Indicadores de Lucratividade: O que são KPIs (Guia Completo)

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Quer aprender como utilizar os indicadores de lucratividade para montar o seu negócio?
Essa é uma ótima decisão, ainda mais em tempos de incertezas econômicas.
Muitos empreendedores aplicam recursos em uma empresa sem ao menos compreender o conceito de lucratividade.
E esse tipo de desconhecimento custa caro.
De acordo com uma pesquisa de 2016 do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), apenas 23,4% das empresas sobrevivem dois anos após sua abertura.
Nesse e em outros estudos sobre o tema, a falta de domínio de gestão financeira é uma das principais barreiras.
Diante desse obstáculo, a busca por conhecimento é o passo mais importante nessa jornada.
Por isso, vale a pena se perguntar se você já sabe fazer os seguintes cálculos:

  • Margem de lucro bruta
  • Margem de lucro líquida
  • Margem de lucro operacional
  • Margem de EBITDA.

Ainda não? Não se preocupe.
Neste guia, reunimos todas as informações que você precisa para entender em detalhes como interpretar os indicadores de lucratividade, o que são KPIs e como utilizar métricas e índices para projetar o potencial de retorno e de lucro das empresas.

O Que é um Indicador de Desempenho ou KPI?

indicadores de lucratividade o que e um KPI
O indicador de desempenho é a medida utilizada para verificar o estado de uma operação, processo ou sistema.
Já o KPI significa Key Performance Indicator ou Indicador-chave de Desempenho em português, que representa os indicadores mais importantes para um negócio.
Esses indicadores devem ser elaborados de acordo com os objetivos da empresa, construindo um sistema de medição de desempenho próprio.
Assim, o gestor utiliza os KPIs como termômetros das atividades da empresa, monitorando os indicadores que julgar necessário para acompanhar a evolução do negócio.
Para uma empresa do varejo, por exemplo, a venda por metro quadrado é um indicador de desempenho essencial.
Já no caso de uma grande indústria, o custo unitário de produção é um dos KPIs mais relevantes.
Cada segmento, processo ou equipe exige KPIs específicos, e cabe ao gestor responsável definir os indicadores-chave.
Para definir indicadores precisos e medir o que realmente interessa, é preciso seguir as boas práticas dos KPIs:

  • Limitar o número de indicadores, preferindo qualidade à quantidade
  • Garantir uma coleta de dados precisa e confiável para os cálculos
  • Identificar gaps e implementar ações corretivas
  • Criar indicadores rastreáveis para chegar às causas da situação
  • Alinhar indicadores entre todos os colaboradores da empresa
  • Priorizar os indicadores simples, objetivos e eficientes.

Se você pensou imediatamente em medir lucros e resultados, esse é o caminho para os indicadores financeiros que vamos abordar.

O Que Significa Lucratividade? E Rentabilidade?

indicadores de lucratividade o que significa rentabilidade
A lucratividade é o principal indicador que revela os ganhos da empresa sobre o trabalho desenvolvido, enquanto a rentabilidade representa o potencial do negócio em relação ao investimento realizado.
Ambos são indicadores financeiros essenciais na gestão estratégica de KPIs, pois permitem uma avaliação da situação econômico-financeira geral da empresa.
É importante perceber que nem sempre um negócio lucrativo é rentável, pois são indicadores distintos.
Basta comparar as 20 empresas que mais lucraram em 2018 com as ações mais rentáveis de 2008 a 2018 para comprovar que as listas são totalmente diferentes.
Os dois levantamentos foram realizados pela consultoria Economatica e ilustram a importância de compreender os conceitos de lucratividade e rentabilidade.

Conceito de Indicadores ou Índices de Lucratividade?

indicadores de lucratividade conceito indices
Os indicadores de lucratividade são instrumentos valiosos para análise do desempenho empresarial em relação ao potencial de geração de lucros.
O lucro é o principal estímulo do empresário e determina qual o retorno proporcionado pelo empreendimento, por isso o KPI de lucratividade é decisivo para atrair investimentos e demonstrar o valor do negócio.
Alguns dos indicadores de lucratividade mais utilizados na gestão financeira são:

  • Margem de lucro bruta
  • Margem de lucro líquida
  • Margem de lucro operacional
  • Margem de EBITDA.

Mas, antes de aplicar esses indicadores, é preciso aprofundar os conceitos sobre lucratividade e rentabilidade.

Qual a Diferença Entre Rentabilidade e Lucratividade?

indicadores de lucratividade qual diferenca rentabilidade
Muitas vezes, os termos rentabilidade e lucratividade são usados como sinônimos ou de forma indiscriminada, mas há diferenças essenciais entre os conceitos.
A lucratividade compara o resultado com o faturamento, ou seja, o lucro líquido em relação à receita líquida da empresa.
Já a rentabilidade compara o resultado com o investimento, dividindo o valor do lucro líquido pelo investimento realizado (seja o retorno sobre ativos ou capital próprio).
É por isso que o gestor deve acompanhar as métricas de lucratividade e rentabilidade com a mesma atenção, pois os negócios atrativos devem gerar lucro e retorno sobre os investimentos.

Lucratividade e Rentabilidade – Ponto de Equilíbrio

indicadores de lucratividade ponto de equilibrio
Depois de alinhar os indicadores de lucratividade e rentabilidade, é preciso verificar o chamado ponto de equilíbrio da empresa.
O nome é sugestivo, pois diz respeito à segurança do negócio e indica o ponto exato em que a empresa passa a gerar lucros, equilibrando sua receita e custos.
Por meio do cálculo de ponto de equilíbrio, o gestor pode determinar com precisão o volume mínimo de faturamento necessário para não gerar prejuízos.
Vale lembrar que esse indicador é crítico para a sobrevivência das empresas, pois é preciso estar acima do ponto de equilíbrio para começar a ter resultados.
A zona abaixo desse ponto indica o prejuízo e uma possível falência por falta de conhecimento em gestão.
Em um país que fecha mais empresas do que abre desde 2016, segundo dados do IBGE publicados no G1, o cálculo do ponto de equilíbrio é fundamental para aumentar as chances de superar a crise.
Para isso, há três tipos diferentes de indicadores:

Ponto de equilíbrio contábil

É um indicador que determina o mínimo que deve ser vendido em certo período para que as operações continuem gerando lucro.
Sua fórmula básica é a relação entre custo fixo e margem de contribuição, que revela o faturamento necessário para cobrir todos os custos da empresa.
A margem de contribuição, por sua vez, é a diferença entre o preço de venda unitário do produto e custos e despesas variáveis por unidade – a contribuição marginal total do produto para a empresa.

Ponto de equilíbrio econômico

O ponto de equilíbrio econômico é determinado a partir de um lucro desejado, fixado pelo gestor responsável ou diretoria da empresa.
Nesse caso, basta adicionar o valor extra de lucro pretendido ao custo fixo e realizar o cálculo normalmente.

Ponto de equilíbrio financeiro

Para calcular o ponto de equilíbrio financeiro, é preciso adicionar as variações patrimoniais aos custos fixos da empresa.
Um exemplo clássico é a depreciação, que se refere ao custo da perda de valor de ativos.
Quando houver esse tipo de variável, é preciso subtraí-la do custo fixo na aplicação da fórmula de ponto de equilíbrio.

Como Calcular a Lucratividade de Uma Empresa?

indicadores de lucratividade como calcular empresa
O modo mais simples de calcular a lucratividade de uma empresa é por meio da seguinte fórmula:

  • Lucratividade = lucro líquido / receita total x 100.

Assim, se uma empresa tem uma receita total de R$ 200 mil e um lucro líquido de R$ 18 mil, temos o cálculo:

  • Lucratividade = 18.000 / 200.000 x 100
  • Lucratividade = 0,09 x 100 = 9%.

Logo, a taxa de lucratividade da empresa é de 9% na operação mais simples, sem levar em conta outras variáveis como custos, despesas e margem de contribuição.
Em breve, vamos explorar alguns outros indicadores.

O Que é o Overhead?

indicadores de lucratividade o que e overhead
O overhead é basicamente o quociente das despesas administrativas e custo das mercadorias vendidas.
Geralmente, esse indicador é utilizado para agrupar despesas necessárias ao funcionamento da empresa, mas que não podem ser diretamente associadas aos produtos ou serviços oferecidos.
Alguns tipos de despesas inclusas no overhead são:

  • Comissões de contabilidade e publicidade
  • Seguros
  • Juros
  • Honorários de advogados
  • Aluguel de espaço
  • Reparos e manutenção
  • Suprimentos
  • Impostos
  • Contas de serviços telefônicos
  • Despesas de viagem.

Importância de Avaliar Indicadores de Lucratividade

indicadores de lucratividade importancia avaliar
É muito importante avaliar os indicadores de lucratividade, pois eles compõem a demonstração financeira da empresa junto aos índices de liquidez, endividamento e estrutura de capital.
Em um mercado altamente competitivo, os gestores precisam utilizar a informação ao seu favor, e os indicadores de desempenho são ferramentas indispensáveis à gestão estratégica.
Isso porque a qualidade das informações obtidas reflete na tomada de decisões, e os indicadores financeiros oferecem um panorama confiável, objetivo e consistente da situação do negócio.
Por meio dos índices de lucratividade, os gestores são capazes de construir estratégias, sanar dívidas, garantir a permanência da empresa no mercado e projetar o crescimento da organização.
Além disso, os números permitem a comparação com empresas concorrentes e padrões do mercado, viabilizando a criação da vantagem competitiva necessária ao sucesso do empreendimento.

Como Avaliar Indicadores de Lucratividade?

indicadores de lucratividade como avaliar
Tão importante quanto conhecer os indicadores de lucratividade é saber avaliar os dados corretamente.
Afinal, um número isolado não significa nada: é preciso interpretá-lo em relação a outros indicadores.
A avaliação de indicadores de lucratividade deve ser feita por meio da construção sequencial e histórica de números, permitindo a comparação entre quocientes e padrões.
O gestor competente deve ser capaz de apurar e relacionar os indicadores de lucratividade dentro de períodos específicos, buscando extrair tendências e projetar o crescimento da empresa.
Para isso, são recomendadas as seguintes práticas:

  • Garantir a apuração e auditoria dos indicadores de lucratividade
  • Realizar a análise de índices em associação a outros, e não isolados
  • Apurar os dados de vários anos seguidos, para acompanhar a evolução
  • Comparar os índices da organização com os dos concorrentes do segmento.

Principais Indicadores de Desempenho de Processos (KPIs)?

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Antes de dar sequência aos indicadores de lucratividade, vale a pena retomar os indicadores-chave de desempenho para avaliação de processos.
Os KPIs podem ser agrupados em inúmeras categorias e subcategorias, mas se dividem em algumas áreas principais:

  • Indicadores de eficácia: relação entre os resultados alcançados e planejados
  • Indicadores de eficiência: relação entre os resultados e recursos aplicados
  • Indicadores de capacidade: tempo de produção versus total produzido
  • Indicadores de competitividade: posição em relação à concorrência
  • Indicadores de qualidade: resultado final e satisfação do cliente.

Dentro de cada categoria, há uma infinidade de indicadores que variam conforme o segmento e objetivos da empresa.
Uma pesquisa da consultoria Mereo, de 2016, reuniu os principais indicadores de desempenho utilizados em mais de 50 empresas de diferentes setores.
Eis os KPIs campeões de análise por segmento:

  • Tecnologia da Informação: acordo de nível de serviço e efetividade
  • Recursos humanos: despesas, absenteísmo e rotatividade
  • Finanças: despesas, EBITDA, índice de desempenho de custo
  • Advocacia: revisão de contratos, fechamento de processos e despesas.

Exemplos de Indicadores de Lucratividade nas Empresas

Chegou a hora de conhecer os indicadores de lucratividade mais utilizados nas empresas e sua aplicação na gestão estratégica.
Confira os principais KPIs dos especialistas em finanças:

Margem bruta

A margem bruta revela a eficiência da empresa na administração de custos, em busca de uma margem superior de vendas.
O cálculo deve ser feito segundo a fórmula:

  • Margem bruta = lucro bruto / receita líquida.

Quando maior o resultado, melhor é o gerenciamento de custos da organização.

Margem de EBITDA

Essa margem apareceu na pesquisa anterior sobre indicadores de empresas de finanças, e não à toa: o indicador é cada vez mais utilizado para medir o caixa operacional.
EBITDA significa Earnings Before Interest, Taxes, Depreciation and Amortization, traduzido para lucros antes dos juros, imposto de renda, depreciação e amortização.
A fórmula utilizada para calcular esse indicador é a seguinte:

  • Margem de EBITDA= EBITDA / receita líquida.

Margem operacional

A margem operacional é muito útil para medir a lucratividade da empresa em relação aos aspectos operacionais, independentemente das questões de financiamento.
Por essa razão, é dada pela fórmula:

  • Margem operacional = EBIT / receita líquida.

Ou seja, a divisão dos lucros antes de juros e impostos pela receita líquida, sem a inclusão de depreciação e amortização.

Margem líquida

A margem líquida corresponde ao primeiro cálculo que abordamos, que mede o ganho ou perda da empresa em um período específico por meio da fórmula:

  • Margem líquida = lucro líquido / receita líquida.

Esses são os principais indicadores calculados para comparar os resultados da empresa com sua receita.

Como um Coach Pode Ajudar Sua Empresa a Ser Mais Lucrativa?

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O coach é um profissional especializado em valorização do capital humano que pode alavancar os lucros da sua empresa.
De acordo com pesquisa da International Coach Federation, realizada em 2016, 54% dos líderes e gestores americanos utilizam práticas de coaching no dia a dia e 60% da indústria de coaching é voltada às empresas.
Os números tendem a crescer nos próximos anos, pois o coaching chegou para ficar no mundo dos negócios.
Quer mais evidências?
Grandes líderes e CEOs como Steve Jobs (Apple), Eric Schmidt (Google) e Bill Gates (Microsoft) devem muito de seu sucesso aos coaches, como mostra este artigo da revista Inc.
O papel do coach nas empresas é formar líderes, gestores e profissionais de alta performance, capazes de utilizar seu potencial ao máximo para alcançar resultados extraordinários.
No quesito lucratividade, o coach financeiro é uma excelente aposta, pois sua especialidade é guiar a empresa para atingir todas as metas financeiras e prosperar no mercado.
Além disso, o coach pode ser particularmente útil nos processos de elaboração de KPIs e acompanhamento do desempenho da empresa, com seu olhar estratégico e orientado a resultados.

Como Se Tornar um Coach?

indicadores de lucratividade como se tornar um coach
Contratar um coach é uma excelente opção, mas melhor ainda é tornar-se você mesmo um coach profissional.
Milhares de líderes e executivos se especializam em coaching para elevar seu desempenho, desenvolver sua liderança positiva e consolidar suas empresas.
Seja para ingressar na promissora carreira de coach ou alavancar resultados nos negócios, o programa de formação em coaching executivo é um diferencial para o sucesso corporativo.
Uma das grandes referências em cursos e treinamentos da área no Brasil é a Sociedade Brasileira de Coaching, que oferece as seguintes opções de formação:

  • Personal & Professional Coaching
  • Executive Coaching
  • Positive Coaching
  • Career Coaching
  • Mentoring
  • Master in Coaching
  • MBA em Coaching
  • Psicologia positiva aplicada
  • Sales Strategies.

Com um título de coach, você pode aumentar a produtividade da organização, melhorar a retenção de talentos e elevar a lucratividade e rentabilidade do negócio.
O domínio dos KPIs será apenas mais uma de suas competências, em meio às inúmeras qualificações que fazem dos coaches os melhores líderes e gestores da nossa época.

Conclusão

indicadores de lucratividade conclusao
As dificuldades de quem quer montar uma empresa são enormes.
Incluem a burocracia estatal, a escassez de crédito, o excesso de regulação, os serviços caros, a alta carga tributária e a exigência de um domínio de gestão e finanças.
Como vimos, os indicadores de lucratividade são apenas uma parte pequena do conhecimento que você precisa para navegar nos mares agitados do empreendedorismo.
Mas esses obstáculos não podem minar a sua confiança.
Você sabia que o Brasil é considerada uma das nações mais empreendedoras do planeta?
Sim, conforme pesquisa da Global Entrepreneurship Monitor (GEM), de 2017, conduzida em conjunto com o Sebrae no país, 36 de cada 100 adultos são empreendedores ou autônomos.
Só que muitos deles não estão dedicando esforços para aprender melhor o que são indicadores de lucratividade e outros instrumentos essenciais do controle financeiro de uma empresa.
Sem saber para onde vão, acabam se perdendo no caminho.
Por isso, antes de investir e tirar o negócio do papel, é importante pesquisar ainda mais sobre o assunto.
Vale se debruçar também sobre ensinamentos de liderança, gestão de pessoas, persuasão, vendas e muito mais.
E nessa jornada de esforços e conquistas, conte com o coaching para materializar todos os seus sonhos.
Gostou das dicas sobre os indicadores de lucratividade e as ferramentas de desenvolvimento pessoal que o ajudarão nessa estrada empreendedora?
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Brian Tracy

Brian Tracy é uma das maiores autoridades em coaching e negócios do mundo: em mais de 30 anos de atuação, passaram por suas palestras e seminários mais de 5 milhões de pessoas. Já atuou como coach e consultor em mais de mil empresas. Autor de dezenas de best-sellers, foi homenageado em 2011 com o Lifetime Achievement Award, concedido pela National Academy of Best Selling Authors. É fundador e CEO da Brian Tracy International, tem uma carreira de sucesso, principalmente nos setores de vendas e marketing, investimentos, desenvolvimento imobiliário, importação, distribuição e consultoria de gestão.

Flora Victória

Flora Victoria é fundadora da Sociedade Brasileira de Coaching, presidente da SBCOACHING Training e Mestre em Psicologia Positiva Aplicada pela University of Pennsylvania. Diretora educacional das empresas do SBCOACHING Group e founding fellow do Institute of Coaching (IOC) – órgão afiliado à Harvard Medical School dedicado ao avanço do coaching, Flora é considerada a maior especialista em psicologia positiva aplicada ao coaching do país. Seu trabalho precursor resultou na criação do primeiro treinamento de positive coaching do Brasil. Pioneira na condução de projetos de pesquisa e comprovação científica do coaching no país, tem contribuído significativamente para consolidar a credibilidade desse processo e estimular seu desenvolvimento no Brasil e no mundo.

Como trainer e master coach, Flora já participou da formação de mais de 45 mil coaches no Brasil. Responsável pelas parcerias internacionais firmadas pela SBCOACHING com instituições globais, Flora tem trazido para o Brasil o que há de melhor e de mais atual no coaching internacional. Flora representa a Sociedade Brasileira de Coaching como membro da Graduate School Alliance for Executive Coaching (GSAEC), instituição especializada no ensino acadêmico do coaching, e da Association for Coaching (AC), credenciadora internacional presente em mais de 50 países.

Escritora de obras que são referência no coaching mundial, Flora é coautora dos livros Personal & Professional Coaching®, Executive & Business Coaching®, Positive Psychology Coaching® e Career Coaching®, entre outros. Em parceria com Brian Tracy e Villela da Matta, escreveu Estratégias Avançadas de Vendas e Engajamento Total. Como parte de sua contribuição para o coaching global, Flora foi convidada a integrar uma equipe internacional cujo objetivo foi discutir e compreender a diversidade do coaching no mundo. Esse trabalho resultou no livro Diversity in Coaching: Working with Gender, Culture, Race and Age, lançado pela Association for Coaching (AC). Como especialista em coaching, negócios, liderança e psicologia positiva, escreve artigos para a Revista SBCOACHING, para a Revista Científica Brasileira de Coaching e para diversos portais.

Com graduações acadêmicas e especializações nas áreas de Governança Corporativa pela Harvard Business School, MBA pela FGV, Marketing pela ESPM e Tecnologia pela USCS, a expert em ciências comportamentais, Flora, aplica seu sólido conhecimento teórico e prático para contribuir com diferentes públicos na conquista de resultados e aumento de realizações.

Com uma experiência organizacional consolidada ao longo de 30 anos, antes de fundar a SBCOACHING Flora foi executiva da Claro e atuou em grandes empresas como Volkswagen, Ford e Bell South, nas áreas de planejamento estratégico, gestão de mudanças, governança corporativa, tecnologia e finanças. À frente da SBCOACHING Training™, dedica-se continuamente a expandir o portfólio de serviços e a elevar cada vez mais a qualidade e a eficácia do coaching.