Empreendedorismo corporativo: o que é e como implementar

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Quer implementar o empreendedorismo corporativo na empresa, mas não sabe como esse conceito funciona na prática?

Então preste atenção às dicas deste artigo.

O empreendedorismo corporativo ocorre quando os colaboradores da empresa realizam o processo de empreender dentro da própria organização, gerando inovação e melhorias.

Dessa forma, essa proposta ajuda a impulsionar os resultados do negócio, além de ajudar na criação de vantagem competitiva e satisfação dos clientes.

Mas para que ela seja eficiente, precisa fazer parte da cultura organizacional e contar com apoio da gestão e da liderança da empresa.

Neste artigo, fique por dentro do assunto e confira as melhores dicas para implementar o empreendedorismo corporativo por meio dos seguintes tópicos:

  • O que é empreendedorismo corporativo
  • Vantagens
  • Como colocar em prática
  • Características do empreendedor corporativo
  • Dicas para ser um empreendedor corporativo
  • Como estimular   
  • Desafios
  • Coaching para ajudar nesse processo.

Parece interessante, não é mesmo?

Siga com a leitura para aprender tudo sobre o tema.

O que é empreendedorismo corporativo?

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Empreendedorismo corporativo é o processo de empreender dentro da empresa em que você está inserido.

Nesse caso, quem empreende é um colaborador, que geralmente não possui cargo de chefia na empresa, tampouco é o dono do negócio.

Também conhecido como intraempreendedorismo, o empreendedorismo corporativo busca criar soluções para melhorar a empresa, desenvolver novos produtos e serviços e incrementar processos, gerando valor.

Quantas vezes você já ouviu a expressão de que as pessoas são os recursos mais valiosos em uma empresa?

No empreendedorismo corporativo, elas trabalham em prol do negócio, em busca de ideias, projetos e inovações que agreguem melhorias, de modo a aumentar a sua performance.

Justamente por isso, a inovação é um ponto-chave desse processo, com o objetivo de gerar vantagem competitiva, fomentar o crescimento e melhorar os resultados da organização.

Em uma entrevista para o jornal O Globo, Guilherme Said, diretor da consultoria organizacional Said, afirma que o empreendedor é aquele que enxerga oportunidades que os outros não percebem.

“No âmago do conceito do empreendedorismo, está a inovação, ou seja: a vontade de inovar, de criar novos modelos de negócios, novos produtos, processos e aproveitar novas oportunidades que surgem”, destaca.

Assim, faz muito sentido que os colaboradores vistam a camisa do empreendedorismo corporativo para agregar valor à organização e, ao mesmo tempo, crescer dentro da empresa.

Por que as organizações devem investir no empreendedorismo corporativo?

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As empresas devem investir no empreendedorismo corporativo porque ele ajuda no crescimento e na alta performance.

O mercado muda rapidamente, e não fazer da inovação uma prioridade no negócio impede que ele se destaque perante a concorrência.

E no empreendedorismo corporativo, abre-se espaço para que as inovações surjam.

Como os colaboradores se sentem motivados a pensar em melhorias, esse processo ajuda na identificação de pontos fortes e fracos da empresa e no surgimento de soluções que resolvam os problemas e desafios do dia a dia.

A consequência direta é que a organização se torna mais competitiva no mercado, uma vez que seus processos são aprimorados de maneira contínua.

Os produtos e serviços também recebem melhorias, o que leva à conquista de mais clientes, à satisfação dos consumidores e ao aumento da fidelização.

No livro Corporate Entrepreneurship: strategic imperative for growth (ICFAI Books, 2006), Ashok Kumarhari Haran afirma que o empreendedorismo corporativo é estrategicamente imperativo para o crescimento.

De acordo com o autor, o processo não fica nas mãos de poucas pessoas na empresa.

Pelo contrário, ele cria um ambiente em que todos os membros se sentem donos do negócio e contribuem para as funções ligadas ao empreendedorismo.

“É mais pensar com um estado de espírito positivo e também o enriquecimento da maneira de gerenciar e liderar uma empresa’, destaca Haran.

Quais as vantagens do empreendedorismo corporativo?

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Na sequência, confira cinco vantagens proporcionadas pelo empreendedorismo corporativo.

1. Mentalidade inovadora

Esse é um benefício direto do empreendedorismo corporativo, uma vez os colaboradores buscam a inovação constantemente dentro da empresa, como você viu antes.

Na prática, isso se traduz em vantagem competitiva para o negócio que, por meio da inovação, se posiciona melhor no mercado e destaca dos concorrentes.

2. Aumento da colaboração

Empresas que investem no empreendedorismo corporativo incentivam que os colaboradores trabalhem em conjunto para implementar as melhorias propostas.

A liderança também ouve o que os funcionários têm a dizer, é aberta a sugestões e dá espaço para que eles utilizem a colaboração e o trabalho em equipe como ferramenta para pensar em soluções relevantes para o negócio.

3. Ganho de produtividade

Se os colaboradores estão motivados e sabem que seus esforços são valiosos para a empresa, o desempenho melhora automaticamente.

4. Retenção de talentos

Quando os profissionais participam ativamente da performance do negócio e se sentem valorizados, o nível de satisfação aumenta.

As vantagens são a retenção dos melhores talentos na empresa e, consequentemente, a redução dos níveis de rotatividade.

5. Diminuição de custos

Na medida em que pequenas inovações são implementadas nos processos da empresa, os custos relativos a eles tendem a diminuir.

Com a retenção de talentos, também é reduzida a frequência de treinamentos de novos colaboradores em relação aos processos da empresa.

O que é necessário para colocar em prática o empreendedorismo corporativo?

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Nem sempre é fácil implementar o empreendedorismo corporativo na empresa.

Mas um dos principais fatores para que ele funcione na prática é o papel que a liderança exerce no processo.

O empreendedorismo corporativo só é possível quando a liderança dá espaço para que os colaboradores sugiram melhorias, participem ativamente dos processos da empresa e exerçam uma visão estratégica — não apenas cumprindo ordens.

No livro Empreendedorismo (AMGH, 2014), Robert Hisrich, Michael Peters e Dean Shepherd afirmam que o primeiro passo é assegurar o compromisso com o empreendedorismo corporativo.

“Sem o comprometimento da alta administração, a organização nunca será capaz de passar por todas as mudanças culturais necessárias para a implementação”, alertam os autores.

De acordo com Paul Burns, no livro Corporate entrepreneurship: innovation and strategy in large organizations (Macmillan International Higher Education, 2012), o empreendedorismo corporativo consiste em estimular a busca de oportunidades e a inovação de forma sistemática.

Para isso, segundo ele, é preciso questionar a ordem estabelecida e buscar formas de melhorar e criar vantagem competitiva.

“Trata-se de incentivar as qualidades desfrutadas por empreendedores de sucesso, como visão e motivação, capacitando a equipe a fazer as coisas certas para a organização por iniciativa própria”, salienta.

Quais as características de destaque do empreendedor corporativo?

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Confira abaixo quatro características relevantes no perfil do empreendedor corporativo.

Espírito inovador

A partir do espírito inovador, o empreendedor corporativo sugere ideias e analisa quais mudanças, mesmo que pequenas, podem incrementar os processos da empresa.

Por isso, ele está sempre analisando os processos e antenado em relação às inovações do mercado, buscando aprender constantemente para contribuir com a performance da organização.

Não ter medo de ousar

De nada adianta ter espírito inovador se o empreendedor tem medo de ousar.

Na prática, os empreendedores corporativos são favoráveis ao lançamento de novos produtos e serviços e à adoção de mudanças nos processos.

Assim, esse profissional aproveita as oportunidades e não tem receio em testar suas inovações e adquirir experiências.

Visão sistêmica

A visão sistêmica é a capacidade de enxergar o negócio de forma abrangente, conhecendo todas as áreas e processos e analisando os pontos fortes e fracos.

Devido a essa característica, os empreendedores corporativos têm embasamento para propor melhorias e inovações para a empresa.

Boa comunicação

Não basta ter insights relevantes, pois também é preciso saber comunicar ideias à equipe.

Uma comunicação eficaz faz parte do grupo de características do empreendedor corporativo.

São importantes a capacidade de expressar seu ponto de vista, uma linguagem corporal adequada e a abertura ao diálogo.

Dicas para ser um empreendedor corporativo

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Em um artigo para a revista Forbes, Samantha Paxson, diretora de marketing da CO-OP Financial Services, dá dicas para quem deseja ser um empreendedor corporativo. Confira três delas.

1. Entenda a empresa

De acordo com a autora, o valor do empreendedor corporativo surge com o entendimento profundo dos desafios que a empresa enfrenta.

2. Transforme a empresa de dentro para fora

Para Paxson, esse deve ser o foco do profissional.

“Isso significa olhar dentro de suas próprias áreas de conhecimento como ponto de partida e enfrentar um desafio específico”, aponta.

3. Não tenha medo de experimentar

Paxson afirma que é preciso não ter medo de falhar, bem como entender as falhas como um passo importante e inevitável do caminho para o sucesso.

Como estimular o empreendedorismo corporativo?

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Está convencido a adotar o empreendedorismo corporativo na empresa?

Veja três maneiras para estimular esse processo.

1. Torne-o parte da cultura organizacional

Quando a empresa integra o empreendedorismo corporativo à cultura organizacional, fica mais fácil dar espaço para os colaboradores atuarem de forma engajada, propondo ideias e sugerindo estratégias para o negócio.

Em um artigo para a revista Digitalist, Dilipkumar Khandelwal, diretor geral da SAP Labs India, destaca que o pensamento empreendedor deve ser parte intrínseca do trabalho diário.

“Isso pode ser feito dando aos membros da equipe mais autonomia para buscar ideias que contribuam para a missão da empresa e a criação de valor para o cliente como parte de seu trabalho”, aconselha.

2. Implemente programas de incentivo

No livro Empreendedorismo corporativo: como ser empreendedor, inovar e se diferenciar na sua empresa (Elsevier Brasil, 2009), José Dornelas afirma que um dos mecanismos para estimular um ambiente empreendedor é oferecer um sistema de recompensas e reconhecimento aos funcionários.

De acordo com o autor, isso inclui participação nos resultados e opções de compra de ações da empresa, por exemplo.

3. Capacite a equipe

Montar um time de colaboradores proativos e atualizados em relação às inovações do mercado ajuda a incentivar o empreendedorismo corporativo.

Por isso, ofereça treinamentos aos colaboradores, de modo que eles tenham competências que embasem sua análise do negócio e suas sugestões de melhorias para os processos.

Também crie uma equipe multidisciplinar, em que cada colaborador agregue um tipo de conhecimento e talento diferente para fomentar a colaboração.

Quais os desafios do empreendedor corporativo?

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Em um artigo para o LinkedIn, Simphiwe Mayisela, CEO da SS-Consulting, destaca dois desafios enfrentado no empreendedorismo corporativo.

Portanto, são questões com as quais os profissionais lidam diariamente na empresa em que atuam, sobretudo se o empreendedorismo ainda não é incentivado pela liderança.

1. A própria cultura da empresa

Mayisela afirma que empreendedores corporativos raramente se misturam bem com a cultura organizacional existente.

“Eles exigem contexto organizacional colaborativo e adaptativo para prosperar”, diz o autor.

Assim, um desafio é lidar com a cultura da empresa, principalmente quando a gestão é engessada e não dá liberdade para que os colaboradores participem como agentes de mudança e crescimento.

2. Fazer com que as ideias sejam adotadas

De acordo com Mayisela, muitas vezes, a gerência reluta em abraçar ideias inovadoras e tende a manifestar fixação no pensamento convencional.

Isso porque, segundo o autor, os gerentes enxergam novas ideias como desvios da prática comercial normal.

“Para que uma organização possa rejuvenescer firme e continuamente, ela deve desenvolver uma estratégia empreendedora corporativa capaz de reconhecer e explorar as oportunidades empreendedoras identificadas por seus próprios funcionários”, diz o autor.

Por isso, um dos principais desafios do empreendedor é enfrentar os bloqueios que a gestão impõe na sua atuação.

Sua empresa já trabalha com o empreendedorismo corporativo?

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E aí, já está convencido a respeito das vantagens de adotar o empreendedorismo corporativo na empresa?

Nesse caso, será que a sua empresa já trabalha dessa forma?

Faça uma análise do seu negócio a partir de algumas perguntas relevantes:

  • Os funcionários têm liberdade para propor mudanças?
  • A liderança cria um ambiente favorável à troca de ideias?
  • Os colaboradores são motivados e convidados a participar ativamente da performance da empresa?
  • Eles são reconhecidos quando sugerem inovações e melhorias?

Se a partir das respostas para esses questionamentos você perceber que a empresa ainda não trabalha com empreendedorismo corporativo, é hora de recorrer às dicas deste artigo.

Analise quais ações você pode colocar em prática para incentivar esse processo, desde programas de incentivo à mudanças na cultura organizacional.

Faça um planejamento estratégico para implementar essas mudanças necessárias.

Nesse momento, vale pedir feedbacks dos colaboradores, a fim de ter um ponto de vista diferente sobre as dinâmicas da empresa e identificar quais pontos precisam de melhorias.

Lembre-se de que a cultura empreendedora depende do comprometimento da liderança e da inovação como uma prioridade para o negócio.

Como reter o empreendedor corporativo na empresa?

Em um artigo para a revista Chron, Sherrie Scott afirma que manter uma equipe positiva e motivada é vital para o sucesso de uma organização.

Por isso, você deve concentrar esforços em reter os melhores talentos, principalmente os empreendedores corporativos.

Afinal, profissionais com proatividade e engajados nem sempre são fáceis de encontrar.

Para retê-los na empresa, além de incorporar o processo na cultura da empresa e dar abertura para novas ideias, é preciso avaliar o nível de satisfação dos colaboradores.

Essa é uma ferramenta que serve como termômetro para identificar se os funcionários estão, de fato, se sentindo valorizados dentro da organização.

Outra estratégia é a criação de um plano de carreira que permita ao colaborador crescer junto com a empresa.

“Um plano de carreira deve unir objetivos do funcionário e da empresa. Assim, o crescimento de ambos é potencializado”, diz o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

O papel do Coaching no desenvolvimento do empreendedorismo corporativo

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Se você quer desenvolver o empreendedorismo corporativo, na empresa, o coaching é um processo que dá o suporte necessário.

Essa metodologia é voltada ao desenvolvimento de competências e habilidades comportamentais, focando exclusivamente nas atitudes do indivíduo.

O processo ajuda na definição de objetivos e de um plano de ação para conquistá-los.

Primeiro, se define o estado desejado, onde se quer chegar e, depois, o coach traça o caminho até ele.

Por isso, o coaching pode ser uma fonte de apoio não só para a gestão, mas também para os colaboradores.

A metodologia estimula a liderança e ajuda no desenvolvimento de competências importantes para que os funcionários exerçam o empreendedorismo corporativo.

Algumas delas incluem:

  • Proatividade e iniciativa
  • Motivação
  • Foco
  • Comprometimento
  • Criatividade
  • Produtividade
  • Autoconfiança.

Assim, o coaching pode ser oferecido aos funcionários como uma ferramenta importante para elevar os próprios resultados da empresa.

Afinal, quanto mais colaboradores estiverem engajados com o sucesso da organização, mais ela tem chances de decolar no mercado, não é mesmo?

Além disso, o coaching pode ser útil para os gestores, de modo que reflitam sobre seus próprios comportamentos e estilo de liderança, observando quais pontos da cultura organizacional precisam ser alterados para fomentar o empreendedorismo.

Conclusão

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Com todas essas informações em mente, coloque o empreendedorismo corporativo na lista de prioridades do seu negócio.

Sem dúvidas, o comprometimento dos funcionários com o crescimento e performance da empresa potencializam ainda mais a sua atuação no mercado.

Mas, para isso, você precisa incluir a inovação na cultura organizacional, dar espaço para que os colaboradores sugiram ideias e valorizar os talentos que fazem a diferença nos resultados da empresa.

Nunca se esqueça de que, para implementar o empreendedorismo corporativo, não basta ter profissionais proativos e qualificados, que vestem a camiseta do seu negócio.

O comprometimento deve partir da própria liderança e gestão, que servem como fontes de motivação para os colaboradores.

Nesse processo, o coaching é uma metodologia que pode elevar a performance não apenas dos funcionários, mas da liderança e dos resultados organizacionais.

Para adotá-la, vale a pena conhecer os treinamentos da SBCoaching, organização que é referência mundial na área.

Então, você está pronto(a) para explorar o universo do empreendedorismo corporativo?

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Aproveite para deixar um comentário abaixo com dúvidas e sugestões sobre o tema.

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Brian Tracy

Brian Tracy é uma das maiores autoridades em coaching e negócios do mundo: em mais de 30 anos de atuação, passaram por suas palestras e seminários mais de 5 milhões de pessoas. Já atuou como coach e consultor em mais de mil empresas. Autor de dezenas de best-sellers, foi homenageado em 2011 com o Lifetime Achievement Award, concedido pela National Academy of Best Selling Authors. É fundador e CEO da Brian Tracy International, tem uma carreira de sucesso, principalmente nos setores de vendas e marketing, investimentos, desenvolvimento imobiliário, importação, distribuição e consultoria de gestão.

Flora Victória

Flora Victoria é fundadora da Sociedade Brasileira de Coaching, presidente da SBCOACHING Training e Mestre em Psicologia Positiva Aplicada pela University of Pennsylvania. Diretora educacional das empresas do SBCOACHING Group e founding fellow do Institute of Coaching (IOC) – órgão afiliado à Harvard Medical School dedicado ao avanço do coaching, Flora é considerada a maior especialista em psicologia positiva aplicada ao coaching do país. Seu trabalho precursor resultou na criação do primeiro treinamento de positive coaching do Brasil. Pioneira na condução de projetos de pesquisa e comprovação científica do coaching no país, tem contribuído significativamente para consolidar a credibilidade desse processo e estimular seu desenvolvimento no Brasil e no mundo.

Como trainer e master coach, Flora já participou da formação de mais de 45 mil coaches no Brasil. Responsável pelas parcerias internacionais firmadas pela SBCOACHING com instituições globais, Flora tem trazido para o Brasil o que há de melhor e de mais atual no coaching internacional. Flora representa a Sociedade Brasileira de Coaching como membro da Graduate School Alliance for Executive Coaching (GSAEC), instituição especializada no ensino acadêmico do coaching, e da Association for Coaching (AC), credenciadora internacional presente em mais de 50 países.

Escritora de obras que são referência no coaching mundial, Flora é coautora dos livros Personal & Professional Coaching®, Executive & Business Coaching®, Positive Psychology Coaching® e Career Coaching®, entre outros. Em parceria com Brian Tracy e Villela da Matta, escreveu Estratégias Avançadas de Vendas e Engajamento Total. Como parte de sua contribuição para o coaching global, Flora foi convidada a integrar uma equipe internacional cujo objetivo foi discutir e compreender a diversidade do coaching no mundo. Esse trabalho resultou no livro Diversity in Coaching: Working with Gender, Culture, Race and Age, lançado pela Association for Coaching (AC). Como especialista em coaching, negócios, liderança e psicologia positiva, escreve artigos para a Revista SBCOACHING, para a Revista Científica Brasileira de Coaching e para diversos portais.

Com graduações acadêmicas e especializações nas áreas de Governança Corporativa pela Harvard Business School, MBA pela FGV, Marketing pela ESPM e Tecnologia pela USCS, a expert em ciências comportamentais, Flora, aplica seu sólido conhecimento teórico e prático para contribuir com diferentes públicos na conquista de resultados e aumento de realizações.

Com uma experiência organizacional consolidada ao longo de 30 anos, antes de fundar a SBCOACHING Flora foi executiva da Claro e atuou em grandes empresas como Volkswagen, Ford e Bell South, nas áreas de planejamento estratégico, gestão de mudanças, governança corporativa, tecnologia e finanças. À frente da SBCOACHING Training™, dedica-se continuamente a expandir o portfólio de serviços e a elevar cada vez mais a qualidade e a eficácia do coaching.