Inteligência Intrapessoal: Conceito, Como Desenvolver e Importância

Já ouviu falar sobre inteligência intrapessoal e o potencial de quem sabe olhar para dentro de si mesmo?

Essa é uma capacidade importante no seu desenvolvimento pessoal e profissional.

Com ela, você adquire a habilidade de trabalhar em suas limitações, potencializar suas características positivas e enxergar melhor as oportunidades que aparecem na sua vida.

Isso significa tomar decisões melhores: encurtar o caminho até o emprego dos seus sonhos, descobrir como progredir na carreira e compreender suas motivações e inseguranças ao lidar com amigos, colegas, familiares e gestores.

Parece uma boa ideia?

Então, siga a leitura para entender tudo sobre inteligência pessoal e como aplicá-la em seu dia a dia, com resultados imediatos e duradouros.

O que é Habilidade ou Inteligência Intrapessoal? Conceito

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O autoconhecimento é essencial para compreender o mundo ao redor.

A habilidade ou inteligência intrapessoal é definida como a capacidade de conhecer a si mesmo e utilizar plenamente as próprias competências.

Não foi à toa que os gregos eternizaram a máxima “Conhece-te a ti mesmo”, nas palavras do filósofo Sócrates, pois o autoconhecimento é essencial para compreender o mundo ao redor.

Afinal, quando olhamos para nós mesmos, conseguimos entender as motivações, desejos e ações dos outros.

Quem identificou a inteligência intrapessoal foi o psicólogo Howard Gardner, com sua célebre Teoria das Inteligências Múltiplas.

Em sua obra Estruturas da mente: a teoria das inteligências múltiplas (Artes Médicas Sul, 2002), Gardner critica a ideia de que a inteligência é uma propriedade única e defende um conjunto mais amplo de competências humanas.

O autor vai além da noção de inteligência como “Q.I.” e reconhece 7 categorias de capacidades totalmente independentes.

Entre essas capacidades, está a inteligência intrapessoal, que se destaca por ser a mais introspectiva.

Ou seja, uma pessoa com boa inteligência intrapessoal deve ser capaz de acessar suas emoções e pensamentos com clareza.

Mas não basta olhar no espelho e reconhecer quem você vê.

Para desenvolver a capacidade intrapessoal, é preciso que a imagem de si próprio seja verdadeira e coerente.

Com um reflexo efetivo e realista, você se torna capaz de explorar seus pontos fortes, controlar suas emoções e se adaptar a qualquer situação.

Então, vem a pergunta: será que realmente é possível fazer uma autoavaliação

confiável?

Vamos descobrir nos próximos tópicos.

Principais Características da Inteligência Intrapessoal

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Para desenvolver a capacidade intrapessoal, é preciso que a imagem de si próprio seja verdadeira e coerente.

A inteligência intrapessoal pode ser reconhecida pelas suas principais características, que nem sempre são claras para a maioria de nós.

Vamos desvendá-las:

Autoconhecimento efetivo: quem é você?

Conhecer a si mesmo pode ser um desafio e tanto, pois muitas pessoas simplesmente não dão a devida atenção aos seus sentimentos, valores e impulsos.

Para você ter uma ideia, uma série de pesquisas realizadas nos EUA pela psicóloga Tasha Eurich chegou à conclusão de que apenas 15 % das pessoas realmente são conscientes de si mesmas e têm uma autoimagem real.

Segundo a pesquisadora, a maioria de nós opera em uma espécie de “piloto automático”, totalmente desatentos a nossas próprias atitudes e comportamentos.

Assim, para fazer uma boa autoavaliação e desenvolver a autoconsciência, é preciso partir de alguns aspectos fundamentais:

  • Controle sobre as emoções
  • Consciência autocrítica
  • Desenvolvimento da autoestima
  • Valorização da autonomia
  • Prática da autoatualização.

É importante frisar: quem está no controle das próprias emoções direciona muito melhor suas ações.

Por essa razão, o autoconhecimento só é possível quando você sabe exatamente o que está sentindo, quais são suas emoções mais frequentes e por que as experimenta dessa forma.

Depois de se conectar com as sensações, você precisa desenvolver um olhar crítico sobre si mesmo.

E a crítica diz respeito ao discernimento, pois é necessário que você compreenda plenamente seus pontos fortes e fracos, seus erros e acertos.

Mas todos nós tendemos a exaltar somente nosso lado bom, certo?

Nem sempre. As pessoas têm o hábito de falhar em assumir seus defeitos, mas isso também acontece com as qualidades.

É por isso que a autoestima também é fundamental nesse processo.

Você deve ser capaz de reconhecer suas forças e fraquezas na mesma medida, trabalhando continuamente a autoconfiança e valorização de si mesmo.

Uma consequência de aceitar-se e respeitar-se é a autonomia, que diz respeito à sua capacidade de iniciativa, liberdade de pensamento e independência.

Resumindo até aqui: se você já controla suas emoções, reconhece seus defeitos e qualidades, confia em si mesmo e toma à frente da própria vida, só falta colocar em prática a autoatualização.

O conceito está associado à autorrealização e significa ser capaz de maximizar seu potencial para realizar-se plenamente como ser humano, tendo em vista seu contexto social e relação com o mundo.

Desse modo, a inteligência intrapessoal exige que você mergulhe profundamente dentro de si mesmo, sem perder a realidade de vista – pois só assim a referência é confiável.

Definição de objetivos: o que você quer?

Cada vez que você determina, persegue e alcança objetivos, você está exercitando sua inteligência intrapessoal.

Não basta saber quem você é: é preciso definir exatamente o que você quer.

Cada vez que você determina, persegue e alcança objetivos, você está exercitando sua inteligência intrapessoal.

Como vimos lá no início, esse tipo de inteligência inclui a capacidade de direcionar seu comportamento de acordo com suas metas.

Ou seja, uma vez que você se conhece de fato, pode usar suas competências de forma estratégica para realizar todas as suas aspirações.

E acredite: saber aonde você quer chegar é uma das maiores provas de autoconsciência.

Identificação de valores: o que é importante para você?

Por fim, a identificação de valores representa a última característica fundamental da inteligência intrapessoal.

O que é importante para você: liberdade, honestidade, justiça?

Essa pergunta deve ser respondida com absoluta sinceridade, para que você possa definir suas reais prioridades e alinhá-las com seu propósito de vida.

Uma vez que você tenha descoberto seus principais valores, deverá cruzar cada um deles com suas metas de vida, garantindo que estejam coerentes.

Esse é um dos grandes segredos da inteligência intrapessoal: conhecer-se bem o suficiente para harmonizar seus objetivos com seus princípios.

Inteligência Intrapessoal e Sua importância

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Uma vez que você tenha descoberto seus principais valores, deverá cruzar cada um deles com suas metas de vida, garantindo que estejam coerentes.

A inteligência intrapessoal é importante, porque torna você capaz de desenvolver seu potencial ao máximo, de forma consciente e independente.

Nas palavras do próprio Howard Gardner:

As pessoas que possuem um profundo entendimento de suas forças e necessidades estão em uma posição muito melhor que aquelas com autoconhecimento limitado ou distorcido.”

O autor ainda propõe dois tipos de inteligência pessoal: a inteligência intrapessoal e interpessoal.

Enquanto a intrapessoal diz respeito ao autoconhecimento, a interpessoal trata do conhecimento em relação às outras pessoas, incluindo suas motivações e valores.

Ambos os tipos de inteligência se complementam, pois tudo o que você enxerga dentro de si é refletido no comportamento dos outros – e vice-versa.

Quando você se conhece, passa a utilizar suas referências para penetrar na mente das pessoas ao redor e influenciá-las.

E esta é apenas uma das funções da inteligência intrapessoal, que também ajuda nos seguintes aspectos:

  • Distinguir suas necessidades e sentimentos
  • Compreender suas próprias contradições
  • Tomar decisões acertadas em cada área da vida
  • Encontrar o equilíbrio da sua personalidade
  • Valorizar seus pontos fortes com eficiência
  • Usar seu autoconhecimento para compreender as motivações humanas.

Como Tornar os Relacionamentos Intrapessoais Melhores?

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De fato, enxergar-se pode ser desafiador – e até mesmo assustador.

A boa notícia é que é possível melhorar o relacionamento intrapessoal e alavancar o processo de autoconhecimento.

Segundo o psicólogo Daniel Goleman, considerado o “pai da inteligência emocional”, a relação intrapessoal é a capacidade de integrar autoconhecimento, autodomínio e automotivação.

Em seu livro Inteligência emocional: A teoria revolucionária que redefine o que é ser inteligente (Objetiva, 2012), o autor define a combinação dos relacionamentos intrapessoal e interpessoal como inteligência emocional.

Assim, esse tipo de inteligência se caracteriza pela capacidade de conhecer a si mesmo e aos outros, gerindo nossas emoções e relações sociais.

No entanto, é muito mais fácil encontrar dicas de como desenvolver as relações interpessoais do que intrapessoais.

Isso ocorre porque muitas pessoas estão mais preocupadas em aprender sobre o comportamento alheio do que entenderem a si próprias.

De fato, enxergar-se pode ser desafiador – e até mesmo assustador.

Mas algumas atitudes podem ajudar você a se conhecer melhor, respeitando seu tempo e seus limites:

1. Conecte-se com você

Antes de aprender a controlar suas emoções, você precisa saber identificá-las com precisão.

Você deve estar pensando: “Ué, mas eu sei o que estou sentindo”.

Surpreendentemente, talvez você não saiba.

Vivemos em uma sociedade cada vez mais rápida e dinâmica, na qual o ritmo acelerado nos afasta cada vez mais de nossos sentidos.

O resultado é que, muitas vezes, sequer percebemos que estamos ansiosos, com raiva, apreensivos ou confusos.

Por isso, é fundamental reconectar-se com você mesmo e prestar atenção a cada emoção vivenciada no dia a dia.

2. Descubra sua missão, visão e valores

Você já se deparou com os conceitos de missão, visão e valores de diversas empresas, e agora deve definir os seus próprios.

Qual é o seu propósito de vida? Aonde você quer chegar? O que é importante para você nesse processo?

Responder a essas perguntas pode ser um ótimo ponto de partida para uma jornada pelo autoconhecimento e uma relação intrapessoal muito mais profunda.

3. Cultive a humildade

Para conhecer a si mesmo de fato, você precisa aceitar que é um ser incompleto, em constante desenvolvimento.

A humildade diz respeito à consciência sobre a condição humana, que limita nosso conhecimento e nos torna eternos aprendizes.

Se você acreditar que sabe tudo sobre si mesmo, estará desperdiçando todas as chances de descobrir novos potenciais e aprimorar suas competências.

4. Encontre sua motivação

Os indivíduos com boa relação intrapessoal trabalham constantemente sua automotivação para alcançar seus objetivos.

Para isso, você precisa descobrir seus mais profundos motivos existenciais – aquilo que dá sentido à caminhada e faz você se levantar da cama todos os dias.

Reserve um tempo para pensar em seus ideais, sonhos e desejos mais íntimos, deixando que a imaginação flua para encontrar sua essência.

5. Esteja aberto ao feedback

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Ao receber o feedback de amigos, familiares e colegas de trabalho, você desenvolve uma autoimagem mais nítida de si mesmo e ainda nutre sua autoconfiança.

Uma parte essencial do autoconhecimento está na capacidade de ouvir a opinião dos outros sobre você.

Por mais que você reflita sobre si mesmo, há pontos cegos sobre nós que não conseguimos enxergar sem a ajuda de outras perspectivas.

Ao receber o feedback de amigos, familiares e colegas de trabalho, você desenvolve uma autoimagem mais nítida de si mesmo e ainda nutre sua autoconfiança.

Essa atitude diminui consideravelmente o risco de ter uma visão distorcida de si mesmo, que pode prejudicar – e muito – os relacionamentos intrapessoal e interpessoal.

6. Viva experiências enriquecedoras

Para além dos exercícios mentais, você pode conhecer a si mesmo por meio de experiências enriquecedoras.

Uma viagem a um destino exótico, contato com outras culturas, participação em atividades artísticas, trabalho social e até mesmo uma troca de ideias aberta e sincera com um gestor são exemplos de vivências valiosas.

É no contato com diferentes pessoas, ambientes e estímulos que descobrimos os aspectos mais inesperados sobre nossa personalidade e emoções.

Por isso, se você quer se conhecer melhor, conheça tudo o que puder ao seu redor.

7. Procure apoio profissional

Embora o autoconhecimento seja uma viagem interior, você não precisa fazer isso sozinho.

Felizmente, há profissionais dedicados a facilitar essa autodescoberta e indicar o caminho mais curto para desvendar a si mesmo e explorar seus potenciais.

Alguns exemplos de experiências voltadas à relação intrapessoal são as metodologias de coaching, mentoria e aconselhamento, que promovem o autoconhecimento por meio de técnicas e ferramentas de alto nível.

Desenvolvimento da Inteligência Intrapessoal com o Coaching

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Seja no coaching de vida, coaching executivo, coaching de liderança ou outras áreas, a importância da autodeterminação está presente em todas as áreas da metodologia.

O coaching vem se destacando como uma das estratégias mais eficientes para desenvolver a inteligência intrapessoal e gerir competências.

Diferentemente da noção de ensino, consultoria ou treinamento, o coaching parte do autoconhecimento para promover resultados extraordinários na vida das pessoas.

Seja no coaching de vida, coaching executivo, coaching de liderança ou outras áreas, a importância da autodeterminação está presente em todas as áreas da metodologia.

Para isso, o coach desenvolve um relacionamento de alto nível com o coachee, estimulando a autoconsciência por meio de perguntas poderosas.

Diversos autores já apontaram como a inteligência emocional é decisiva no processo de coaching, como a psicóloga Susan David, que defende o estímulo ao conhecimento e gestão das emoções como caminhos para a mudança definitiva.

Logo, o coaching é a melhor solução para aprimorar a inteligência intrapessoal, pois respeita sua autonomia e competência para encontrar suas próprias respostas dentro de si.

Conceito de Inteligência

Há inúmeras formas de compreender a inteligência, mas a definição mais tradicional é “capacidade mental de raciocinar, compreender, planejar, resolver problemas e abstrair ideias”.

Antes da Teoria das Inteligências Múltiplas, a inteligência era tratada como um aspecto único e quantificável por meio dos famosos testes de Q.I.

Felizmente, Gardner desafiou a visão clássica de inteligência e trouxe um conceito muito mais abrangente das competências – digno da complexidade humana.

Mas como interpretar essa teoria e aplicá-la em sua vida pessoal e profissional?

É o que vamos descobrir a seguir.

Tipos de Inteligência

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Antes da Teoria das Inteligências Múltiplas, a inteligência era tratada como um aspecto único e quantificável por meio dos famosos testes de Q.I.

Agora que você já deu os primeiros passos no caminho do autoconhecimento, vamos conhecer melhor os tipos de inteligência, conforme as definições de Gardner:

Intrapessoal

Capacidade de conhecer a si próprio e usar esse conhecimento ao seu favor, explorando seus potenciais e administrando suas fraquezas.

Musical

Capacidade de perceber, discriminar, transformar e expressar formas musicais.

Diz respeito a habilidades como a sensibilidade ao ritmo, tom, melodia e timbre, além de entendimento formal e intuitivo da música.

Lógica

Capacidade de raciocínio dedutivo e uso de números para relacionar conceitos abstratos, incluindo sensibilidade a relações lógicas, classificações, cálculos e inferências.

Linguística

Capacidade universal de utilizar a linguagem na forma de fala e escrita, relacionada ao aprendizado de idiomas e habilidades de comunicação por meio das palavras.

Espacial

Capacidade de perceber informações visuais e espaciais, modificando e interagindo com as percepções para recriar imagens.

Abrange a sensibilidade a cores, formas, espaços, linhas, tamanhos, etc.

Corporal

Capacidade de usar o corpo de diferentes maneiras para atingir objetivos, envolvendo habilidades complexas de coordenação, equilíbrio, força, flexibilidade e velocidade.

Interpessoal

Capacidade de conhecer e se relacionar com as outras pessoas de modo eficiente, reconhecendo seus sentimentos e prevendo comportamentos.

Também diz respeito ao desenvolvimento da empatia e compaixão.

Existencialista

Capacidade do indivíduo em situar sua existência de acordo com seu tempo, local e contexto, tendo como referência as características essenciais da condição humana.

Emocional

Capacidade que combina as inteligências pessoais e determina a habilidade de conhecer a si mesmo e aos outros. Engloba a distinção entre as próprias emoções e reações alheias, além da habilidade de controle e influência.

Naturalista

Capacidade de reconhecer e classificar os objetos naturais, como a flora e fauna do planeta.

Nesse tipo de inteligência, destacam-se os indivíduos que conseguem identificar e perceber relações entre as espécies.

Conclusão

É normal ter dúvidas em relação às suas potencialidades, e ajudar a desenvolvê-las é a especialidade do coaching.

E você, consegue reconhecer suas inteligências e capacidades mais desenvolvidas?

E aquelas que precisa aprimorar?

É normal ter dúvidas em relação às suas potencialidades, e ajudar a desenvolvê-las é a especialidade do coaching.

Com o auxílio do coach, a jornada intrapessoal traz resultados poderosos e duradouros.

Esse profissional dispõe de ferramentas e técnicas de psicologia, programação neurolinguística e outras áreas para favorecer a sua autoavaliação e o seu autoconhecimento.

Então, se você quer se conhecer de verdade, vale a pena embarcar nessa aventura intrapessoal – e mudar para sempre o reflexo no espelho.

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Brian Tracy é uma das maiores autoridades em coaching e negócios do mundo: em mais de 30 anos de atuação, passaram por suas palestras e seminários mais de 5 milhões de pessoas. Já atuou como coach e consultor em mais de mil empresas. Autor de dezenas de best-sellers, foi homenageado em 2011 com o Lifetime Achievement Award, concedido pela National Academy of Best Selling Authors. É fundador e CEO da Brian Tracy International, tem uma carreira de sucesso, principalmente nos setores de vendas e marketing, investimentos, desenvolvimento imobiliário, importação, distribuição e consultoria de gestão.

Flora Victória

Flora Victoria é fundadora da Sociedade Brasileira de Coaching, presidente da SBCOACHING Training e Mestre em Psicologia Positiva Aplicada pela University of Pennsylvania. Diretora educacional das empresas do SBCOACHING Group e founding fellow do Institute of Coaching (IOC) – órgão afiliado à Harvard Medical School dedicado ao avanço do coaching, Flora é considerada a maior especialista em psicologia positiva aplicada ao coaching do país. Seu trabalho precursor resultou na criação do primeiro treinamento de positive coaching do Brasil. Pioneira na condução de projetos de pesquisa e comprovação científica do coaching no país, tem contribuído significativamente para consolidar a credibilidade desse processo e estimular seu desenvolvimento no Brasil e no mundo.

Como trainer e master coach, Flora já participou da formação de mais de 45 mil coaches no Brasil. Responsável pelas parcerias internacionais firmadas pela SBCOACHING com instituições globais, Flora tem trazido para o Brasil o que há de melhor e de mais atual no coaching internacional. Flora representa a Sociedade Brasileira de Coaching como membro da Graduate School Alliance for Executive Coaching (GSAEC), instituição especializada no ensino acadêmico do coaching, e da Association for Coaching (AC), credenciadora internacional presente em mais de 50 países.

Escritora de obras que são referência no coaching mundial, Flora é coautora dos livros Personal & Professional Coaching®, Executive & Business Coaching®, Positive Psychology Coaching® e Career Coaching®, entre outros. Em parceria com Brian Tracy e Villela da Matta, escreveu Estratégias Avançadas de Vendas e Engajamento Total. Como parte de sua contribuição para o coaching global, Flora foi convidada a integrar uma equipe internacional cujo objetivo foi discutir e compreender a diversidade do coaching no mundo. Esse trabalho resultou no livro Diversity in Coaching: Working with Gender, Culture, Race and Age, lançado pela Association for Coaching (AC). Como especialista em coaching, negócios, liderança e psicologia positiva, escreve artigos para a Revista SBCOACHING, para a Revista Científica Brasileira de Coaching e para diversos portais.

Com graduações acadêmicas e especializações nas áreas de Governança Corporativa pela Harvard Business School, MBA pela FGV, Marketing pela ESPM e Tecnologia pela USCS, a expert em ciências comportamentais, Flora, aplica seu sólido conhecimento teórico e prático para contribuir com diferentes públicos na conquista de resultados e aumento de realizações.

Com uma experiência organizacional consolidada ao longo de 30 anos, antes de fundar a SBCOACHING Flora foi executiva da Claro e atuou em grandes empresas como Volkswagen, Ford e Bell South, nas áreas de planejamento estratégico, gestão de mudanças, governança corporativa, tecnologia e finanças. À frente da SBCOACHING Training™, dedica-se continuamente a expandir o portfólio de serviços e a elevar cada vez mais a qualidade e a eficácia do coaching.