Dinâmicas para terceira idade: exemplos e benefícios

Atividades em grupo podem trazer benefícios para qualquer pessoa, mas você já ouviu falar nas vantagens das dinâmicas para terceira idade?

O momento é propício para refletir a respeito.

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE), o número de pessoas com mais de 60 anos deve dobrar no país até 2042.

Com uma população idosa cada vez mais numerosa, nada mais natural que pensar em interações que busquem melhorar a qualidade de vida desse público.

Até porque é compreensível que, junto com a idade, surjam episódios um tanto desagradáveis, como problemas de memória, visão e audição reduzidas, força física comprometida, entre outros.

Mas você sabia que se manter ativo é uma importante arma para combater todos essas dificuldades?

As dinâmicas podem ser ferramentas fundamentais nesse sentido.

Com elas, é possível exercitar a concentração, fazer atividades de reforço da memória e até despertar emoções e sentimentos deixados de lado com o passar do tempo, como a autoestima.

Ficou curioso para saber mais sobre o assunto?

Siga a leitura e conheça exemplos de dinâmicas para terceira idade para colocar em prática.

O que são dinâmicas para terceira idade?

Esse tipo de dinâmica compreende atividades lúdicas que tem como público-alvo a terceira idade.

Os exercícios voltados para os idosos devem levar em conta uma série de fatores, que vão desde as limitações de cada pessoa até os objetivos delas.

Por exemplo, é possível desenvolver práticas que sirvam para exercitar a memória dos participantes, além de outras que trabalhem a concentração e o foco ou questões mais físicas, como locomoção e alongamento.

As possibilidades são muitas. Basta decidir uma ou mais metas e partir para a execução.

O que são dinâmicas de grupo?

As dinâmicas para terceira idade compõem uma subdivisão dentro das dinâmicas de grupo.

Enquanto uma é voltada para um público em específico, a outra é mais ampla e pode ser desenvolvida para qualquer público.

Mas independente dos envolvidos, fazer atividades em equipes é uma forma lúdica de desenvolver diversas habilidades e que pode ser usada em diferentes ocasiões.

Os ambientes organizacionais são os que mais se utilizam das dinâmicas de grupo.

Elas podem ser úteis desde na apresentação e integração de novos colaboradores até na identificação de talentos e lideranças.

Como realizar dinâmicas para terceira idade?

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Uma dinâmica para idosos pode ser realizada de diferente maneiras.

Para começar, ela pode ser dividida em pequenos grupos ou em turmas maiores.

Essa separação pode ser feita conforme os objetivos em comum ou de acordo com as limitações dos participantes.

Grupos com menos integrantes possibilitam um trabalha mais focado, voltado de maneira próxima às necessidades.

Por outro lado, equipes maiores propiciam uma troca de experiências proporcionalmente maior e, com isso, surgem mais chances de identificação e aprendizado.

Uma dinâmica para terceira idade pode ocorrer em um local fechado, o que possibilita um ambiente mais controlado.

Já um espaço aberto permite o contato com a natureza e a chance de trabalhar mais questões físicas e motoras, devido à liberdade.

Antes de começar, é importante avaliar cada uma dessas questões.

A importância das dinâmicas para terceira idade

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Todas as dinâmicas exercem um papel importante naquilo que se propõem.

Mas talvez aquelas voltadas à terceira idade tenham funções ainda mais primordiais.

Confira alguns benefícios.

Promove a interação

Com o passar dos anos, muitos idosos tendem a diminuir o seu nível de interação social por diferentes motivos.

Pode ser porque o ritmo de suas rotinas diminuiu, ao passo que o dia a dia de seus filhos e netos é muito mais atribulado, ou porque seus amigos mais próximos acabam partindo.

Seja pelo motivo que for, o contato com outros indivíduos da mesma faixa etária é importante para que existam trocas e o compartilhamento de vivências com aqueles que estão passando pela mesma fase da vida.

Nunca é tarde para aprender algo novo e, se propondo a interagir com outras pessoas, é sempre possível adquirir mais e mais conhecimento.

Uma pesquisa realizada pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e publicada na Revista Kairós de Gerontologia traz um resultado interessante a esse respeito.

Segundo o estudo, um grupo de idosos que participa de atividades em grupo com pessoas da mesma faixa etária têm mais propensão a desenvolver melhor qualidade de vida, além de mais saúde e disposição para a formação de vínculos sociais do que um grupo que não tem esse tipo de interação.

O levantamento apontou ainda que os integrantes dos grupos acreditam que esses ambientes propiciam as condições necessárias para que se possa ter uma vida mais plena, repleta de bem-estar.

Bem-estar físico

Mas os benefícios não são apenas emocionais e comportamentais.

O corpo dos idosos também agradece pela realização de atividades lúdicas e coletivas.

Para explicar, podemos dizer que a fisiologia humana pode ser comparada ao funcionamento de um carro.

Se um automóvel antigo fica muito tempo parado na garagem, ele começa dar problemas, não é mesmo? Na primeira tentativa de ligar o motor, a bateria não vai dar nem sinal.

Com o nosso corpo é a mesma coisa.

É importante nos mantermos em movimento ao longo de toda a vida.

Se os músculos e as estruturas ósseas não são os mesmos quando se passa dos 60 anos, os exercícios físicos são fundamentais para o correto funcionamento do sistema cardiorrespiratório, por exemplo.

Claro, tudo com a devida supervisão. Até porque as dinâmicas para terceira idade tem um lado muito mais recreativo do que qualquer outra coisa.

Mas para aqueles que não fazem nenhuma outra atividade física, a dinâmica pode ser uma boa forma de sacudir o esqueleto.

Exemplos de dinâmicas para idosos

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Falamos bastante sobre os benefícios e de como fazer dinâmicas para terceira idade.

Mas chegou a hora de tocar no lado mais prático do assunto e de trazer alguns exemplos dessas atividades.

Separamos cinco exercícios diferentes. Vamos lá?

Dançar para se conhecer

A dança é uma ótima atividade para quem busca melhorar o condicionamento físico, mas ela pode se tornar ainda mais interessante se usada como uma ferramenta de integração.

Para realizar essa dinâmica, tudo o que você precisa é de uma boa playlist, com músicas animadas, e um espaço amplo para os idosos dançarem à vontade.

A atividade pode começar com o organizador pedindo para que o grupo se divida em duplas.

Então, o som inicia e os parceiros começam a bailar pelo salão.

Ao mesmo tempo em que trocam passos para lá e para cá, os participantes devem ir conversando entre si.

É uma boa forma de se conhecerem e de falarem um pouco sobre suas vidas.

Está liberado conversar sobre tudo: família, lazer, experiências profissionais e romances.

O tema é livre e a única regra é ser sincero.

Como o objetivo é que todos possam se conhecer melhor, ao término de cada canção, as duplas devem ser trocadas.

Caso uma música seja muito curta e não tenha existido tempo de interagir o suficiente com o parceiro, nada impede que o bate-papo continue depois da dinâmica.

O papel colorido

É uma forma alternativa de trabalhar a interação social, a troca de experiências e questões sentimentais mais amplas.

Para essa dinâmica, o único material que você vai precisar são tiras de papel das mais variadas cores que tiver à disposição.

O início da atividade consiste em pedir que os participantes fiquem alguns segundos em silêncio, de olhos fechados e que pensem naquelas emoções que mais estão presentes naquele momento.

Depois dessa breve reflexão, cada pessoa deve escolher uma tira de papel com a cor que ela acredita que mais corresponde àquele sentimento dominante.

Quando todos tiverem escolhido as suas representações, grupos serão formados a partir da tonalidade adotada.

Vermelho fica com vermelho, azul com azul, verde com verde e assim por diante.

Enquanto estiverem divididos em equipes, os integrantes devem conversar entre eles sobre essas emoções presente em suas vidas.

Como controlar, quando aparecem, por que surgem, por que aquela cor foi escolhida e como ajudar o amigo a entender esse sentimento são alguns temas a serem abordados.

Após todos terem interagido bastante dentro dos grupos e ouvido o que cada um tem a dizer, chegou a hora de separar as equipes e fazer um grande brainstorming coletivo.

Para quem você tira o chapéu?

Ao contrário das duas primeiras dinâmicas, este exercício não tem o seu foco na interação com os demais, mas sim no resgate de uma capacidade muito importante, que acaba se desgastando com o passar do tempo: a autoestima.

Pelos mais variados motivos, a pessoa pode ir perdendo a crença em si mesma e se colocando cada vez mais para baixo.

Com a atividade “para quem você tira o chapéu?”, a ideia é justamente mudar esse cenário.

Para colocar ela em prática, tudo o que você vai precisar é de um chapéu com um espelho preso no seu interior.

Sob o comando do organizador, um círculo é formado e o boné é entregue a um participante que deve iniciar a dinâmica.

Ele deve responder se tira o chapéu para a pessoa que está refletida naquele objeto.

Mas não vale um simples “sim” ou “não”.

É preciso justificar a sua resposta.

Essa atitude vai incentivar a reflexão sobre si mesmo e fazer com que a pessoa pense naquilo que ela tem de positivo, qualidades que nem o tempo apaga.

A ideia é que todos os participantes na roda tenham a experiência de falar um pouco mais sobre suas vidas, seus pontos fortes e fracos.

Jogo da memória viva

A memória é uma das habilidades mais afetadas com a chegada da idade.

É comum esquecer o nome de pessoas e informações do passado que há alguns anos estavam na ponta da língua.

A boa notícia é que a nossa mente também pode ser exercitada – e quanto mais trabalho dermos a ela, melhor para aumentar o desenvolvimento.

Essa dinâmica é bastante simples e precisa dos seguintes itens para ser realizada: uma sacola ou caixa escura, diversos objetos diferentes, uma mesa para apoio, papel e caneta.

Sem mostrar os objetos trazidos, o orientador deve colocar cada um deles dentro da sacola ou caixa escura.

Aos poucos, ele deve ir chamando um por um dos participantes e convidando eles a tirarem um item do interior da caixa.

Cada objeto retirado da caixa deve ter seu nome falado em voz alta e, em seguida, ser colocado na mesa de apoio.

Assim que todos os itens tenham sido retirados, quem estiver organizando a dinâmica deve dar alguns segundos para que os integrantes deem uma última olhada geral antes que eles sejam colocados de volta.

Feito isso, cada idoso deve anotar o máximo de objetos que consegue lembrar. Para facilitar a contagem, o organizador pode ir tirando um item por vez da caixa.

Objeto pessoal

Essa última dinâmica para terceira idade também serve para trazer retomar uma habilidade fundamental ao longo de toda a vida: o comprometimento.

Na atividade do “objeto pessoal”, o orientador solicita que cada participante traga um item de casa que tenha algum valor sentimental para si.

Então, como em um amigo secreto, um sorteio é feito para decidir qual objeto vai ficar a cargo de quem.

Assim, durante uma semana, as pessoas devem cuidar e procurar saber mais informações da importância desse item para o outro.

Ao final do tempo estimado, todos devem relatar suas experiências em uma grande confraternização.

Caso alguém tenha tido qualquer tipo de problema com o item – avaria, perda, ou outras coisas do gênero – é importante conversar e procurar um entendimento.

O coaching e a terceira idade

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Além das dinâmicas para terceira idade, existem outras formas de auxiliar os idosos a terem uma vida melhor, focado no bem-estar.

Através das técnicas e ferramentas da metodologia de coaching, por exemplo, é possível oferecer todo o suporte para uma vida mais plena e repleta de realizações.

Para aqueles que ainda não se aposentaram, o coaching pode ajudar nesse planejamento, nas definições de metas e prioridades.

Até as crenças e valores construídos ao longo de toda a sua trajetória podem ser revisados.

Afinal, nunca é tarde para aprender algo novo e moldar os conceitos pré-concebidos que temos, em um processo de autoconhecimento que só traz benefícios.

Isso não quer dizer que toda a sua experiência e os seus conhecimentos adquiridos não sirvam para nada, muito pelo contrário.

Eles podem ser trabalhados para que sejam aproveitados de um maneira mais eficaz, com máxima assertividade.

Terceira idade também é tempo para recomeçar.

Deseja resgatar algum projeto ou sonho antigo? Quer investir em um passatempo, no qual esperou pela vida inteira?

É só definir uma meta – seja ela pessoal ou profissional – e contar com o suporte que o coaching pode oferecer para que você chegue lá e se sinta realizado.

Pode ser aos 18 ou aos 60: sempre vale a pena buscar mais qualidade de vida.

O coaching como ferramenta para a superação

A terceira idade é uma etapa como qualquer outra da vida.

Com as suas dificuldades, é claro, mas na adolescência e na fase adulta também existem problemas com os quais lidar.

Tudo é uma questão de superação e de aprender a conviver com essas adversidades da melhor forma possível.

Depois dos 60, talvez você não tenha mais o físico de 30 anos atrás, mas certamente tem muito mais experiência de vida que no passado.

Então, use isso ao seu favor.

Esse, aliás, é um dos principais pontos positivos da metodologia de coaching: dar apoio para que você identifique suas próprias qualidades e possa permitir que elas sejam desenvolvidas ainda mais e que você se supere a cada dia.

Ao maximizar capacidades que você já possui, é possível fazer com que algumas fraquezas sejam trabalhadas e eliminadas.

Além disso, também é possível desenvolver novas competências comportamentais a partir do coaching. Mais uma forma de você se desafiar a ir além.

Para isso, tenha ao seu lado o suporte de um coach.

Esse profissional funciona como uma espécie de facilitador, capaz de apontar caminho e, em conjunto com você, traçar as melhores rotas.

Quer contar com todos esses benefícios?

Conheça a rede de soluções oferecidas pela SBCoaching.

São cursos completos, com abordagens variadas e com certificação internacional – disponíveis para pessoas de qualquer idade, vale dizer.

Pronto para dar o primeiro passo? Só depende de você.

Conclusão

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Gostou do nosso artigo sobre dinâmicas para terceira idade?

O texto é um reforço de que, sim, existe vida depois dos 60 e é possível ser muito feliz e saudável, mesmo com uns anos a mais.

As atividades e brincadeiras em grupo são alternativas para quem deseja manter o corpo e mente sãos.

Seja para construir novos laços de amizade e melhorar a sua capacidade de interação ou para aprimorar alguma habilidade na qual não vai tão bem assim, dinâmicas podem ser a resposta.

E também o coaching, é claro.

Quando se fala em desenvolvimento humano e a busca alcançar seus objetivos, não existe um aliado melhor do que ele.

E você, acredita nas dinâmicas de grupo? Conhece alguma, em especial, dedicada ao público da terceira idade?

Deixe o seu comentário no espaço abaixo e nos conte um pouco sobre suas experiências!.

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Brian Tracy

Brian Tracy é uma das maiores autoridades em coaching e negócios do mundo: em mais de 30 anos de atuação, passaram por suas palestras e seminários mais de 5 milhões de pessoas. Já atuou como coach e consultor em mais de mil empresas. Autor de dezenas de best-sellers, foi homenageado em 2011 com o Lifetime Achievement Award, concedido pela National Academy of Best Selling Authors. É fundador e CEO da Brian Tracy International, tem uma carreira de sucesso, principalmente nos setores de vendas e marketing, investimentos, desenvolvimento imobiliário, importação, distribuição e consultoria de gestão.

Flora Victória

Flora Victoria é fundadora da Sociedade Brasileira de Coaching, presidente da SBCOACHING Training e Mestre em Psicologia Positiva Aplicada pela University of Pennsylvania. Diretora educacional das empresas do SBCOACHING Group e founding fellow do Institute of Coaching (IOC) – órgão afiliado à Harvard Medical School dedicado ao avanço do coaching, Flora é considerada a maior especialista em psicologia positiva aplicada ao coaching do país. Seu trabalho precursor resultou na criação do primeiro treinamento de positive coaching do Brasil. Pioneira na condução de projetos de pesquisa e comprovação científica do coaching no país, tem contribuído significativamente para consolidar a credibilidade desse processo e estimular seu desenvolvimento no Brasil e no mundo.

Como trainer e master coach, Flora já participou da formação de mais de 45 mil coaches no Brasil. Responsável pelas parcerias internacionais firmadas pela SBCOACHING com instituições globais, Flora tem trazido para o Brasil o que há de melhor e de mais atual no coaching internacional. Flora representa a Sociedade Brasileira de Coaching como membro da Graduate School Alliance for Executive Coaching (GSAEC), instituição especializada no ensino acadêmico do coaching, e da Association for Coaching (AC), credenciadora internacional presente em mais de 50 países.

Escritora de obras que são referência no coaching mundial, Flora é coautora dos livros Personal & Professional Coaching®, Executive & Business Coaching®, Positive Psychology Coaching® e Career Coaching®, entre outros. Em parceria com Brian Tracy e Villela da Matta, escreveu Estratégias Avançadas de Vendas e Engajamento Total. Como parte de sua contribuição para o coaching global, Flora foi convidada a integrar uma equipe internacional cujo objetivo foi discutir e compreender a diversidade do coaching no mundo. Esse trabalho resultou no livro Diversity in Coaching: Working with Gender, Culture, Race and Age, lançado pela Association for Coaching (AC). Como especialista em coaching, negócios, liderança e psicologia positiva, escreve artigos para a Revista SBCOACHING, para a Revista Científica Brasileira de Coaching e para diversos portais.

Com graduações acadêmicas e especializações nas áreas de Governança Corporativa pela Harvard Business School, MBA pela FGV, Marketing pela ESPM e Tecnologia pela USCS, a expert em ciências comportamentais, Flora, aplica seu sólido conhecimento teórico e prático para contribuir com diferentes públicos na conquista de resultados e aumento de realizações.

Com uma experiência organizacional consolidada ao longo de 30 anos, antes de fundar a SBCOACHING Flora foi executiva da Claro e atuou em grandes empresas como Volkswagen, Ford e Bell South, nas áreas de planejamento estratégico, gestão de mudanças, governança corporativa, tecnologia e finanças. À frente da SBCOACHING Training™, dedica-se continuamente a expandir o portfólio de serviços e a elevar cada vez mais a qualidade e a eficácia do coaching.