Liderança situacional: o que é, como funciona e benefícios

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Você sabe como funciona a liderança situacional e como ela pode beneficiar a sua empresa?

Esse modelo consiste em moldar a liderança de acordo com o nível de maturidade dos colaboradores e as situações que se apresentam no dia a dia do negócio.

Ou seja: não são os colaboradores que se adequam ao estilo de liderança, e sim o líder que modifica a sua maneira de conduzir a equipe.

Mas para colocar a liderança situacional em prática, é preciso conhecer o perfil de cada colaborador para identificar em qual nível de maturidade eles se encontram.

Parece confuso?

Não se preocupe.

Vamos explorar em detalhes esse universo ao longo dos seguintes tópicos:

  • O que é liderança situacional
  • A maturidade profissional
  • Fases da liderança
  • Como o líder deve agir
  • Coaching para desenvolvimento da liderança
  • Por que investir
  • Inteligência emocional
  • Coaching para inteligência emocional.

O que é liderança situacional?

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Liderança situacional é um modelo em que o líder molda o seu comportamento de acordo com as diferentes situações e demandas do negócio.

Essa adequação é voltada a conduzir os colaboradores de acordo o nível de conhecimento e competência que apresentam.

Justamente por isso, a liderança situacional é relevante em contextos de crises e conflitos, pois ela permite lidar com adversidades de forma flexível.

Em um artigo para a revista Chron, Leigh Anthony aponta que a liderança situacional se refere a um líder ou gestor que ajusta o seu estilo ao nível de desenvolvimento dos seguidores que deseja influenciar.

“Com a liderança situacional, cabe ao líder mudar seu estilo – não o seguidor a se adaptar ao estilo do líder”, aponta Anthony.

Teoria de Paul Hersey e Kenneth Blanchard

A liderança situacional surgiu com a teoria de Paul Hersey e Kenneth Blanchard no fim da década de 1960.

De acordo com os estudiosos norte-americanos, o modelo de liderança situacional considerava o nível de maturidade dos profissionais para modificar o estilo de liderança.

Em outras palavras, o que eles defenderam foi que o líder deveria se adequar ao perfil e necessidades das equipes que estavam à frente.

Em um artigo para o portal Verywell Mind, a consultora educacional Kendra Cherry destaca que essa teoria sugere que não há um estilo de liderança único que seja o melhor.

Em vez disso, o melhor estilo depende da situação, das estratégias e do melhor modelo para um tipo específico de tarefa.

“De acordo com essa teoria, os líderes mais eficazes são aqueles que conseguem adaptar seu estilo à situação e observam sugestões como o tipo de tarefa, a natureza do grupo e outros fatores que podem contribuir para a realização do trabalho”, afirma a autora.

A maturidade profissional

Na liderança situacional, a maturidade profissional é compreendida como o nível de conhecimento e competência de cada indivíduo da equipe.

Em Sucessão na empresa familiar (NBL Editora, 2009), José Ferreira de Macedo afirma que a liderança situacional se baseia na intensidade da orientação no que se refere à tarefa e ao comportamento das relações.

“Ela se baseia numa relação da quantidade de orientação, direção e apoio socioemocional dado pelo líder com o nível de maturidade dos subordinados no desempenho de uma tarefa, função ou objetivo específico”, diz o autor.

Assim, se deseja adotar a liderança situacional na empresa, você precisa avaliar as competências dos colaboradores e a capacidade de cada um em assumir responsabilidades.

Depois, deve refletir sobre qual estilo de liderança provocará os melhores resultados para cada grau de maturidade profissional.

Entendendo a maturidade do subordinado

Como você acabou de ler, o estilo adequado de liderança depende do nível de maturidade de cada colaborador.

A teoria de Hersey e Blanchard identifica quatro níveis de maturidade, conforme explica Kendra Cherry no artigo.

Eles são classificados conforme o estágio de prontidão.

Segundo a autora, os níveis de maturidade incluem:

    • P1: membros do grupo com pouco conhecimento, habilidades e disposição para completar tarefas
    • P2: colaboradores dispostos e entusiasmados, mas com pouco conhecimento
    • P3: colaboradores com habilidades e capacidade para completar a tarefa, mas não estão dispostos a assumir responsabilidade
    • P4: altamente qualificados e dispostos a completarem as tarefas.

Siga com a leitura para descobrir adiante qual estilo de liderança é o mais adequado para cada nível de maturidade.

Como funciona a liderança situacional?

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Na prática, a liderança situacional funciona a partir do entendimento de que não existe uma forma ideal para conduzir a equipe e tomar todas as decisões.

Assim, seu papel à frente dos colaboradores é ser flexível, uma vez que existem várias maneiras de lidar com as situações e problemas enfrentados no dia a dia da empresa.

Por isso, você precisa conhecer de forma abrangente as individualidades de cada integrante da equipe.

É justamente a partir desse mapeamento que a liderança situacional funciona.

Afinal, você poderá delegar tarefas e liderar conforme o perfil dos colaboradores, de modo a incentivar a melhor performance para cada indivíduo da equipe.

Percebe como esse modelo de liderança é mais vantajoso para alcançar os objetivos organizacionais ao otimizar a sua função como líder para cada colaborador?

No livro Recursos Humanos: fundamentos e processos (Iesde Brasil, 2016), José de Oliveira Franco afirma que esse modelo separa os traços de liderança em dois blocos: liderança orientada para a tarefa e liderança orientada para relacionamentos.

O autor explica que o nível de prontidão (ou maturidade, como você viu antes) supõe que os colaboradores têm mais ou menos disposição e confiança para realizar tarefas, dependendo da interação e relacionamento com o líder.

“À medida que o nível de prontidão de um dos membros do grupo cresce, o líder deveria orientar mais o seu estilo para o relacionamento do que para a tarefa, o que aumentaria mais a prontidão do membro do grupo a continuar desenvolvendo com maior habilidade e disposição suas tarefas”, avalia Franco.

Quais as fases da liderança situacional?

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De acordo com a Teoria de hersey e Blanchard, há quatro modelos de liderança.

Confira quais são os estilos e para qual nível de maturidade dos colaboradores eles devem ser utilizados.

Direção

Estilo 1. Esse estilo pressupõe que o líder diga ao colaborador como deve realizar as tarefas, principalmente quando ele ainda não tem o conhecimento ou confiança para executá-la.

“Um dos estilos mais antigos, direcionar é frequentemente descrito como autocrático. Alguém que usa esse estilo diz às pessoas o que fazer e espera que elas façam”, aponta o estrategista de negócios John Boyens, em um artigo para a revista Forbes.

Orientação

Estilo 2. O líder que orienta é aquele que gera ideias para os colaboradores e orienta na execução das tarefas, supervisionando-as continuamente.

De acordo com Boyens, trata-se do estilo de liderança que prepara os colaboradores para o futuro.

Apoio

Estilo 3. Nessa fase da liderança, o líder apoia os colaboradores para que eles se sintam confiantes.

Boyens aponta que, nesse estilo, o líder não está tão interessado em dar ordens e em gerenciar cada detalhe, uma vez que dá aos colaboradores as ferramentas das quais eles precisam para se desenvolverem.

Delegação

Estilo 4. É quando o líder delega responsabilidades para colaboradores maduros e capazes de executar as tarefas, gerando autonomia e liberdade.

“O líder transfere o poder de decisão para um ou mais funcionários, mas permanece responsável por suas decisões”, resume Boyens.

Modos de liderança x maturidade do subordinado

lideranca situacional modos maturidade subordinado

Agora que você conhece os níveis de maturidade dos colaboradores, vamos dar um passo além para descobrir como utilizar essa informação.

É hora de combinar esses níveis com os estilos de liderança:

  • Baixa maturidade (P1) combina com estilo 1
  • Média maturidade (P2) combina com estilo 2
  • Média maturidade (P3) combina com estilo 3
  • Alta maturidade (P4) combina com estilo 4.

Como o líder situacional deve agir? Quais são suas principais qualidades?

Confira quais são as principais qualidades do líder situacional que ajudam a moldar o seu comportamento com os liderados.

Flexibilidade

Como o objetivo central da liderança situacional é a mudança de estilo conforme a maturidade, ter flexibilidade é uma característica essencial do líder.

Só assim é possível se adaptar às diferentes situações e perfis de colaboradores para potencializar os resultados da liderança.

Comunicação

O líder situacional precisa saber comunicar suas ideias aos colaboradores, de modo que exerça uma influência de fato.

Isso é útil tanto na hora de motivar outras pessoas quanto ao delegar as tarefas e orientar os funcionários a respeito da execução.

Relacionamento

Lembre-se de que a liderança situacional tem relação com o seu relacionamento com os subordinados.

Na medida em que eles adquirem maturidade, você deve focar ainda mais no relacionamento, construindo laços com os colaboradores e motivando-os a perseguir os objetivos organizacionais.

Resiliência

Nenhuma empresa está livre de situações desfavoráveis ou crises, não é mesmo?

Portanto, é essencial que o líder situacional tenha resiliência para lidar com os diferentes contextos, buscando a melhor forma de liderança para superar as conjunturas ruins.

Abordagem

Se você precisa exercer diferentes estilos de liderança, também é necessário dominar a forma da abordagem com os colaboradores, certo?

Para equipes com baixa maturidade, se dedicar à orientação é uma forma de abordagem possível.

Já com colaboradores com alta maturidade, você tem liberdade para dar autonomia e adotar uma abordagem focada em relacionamento, por exemplo.

Como o Coaching auxilia no desenvolvimento de lideranças?

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Quer desenvolver ainda mais a liderança na empresa e se tornar uma fonte de inspiração para sua equipe?

O coaching é um processo que se dedica ao desenvolvimento de competências e habilidades comportamentais.

Assim, ajuda líderes e gestores que buscam desenvolver uma liderança aprimorada.

Nesse caso, o coaching potencializa as virtudes, corrige as vulnerabilidades e cria um plano de ação que tem como ponto de partida os objetivos estabelecidos.

Com o coaching, você desenvolve o autoconhecimento, que permite compreender seus próprios comportamentos e padrões de pensamento.

Você também compreende qual é o seu perfil de líder ao longo do processo.

Isso é essencial para conseguir, de fato, motivar a equipe, gerar feedbacks construtivos, ter um diálogo efetivo e incentivar a troca de ideias.

Outros benefícios do coaching para líderes são o gerenciamento do estresse e ansiedade, capacidade de diálogo, gestão de tempo, definição de prioridades e implementação de mudanças.

Por que investir na prática da liderança situacional?

Ainda não tem certeza de que a prática da liderança situacional é a melhor opção para gerenciar sua equipe?

A primeira razão para mudar de ideia é que esse modelo ajuda na criação de equipes mais produtivas e engajadas, uma vez que os colaboradores conquistam autonomia, mesmo que aos poucos.

Isso é bastante benéfico para a empresa, pois engaja e motiva os colaboradores na busca pelos objetivos do negócio.

E esse é o desejo de todo gestor ou líder, não é mesmo?

Outra razão está no fato de que a flexibilidade da liderança facilita a obtenção de melhores resultados.

Afinal, um modelo de liderança engessada, que não muda de acordo com o contexto, muitas vezes se torna ineficiente para as demandas da empresa.

Pelo contrário, com a liderança situacional, é possível agir conforme as exigências do contexto, adaptando a atuação do líder para melhor conduzir a equipe.

De acordo com um guia do The Center for Leadership Studies, outras razões para apostar na liderança situacional incluem:

  • Criação de uma linguagem comum de performance
  • Utilização de um modelo multidirecional para influenciar a organização
  • Aceleração do ritmo e qualidade do desenvolvimento dos colaboradores
  • É um processo repetível para influenciar de forma eficiente o comportamento de outras pessoas
  • Abordagem de situações em que as pessoas estão se desenvolvendo ou regredindo.

Quais os benefícios da liderança situacional para as empresas?

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Na sequência, conheça os principais benefícios que a liderança situacional pode gerar para a sua empresa.

Flexibiliza o cotidiano

O cotidiano da empresa se torna mais flexível justamente porque o líder conduz a equipe de maneiras diferentes, dependendo do momento que o negócio vivencia.

Essa dinâmica de liderança contribui para a motivação dos colaboradores e ajuda a empresa a encontrar melhores soluções para problemas que surgem na rotina organizacional.

Torna a comunicação mais eficiente

Como o líder se comunica de diferentes maneiras com os colaboradores, sempre com clareza e cuidado, a própria comunicação é mais eficiente.

Isso ajuda a construir uma relação de confiança com os liderados, que contribui para um ambiente de trabalho saudável, produtivo e motivador.

Delega tarefas porque confia na equipe

A liderança situacional busca elevar o nível de autonomia e maturidade dos colaboradores.

É por isso que a delegação de tarefas é facilitada, já que o líder tem mais confiança na equipe para a execução das atividades.

Ao mesmo tempo, os colaboradores se sentem mais confiantes e engajados, pois recebem o aval do líder, que dá liberdade para a tomada de decisão e espaço para que os profissionais desempenhem atividades relevantes para a empresa.

Fortalece o clima organizacional e deixa a equipe mais resiliente

Com autonomia dos colaboradores, comunicação eficiente e rotina dinâmica, outro benefício é o fortalecimento do clima organizacional.

A equipe se torna mais resiliente para lidar com as adversidades, já que o líder a conduz da melhor forma de acordo com a situação.

A inteligência emocional e o desenvolvimento da liderança

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Você sabe o que significa inteligência emocional e por que ela é tão importante no exercício da liderança?

Inteligência emocional é a capacidade de identificar e controlar as suas emoções por meio do autoconhecimento.

Ela é uma forma de atingir o equilíbrio emocional, seja no trabalho ou na vida pessoal.

E é por isso que essa habilidade é fundamental para a liderança, pois ela afeta não apenas o estado emocional do líder, mas a sua relação com os outros.

A inteligência emocional traz diferentes benefícios para os líderes, como:

  • Redução do estresse e ansiedade
  • Aumento da empatia
  • Autoestima
  • Comprometimento e produtividade
  • Melhor tomada de decisão.

O destaque aqui vai para a empatia, que permite ao gestor considerar os sentimentos de seus subordinados na hora de exercer a liderança e, dessa forma, melhorar os relacionamentos na empresa.

O papel do Coaching no desenvolvimento da inteligência emocional

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A metodologia de coaching dá suporte ao desenvolvimento da inteligência emocional.

Isso porque ela foca no ganho de autoconhecimento, por meio do qual o coachee compreende suas limitações e pontos fortes.

O autoconhecimento permite identificar as crenças limitantes, as origens dos sentimentos bons e ruins e os padrões de pensamento e comportamento.

Dessa forma, o indivíduo ganha embasamento para implementar as mudanças comportamentais necessárias para se tornar mais equilibrado emocionalmente.

Também cria uma mentalidade capaz de controlar impulsos negativos, como a ansiedade, e de fomentar impulsos positivos, como a motivação e a felicidade.

Em outras palavras, o processo ajuda o coachee a desenvolver a inteligência emocional, que também permite lidar com desafios, frustrações e crises.

Conclusão

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Chegando ao fim deste texto, você já tem condições de implementar a liderança situacional na sua empresa.

Mas, para isso, é preciso ter um conhecimento amplo do perfil dos colaboradores, de modo a identificar o nível de maturidade de cada um deles.

Só assim você poderá adequar o estilo de liderança conforme a situação que se apresenta na empresa e, de quebra, incentivar a melhor performance dos liderados.

Lembre-se de que, para exercer a liderança situacional, você precisa ter flexibilidade, boa comunicação e resiliência.

Se possível, recorra à metodologia de coaching para se desenvolver como líder e adquirir inteligência emocional para conduzir a equipe.

Aproveite para conhecer o curso para líderes da SBCoaching, que é referência mundial em treinamentos na área.

Que tal embarcar nessa jornada de autoconhecimento?

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Brian Tracy

Brian Tracy é uma das maiores autoridades em coaching e negócios do mundo: em mais de 30 anos de atuação, passaram por suas palestras e seminários mais de 5 milhões de pessoas. Já atuou como coach e consultor em mais de mil empresas. Autor de dezenas de best-sellers, foi homenageado em 2011 com o Lifetime Achievement Award, concedido pela National Academy of Best Selling Authors. É fundador e CEO da Brian Tracy International, tem uma carreira de sucesso, principalmente nos setores de vendas e marketing, investimentos, desenvolvimento imobiliário, importação, distribuição e consultoria de gestão.

Flora Victória

Flora Victoria é fundadora da Sociedade Brasileira de Coaching, presidente da SBCOACHING Training e Mestre em Psicologia Positiva Aplicada pela University of Pennsylvania. Diretora educacional das empresas do SBCOACHING Group e founding fellow do Institute of Coaching (IOC) – órgão afiliado à Harvard Medical School dedicado ao avanço do coaching, Flora é considerada a maior especialista em psicologia positiva aplicada ao coaching do país. Seu trabalho precursor resultou na criação do primeiro treinamento de positive coaching do Brasil. Pioneira na condução de projetos de pesquisa e comprovação científica do coaching no país, tem contribuído significativamente para consolidar a credibilidade desse processo e estimular seu desenvolvimento no Brasil e no mundo.

Como trainer e master coach, Flora já participou da formação de mais de 45 mil coaches no Brasil. Responsável pelas parcerias internacionais firmadas pela SBCOACHING com instituições globais, Flora tem trazido para o Brasil o que há de melhor e de mais atual no coaching internacional. Flora representa a Sociedade Brasileira de Coaching como membro da Graduate School Alliance for Executive Coaching (GSAEC), instituição especializada no ensino acadêmico do coaching, e da Association for Coaching (AC), credenciadora internacional presente em mais de 50 países.

Escritora de obras que são referência no coaching mundial, Flora é coautora dos livros Personal & Professional Coaching®, Executive & Business Coaching®, Positive Psychology Coaching® e Career Coaching®, entre outros. Em parceria com Brian Tracy e Villela da Matta, escreveu Estratégias Avançadas de Vendas e Engajamento Total. Como parte de sua contribuição para o coaching global, Flora foi convidada a integrar uma equipe internacional cujo objetivo foi discutir e compreender a diversidade do coaching no mundo. Esse trabalho resultou no livro Diversity in Coaching: Working with Gender, Culture, Race and Age, lançado pela Association for Coaching (AC). Como especialista em coaching, negócios, liderança e psicologia positiva, escreve artigos para a Revista SBCOACHING, para a Revista Científica Brasileira de Coaching e para diversos portais.

Com graduações acadêmicas e especializações nas áreas de Governança Corporativa pela Harvard Business School, MBA pela FGV, Marketing pela ESPM e Tecnologia pela USCS, a expert em ciências comportamentais, Flora, aplica seu sólido conhecimento teórico e prático para contribuir com diferentes públicos na conquista de resultados e aumento de realizações.

Com uma experiência organizacional consolidada ao longo de 30 anos, antes de fundar a SBCOACHING Flora foi executiva da Claro e atuou em grandes empresas como Volkswagen, Ford e Bell South, nas áreas de planejamento estratégico, gestão de mudanças, governança corporativa, tecnologia e finanças. À frente da SBCOACHING Training™, dedica-se continuamente a expandir o portfólio de serviços e a elevar cada vez mais a qualidade e a eficácia do coaching.