Emoções: definição, tipos e importância de se ter o controle

Nós, seres humanos, somos dotados de emoções, que estão presentes em todos os instantes da nossa vida.
É assim na infância, na adolescência (onde elas se afloram e presenciamos um verdadeiro turbilhão), na fase adulta e até na velhice.
Não importa a idade ou a situação, os sentimentos sempre vão nos acompanhar.
Eles podem ser positivos e negativos, previsíveis ou chegar de surpresa.
Alguns de nós podem ter mais facilidade em expressá-los, enquanto outros tentam escondê-los.
Mas você sabe compreender e, mais do que isso, controlar as suas emoções?
Ter a gestão dos nossos sentimentos é muito importante para que possamos nos compreender melhor, ressignificar sensações ruins e respeitar os nossos próprios limites em diferentes situações.
Quer saber como fazer isso? Então, não perca uma só linha deste artigo que produzimos especialmente para você.

Qual a definição de emoção?

A palavra emoção, ao que tudo indica, vem do latim ex movere, que quer dizer, em uma tradução livre, “mover para fora”.
A derivação faz sentido, uma vez que demonstrar nossos sentimentos nada mais é do que colocar para fora o que se passa no nosso interior.

Significado

A emoção é uma sensação que pode causar até mesmo impactos físicos, provocados por estímulos de diferentes naturezas. Eles podem ser sentimentos ou episódios específicos.
Vivenciar uma emoção, no entanto, é uma experiência bastante particular: assim como você pode sentir ela de uma forma, outra pessoa pode demonstrar de uma maneira diferente.
A alegria, por exemplo, pode trazer reações físicas como o sorriso e o aumento dos batimentos cardíacos, assim como também alteração na respiração e até choro.

Quantas emoções sentimos?

Você já parou para pensar quantas e quais são as emoções que sentimos?
Um grupo de pesquisadores do Laboratório de Interação Social da Universidade de Berkeley, nos Estados Unidos, fez um estudo sobre o assunto e matou essa charada.
Depois de observar mais de dois mil vídeos na internet que retratavam as reações humanas e pedir que eles fossem vistos por 853 pessoas, os cientistas chegaram à conclusão de que nós somos capazes de expressar 27 tipos de emoções principais.

Conheça os 27 tipos de emoções

Quer saber quais são elas?
Então, confira a lista completa logo abaixo, apresentada em ordem alfabética e não de relevância.

  1. Admiração
  2. Adoção
  3. Alívio
  4. Anseio
  5. Ansiedade
  6. Apreciação estética
  7. Arrebatamento
  8. Calma
  9. Confusão
  10. Desejo sexual
  11. Dor empática
  12. Espanto
  13. Estranhamento
  14. Excitação
  15. Horror
  16. Inveja
  17. Interesse
  18. Júbilo
  19. Medo
  20. Nojo
  21. Nostalgia
  22. Raiva
  23. Romance
  24. Satisfação
  25. Surpresa
  26. Tédio
  27. Tristeza.

Quais são as teorias sobre as emoções?

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A teoria da equipe da Universidade de Berkeley é recente, publicada apenas em 2017.
Mas há muitos e muitos pesquisadores que estudam as emoções há bastante tempo.
Vamos conhecer alguns dos estudos desenvolvidos por eles.

Teoria das emoções básicas

Esta teoria define raiva, medo, alegria e tristeza com as quatro emoções básicas que todo o ser humano sente.
Elas são elementares e, a partir delas e suas combinações, que surgem as mais complexas.
A designação “básicas” também tem a ver com os pesquisadores acreditarem que elas são vitais para a nossa sobrevivência.

Seis emoções universais

Depois de outros estudos, incluindo os de Charles Darwin, foram descobertas mais duas emoções universais, além das quatro básicas já descobertas.
Então, a surpresa e o nojo foram somados à lista prévia.
Normalmente, essas duas emoções não vêm sozinhas e são acompanhadas não só por outras sensações, como também manifestações fisiológicas.
A surpresa, por exemplo, está diretamente ligada à alegria e a tristeza, podendo manifestar sintomas como alteração respiratória e da frequência cardíaca, além do aumento do tônus muscular.
Já o nojo está mais próximo do medo e da raiva e, normalmente, desencadeia problemas gastrointestinais e náuseas.

A roda de emoções

Essa é uma criação do professor Robert Plutchik, que tenta mostrar, através de um diagrama em formato de estrela de oito pontas, como a combinação de emoções pode resultar em um terceiro sentimento.
Na roda de emoções, cada ponta representa uma sensação primária com o seu par oposto: antecipação e surpresa, confiança e nojo, irritação e medo, alegria e tristeza.
A partir daí, pode ocorrer uma combinação grande de variáveis, que vão dar origem a outros sentimentos.
Por exemplo, confiança e alegria propiciam o amor, enquanto raiva e nojo levam ao desprezo.
Segundo Plutchik, as emoções básicas devem prevalecer sobre as demais e são aplicáveis tanto aos homens quanto aos animais.

Teorias somáticas

São aquelas teorias que analisam mais os reflexos físicos causados pelas emoções do que elas, em si.
Uma dos estudos somáticos mais conhecidos é chamado James-Lange, dos pesquisadores William James e Carl Lange.
Segundo eles, as emoções são resultado de reações fisiológicas que temos perante os acontecimentos.
Assim, nossos sentimentos dependeriam de como os estímulos físicos são interpretados pelo nosso cérebro.
Em outras palavras, de acordo com esta teoria, suar frio e o aumento da frequência cardíaca geram o medo e a alegria, por exemplo, e não ao contrário.
Dentro do assunto emoções, existe ainda uma categorização importante: nossos sentimentos podem ser divididos em primários ou universais e secundários ou adquiridos.

O que são emoções primárias ou universais?

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As emoções primárias são aquelas seis que descrevemos mais acima: raiva, medo, alegria, tristeza, surpresa e nojo/aversão.
Até aí, tudo bem, nós já sabemos. A informação nova aqui é a subdivisão em emoções primárias adaptativas e desadaptativas.
No primeiro grupo, estão raiva, medo, alegria e tristeza.
Essas quatro emoções se adaptam ao nosso estado de espírito. Se estamos bem, a alegria se sobressai e as outras desaparecem – e vice-versa.
Já o nojo e a surpresa podem extrapolar todos os limites.
Geralmente, são aqueles sentimentos que causam as brigas e os desentendimentos.

O que são emoções secundárias ou sociais e adquiridas?

Ao contrário das emoções da categoria anterior, estas são aquelas que não nascem conosco ou que estão presentes em todos nós.
Elas são adquiridas ao longo da vida, seja por uma influência familiar, da religião ou da própria sociedade.
São exemplos de sentimentos secundários: culpa, ciúme, vergonha, orgulho e vaidade.

Como as emoções se manifestam?

emocoes como se manifestam
As emoções, sejam elas primárias ou secundárias, podem se manifestar das mais diversas maneiras.
Nossas ações, expressões e vozes são exemplos de demonstrações possíveis.
Assim como a tristeza está ligada ao choro e à melancolia, a alegria tem a ver com o sorriso e o brilho nos olhos.
Se o medo pode tirar o seu sono e deixar você paralisado, a raiva pode fazer a sua pele corar e o seu sangue subir.
Até a mesma emoção pode provocar sensações diferentes.
Você pode bocejar de tédio, enquanto outra pessoa talvez busque fazer algo diferente para ocupar o seu tempo ocioso.

Qual a diferença entre emoção e sentimento?

Muitas vezes, inclusive ao longo deste artigo, usamos as palavras emoção e sentimento como sinônimos.
Mas será que elas realmente querem dizer a mesma coisa?
Na verdade, os termos têm pequenas diferenças, ainda que sutis.
Enquanto o sentimento é mais voltado para o interior, a emoção é a forma pela qual essa sensação é externalizada.
Podemos dizer que demonstrar emoções é sinal de ter sentimentos.
Por isso, o uso aquela expressão “pessoa sem sentimentos” para denotar um ser humano frio não se aplica muito.

Qual a importância de possuir o controle das emoções?

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Muitas pessoas acreditam que todas essas emoções acontecem de forma involuntária e, para alguns, pode até ser que seja assim.
No entanto, pode ser diferente. Aliás, é importante que seja.
É de fundamental importância sabermos controlar o que sentimos. Trata-se de uma maneira de se autoconhecer e entender o que se passa dentro de si mesmo.
Controlar nossos sentimentos tem tudo a ver com uma competência chamada inteligência emocional, inclusive.
Ao desenvolvê-la, é possível administrar o que sentimos e usar essas emoções ao nosso favor.
Mas se você ainda não desenvolveu a sua, não tem problema. Existem diferente formas de chegar lá.

Como o coaching pode ajudar no controle das emoções?

Uma das principais maneiras de alcançar a inteligência emocional, a propósito, é o coaching.
Focada no desenvolvimento humano, a metodologia oferece suporte para que você possa aprimorar a gestão das suas próprias emoções e ir cada vez mais longe.
Uma das bases trabalhadas para chegar até lá é o autoconhecimento, habilidade fundamental para quem deseja tomar decisões mais assertivas.
Durante esse processo, o coach atua como um facilitador, que dá apoio para que você possa entender melhor quem é e, a partir daí, definir onde deseja chegar.
Afinal, todo mundo é repleto de sentimentos positivos e negativos, mas aqueles que conseguem perceber melhor seus pontos fortes e atenuar suas fraquezas saem na frente na busca pelo equilíbrio.
Se controlar as emoções é um objetivo, o coaching pode mostrar o caminho.

Como controlar as emoções de forma positiva?

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Agora que você já sabe com quem contar, que tal conferir algumas dicas para controlar as suas emoções de forma positiva?

Atente-se para a forma como se sente

Para você controlar as suas emoções, primeiro precisa se conhecer.
Com isso, queremos dizer que você deve prestar atenção nos mínimos detalhes sobre como se sente perante determinadas situações e tentar entender o porquê disso.
Entender seus sentimentos e o que eles desencadeiam é o início do desenvolvimento da sua inteligência emocional.
Em conjunto, você ainda vai ter noções de autoconfiança e autocontrole.

Questione-se em relação ao seu comportamento

Como já dissemos, nós lidamos com muitas das nossas emoções inconscientemente.
Estamos tristes, felizes, com raiva e com medo sem, muitas vezes, saber o motivo.
Então, é chegada a hora de começar a se questionar sobre isso.
Algumas perguntas podem ajudar:

  • Desde quando eu comecei a me sentir assim?  
  • Já me senti assim outras vezes?
  • Quando foi que esse sentimento se repetiu?

Ao tentar encontrar respostas, você vai refletir sobre o que o levou a estar daquele jeito e, consequentemente, estará a um passo de entender a relação entre os dois eventos.

Assuma responsabilidade sobre suas emoções

Digamos que você chegue à conclusão de que está triste porque brigou com um amigo.
Na sua cabeça, ele foi duro e não soube escutar a sua versão da história.
Logo, você está atribuindo a terceiros a responsabilidade das suas emoções.
E aí, nós perguntamos: como controlar os seus sentimentos se eles são de autoria do outro?
Não tem como, não é mesmo?
Então, o que você precisa fazer é assumir a “culpa” pelo que está sentindo. Ou seja, entender o que lhe cabe, de fato, daquela situação.
Assim, terá mais chances de tomar as rédeas das suas emoções.

Aja de forma consciente

Quando você começa a ter um controle maior das suas emoções, já passa a agir de forma mais consciente, dosando as suas reações em cada momento da vida.
É a sua chance de tomar decisões mais positivas e evitar toda aquela carga negativa que surgia quando você não era capaz de administrar o que sentia.

Faça desse processo uma busca contínua

Se você conseguiu chegar até o passo anterior, ótimo. Mas ainda não acabou.
É preciso fazer desse processo um hábito e transformar a inteligência emocional em uma busca contínua.
Por isso, siga racionalizando as suas emoções.
Isso vai permitir que a sua consciência esteja sempre em monitoramento e você poderá fazer os reparos necessários para seguir evoluindo, sem pausas bruscas ou solavancos.

Dicas de práticas simples para cultivar emoções positivas

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Cultivar emoções positivas pode ser mais fácil do que você imagina.
Quer saber como isso é possível? Então, não deixe de conferir mais algumas dicas.

Se envolva com alguma causa social

Criar engajamento com algo no qual você acredita é uma ótima forma de cultivar emoções positivas.
Quem luta por um ideal e procura fazer a diferença para mudar uma realidade não tem espaço para externar sentimentos ruins.

Pratique a meditação

Outra prática simples é a meditação.
Por meio dela, é possível desenvolver o autoconhecimento, ferramenta que, como vimos, é vital para o controle das nossas emoções.
Quem sabe administrar bem seus sentimentos também sabe usá-los de forma positiva e para o bem.

Faça alguma atividade física

A meditação não é a única atividade que ajuda a cultivar as emoções positivas.
Qualquer exercício físico aumenta o nosso grau de consciência e atenção, propiciando satisfação e um sentimento de felicidade em que está praticando.

A inteligência emocional e seus pilares

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Já falamos bastante sobre inteligência emocional, mas o que ainda não comentamos é que ela se divide em dois grandes pilares: as competências emocionais-pessoais e as emocionais-sociais.
Vamos aprender mais sobre elas?

Competências emocionais-pessoais

As competências emocionais-pessoais têm a ver com a maneira como você se relaciona consigo mesmo, com as suas emoções e com os seus sentimentos.
A partir do momento em que você tem uma noção ampla de todo o seu interior, fica mais claro compreender que cada sensação gera um comportamento diferente.
Quem consegue se conectar consigo mesmo e, por consequência, conhece todos os seus pontos fortes, fica muito mais perto de conseguir alcançar melhores resultados diante de situações de dificuldade.
E mesmo em situação positivas há benefícios. Afinal, sempre é bom saber absorver o melhor de cada momento.

Competências emocionais-sociais

O segundo pilar, por sua vez, tem a ver com a nossa capacidade de se relacionar com o outro e tentar extrair o máximo de benefícios nesses vínculos construídos.
Ter uma alto grau de competência emocional-social não significa estar restrito apenas a gozar dos bons momentos, mas também colaborar ou aprender em situações não tão boas pelas quais um grupo do qual você é próximo está passando.
É, muitas vezes, trabalhar em equipe e ir em busca de um objetivo em comum.
É ter empatia para se colocar no lugar do outro e procurar entender como você se sentiria se estivesse na pele do seu amigo, colega ou companheiro.

Desenvolva sua inteligência emocional com o coaching

Se a inteligência emocional é a chave para você conseguir ser o verdadeiro gestor de seus sentimentos, o coaching é o seu melhor apoio para chegar até lá.
Com essa metodologia, você encontra a melhor maneira de usar seus pontos fortes ao seu favor e como trabalhar seus medos e crenças limitantes.
Para isso, desenvolve as competências comportamentais necessárias para que possa se tornar a melhor versão de si mesmo e alcançar resultados que antes via como impossíveis.
Tudo isso com o auxílio de uma metodologia que conta com embasamento científico – não por acaso, já ganhou o mundo inteiro.
O curso de Personal & Professional Coaching, por exemplo, pode ser uma boa porta de entrada para esse universo de novas possibilidades – mas ele está longe de ser a única opção.
Por isso, aproveite para acessar o nosso site e saiba mais sobre essa e outras formações da SBCoaching.

Conclusão

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Viver uma vida sem emoções é impossível, mas isso não significa que devemos ser reféns dos nossos sentimentos.
Com a inteligência emocional, você pode, sim, gerir o que sente e agir de forma consciente, evitando arrependimentos e atitudes impulsivas.
Essa é a melhor forma de tomar as rédeas da sua vida e vitar todo o tipo de frustração.. Afinal, o seu bem-estar precisa aparecer em primeiro lugar.
Mas, agora, aproveite e nos conte: alguma vez as emoções atrapalharam você de alcançar seus objetivos? O que costumava fazer para lidar com elas?
Deixe seu comentário no espaço abaixo e fale como foi essa experiência.

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Brian Tracy

Brian Tracy é uma das maiores autoridades em coaching e negócios do mundo: em mais de 30 anos de atuação, passaram por suas palestras e seminários mais de 5 milhões de pessoas. Já atuou como coach e consultor em mais de mil empresas. Autor de dezenas de best-sellers, foi homenageado em 2011 com o Lifetime Achievement Award, concedido pela National Academy of Best Selling Authors. É fundador e CEO da Brian Tracy International, tem uma carreira de sucesso, principalmente nos setores de vendas e marketing, investimentos, desenvolvimento imobiliário, importação, distribuição e consultoria de gestão.

Flora Victória

Flora Victoria é fundadora da Sociedade Brasileira de Coaching, presidente da SBCOACHING Training e Mestre em Psicologia Positiva Aplicada pela University of Pennsylvania. Diretora educacional das empresas do SBCOACHING Group e founding fellow do Institute of Coaching (IOC) – órgão afiliado à Harvard Medical School dedicado ao avanço do coaching, Flora é considerada a maior especialista em psicologia positiva aplicada ao coaching do país. Seu trabalho precursor resultou na criação do primeiro treinamento de positive coaching do Brasil. Pioneira na condução de projetos de pesquisa e comprovação científica do coaching no país, tem contribuído significativamente para consolidar a credibilidade desse processo e estimular seu desenvolvimento no Brasil e no mundo.

Como trainer e master coach, Flora já participou da formação de mais de 45 mil coaches no Brasil. Responsável pelas parcerias internacionais firmadas pela SBCOACHING com instituições globais, Flora tem trazido para o Brasil o que há de melhor e de mais atual no coaching internacional. Flora representa a Sociedade Brasileira de Coaching como membro da Graduate School Alliance for Executive Coaching (GSAEC), instituição especializada no ensino acadêmico do coaching, e da Association for Coaching (AC), credenciadora internacional presente em mais de 50 países.

Escritora de obras que são referência no coaching mundial, Flora é coautora dos livros Personal & Professional Coaching®, Executive & Business Coaching®, Positive Psychology Coaching® e Career Coaching®, entre outros. Em parceria com Brian Tracy e Villela da Matta, escreveu Estratégias Avançadas de Vendas e Engajamento Total. Como parte de sua contribuição para o coaching global, Flora foi convidada a integrar uma equipe internacional cujo objetivo foi discutir e compreender a diversidade do coaching no mundo. Esse trabalho resultou no livro Diversity in Coaching: Working with Gender, Culture, Race and Age, lançado pela Association for Coaching (AC). Como especialista em coaching, negócios, liderança e psicologia positiva, escreve artigos para a Revista SBCOACHING, para a Revista Científica Brasileira de Coaching e para diversos portais.

Com graduações acadêmicas e especializações nas áreas de Governança Corporativa pela Harvard Business School, MBA pela FGV, Marketing pela ESPM e Tecnologia pela USCS, a expert em ciências comportamentais, Flora, aplica seu sólido conhecimento teórico e prático para contribuir com diferentes públicos na conquista de resultados e aumento de realizações.

Com uma experiência organizacional consolidada ao longo de 30 anos, antes de fundar a SBCOACHING Flora foi executiva da Claro e atuou em grandes empresas como Volkswagen, Ford e Bell South, nas áreas de planejamento estratégico, gestão de mudanças, governança corporativa, tecnologia e finanças. À frente da SBCOACHING Training™, dedica-se continuamente a expandir o portfólio de serviços e a elevar cada vez mais a qualidade e a eficácia do coaching.