Economia colaborativa: o que é, como funciona e tendências

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Você muito provavelmente já usufrui da economia colaborativa, ainda que não se dê conta disso.

Afinal, ela está presente em serviços que as pessoas usam no dia a dia, tornando sua vidas mais cômodas.

Mas as razões para você avançar nesse conhecimento não estão apenas no proveito que tira disso como usuário.

Por trás de toda boa ideia de negócio há um empreendedor de sucesso, concorda?

Então, faça uma reflexão: e se no lugar de se preocupar em possuir, você investisse em compartilhar?

A economia colaborativa tem tudo a ver com esse conceito e pode mostrar às pessoas a importância de reduzir o consumo e pensar no uso eficiente dos recursos.

O modelo de negócio que já se transformou em tendência no mundo afora prioriza a sustentabilidade, assim como com o controle de gastos.

Parecem bons preceitos para ter uma empresa eficiente e bem-sucedida, concorda?

Quer saber mais sobre o assunto, descobrir como a economia colaborativa e de que forma você pode ganhar com ela?

Então, a dica é seguir a leitura até o final do artigo.

O que é economia colaborativa?

Economia colaborativa, consumo colaborativo ou economia compartilhada, é um conceito que compreende o acesso a bens e serviços através do compartilhamento, em vez da simples aquisição.

Pode ser manifestada na forma de troca, aluguel, doação, empréstimo ou outra negociação semelhante.

É um tipo de negócio que procura mudar a realidade atual de consumo, a qual levou o planeta a diversos dilemas sociais e problemas de esgotamento dos recursos naturais.

A partir dessa nova percepção de mundo, surgiu o entendimento de que era necessária uma alternativa ao acúmulo de bens.

Ou seja, a economia colaborativa propõe não só um novo modelo de negócios, mas também uma maneira alternativa de se viver: com qualidade, mas sem desperdícios.

A vida compartilhada

Todos saem ganhando: esse é o espírito da vida compartilhada.

Se você deseja poupar dinheiro e outra pessoa quer fazer uma grana extra, pronto. É a combinação perfeita.

Não entendeu? A gente explica para você com um exemplo.

Digamos que você queira fazer uma grande limpeza na área externa da sua casa para retirar a sujeira que já está incrustada no piso.

Para realizar tal serviço, você vai precisar de um lava jato, que tem seu custo de aquisição. Para quem vai usar poucas vezes, não costuma valer o investimento.

Mas e se você locar o aparelho pelo tempo suficiente para fazer a limpeza que deseja? O custo vai sair muito menor e você não vai gastar para comprar um produto que terá pouco uso.

É aí que você recorre a alguém que tem o equipamento, mas topa compartilhar o uso em troca de uma compensação financeira, um valor de aluguel realmente.

Viu só? Ambos saem lucrando com essa história toda.

E esse é só um exemplo, pois pode acontecer nas mais variadas situações.

A vida compartilhada veio para ficar.

Como a economia colaborativa funciona?

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Não há limites para o modelo de negócio compartilhado.

Vai viajar e precisa de um lugar para ficar, mas não quer pagar caro em um hotel ou sofrer com a burocracia para alugar uma casa? O Airbnb pode ser uma alternativa.

Com as mais diferentes opções de imóveis, é possível escolher um que atenda às suas necessidades e cabe no seu bolso. É só contatar o proprietário que fez o anúncio e garantir a sua reserva.

E o que dizer do Uber?

Os aplicativos de transporte privado urbano são um dos mais famosos modelos de economia colaborativa.

Basta instalar no seu celular, definir o seu destino, escolher a forma de pagamento e pronto. Em alguns instantes, o motorista estará na sua porta para fazer a sua corrida.

Hoje, já existem até mesmo condomínios que oferecem serviços compartilhados de bicicletas e ferramentas, por exemplo.

É mais uma forma de reduzir o consumo e os gastos sem privar do serviço.

Quais os benefícios da economia colaborativa?

economia colaborativa quais beneficios

A praticidade e a contenção de despesas são benefícios da economia colaborativa que já ficaram bastante evidentes até aqui.

Mas eles não são os únicos.

A seguir, confira mais alguns deles.

Poder social sem precedentes

Um dos movimentos sociais mais marcantes do novo século, a Primavera Árabe colheu os resultados positivos que teve muito em função da economia colaborativa.

Muita gente não sabe, mas a queda do ditador egípcio Hosni Mubarak foi impulsionada por uma gigantesca rede de compartilhamento, que reuniu milhares de manifestantes na Praça Tahrir.

Até hoje, a Primavera Árabe é considerada o principal evento de ciberativismo do mundo.

O episódio mostra que, juntos, em busca de um grande ideal, todos podem ser mais fortes.

Economia colaborativa reduz desperdícios

Por que duas vagas de garagem, se nem carro você tem?

Do que adianta ter um guarda-roupas abarrotado de blusas, calças e outros itens que não servem mais?

Por que ir até o trabalho sozinho em um carro no qual cabem outras quatro pessoas?

Todos esses são questionamentos que impulsionam a economia colaborativa.

Compartilhar é uma forma de reduzir os desperdícios e garantir que mais pessoas possam aproveitar um mesmo bem ou serviço.

Não tenha receio, passe adiante e compartilhe. Todos podem ganhar com essa atitude.

Exemplos e modelos de economia colaborativa

A lógica da economia colaborativa está bastante clara: realizar o compartilhamento de bens e serviços.

Mas ela pode ser dividida em três grandes modelos.

Veja sobre o que trata cada um deles e como podem ser aplicados no seu negócio:

1. Nicho de reaproveitamento

Sabe quando você não usa mais algum produto, mas ele ainda está em ótimo ou bom estado e funciona perfeitamente?

Ao invés de jogar fora, passe ele adiante para que seja aproveitado por outra pessoa.

Os brechós são um exemplo do também chamado de mercado de distribuição.

Entre outros objetivos, pode diminuir o desperdício e o nível de consumo.

É uma forma de reaproveitamento, como o próprio nome sugere.

2. Habilidades compartilhadas

Você é muito bom em determinada área? Sabe realizar um tipo de atividade como ninguém? Por que não compartilhar essa habilidade com outras pessoas?

É exatamente esse o conceito do modelo de economia colaborativa: trocar o seu tempo e habilidades por uma recompensa ou gratificação monetária.

Esse é um modelo bastante comum para quem viaja a outros países e não conta com muito dinheiro para se manter.

No lugar de comida e hospedagem, por exemplo, a pessoa pode oferecer suas habilidades na cozinha de um hotel.

3. Mercado de produtos e serviços

É o modelo mais comum, que consiste em compartilhar o uso de algum bem de consumo ou serviço.

Pode ser o seu carro, a sua casa e até mesmo o lava jato, retomando exemplos que já trouxemos até aqui.

O conceito central é o seguinte: se mais de uma pessoa utilizar o mesmo item, é possível reduzir o impacto financeiro e, muitas vezes, até mesmo ambiental.

Quais os maiores exemplos de negócios que prosperaram com esse sistema?

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Airbnb e Uber, já citados, são importantes cases de sucesso de economia colaborativa.

Mas não são únicos e, talvez, nem sejam os mais expressivos.

Separamos outras três histórias que você precisa conhecer.

Waze Carpool

Aplicativo de mobilidade urbana focado em traçar as melhores rotas para o usuário se deslocar, hoje, o Waze conta com uma modalidade chamada Waze Carpool.

Ela permite o compartilhamento de caronas e cria uma rede que se propõe a diminuir o número de carros no trânsito.

Kickstarter

Essa é uma plataforma de financiamento coletivo que possibilita a obtenção de capital a partir de inúmeras fontes, com o objetivo de lançar algo de interesse coletivo.

No Brasil, a Benfeitoria realiza um papel muito semelhante à gigante do ramo.

Freecycle

Essa comunidade de consumo consciente possibilita a doação de objetos usados.

É possível desapegar de todo o tipo de itens, de roupas a móveis.

Para participar, basta entrar em um fórum local e ficar atento às postagens.

Tendências da economia colaborativa

O grande número de aplicativos de mobilidade urbana aponta para uma tendência nesse segmento.

Mas, apesar das opções disponíveis, o mercado tem crescido e oferece boas oportunidades.

Essa é mais uma prova de que a economia colaborativa é uma tendência que veio para ficar.

E esse fenômeno pode ser explicado por diferentes fatores, desde questões ambientais, como diminuir o número de carros rodando, o que significa reduzir a quantidade de poluentes, até a insuficiência das possibilidade de mobilidade urbana que existiam até então.

Indo pelo mesmo caminho, o compartilhamento de bicicletas também ganhou espaço considerável no mercado e promete crescer ainda mais, sobretudo a partir da ampliação das ciclovias.

Hoje em dia, é impensável ver grandes metrópoles sem pistas exclusivas para as bikes em suas principais avenidas.

Além de um fuga ao trânsito intenso, as bicicletas ainda representam um ótimo exercício físico.

Para os próximos anos, a expectativa é que o modelo compartilhado se transforme em algo natural na vida das pessoas, com novas opções em segmentos cada vez mais variados.

Pesquisa comprova interesse na economia compartilhada

No que depender dos brasileiros, as tendências de economia colaborativa devem se confirmar.

Segundo pesquisa do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), 87% dos entrevistados acreditam que o consumo colaborativo vem ganhando espaço na vida das pessoas.

Esse futuro promissor é apontado, sobretudo, por conta da satisfação em relação aos serviços prestados.

Os dados mostram que 89% dos consumidores que usaram algum modelo de economia compartilhada ficaram felizes com os resultados.

Por outro lado, alguns brasileiros ainda se mostram receosos: para 51% dos participantes da pesquisa, a falta de confiança é a principal barreira.

O estudo revelou ainda que caronas (41%), aluguel de casas (38%), compartilhamento de roupas (33%) e locação de bicicletas (21%) são os tipos de serviços colaborativos mais utilizados no país.

Economia colaborativa e o poder público

Sobretudo por conta da já conhecida burocracia, o setor público ainda conta com dificuldades em adotar a lógica da economia colaborativa.

As iniciativas das bicicletas compartilhadas, por exemplo, são quase uma exclusividade das empresas privadas.

Embora uma pesquisa recente da IE Business School e do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) aponte o Brasil como líder latino-americano no segmento, não é fácil identificar ações propositivas nesse sentido.

A realidade aponta, inclusive, para outra direção.

A burocracia para aprovação da regulamentação dos aplicativos de transporte é um exemplo disso.

Embora tenha legislação federal, cada município brasileiro tem debatido o assunto.

Países nos quais a economia colaborativa se espalhou

A economia colaborativa é um movimento mundial.

Para comprovar isso, a empresa Timbro criou o primeiro indicador que classifica os países quanto ao seu nível de desenvolvimento com esse tipo de negócio.

O ranking conta com 213 países e analisou 286 tipos de serviços. O primeiro lugar é ocupado pela Islândia. Já o Brasil está em 74º lugar.

Ao contrário do que aponta o estudo da IE e do BID, a nação verde amarela não é destaque entre os latinos americanos.

Para a Timbro, Uruguai (47º) e Chile (50º) aparecem na nossa frente.

O cálculo para construção do ranking é um pouco complexo, ainda mais porque não mostra o seu banco de dados.

O que se sabe é que serviços centrados unicamente em aplicativos, como o Uber, por exemplo, não são tão valorizados.

Essa é uma das explicações para o aplicativo de transportes de passageiros não estar em primeiro lugar entre as empresas com mais usuários ativos.

O posto é ocupado pelo Airbnb, com quase 1,5 milhões de usuários fixos em uma semana.

Quais as diferenças entre economia tradicional e economia colaborativa?

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A economia colaborativa surge como uma resposta ao modelo tradicional, conforme veremos ainda neste artigo.

Só por isso, já dá para perceber que elas são diferentes entre si.

Mas a principal distinção entre elas está no seu propósito de ser.

Uma empresa clássica tem no lucro o seu principal objetivo, sem priorizar a preocupação com o impacto gerado para chegar até ele.

É claro que, no caso da economia colaborativa, o lucro é visado também, mas não é só isso.

Desperdício, consciência ambiental, valores sociais, entre outros, são igualmente bandeiras do modelo.

Como implementar a economia colaborativa nas empresas?

Antes de você implementar um modelo colaborativo de economia na sua empresa ou criar um negócio centrado no conceito, é preciso levar em conta alguns elementos.

Vamos a eles?

Quais os riscos de se aderir à economia colaborativa?

Por se tratar de um rompimento total com a lógica do mundo dos negócios, que visa o lucro antes de qualquer outra coisa, aderir à economia colaborativa pode exigir um tempo de adequação às novas diretrizes.

E como tempo é dinheiro no modelo tradicional, há riscos de uma companhia não conseguir se adaptar à política de compartilhamento.

É necessário avaliar que mudanças serão exigidas no modo como a empresa é conduzida hoje.

Também se haveria aderência no mercado e se é possível contornar a questão financeira.

Não economize tempo nessa etapa, pois ela é fundamental.

Estratégias de economia colaborativa para pequenas empresas

Ter uma pequena empresa não é um impeditivo para você investir em uma economia colaborativa.

Aliás, esse é um ótimo motivo para escolher esse modelo.

O crowdsourcing pode ser uma ótima estratégia para o seu negócio.

De forma prática, você pode usar essa ferramenta fazendo parcerias para desenvolver seus produtos em conjunto com seus colaboradores.

O importante é estar aberto a novas ideias.

Quem sabe a grande sacada, que vai revolucionar o seu segmento, não vem de uma pessoa de fora?

Outras estratégias de compartilhamento

Você já ouviu falar de coworking?

Essa forma de compartilhar o seu local de trabalho com outras pessoas também é uma estratégia muito válida.

Além de ocupar um espaço que não vem sendo bem aproveitado dentro da sua área física, é uma ótima oportunidade de trocar ideias, conhecer pessoas e aumentar o seu networking.

Quem sabe nesse diálogo e nesse compartilhamento de experiências não surge um produto inovador?

E aí, você pergunta: “mas como produzi-lo se não temos orçamento?”.

A opção pode ser por mais uma estratégia da economia colaborativa: o crowdfunding ou financiamento coletivo, modalidade na qual qualquer pessoa pode doar valores para contribuir com a causa.

Como surgiu a economia colaborativa?

Falamos bastante sobre economia colaborativa, mas como será que ela surgiu?

Se você parar para pensar, vai ver que não é algo tão novo assim.

Aluguéis de roupas de festa e de carros já estão no mercado há algumas décadas.

E até o conceito do mercado de distribuição é antigo.

Há quantos anos existem brechós?

Contexto de surgimento da sharing economy

Há um fator que causou um boom e que potencializou o surgimento de outros modelos de economia colaborativa, que nos Estados Unidos é chamada de sharing economy.

Esse conceito passou a ficar mais forte a partir da grande crise econômica de 2008. Foi a partir desse momento que as pessoas se deram conta de que era preciso mudar.

Foi necessário repensar o consumo desenfreado vigente, buscar uma alternativa para cortar gastos e encontrar receitas extras.

A questão financeira, somada às demandas ambientais, ao crescimento das redes sociais e à sede por mudança, fez a economia colaborativa explodir e virar a febre que é hoje.

Muitas pessoas podem pensar que esse novo modelo de negócio decreta o fim das empresas tradicionais, mas não é nada disso.

É claro que algumas organizações presas ao tempo podem sofrer para se adaptar à nova realidade, mas essa não é tarefa impossível.

Conclusão

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A economia colaborativa chegou para ficar.

Trata-se de  uma verdadeira forma de nos fazer repensar hábitos e adotar uma postura mais consciente de consumo.

Sempre é possível evoluir. Não por acaso, essa é uma premissa básica da metodologia de coaching, que nos permite encontrar a melhor versão de nós mesmos.

Ao final deste artigo, então, o recado é claro: precisamos usar da inteligência coletiva para encontrar caminhos mais sustentáveis e tentar diminuir ao máximo os prejuízos que causamos ao planeta.

Equilíbrio é palavra-chave nesse sentido.

Seja emprestando uma chave de fenda, vendendo suas roupas usadas ou alugando a sua casa na praia, faça a sua parte e pratique a economia colaborativa.

E se você curtiu essa ideia, aproveite para compartilhar esse artigo nas suas redes sociais e permita que outros amigos entrem nessa onda.

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Brian Tracy

Brian Tracy é uma das maiores autoridades em coaching e negócios do mundo: em mais de 30 anos de atuação, passaram por suas palestras e seminários mais de 5 milhões de pessoas. Já atuou como coach e consultor em mais de mil empresas. Autor de dezenas de best-sellers, foi homenageado em 2011 com o Lifetime Achievement Award, concedido pela National Academy of Best Selling Authors. É fundador e CEO da Brian Tracy International, tem uma carreira de sucesso, principalmente nos setores de vendas e marketing, investimentos, desenvolvimento imobiliário, importação, distribuição e consultoria de gestão.

Flora Victória

Flora Victoria é fundadora da Sociedade Brasileira de Coaching, presidente da SBCOACHING Training e Mestre em Psicologia Positiva Aplicada pela University of Pennsylvania. Diretora educacional das empresas do SBCOACHING Group e founding fellow do Institute of Coaching (IOC) – órgão afiliado à Harvard Medical School dedicado ao avanço do coaching, Flora é considerada a maior especialista em psicologia positiva aplicada ao coaching do país. Seu trabalho precursor resultou na criação do primeiro treinamento de positive coaching do Brasil. Pioneira na condução de projetos de pesquisa e comprovação científica do coaching no país, tem contribuído significativamente para consolidar a credibilidade desse processo e estimular seu desenvolvimento no Brasil e no mundo.

Como trainer e master coach, Flora já participou da formação de mais de 45 mil coaches no Brasil. Responsável pelas parcerias internacionais firmadas pela SBCOACHING com instituições globais, Flora tem trazido para o Brasil o que há de melhor e de mais atual no coaching internacional. Flora representa a Sociedade Brasileira de Coaching como membro da Graduate School Alliance for Executive Coaching (GSAEC), instituição especializada no ensino acadêmico do coaching, e da Association for Coaching (AC), credenciadora internacional presente em mais de 50 países.

Escritora de obras que são referência no coaching mundial, Flora é coautora dos livros Personal & Professional Coaching®, Executive & Business Coaching®, Positive Psychology Coaching® e Career Coaching®, entre outros. Em parceria com Brian Tracy e Villela da Matta, escreveu Estratégias Avançadas de Vendas e Engajamento Total. Como parte de sua contribuição para o coaching global, Flora foi convidada a integrar uma equipe internacional cujo objetivo foi discutir e compreender a diversidade do coaching no mundo. Esse trabalho resultou no livro Diversity in Coaching: Working with Gender, Culture, Race and Age, lançado pela Association for Coaching (AC). Como especialista em coaching, negócios, liderança e psicologia positiva, escreve artigos para a Revista SBCOACHING, para a Revista Científica Brasileira de Coaching e para diversos portais.

Com graduações acadêmicas e especializações nas áreas de Governança Corporativa pela Harvard Business School, MBA pela FGV, Marketing pela ESPM e Tecnologia pela USCS, a expert em ciências comportamentais, Flora, aplica seu sólido conhecimento teórico e prático para contribuir com diferentes públicos na conquista de resultados e aumento de realizações.

Com uma experiência organizacional consolidada ao longo de 30 anos, antes de fundar a SBCOACHING Flora foi executiva da Claro e atuou em grandes empresas como Volkswagen, Ford e Bell South, nas áreas de planejamento estratégico, gestão de mudanças, governança corporativa, tecnologia e finanças. À frente da SBCOACHING Training™, dedica-se continuamente a expandir o portfólio de serviços e a elevar cada vez mais a qualidade e a eficácia do coaching.