Modelos mentais: o que são, fontes e impactos no comportamento

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Os modelos mentais estão presentes no seu dia a dia. Quer apostar?

“Ninguém é igual a ninguém”. “Todos pensamos diferentes.” “A unanimidade é burra.”

Você já deve ter ouvido alguma dessas frases ao menos uma vez na vida, mas pode não saber que elas têm tudo a ver com os chamados modelos mentais.

Mas como essas construções acontecem? De onde vem nossos pensamentos? Por que tomamos determinadas decisões e não outras? Por que certos comportamentos são vistos como óbvios por nós?

Se essas dúvidas deixam você curioso, a dica é acompanhar este artigo até o fim.

Além de explicar o conceito de modelos mentais, vamos falar de seus impactos na nossa rotina.

Boa leitura!

O que são modelos mentais?

Podemos descrever os modelos mentais como a maneira a partir da qual as pessoas interpretam tudo o que veem ao seu redor.

É por isso que existem diferentes visões sobre o mesmo fato.

Isso significa dizer que, com base em suas vivências e outros elementos – os quais veremos a seguir -, o ser humano analisa cada evento e define como vai agir em determinada situação.

Para o pesquisador e escritor Daniel Goleman, pai da inteligência emocional, a definição de modelos mentais é bastante clara.

Segundo ele, o termo faz referência à forma como as pessoas organizam o seu olhar, sentem e se comportam perante o mundo, de tal maneira que as experiências que vivem produzam algum sentido para elas mesmas.

O grande desafio é abrir a mente e procurar mudar um pouco esses modelos pré-concebidos.

A habilidade de tentar se colocar no lugar do outro, a chamada empatia, é um exercício interessante para observar realidade por um prisma diferente do seu.

Achar que o seu padrão mental é o único possível ou mais importante que os demais também é algo que precisa ser trabalhado para evitar conflitos e desentendimentos desnecessários.

E você, já parou para pensar sobre os seus modelos mentais e o quanto consegue moldá-los?

Quais são as fontes dos modelos mentais?

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Os modelos mentais de cada um são criados, basicamente, a partir de quatro fontes principais: o sistema nervoso, a linguagem, a cultura e a história pessoal.

Confira a seguir como acontece a construção de cada um deles.

Sistema nervoso

Também conhecido como filtro biológico, diz respeito a determinadas limitações, assim como às capacidades fisiológicas e cognitivas que cada ser humano tem.

Por exemplo, uma pessoa que é daltônica não vai ter a mesma interpretação de um quadro do que outra que consegue reconhecer todas as cores da paisagem.

Da mesma forma, comparar características humanas com a de alguns animais também seria desigual para nós e ofereceria experiências diferentes para os dois lados.

Enquanto o ouvido do homem tem um limite de vibrações a serem escutadas por minuto, algo próximo das 20 mil, cães conseguem perceber sons muito mais agudos do que a gente.

A visão noturna humana também não se compara com a de um morcego ou mesmo de um gato. Já o nosso alcance visual é infinitamente inferior ao de uma águia.

Isso impacta na forma como esses seres vivos agem.

Um apito estridente pode estar machucando o aparelho auditivo do seu cachorro, enquanto você talvez não esteja ouvindo quase nada.

Linguagem

O segundo filtro pelo qual nossos modelos mentais passam é o da linguagem.

No Brasil, um país de dimensões continentais, esse fenômeno fica bastante evidente.

Quantos objetos e alimentos são iguais, mas recebem uma denominação diferente, dependendo da região na qual você está?

Mandioca, aipim ou macaxeira? Tangerina, bergamota, mexerica ou mimosa? Pipa, pandorga ou papagaio?

Certamente, você já ouviu algum desses termos, talvez outros nunca tenha ouvido falar.

Mas cada uma dessas palavras tem o mesmo significado e o que varia é a região na qual elas são utilizadas.

Os sotaques e expressões características de cada parte das terras brasileiras também é algo a se destacar.

O “bah” e o “tchê” do gaúcho, o “uai” e o “trem” do mineiro e o “oxente” e o “mainha” do baiano são regionalismo típicos, ainda que todos falem o português.

Mas a linguagem tem a ver também com duas pessoas vendo a mesma coisa e a compreendendo de forma diferente.

Os números, que também são uma forma de comunicação, assim como as palavras, por exemplo, podem ter significados e interpretações variadas para tipos diferentes de profissionais.

Ao olhar o faturamento de uma empresa, o tesoureiro ou o contador tem uma visão distinta do engenheiro.

Não que um especialista em projetos de construção civil não consiga ler os números ali apresentados, mas não está preparado para fazer as distinções que os especialistas em finanças sabem.

Agora, o engenheiro tem o domínio da linguagem para fazer a leitura de equações e cálculos complexos, ligados a questões estruturais. Um conhecimento que o contador ou o tesoureiro não possuem.

O que estamos querendo dizer é que todos esses especialistas certamente conseguem ver os números e realizar a leitura dos materiais, mas somente alguns deles estão aptos a dominar a linguagem e interpretar corretamente aquilo que está escrito.

Isso, é claro, de acordo com suas expertises.

História pessoal

Todos nós temos um passado e carregamos informações ao longo dos anos.

Essa nossa bagagem, de uma forma ou outra, interfere em nossos modelos mentais de maneira mais ou menos direta, dependendo do caso.

Elementos como raça, orientação sexual, histórico familiar, situação econômica, formação educacional, relação com pais e professores, entre outras variáveis, afetam as nossas decisões.

Alguns comportamentos que para você podem ser vistos como óbvios, lógicos e naturais, para outras pessoas, podem ser encarados como descabidos e sem propósito.

Isso porque a criação e os valores passados e assimilados são diferentes de pessoa para pessoa.

Mesmo no princípio da nossa infância, quando ainda não temos sequer capacidade crítica de reflexão, informações são incorporadas ao nosso jeito de ser.

Os exemplos desse filtro de modelos mentais são inúmeros.

Imagine um evento esportivo que tem como comentarista um ex-atleta da modalidade e um jornalista especializado que estudou toda a parte teórica do jogo.

As opiniões vão ser distintas, pois o ex-atleta tende a ir para o lado prático, com base na sua experiência pessoal, de ter atuado na função. Ele vai trazer casos da profissão, situações vivenciadas por ele.

Por outro lado, o jornalista vai pesar pela parte técnica e nas informações que ele estudou e analisou como alguém que avalia o esporte de maneira crítica.

E isso não acontece somente no campo profissional, mas também no pessoal.

Quantas pessoas não se privam de determinadas experiências porque tiveram um histórico ruim em alguma situação específica?

O importante é entender que esse filtro trata sobre história pessoal. Ou seja, o presente e o futuro vão ser impactados por essas experimentações de outrora.

Cabe a cada um lidar da melhor forma possível com seus traumas e suas lembranças para não cair em um ciclo de looping infinito, que impeça de seguir em frente.

Cultura

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De certa forma, é bem parecido com a fonte anterior de modelos mentais.

A diferença é que esse tipo de padrão de pensamento, vamos chamar assim, é influenciado pelo imaginário coletivo e não pelo individual.

Ou seja, o seu modo de ver a realidade ao seu redor sofre o impacto da cultura sob a qual você foi submetido ou se submeteu ao longo da vida.

E não caia naquele erro de crer que a sua cultura é superior a do outro. Isso não existe.

As civilizações ocidentais têm um costumes diferentes do povo oriental, por exemplo, mas isso não quer dizer que um é melhor do que o outro.

Por exemplo, alguns países árabes de religião muçulmana defendem que o homem pode casar com mais de uma esposa.

No entanto, no Brasil, a poligamia não é aceita.

Você pode discordar do modo como outros povos encaram essa questão do matrimônio? Claro que pode.

Os seus costumes e a sua experiência pessoal vão fazer com que questione esses valores.

O errado é ter preconceito com uma tradição que não é a sua e que você certamente não compreende por completo.

Por ser o único filtro de modelos mentais de natureza coletiva, a cultura pode ser encarada de duas maneiras bem distintas.

Se, por um lado, ela é positiva, pois ajuda a manter a ordem e estruturar uma forma de pensar que se estende a um grande número de pessoas, de outro, ela tende a ser limitadora e conservadora.

Até por isso, os modelos mentais culturais são os mais difíceis de transformar e adaptar às novas realidades.

A origem dos modelos mentais

Como vimos, os nossos modelos mentais surgem ainda muito antes de nascermos.

Culturalmente falando, a sua origem aponta para centenas ou até milhares de anos antes de nós.

Mas, com o passar do tempo, as nossas limitações biológicas, nosso histórico pessoal e a nossa apropriação pelos diferentes tipos de linguagem vão guiando a maneira como pensamos e agimos.

É a partir dessa combinação de fatores que montamos e firmamos as opiniões.

Mais importante do que saber a origem desses modelos mentais, é tentar tomar as rédeas sobre eles.

Não se deixar levar pelo automatismo de conceitos pré-concebidos é o principal desafio da rotina.

Afinal, não é porque você sempre compreendeu um assunto de determinada forma que precisa seguir assim.

Modelos mentais que bloqueiam a criatividade

“Não consigo fazer.” “Não tenho capacidade para tal.” “Nem vou tentar porque não vai dar certo.”

Essas são frases típicas que repetimos em situações difíceis, que exigem ir além do comum.

Mas talvez esteja na hora de você repensar o uso de cada uma delas.

O inconsciente humano, às vezes impõe barreiras às nossas ações.

São os chamados pensamentos limitantes, que nos fazem temer o novo e as diferentes experiências.

É aquele tipo de raciocínio que só leva ao lugar comum e impede que algo criativo seja externado.

Sabe aquelas tradicionais frases, os clichês como “todo político é ladrão” ou “loira é burra”?

A dica aqui é deixar expressões como essas de lado e se permitir ir além, entender o significado por trás de cada história e não apenas repetir o que a maioria propaga como verdade.

Descubra seus modelos mentais

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Você pode conhecer a origem dos seus modelos mentais, mas já parou para pensar por que eles o afetam de determinada maneira?

Tentar descobrir, de fato, quais esses padrões e compreender o que eles significam é uma forma de se apropriar ainda mais dos seus pensamentos e emoções.

Quer entender como? Confira as dicas que separamos:

Autoconhecimento

A primeira pergunta que você deve fazer a si mesmo é: será que eu realmente me conheço?

Olhar para si mesmo e buscar respostas é o primeiro passo para compreender o modo como você se relaciona com as pessoas e com o mundo.

A agressividade, por exemplo, é um sentimento bastante comum entre aqueles que tentam apenas abafar as lutas que travam diariamente em seu interior para descobrir o que esperam da vida.

Empatia

Ao começar a praticar o autoconhecimento e entender as suas próprias dúvidas, vai ficar muito mais fácil se relacionar com o mundo externo.

Isso também significa exercitar a empatia.

O simples exercício de se colocar no lugar do outro abre um universo de infinitas possibilidades de compreensão.

Você vai ver que a atitude do seu colega foi baseada nas quatro fontes e filtros dele, que podem ser completamente diferentes dos seus.

Respeito

Depois disso tudo, o caminho natural é o do respeito à opiniões contrárias.

Mas esse também é um exercício que você deve provocar.

Cada um tem o seu modelo mental, criado a partir de suas experiências – e não há nada de errado nisso. O importante é não fazer dele a única opção.

Ao realizar essas atividades, você vai estar muito mais perto de descobrir e controlar os seus próprios padrões de pensamento.

Como fazer uso do conhecimento?

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Para que nossos modelos não se fechem em si mesmos, é preciso estar sempre em busca de conhecimento.

Não é porque algo funcionou há 20 anos que sempre vai ser a melhor alternativa.

Ou seja, nossos modelos mentais precisam ser expandidos.

Sabe aquele brinquedo de criança em que cada figura geométrica deve ser colocada no espaço correspondente ao seu desenho?

Pois é, nossos modelos mentais funcionam de forma parecida.

Sua vivência só deu a você a leitura de um círculo. No entanto, o momento lhe oferece um quadrado.

O mais fácil pode parecer cortar as arestas do quadrado para que ele sirva no espaço da esfera, mas uma pessoa que se adapta e procura conhecimento vai tentar compreender a leitura da figura e o que existe por trás dela.

O que os modelos mentais tem a ver com gestão?

Modelos mentais tem tudo a ver com gestão.

Não é difícil olhar para o passado e relembrar de grandes marcas que faliram ou perderam seu espaço no mercado.

Acostumadas a um mundo diferente, elas não foram capazes de se adaptar às mudanças culturais e tecnológicas.

Ou seja, com base em seus próprios modelos mentais, os gestores não entenderam que a transformação era condição básica para que a empresa continuasse ocupando seu espaço.

As startups, rapidamente, ocuparam essas lacunas. É algo que não pode ser ignorado.

A influência dos modelos mentais nos resultados corporativos

O case de sucesso da Southwest Airlines, companhia aérea texana, mostra bem o que acabamos de falar.

A empresa, que tem concorrentes gigantes como a Delta e a United, é a única do ramo a conseguir lucrar por 43 anos consecutivos.

Isso porque, desde sua fundação ela tem um modelo mental aberto, que permite identificar tendências de mercado.

Enquanto as outras companhias investem em aeronaves de última geração, com cabines para classes A, B, C e D e voos com diversas escalas, a Southwest tem modelos de aviões mais modestos, sem estipular divisões socioeconômicas ao passageiros e viagens sem paradas.

Esse é um tipo de negócio que nasceu da percepção de que existia um consumidor específico que tinha poder aquisitivo, mas não o suficiente para pagar por todos os luxos de uma viagem aérea.

Enxergar o serviço de uma maneira diferente possibilitou entrar em um segmento pouco explorado até então.

Daí, você pode perguntar: “Ah, mas as concorrentes não tentaram repetir o modelo de negócio?”.

Tentaram, mas não tiveram o mesmo sucesso.

Porque o público não comprou a ideia e preferiu continuar voando com a empresa que desde o início se dedicou ele.

Como o modelo mental dos líderes impacta no desempenho da empresa?

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Toda e qualquer decisão tomada pelos líderes de uma companhia é, de alguma forma, baseada em seus modelos mentais.

Ou seja, o impacto é direto e aparece em cada uma das escolhas feitas.

Modelos mentais na liderança

Quer um exemplo positivo de um modelo mental de um bom líder?

É aquele que assume as responsabilidades e não coloca a culpa em ninguém.

Esse tipo de gestor é pró-ativo e divide as suas conquistas com a equipe.

Quando ele percebe que há algo errado, procura encontrar uma solução, no lugar de apenas apontar o problema.

É alguém que ajuda a resolver conflitos e que busca ouvir o que os outros têm a dizer.

Se você quiser seguir o modelo de um bom líder, esse é o caminho.

Conclusão

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Os modelos mentais estão presentes durante toda a nossa vida e até antes mesmo de nascermos.

Por mais que você possa tentar ignorá-los, eles vão aparecer em suas decisões.

São tão naturais que, muitas vezes, nem ao menos percebemos isso.

O importante é sabermos usá-los a nosso favor, de forma que impactem nossas ações positivamente.

Para chegar lá, não esqueça dessas três palavras: autoconhecimento, empatia e respeito.

Gostou do artigo?

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Brian Tracy é uma das maiores autoridades em coaching e negócios do mundo: em mais de 30 anos de atuação, passaram por suas palestras e seminários mais de 5 milhões de pessoas. Já atuou como coach e consultor em mais de mil empresas. Autor de dezenas de best-sellers, foi homenageado em 2011 com o Lifetime Achievement Award, concedido pela National Academy of Best Selling Authors. É fundador e CEO da Brian Tracy International, tem uma carreira de sucesso, principalmente nos setores de vendas e marketing, investimentos, desenvolvimento imobiliário, importação, distribuição e consultoria de gestão.

Flora Victória

Flora Victoria é fundadora da Sociedade Brasileira de Coaching, presidente da SBCOACHING Training e Mestre em Psicologia Positiva Aplicada pela University of Pennsylvania. Diretora educacional das empresas do SBCOACHING Group e founding fellow do Institute of Coaching (IOC) – órgão afiliado à Harvard Medical School dedicado ao avanço do coaching, Flora é considerada a maior especialista em psicologia positiva aplicada ao coaching do país. Seu trabalho precursor resultou na criação do primeiro treinamento de positive coaching do Brasil. Pioneira na condução de projetos de pesquisa e comprovação científica do coaching no país, tem contribuído significativamente para consolidar a credibilidade desse processo e estimular seu desenvolvimento no Brasil e no mundo.

Como trainer e master coach, Flora já participou da formação de mais de 45 mil coaches no Brasil. Responsável pelas parcerias internacionais firmadas pela SBCOACHING com instituições globais, Flora tem trazido para o Brasil o que há de melhor e de mais atual no coaching internacional. Flora representa a Sociedade Brasileira de Coaching como membro da Graduate School Alliance for Executive Coaching (GSAEC), instituição especializada no ensino acadêmico do coaching, e da Association for Coaching (AC), credenciadora internacional presente em mais de 50 países.

Escritora de obras que são referência no coaching mundial, Flora é coautora dos livros Personal & Professional Coaching®, Executive & Business Coaching®, Positive Psychology Coaching® e Career Coaching®, entre outros. Em parceria com Brian Tracy e Villela da Matta, escreveu Estratégias Avançadas de Vendas e Engajamento Total. Como parte de sua contribuição para o coaching global, Flora foi convidada a integrar uma equipe internacional cujo objetivo foi discutir e compreender a diversidade do coaching no mundo. Esse trabalho resultou no livro Diversity in Coaching: Working with Gender, Culture, Race and Age, lançado pela Association for Coaching (AC). Como especialista em coaching, negócios, liderança e psicologia positiva, escreve artigos para a Revista SBCOACHING, para a Revista Científica Brasileira de Coaching e para diversos portais.

Com graduações acadêmicas e especializações nas áreas de Governança Corporativa pela Harvard Business School, MBA pela FGV, Marketing pela ESPM e Tecnologia pela USCS, a expert em ciências comportamentais, Flora, aplica seu sólido conhecimento teórico e prático para contribuir com diferentes públicos na conquista de resultados e aumento de realizações.

Com uma experiência organizacional consolidada ao longo de 30 anos, antes de fundar a SBCOACHING Flora foi executiva da Claro e atuou em grandes empresas como Volkswagen, Ford e Bell South, nas áreas de planejamento estratégico, gestão de mudanças, governança corporativa, tecnologia e finanças. À frente da SBCOACHING Training™, dedica-se continuamente a expandir o portfólio de serviços e a elevar cada vez mais a qualidade e a eficácia do coaching.