas de que maneira isso ocorre?

No livro Change by design (HarperBusiness, 2009), Tim Brown, diretor executivo da IDEO e uma das maiores autoridades na área, aponta para essa questão

“O design thinking depende da nossa capacidade de ser intuitivos, de reconhecer padrões, de construir ideias que tenham significado emocional e funcionalidade, de se expressar em outras mídias que não palavras ou símbolos”, diz o autor.

Como funciona o design thinking?

Na prática, o design thinking busca soluções inovadoras baseadas nas reais necessidades do mercado.

O foco da abordagem não está apenas em pesquisas científicas ou dados do próprio do mercado, mas também – e principalmente – nas pessoas.

São elas que estão no centro do objetivo final, seja criar um novo produto, seja resolver problemas em um processo da empresa, por exemplo.

No design thinking, são considerados tanto o consumidor final quanto os próprios profissionais envolvidos na produção (desde os fornecedores aos funcionários).

Isso ocorre de forma totalmente colaborativa e multidisciplinar.

Por isso, profissionais de diferentes áreas da empresa podem realizar o design thinking.

Durante esse processo, o desafio é compreender a necessidade do cliente, gerar insights e, a partir daí, encontrar uma solução inovadora para o problema.

Quais são as etapas do design thinking?

design thinking quais sao as etapas

O design thinking geralmente é composto por quatro etapas, conforme diretrizes reunidas no portal do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae):

  • Imersão (entendimento)
  • Ideação (criação)
  • Prototipação (teste)
  • Desenvolvimento (aplicação).

Já o livro Design Thinking: inovação em negócios, escrito por profissionais da ciência da computação e do design, destaca o mesmo ciclo, com uma variação:

  • Imersão
  • Análise e síntese
  • Ideação
  • Prototipagem.

A partir disso, que tal conhecer essas etapas mais a fundo?

Criar empatia ou compreender: Imersão

A imersão é a primeira etapa do design thinking.

É nesse momento que a equipe designada para o projeto se acerca do problema a partir de vários ângulos.

Nessa etapa, é preciso fazer uma imersão no assunto: compreender o problema e o seu contexto e identificar os atores envolvidos e suas necessidades e desejos.

Então, a partir desse entendimento, a equipe traz ideias, que podem ser escritas em post-its em um quadro para facilitar a visualização.

Identificar onde encontrar oportunidades de inovação

Com os insights em mente, é na hora da imersão que a equipe deve buscar oportunidades de inovação.

Será que estão dentro da empresa ou no próprio mercado?

Quais são os pontos fracos da concorrência e os pontos fortes da sua empresa?

Fazer esses questionamentos ajuda na identificação da oportunidade.

Definir: Análise e síntese

Essa etapa deve analisar e ordenar as informações coletadas na imersão.

Portanto, é o momento de analisar e sintetizar todos os post-its posicionados durante a imersão.

Dessa maneira, é mais fácil encontrar padrões envolvidos no problema e compreender a sua lógica.

Algumas ferramentas são úteis nessa hora: diagramas de afinidades, organogramas e mapas conceituais, por exemplo.

Descobrir a oportunidade de inovação

Com as oportunidades identificadas na imersão e a análise do problema, é necessário descobrir, de fato, onde está a melhor oportunidade de inovação.

E, então, partir para a próxima etapa.

Idear ou ideação

O objetivo dessa fase é criar ideias inovadoras.

Sessões de brainstorming e workshops de cocriação são bem-vindos nesse ponto, afinal, o processo deve ser colaborativo.

Nesse momento, é importante ter uma equipe multidisciplinar, podendo integrar até mesmo o público com o qual você está trabalhando para ter visões mais amplas sobre o projeto.

É importante que na etapa de ideação todas as ideias sejam aceitas pelo grupo, mesmo que, à primeira vista, pareçam absurdas, de modo a gerar um debate.

Desenvolver a oportunidade de inovação (produto ou serviço)

A partir das ideias para o projeto e do entendimento do problema em questão, assim como das necessidades do cliente, é preciso criar possibilidades para criar a inovação, como um novo produto, por exemplo.

Prototipar ou prototipação

Esse é o momento de criar a inovação definida pela equipe.

É aqui que você coloca as ideias em prática e monta um protótipo para validar o sucesso da criação.

Os insights e aprendizados adquiridos durante as etapas anteriores devem ser empregados no protótipo, de modo a aumentar as chances de sucesso.

Testar as ideias – protótipos

Para testar as ideias a partir de protótipos, uma ótima alternativa é recorrer ao MVP (minimum viable product, ou mínimo produto viável, em português), que é um conjunto de testes iniciais.

Trata-se da versão mais simples de um produto, que demanda o mínimo de esforço da equipe e custos, e que deve ser lançada em um período de testes.

Com isso, a equipe deve verificar se a ideia deu certo, analisando se o protótipo atendeu às necessidades do cliente e das peculiaridades da produção.

Implementar a solução

Essa é a fase do desenvolvimento propriamente dita.

Fez os testes com o MVP e obteve os resultados esperados?

Então, já é possível criar a versão final do produto para o lançamento no mercado.

Teve resultados negativos?

Nesse caso, é necessário compreender quais foram os erros da solução criada (seja ela produto ou serviço) e analisar o que pode ser feito para melhorá-la até que seja bem aceita pelo cliente final.

Como aplicar as práticas na minha empresa?

design thinking como aplicar praticas na minha empresa

O design thinking pode ser aplicado na empresa em diferentes situações.

O que você deve ter em mente nessa hora é que, quanto mais multidisciplinar for a equipe envolvida na abordagem, mais insights poderão surgir.

O essencial é que esses profissionais desenvolvam a empatia durante o processo, de modo a compreender realmente os anseios do cliente.

Como gestor, o seu papel é oportunizar essa abordagem e torná-la parte da cultura de inovação do negócio.

Outra dica é realizar o design thinking em ambientes abertos e criativos, que favoreçam a troca de ideias.

A prática do design thinking se encaixa em qualquer setor do negócio: gestão empresarial, vendas, marketing e planejamento estratégico, por exemplo.

Desde que exista um problema a ser resolvido ou uma inovação a ser criada, o design thinking pode ser aplicado.

Quem se utiliza do design thinking?

Algumas das maiores empresas do mundo utilizam o design thinking.

A Apple é um dos exemplos mais emblemáticos.

“O design é a alma fundamental de uma criação feita pelo homem que acaba se expressando em sucessivas camadas externas do produto ou serviço.”

Essa é uma das frases mais lembradas de Steve Jobs, que comandou os primeiros esforços de design thinking na empresa.

Outras grandes players do mercado internacional e brasileiro que usam a abordagem são Nike, Sony, IBM, Totvs, Natura e Itaú.

Com esses exemplos em mente, percebe como o design thinking não está restrito a profissionais do design, nem mesmo a uma indústria específica?

Design thinking é só para os gigantes do mercado, com núcleos publicitários de grande estrutura?

Como você pode ver, gigantes do mercado utilizam o design thinking em seus processos.

Mas a abordagem não é só para essas empresas.

O design thinking é acessível e pode ser implementado por pequenas empresas de qualquer segmento que buscam por soluções criativas em seus processos e produtos.

Mesmo que os profissionais da empresa não sejam experientes na abordagem, o gestor pode conduzir as etapas.

Para isso, vale salientar que um grupo de criação de pessoas com diferentes backgrounds pode oferecer respostas mais interessantes (e inovadoras) para os problemas.

Quem é contra o design thinking?

Embora o design thinking seja uma abordagem amplamente aceita, há quem não seja totalmente a favor dela.

Bruce Nussbaum, que já foi um dos defensores do design thinking, disse que se trata de um experimento fracassado, em um artigo de 2011, na revista Fast Company.

No texto, o professor de inovação em design na Parsons School of Design afirmou que a abordagem apresentava um índice de sucesso muito baixo.

Umas das razões para isso, segundo ele, foi que as empresas estavam tornando o design thinking em uma metodologia fechada e linear, empacotando a criatividade em um formato.

Embora reconheça a importância que o design thinking teve, Nussbaum sugere um novo conceito: o de inteligência criativa, que ele aborda no livro Creative Intelligence.

Algumas ferramentas do design thinking

design thinking algumas ferramentas

O livro Design Thinking: inovação em negócios elenca ferramentas úteis do design thinking.

Conheça três delas:

1. Caderno de sensibilização

Ideal para a etapa da imersão, o caderno de sensibilização é destinado ao público-alvo.

Nele, o usuário deve registrar dados importantes de acordo com o tipo de informação que a empresa precisa para a tomada de decisão (como relatórios de trabalho e percepções de experiências, por exemplo).

2. Entrevista

É o diálogo direto entre a equipe o cliente de modo a obter informações relevantes e a ampliar o conhecimento sobre suas experiências sociais.

3. Personas

Personas são representações de pessoas fictícias criadas a partir do seu público-alvo.

Elas podem ser desenvolvidas a partir dos padrões e dados observados durante o design thinking.

Com a persona em mente, fica mais fácil gerar soluções que realmente ofereçam valor ao cliente.

Onde posso fazer um curso de design thinking?

Há vários cursos de design thinking tanto na modalidade presencial quanto online.

Referência no Brasil, a Escola Design Thinking oferece cursos online e presenciais no Rio de Janeiro e São Paulo.

Para quem prefere aulas online, basta uma rápida busca em plataformas como o Coursera para encontrar cursos voltados ao design thinking.

Veja algumas opções:

  • Design Thinking para a inovação, oferecido pela Universidade de Virginia, com cinco semanas de duração
  • Cursos oferecidos pela empresa global IDEO
  • Curso Design Thinking da ESPM
  • Curso gratuito Design na empresa, do Sebrae
  • Curso Design Thinking Experience, da plataforma AprendeAí.

Workshops em design thinking

Se você quiser aprender ainda mais sobre design thinking, uma alternativa é participar de workshops dedicados ao tema.

Essa é uma oportunidade de aprender, na prática, como funciona a abordagem para, depois, implementá-la na sua empresa.

Carreira em design thinking: vale a pena?

design thinking carreira vale a pena

Profissionais de qualquer área podem atuar como design thinkers, mesmo que não sejam do próprio design ou de segmentos criativos.

Assim, quem atua com marketing, gestão, planejamento e vendas pode adquirir conhecimentos em design thinking e, dessa forma, dentro da sua área de atuação, investir em uma carreira voltada à abordagem.

E, sim, vale a pena investir nessa especialidade, já que o design thinking é um diferencial competitivo no mercado.

Quais habilidades você precisa para atuar com design thinking?

As habilidades para atuar com design thinking envolvem desde conhecimento técnico a um perfil adequado.

É preciso ter noção, por exemplo, sobre dinâmicas, ferramentas de design thinking, pesquisas quantitativas e qualitativas, análise de dados e validação de protótipos.

Afinal, são essas técnicas e ferramentas que permitem a execução da abordagem.

Já o perfil do profissional que atua na área deve ser dinâmico, com características como:

  • Habilidades interpessoais
  • Bom relacionamento com colegas
  • Empatia
  • Criatividade
  • Mente aberta
  • Disposição para trabalho em equipe.

Como é o dia a dia do profissional que atua com design thinking?

Diferente de trabalhos solitários, esse profissional deve estar disposto a conversar e trocar ideias diariamente.

Pesquisar tendências e referências, pedir colaborações, ouvir outras pessoas, fazer testes e analisar dados são atividades que fazem parte da rotina.

Trata-se de um trabalho que lida com hipóteses, incertezas e testes, de modo que o profissional, junto à equipe, consiga criar soluções inovadores para a empresa.

O cenário mercadológico e as tendências

Hoje em dia, o mercado de trabalho é um ambiente altamente competitivo, e isso torna o design thinking uma ferramenta bastante útil.

Principalmente devido às evoluções tecnológicas, são muitas empresas que investem em produtos e serviços semelhantes  - o que você já deve ter percebido ao analisar a concorrência, certo?

A tendência é que o mercado, portanto, fique cada vez mais acirrado.

Nesse cenário, não há dúvidas de que ter uma cultura de inovação na empresa é fundamental para conquistar e manter seu espaço.

Nesse sentido, o design thinking entra como um componente importante da cultura da inovação, justamente porque permite inovar com foco em agregar valor para o cliente.

Qual a origem do termo design thinking?

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Como o próprio nome diz, o termo tem origem no design.

Em uma tradução para o português, design thinking significa pensar como um designer (nesse caso, o criador de uma solução).

Quem inventou?

No livro Design Thinking Brasil, Tennyson Pinheiro e Luis Alt apontam que a expressão foi usada inicialmente por acadêmicos na década de 1990 e, mais tarde, popularizada pela empresa de design Ideo, na qual Tim Brown é CEO.

A Ideo foi fundada em Palo Alto, na Califórnia, onde hoje é o Vale do Silício.

Lá também está a Universidade de Stanford, uma das responsáveis pela difusão do conceito globalmente.

Quando foi inventado?

A Ideo foi fundada em 1991, portanto, foi a partir desse momento que o termo design thinking começou a ser usado.

A fama ficou maior a partir de sua adoção no Vale do Silício, pelas grandes empresas de tecnologia.

O design thinking e a solução de problemas

Como você já viu anteriormente, o design thinking é uma abordagem focada na resolução de problemas.

Por isso, ele tem utilidade em várias ocasiões, desde o lançamento de um novo produto à correção de um processo na empresa.

De acordo com a Escola de Design Thinking do Brasil, com a abordagem, “é possível mudar qualquer processo, serviço ou até um modelo de negócio, sempre de forma inovadora”.

Portanto, a dica é fazer um diagnóstico da empresa que você gerencia, buscando identificar quais soluções são necessárias para satisfazer o cliente, aprimorar processos e fazer com que o negócio cresça.

Analisou os pontos a serem trabalhos? Aí, é hora de recorrer ao design thinking em busca de soluções criativas e inteligentes.

Conclusão

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Depois de ler esse conteúdo, você já compreende a importância do design thinking e está pronto para levá-lo para a sua empresa.

Lembre-se de que essa abordagem permite a criação de soluções criativas para a empresa e o cliente, agregando valor ao produto que você oferece ao mercado.

E isso é indispensável em um mercado que é cada vez mais competitivo.

Na hora de aplicar o design thinking, monte uma equipe multidisciplinar e com mente aberta, para que os melhores insights surjam ao longo do processo.

Não se esqueça de que compreender as necessidades e desejos do cliente é fundamental.

Além disso, se você quer se aprofundar no assunto, recorrer a cursos e workshops é uma ótima maneira de aprender.

Nessa hora, vale a pena considerar um processo de coaching, metodologia de aprimoramento de competências e habilidades comportamentais que facilitam o trabalho em equipe para a busca das soluções mais inovadoras.

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Brian Tracy é uma das maiores autoridades em coaching e negócios do mundo: em mais de 30 anos de atuação, passaram por suas palestras e seminários mais de 5 milhões de pessoas. Já atuou como coach e consultor em mais de mil empresas. Autor de dezenas de best-sellers, foi homenageado em 2011 com o Lifetime Achievement Award, concedido pela National Academy of Best Selling Authors. É fundador e CEO da Brian Tracy International, tem uma carreira de sucesso, principalmente nos setores de vendas e marketing, investimentos, desenvolvimento imobiliário, importação, distribuição e consultoria de gestão.

Flora Victória

Flora Victoria é fundadora da Sociedade Brasileira de Coaching, presidente da SBCOACHING Training e Mestre em Psicologia Positiva Aplicada pela University of Pennsylvania. Diretora educacional das empresas do SBCOACHING Group e founding fellow do Institute of Coaching (IOC) – órgão afiliado à Harvard Medical School dedicado ao avanço do coaching, Flora é considerada a maior especialista em psicologia positiva aplicada ao coaching do país. Seu trabalho precursor resultou na criação do primeiro treinamento de positive coaching do Brasil. Pioneira na condução de projetos de pesquisa e comprovação científica do coaching no país, tem contribuído significativamente para consolidar a credibilidade desse processo e estimular seu desenvolvimento no Brasil e no mundo.

Como trainer e master coach, Flora já participou da formação de mais de 45 mil coaches no Brasil. Responsável pelas parcerias internacionais firmadas pela SBCOACHING com instituições globais, Flora tem trazido para o Brasil o que há de melhor e de mais atual no coaching internacional. Flora representa a Sociedade Brasileira de Coaching como membro da Graduate School Alliance for Executive Coaching (GSAEC), instituição especializada no ensino acadêmico do coaching, e da Association for Coaching (AC), credenciadora internacional presente em mais de 50 países.

Escritora de obras que são referência no coaching mundial, Flora é coautora dos livros Personal & Professional Coaching®, Executive & Business Coaching®, Positive Psychology Coaching® e Career Coaching®, entre outros. Em parceria com Brian Tracy e Villela da Matta, escreveu Estratégias Avançadas de Vendas e Engajamento Total. Como parte de sua contribuição para o coaching global, Flora foi convidada a integrar uma equipe internacional cujo objetivo foi discutir e compreender a diversidade do coaching no mundo. Esse trabalho resultou no livro Diversity in Coaching: Working with Gender, Culture, Race and Age, lançado pela Association for Coaching (AC). Como especialista em coaching, negócios, liderança e psicologia positiva, escreve artigos para a Revista SBCOACHING, para a Revista Científica Brasileira de Coaching e para diversos portais.

Com graduações acadêmicas e especializações nas áreas de Governança Corporativa pela Harvard Business School, MBA pela FGV, Marketing pela ESPM e Tecnologia pela USCS, a expert em ciências comportamentais, Flora, aplica seu sólido conhecimento teórico e prático para contribuir com diferentes públicos na conquista de resultados e aumento de realizações.

Com uma experiência organizacional consolidada ao longo de 30 anos, antes de fundar a SBCOACHING Flora foi executiva da Claro e atuou em grandes empresas como Volkswagen, Ford e Bell South, nas áreas de planejamento estratégico, gestão de mudanças, governança corporativa, tecnologia e finanças. À frente da SBCOACHING Training™, dedica-se continuamente a expandir o portfólio de serviços e a elevar cada vez mais a qualidade e a eficácia do coaching.