Empresas Transnacionais: o que são, história e exemplos

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Você sabe quais são as empresas transnacionais dos nossos tempos?

Se vieram à cabeça as grandes corporações que se espalham pelo mundo, você está na direção certa.

Porém existem empresas globais, multinacionais e transnacionais, e cada tipo tem suas características próprias.

Todas foram além das fronteiras de seus países de origem, mas há diferenças em relação à atuação, distribuição de autoridade, estrutura operacional, entre outros critérios.

A globalização nunca parou de evoluir, e o resultado são empresas cada vez mais poderosas e com capacidade de dominar os quatro cantos do planeta.

Ao longo da história, surgiram verdadeiros impérios econômicos que se expandem sem limites, e a internacionalização está se tornando regra para empresas de todos os portes.

Seu negócio já está adaptado à nova realidade sem fronteiras?

No artigo de hoje, vamos desvendar as organizações que saíram da terra natal para ganhar o mundo:

  • O que são empresas transnacionais
  • História das empresas que conquistaram o mundo
  • Atuação e vantagens das transnacionais
  • Relação entre Estado e ETNs
  • Transnacional vs. multinacional
  • Exemplos de multinacionais que atuam no Brasil
  • Multinacionais brasileiras e sua presença mundo afora
  • Caminhos para a internacionalização de empresas.

Se você sonha alto e quer expandir os negócios, leia com atenção e se inspire nas gigantes da economia mundial.

O que são empresas transnacionais?

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Empresas transnacionais, ou ETNs, são organizações que atuam em diversos países e ultrapassam os limites territoriais de sua matriz original.

O termo multinacional vem sendo substituído gradualmente por transnacional, pois este representa melhor as características das novas corporações globais.

Basicamente, são grandes corporações que se expandem para diversos territórios no mundo em busca de mercados consumidores, energia, matéria-prima e mão-de-obra.

Muitas vezes, essas organizações distribuem etapas de produção entre várias unidades ao redor do globo, sempre visando à redução de custos e maior eficiência em seus processos.

Conceito

No livro Mudança Global: Mapeando as novas fronteiras da economia mundial (Bookman, 2000), o geógrafo e economista Peter Dicken conceitua empresas transnacionais como:

“Empresas que têm o poder de coordenar e controlar operações em mais de um país, mesmo que não sejam de propriedade dessa empresa.”

Já a UNCTAD (Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento) define as transnacionais da seguinte forma:

“Empresas que, independentemente de seu país de origem, compram entidades locais em dois ou mais países, ligadas por controle acionário ou de forma com que possam exercer influência significante sobre a atividade das demais.”

Além da influência exercida, as unidades de negócios também dividem conhecimento, recursos e responsabilidades umas com as outras.

Juridicamente, a transnacional se aproxima de um grupo de sociedades sediadas em diferentes países, constituídas sob leis diversas, o que imputa certa autonomia a cada entidade.

De modo geral, são empresas que exigem um processo complexo de coordenação e cooperação, cujo capital social não pertence a qualquer país em particular.

Além disso, se destacam por monopolizar fatias substanciais dos mercados em que atuam mundialmente.

História das empresas transnacionais

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As empresas transnacionais são o último estágio de um longo processo de internacionalização da economia, que teve seu berço no fenômeno da globalização ao final do século 20.

Para chegar ao formato atual, foi necessária a combinação de fatores como alta concentração do capital nas indústrias, grandes fusões corporativas e investimentos massivos, além da informatização que reduziu distâncias no mundo todo.

Em 1971, as transnacionais chegaram a controlar até 80% do comércio mundial, e três décadas depois dominavam pelo menos um quarto da produção mundial, segundo o Global Policy Forum.

Hoje, as maiores transnacionais do mundo possuem lucros que superam o PIB de muitos países.

A origem e a evolução da internacionalização das empresas

A partir dos anos 1970, o desenvolvimento dos transportes e da comunicação permitiu que as empresas competissem no mercado internacional.

Esses avanços tecnológicos impulsionaram o processo de internacionalização, que começou com um modelo de federação coordenada pela matriz e foi se descentralizando cada vez mais.

As organizações precisaram se tornar mais eficientes, multinacionais e inovadoras, passando a fragmentar sua produção em várias partes do mundo e a adotar estruturas mais flexíveis.

Expandir a atuação para os mercados externos se tornou obrigatório para aproveitar as oportunidades de negócios e manter a competitividade  – daí a importância de ultrapassar as fronteiras.

Em resumo, as empresas transnacionais surgiram devido às seguintes demandas:

  • Encontrar mão de obra barata no exterior
  • Controlar os mercados para facilitar exportações
  • Controlar as fontes de fornecimento de matérias-primas
  • Evitar a concorrência das empresas locais
  • Eliminar barreiras alfandegárias.

Qual a atuação e as vantagens das empresas transnacionais para a economia local?

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As empresas transnacionais são corporações imensas e poderosas, que podem impactar positivamente as economias dos países onde se instalam.

Segundo um estudo realizado pelo Economist Newspaper Group, as ETNs tendem a prosperar mais do que negócios locais e podem gerar inúmeras oportunidades de emprego, principalmente em países em desenvolvimento.

Geralmente, são vagas mais qualificadas e com salários superiores ao mercado local.

Outra contribuição importante das transnacionais é em termos de tecnologia e inovação, como no caso das companhias de extração de petróleo que introduzem técnicas mais eficientes em diversos países.

Há ainda o desenvolvimento da infraestrutura local, que fortalece principalmente os sistemas de energia elétrica, água e transportes.

Além disso, os impostos pagos pelas ETNs aumentam as receitas dos governos locais.

Como é a relação entre Estado e as empresas transnacionais?

Os Estados têm a função de contrabalançar o poder das transnacionais e regular suas atividades de acordo com as políticas locais.

Quando há cooperação entre Estados e ETNs, o governo facilita as negociações políticas de tarifas e impostos, além de proteger os mercados consumidores e garantir acesso privilegiado às corporações via contratos públicos.

Por outro lado, o Estado também precisa garantir a empregabilidade, a sobrevivência de empresas locais e respeito às regulações socioambientais do país.

Em algumas situações, os interesses das transnacionais podem ir de encontro às obrigações estatais, o que configura uma relação delicada que exige esforços diplomáticos.

Idealmente, a relação entre Estado e ETNs é de simbiose, onde o apoio estatal impulsiona as corporações e estas contribuem com o desenvolvimento econômico, social e tecnológico da nação.

E o controle internacional sobre essas empresas?

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As empresas transnacionais estão sempre na mira das regulamentações no plano internacional, pois seu poder descomunal precisa ser equilibrado com os mercados internos.

Na década de 1970, a ONU chegou a desenvolver um código de conduta internacional para as grandes corporações, que mais tarde foi substituído pelo Pacto Global e responsabilidade social corporativa (RSC).

Esse tipo de evento mostra como os lóbis corporativos são poderosos, o que dificulta o controle e a moralização das ETNs.

Já em 1976, a OCDE lançou a “Declaração da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico sobre Investimento Internacional e Empresas Multinacionais”, que estabelece diretrizes para o comportamento das corporações.

O documento tem como objetivo assegurar que as atividades das transnacionais respeitem as políticas governamentais, fortalecendo a confiança entre empresas e sociedades e melhorando o clima para investimentos estrangeiros.

Qual a diferença entre transnacional e multinacional?

As transnacionais diferem das multinacionais em sua estrutura, pois enquanto as primeiras não se identificam com um país de origem, as segundas são matrizes que compram subsidiárias em outros territórios.

Logo, as multinacionais ainda mantêm uma sede centralizadora de decisões, enquanto as transnacionais distribuem seus recursos e responsabilidades por todos os países em que atuam.

Na multinacional, a direção enxerga as operações internacionais como um portfólio de negócios, ao passo que a transnacionais tratam suas unidades como independentes, embora trabalhem pelo bem comum da empresa.

Oportunidades em multinacionais e transnacionais

As multinacionais e transnacionais representam inúmeras oportunidades para desenvolvimento de carreiras e investimentos.

As vagas nessas corporações costumam ser disputadas, pois oferecem um ambiente multicultural de amplo enriquecimento pessoal e profissional.

Muito além da possibilidade de viagens, as ETNs concentram as inovações mais visionárias e se preocupam com a qualificação constante de seus colaboradores.

Naturalmente, trabalhar em uma empresa global significa ter as portas abertas para qualquer lugar do mundo.

Exemplos de multinacionais instaladas no Brasil

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O Brasil abriga diversas multinacionais de vários países do mundo, que encontraram aqui oportunidades de negócios únicas.

Confira a lista com as principais multinacionais e transnacionais em solo brasileiro.

Nestlé

A Nestlé é uma das maiores transnacionais presentes no Brasil, de origem suíça e atuação no setor de alimentos e bebidas.

A corporação ocupa a 33ª posição na lista de maiores empresas públicas da Forbes Global 2000 e possui ao todo 447 fábricas em 194 países.

No Brasil, os negócios se iniciaram em 1976, com as vendas da tradicional Farinha Láctea.

Microsoft

A Microsoft Corporation está entre as transnacionais norte-americanas mais famosas, com sede oficial em Washington D.C.

Fundada em 1989, a empresa possui onze escritórios no Brasil e gera oportunidades para milhares de outras empresas e profissionais.

Além disso, a Microsoft se destaca pela sua responsabilidade social e projetos que auxiliam a comunidade.

Visa

Caracterizada como empresa global, a Visa opera no Brasil desde 1971, quando iniciou sua atuação junto ao Bradesco.

A partir de 1986, a empresa passou a atuar por conta própria no país, oferecendo soluções para pagamentos e focando na responsabilidade corporativa.

Hoje, a missão da Visa é permitir que as pessoas utilizem moedas digitais e contribuir para melhorar vidas e economias em todo o mundo.

Johnson & Johnson

A Johnson & Johnson se sobressai no quesito monopólio, pois controla a maior parte do mercado mundial de higiene e atua em mais de 90 países.

No Brasil, a empresa atua no segmento farmacêutico, médico-hospitalar e também para o consumidor final, com a missão de promover bem-estar.

De origem norte-americana, a transnacional foi fundada em 1886 e detém marcas icônicas como Band-Aid e Tylenol.

Ford

A Ford Motors Company foi uma das primeiras transnacionais a chegar ao Brasil, junto a outras montadoras de veículos como Volkswagen e GM.

A subsidiária brasileira iniciou suas operações em 1919 e lançou seu primeiro automóvel, o Ford Galaxie 500, em abril de 1967.

Presença de multinacionais brasileiras no exterior

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As empresas multinacionais brasileiras avançaram 78 % no exterior, de acordo com uma pesquisa de 2016 da Fundação Dom Cabral, publicada no G1.

O mesmo estudo revelou que quase 80% dessas empresas investiram mais no exterior em 2015, com o objetivo de diminuir a dependência do mercado brasileiro.

Outro dado interessante mostra que as multinacionais brasileiras estão aumentando seu índice de internacionalização e já chegaram a 33 países.

Boa parte dessas empresas prefere se instalar em outros países da América Latina, mas a tendência é que ganhem o mundo nas próximas décadas.

Exemplos de multinacionais brasileiras

Há várias multinacionais brasileiras bem-sucedidas e com presença marcante no cenário global.

Embora o país ainda tenha poucas empresas do tipo em relação a outras nações, as que conseguem ultrapassar o cenário interno sobrevivem melhor às crises e conquistam novos mercados com louvor.

Uma das principais é o grupo JBS, que abrange marcas como Leco, Vigor e Friboi e investe continuamente em inovação.

Original de Goiás, a organização é considerada uma das maiores indústrias de alimentos do mundo e possui operações nos EUA, Austrália, Canadá, México, Porto Rico, entre outros países.

Outro destaque internacional é a Gerdau, uma siderúrgica brasileira que atua em 11 países nas Américas, Europa e Ásia e detém a posição de maior empresa da região sul do país.

A Tigre também é uma das transnacionais poderosas do Brasil, presente em mais de 30 países e líder na fabricação e distribuição de tubos e conexões.

Para fechar, a Natura expandiu sua atuação para a Argentina, Chile, Colômbia, México, Peru, Venezuela, França e EUA, tendo sido premiada pela visão empreendedora pelo PNUMA (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente).

Quais são os processos e formas de internacionalização das empresas?

A internacionalização diz respeito à ampliação das atividades da empresa para além de seu mercado local, focando em território estrangeiro.

Antigamente, as empresas precisavam seguir alguns estágios burocráticos para alcançar o mercado internacional, passando pela exportação por intermediários até chegar à implantação produtiva no exterior.

Hoje, há basicamente quatro caminhos para a internacionalização, como veremos a seguir.

Exportação

A exportação é o caminho mais óbvio para conquistar mercados externos, com baixo risco para a empresa.

As transações podem ser realizadas por meio de intermediários no país de destino, como distribuidores e agentes, ou empresas locais especializadas em comércio exterior.

Para se consolidar como exportadora, a empresa precisa dinamizar sua gestão, ampliar o conhecimento sobre os mercados-alvo e estabelecer uma relação de confiança e parceria com clientes.

Franchising

No caso da franchising, o que se internacionaliza é o know-how da empresa, ou seja, seu modelo de franquia.

É uma forma de expandir rapidamente os negócios para o exterior, negociando contratos de licença e tecnologias devidamente patenteadas.

Segundo a European Franchising Federation, franchising diz respeito a gerenciar a comercialização de produtos e serviços com base na colaboração entre franqueador e franqueado.

Para que o processo seja bem-sucedido, é fundamental realizar investimentos em publicidade e focar na notoriedade da marca.

Joint ventures

A joint-venture é uma associação entre duas ou mais empresas para somar forças no desenvolvimento de determinado negócio.

É como um casamento, em que cada uma das partes contribui com um dote para iniciar um empreendimento em comum.

Os riscos são consideravelmente maiores, mas os rendimentos também podem ser exponenciais, principalmente quando o objetivo é expandir fronteiras.

Investimento direto

Por fim, o investimento direto ocorre quando a empresa adentra novos mercados por sua conta e risco, abrindo filiais ao comprar empresas locais ou construindo suas próprias instalações.

A vantagem é contar com possíveis incentivos e facilidades oferecidas pelos governos estrangeiros.

Conclusão

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Em um mundo praticamente sem fronteiras econômicas, as transnacionais se expandem de forma acelerada e redefinem as dinâmicas do Capital.

Mais ricas que muitos estados, essas megacorporações se tornaram uma força central que impacta a economia, política e sociedade em vários níveis.

Ao mesmo tempo em que essas gigantes crescem, os Estados vêm se ajustando para equilibrar o cenário econômico e aproveitar os benefícios trazidos pelas ETNs.

A tendência é que, cada vez mais, a internacionalização se torne obrigatória para as empresas que desejam se manter competitivas e expandir seus mercados.

No mundo dos negócios, ser global não é mais uma opção, mas uma condição básica de sobrevivência e perspectiva.

Para executivos e empreendedores, é fundamental acompanhar de perto os movimentos internacionais e impulsionar a empresa para além do mercado doméstico.

Há, inclusive, apoio profissional voltado para o desenvolvimento de competências e estratégias que abrem o caminho para a expansão do negócio.

Estamos falando do coaching de negócios, que treina líderes e executivos para atender com eficácia e rapidez as mais altas exigências do mercado.

Ao trabalhar competências comportamentais como resiliência, persuasão, comunicação, autoconfiança e foco, o coaching potencializa a capacidade de tomar decisões e avançar profissionalmente.

Nas empresas, a metodologia pode fazer a diferença em processos de internacionalização, desenvolvendo times capazes de produzir mais e melhor rumo aos objetivos da organização.

Então, se você pretende alçar voos mais altos e explorar o universo transnacional, considere o coaching como um atalho para novas possibilidades.

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Brian Tracy

Brian Tracy é uma das maiores autoridades em coaching e negócios do mundo: em mais de 30 anos de atuação, passaram por suas palestras e seminários mais de 5 milhões de pessoas. Já atuou como coach e consultor em mais de mil empresas. Autor de dezenas de best-sellers, foi homenageado em 2011 com o Lifetime Achievement Award, concedido pela National Academy of Best Selling Authors. É fundador e CEO da Brian Tracy International, tem uma carreira de sucesso, principalmente nos setores de vendas e marketing, investimentos, desenvolvimento imobiliário, importação, distribuição e consultoria de gestão.

Flora Victória

Flora Victoria é fundadora da Sociedade Brasileira de Coaching, presidente da SBCOACHING Training e Mestre em Psicologia Positiva Aplicada pela University of Pennsylvania. Diretora educacional das empresas do SBCOACHING Group e founding fellow do Institute of Coaching (IOC) – órgão afiliado à Harvard Medical School dedicado ao avanço do coaching, Flora é considerada a maior especialista em psicologia positiva aplicada ao coaching do país. Seu trabalho precursor resultou na criação do primeiro treinamento de positive coaching do Brasil. Pioneira na condução de projetos de pesquisa e comprovação científica do coaching no país, tem contribuído significativamente para consolidar a credibilidade desse processo e estimular seu desenvolvimento no Brasil e no mundo.

Como trainer e master coach, Flora já participou da formação de mais de 45 mil coaches no Brasil. Responsável pelas parcerias internacionais firmadas pela SBCOACHING com instituições globais, Flora tem trazido para o Brasil o que há de melhor e de mais atual no coaching internacional. Flora representa a Sociedade Brasileira de Coaching como membro da Graduate School Alliance for Executive Coaching (GSAEC), instituição especializada no ensino acadêmico do coaching, e da Association for Coaching (AC), credenciadora internacional presente em mais de 50 países.

Escritora de obras que são referência no coaching mundial, Flora é coautora dos livros Personal & Professional Coaching®, Executive & Business Coaching®, Positive Psychology Coaching® e Career Coaching®, entre outros. Em parceria com Brian Tracy e Villela da Matta, escreveu Estratégias Avançadas de Vendas e Engajamento Total. Como parte de sua contribuição para o coaching global, Flora foi convidada a integrar uma equipe internacional cujo objetivo foi discutir e compreender a diversidade do coaching no mundo. Esse trabalho resultou no livro Diversity in Coaching: Working with Gender, Culture, Race and Age, lançado pela Association for Coaching (AC). Como especialista em coaching, negócios, liderança e psicologia positiva, escreve artigos para a Revista SBCOACHING, para a Revista Científica Brasileira de Coaching e para diversos portais.

Com graduações acadêmicas e especializações nas áreas de Governança Corporativa pela Harvard Business School, MBA pela FGV, Marketing pela ESPM e Tecnologia pela USCS, a expert em ciências comportamentais, Flora, aplica seu sólido conhecimento teórico e prático para contribuir com diferentes públicos na conquista de resultados e aumento de realizações.

Com uma experiência organizacional consolidada ao longo de 30 anos, antes de fundar a SBCOACHING Flora foi executiva da Claro e atuou em grandes empresas como Volkswagen, Ford e Bell South, nas áreas de planejamento estratégico, gestão de mudanças, governança corporativa, tecnologia e finanças. À frente da SBCOACHING Training™, dedica-se continuamente a expandir o portfólio de serviços e a elevar cada vez mais a qualidade e a eficácia do coaching.