MVP: Conceito, Como Definir, Exemplos e Importância nas Startups

A sigla MVP já faz parte do seu repertório de negócios?
Mais do que uma tendência entre empreendedores criativos, o MVP ou Produto Mínimo Viável (tradução de “Minimum Viable Product”, em inglês) é uma metodologia que permite testar o impacto de um produto desde o início de seu desenvolvimento.
Com essa proposta, o tempo entre a ideia e a sua materialização (simplificada) se reduz muito, o que oferece diversos benefícios para a tomada de decisões.
Imagine, por exemplo, apresentar ao público-alvo uma certa solução para um problema e descobrir que, diante da recepção ao produto, há falhas básicas que exigem uma mudança de rumos do projeto.
Nesse cenário, o MVP permite um olhar externo mais cedo do que o normal e, assim, reduz custos e eleva a eficiência.
E mesmo que o produto esteja no caminho certo, você pode otimizá-lo a cada feedback, em um ciclo contínuo de aprendizado e validação.
No fim do processo, o valor da sua solução será incontestável, e a margem de erro após o lançamento, bem menor.
Isso é o MVP, que você vai entender mais a fundo nos seguintes tópicos:

  • O que é MVP e qual sua importância nas startups
  • Definições e relação do Produto Mínimo Viável com startups enxutas
  • O papel do coaching nas startups enxutas
  • Exemplos de MVP em startups de sucesso
  • Como se tornar um coach e entender tudo de negócios.

Quer se tornar um especialista em inovação? Então, siga a leitura.

O que significa MVP?

MVP minimum viable product o que significa
A sigla MVP vem do inglês Minimum Viable Product, traduzida para Produto Mínimo Viável (às vezes, PMV) no Brasil.
O termo foi criado pelo empreendedor visionário Eric Ries, criador do movimento “Lean Startup” ou “Startup Enxuta”.
Em seu livro A startup enxuta (Leya, 2012), o autor propõe uma abordagem revolucionária para a administração, quase um guia prático para o sucesso das startups.
Segundo Ries, a atividade fundamental de uma startup é transformar ideias em produtos, medir como seus clientes reagem e, a partir dos resultados, decidir pela continuidade ou mudança de rumo.
É aí que entra o MVP, como um centro de experimentação junto aos clientes que permite os testes iniciais do negócio.
Para simplificar, podemos dizer que o MVP é um conjunto de testes lançado para um grupo específico de clientes, com o objetivo de testar sua eficácia.
O Produto Mínimo Viável pode ser um protótipo contendo a função primordial do produto ou aplicativo de teste.
Para criar um MVP, é preciso que o produto contenha o mínimo de esforço necessário e recursos gastos para suprir a necessidade identificada nos clientes.
Ou seja, o intuito do MVP não é esgotar as funcionalidades do produto ou promover oficialmente a nova solução, mas apenas testar a aceitação do cliente e aprimorar a versão inicial.
Geralmente, a empresa lança vários MVPs antes de chegar à solução ideal, pois a essência da startup está na aprendizagem contínua e mensuração constante dos feedbacks no mercado.

Importância do MVP em uma startup

MVP minimum viable product importancia em startup
O MVP tem um papel central na startup, pois sua importância vai muito além de um protótipo comum.
Mas, antes de analisar o MVP, é importante destacar o que diferencia uma startup das empresas tradicionais:

  • Capital inicial baixo com perspectivas de rápido crescimento
  • Desenvolvimento ágil, flexível e baseado na experimentação
  • Negócio altamente inovador, sustentável, lucrativo e escalável
  • Solução criativa e diferenciada no mercado
  • Atuação em cenário de grande risco e incerteza.

Logo, as startups se destacam pelo foco em inovação e pelo modelo de negócio ousado, que se desenvolve conforme a resposta do mercado ao invés de partir de um projeto hermético.
De acordo com o método da startup enxuta, a empresa deve se basear no ciclo de feedback chamado de “construir-medir-aprender”.
Ou seja, a startup constrói seu MVP, mede as reações do cliente e aprende com os erros e acertos – e, só então, avança com seu produto.
É por isso que o MVP é indispensável na estrutura da startup, pois corresponde à essência da experimentação.
Diferentemente dos empresários tradicionais, os empreendedores criativos querem encontrar soluções realmente inovadoras, capazes de impactar grandes públicos a uma velocidade impressionante.
Essa estratégia audaciosa só é possível com o uso de sucessivos MVPs junto a um público altamente selecionado, até que o produto atinja seu potencial máximo.
Por essa razão, o público que testa o MVP é escolhido a dedo, geralmente composto por formadores de opinião exigentes e com grande poder de influência.
Eles são chamados de “early-adopters”, pois são os primeiros a testar os MVPs e suas opiniões vão lapidar o produto até seu lançamento oficial.

Como definir o MVP?

MVP minimum viable product como definir
Nas palavras do próprio Eric Ries, MVP é o produto “capaz de percorrer o ciclo de feedback construir-medir-aprender da maneira mais rápida e com o menor esforço possível”.
Ao contrário do desenvolvimento convencional, que inclui uma fase de incubação em busca da perfeição, o MVP é apenas o passo inicial do processo de aprendizagem.
Além disso, é importante que a abordagem gere respostas satisfatórias para perguntas técnicas ou de design do produto, permitindo que as hipóteses fundamentais sejam testadas.
Em outras palavras, não precisa ser perfeito e nem estar próximo disso.
Na verdade, um dos grandes erros das startups é aperfeiçoar demais o MVP e desperdiçar esforço e tempo de aprendizagem.
Mas, teoricamente, o produto não deveria ser testado na melhor versão possível?
A resposta é não, de forma alguma, pois a função do MVP é justamente coletar o máximo possível de informações validadas pelos clientes.
Se a startup lança uma versão mais avançada do que o necessário em seu grupo de teste, ela perde a oportunidade de escutar seu público.
Quanto mais simplificada estiver a versão do MVP, melhor.
Assim, o próprio cliente pode decidir o futuro do produto a partir de sua função elementar, criando uma solução que de fato resolverá os problemas de muita gente.
E nenhum conceito genial é capaz de superar o feedback com adequações quase em tempo real.

Como um coaching pode beneficiar uma startup

MVP minimum viable product como coaching pode beneficiar uma startup
O coaching pode ser decisivo para o sucesso de uma startup, pois traz em sua essência o aprimoramento de competências necessário à inovação.
Como uma metodologia avançada de desenvolvimento humano, o coaching é capaz de despertar o potencial máximo dos empreendedores, especialmente na área da economia criativa.
Em um ambiente de alto risco como das startups, o empreendedor necessita de altos níveis de coragem, autoconfiança e resiliência.
É aí que entra o coach, o profissional que motiva, encoraja, empodera e capacita pessoas para alcançarem resultados extraordinários.
Mais do que aconselhar ou treinar, o coach modifica as estruturas do pensamento e leva as pessoas a um estado positivo, onde todos os sonhos são possíveis.
A relação entre coaching e startups fica ainda mais clara no artigo The Coaches Behind Startup Founders da revista The Information, publicado em 2018.
A matéria revela que fundadores de startups como Lyft, Dropbox, Etsy, Twilio, Pinterest e até mesmo Google contaram com o apoio de coaches para trilhar seus caminhos.
Os coaches de empreendedores famosos mantêm relações de confiança com seus clientes, auxiliando na jornada pelo sucesso pessoal e profissional.
Nos momentos de crise, esses profissionais ajudam seus clientes a superarem as crenças limitantes e acreditarem em seu potencial, transformando inseguranças em um mindset positivo.
No universo das startups, os altos e baixos são constantes, daí a importância do coaching para a superação de obstáculos e persistência nos objetivos.
Além disso, o coaching para empreendedores prioriza a noção de propósito, fazendo com que os negócios sejam construídos sobre uma base sólida de valores e princípios.
Na era das startups, ter um negócio vai além dos lucros, e o coaching pode ajudar você a definir o horizonte dessa realização.

Relação do MVP e o conceito de “Lean Startup”

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O MVP está intimamente relacionado ao conceito de “Lean Startup” ou “Startup Enxuta”, de modo que é impossível separá-los na operação da empresa.
Voltando ao livro de Reis, temos cinco princípios fundamentais da startup enxuta:

  1. O modelo de startup enxuta funciona para empresas de qualquer tamanho
  2. A startup enxuta é um novo tipo de gestão, pensada para ambientes de risco
  3. As startups existem para aprender a desenvolver negócios sustentáveis
  4. A atividade essencial da startup enxuta está no ciclo de feedback
  5. A startup enxuta deve aderir à contabilidade para a inovação.

Para lançar um MVP segundo o modelo proposto, a startup enxuta utiliza a experimentação científica como base da gestão de produto.
Assim, como qualquer projeto que busca validação, o MVP parte de uma hipótese.
Essa hipótese pode ser o próprio valor do produto na solução dos problemas e anseios dos clientes, ou mesmo a capacidade de crescimento e atração de novos públicos.
Desse modo, o MVP permite a validação e comprovação das hipóteses em um ciclo contínuo, alimentando a cultura de experimentação da startup enxuta.

Conceito de Lean Startup

MVP minimum viable product conceito lean startup
O conceito de Lean Startup ou Startup Enxuta de Eric Ries propõe um novo modo de pensar e construir produtos inovadores.
Em seu livro, o autor conta que começou sua carreira como programador, atuando no setor de desenvolvimento de produtos.
Ao longo dos anos, Ries percebeu que muitos produtos acabavam fracassando no mercado, mesmo com os mais árduos esforços em sua concepção e execução.
Como um profissional extremamente técnico, ele achou que deveria melhorar a arquitetura, o processo de desenvolvimento, os recursos e outros features do produto.
O resultado foi frustrante, pois quanto mais os produtos melhoravam, pior era a reação do mercado.
Então, Ries procurou inspiração na teoria da manufatura enxuta para transformar radicalmente o desenvolvimento de produtos nas startups.
Seu processo criativo culminou na ideia da startup enxuta, considerada o renascimento do empreendedorismo.
Assim, Ries reuniu princípios e técnicas para melhorar a taxa de sucesso de produtos inovadores no mundo todo, criando uma tendência que é referência para startups e influencia empresas de todos os segmentos.
O empreendedor em série Steve Blank, criador da metodologia Customer Development, foi um dos responsáveis por lançar as bases da startup enxuta e chegou a trabalhar junto com Ries.
Em um artigo para a prestigiada Harvard Business Review, escrito em 2013, Blank define o conceito de startup enxuta da seguinte maneira:
“A metodologia da startup enxuta favorece a experimentação ao invés do planejamento, o feedback do cliente ao invés da intuição e o design interativo ao invés do tradicional”.
Assim, a startup enxuta se apresenta como a solução perfeita para uma era centrada no cliente, em que a velocidade é fundamental para ganhar a corrida pela inovação.

Exemplos de MVP em uma startup de sucesso

MVP minimum viable product exemplos startup de sucesso
São vários os exemplos de MVP utilizados em startups de sucesso no Brasil e no mundo.
Confira alguns dos principais e veja o conceito na prática:

Facebook

O Facebook de Mark Zuckerberg é uma das startups mais bem-sucedidas da história, tornando-se a maior rede social virtual do mundo em pouco mais de dez anos.
A rede foi criada em 2003 e, inicialmente, não passava de um jogo entre estudantes de Harvard.
Foram muitos testes, feedbacks e adaptações em um longo processo de MVP, até que a rede social ultrapassou os muros da universidade e criou um verdadeiro império online.

Nubank

O Nubank é o unicórnio brasileiro das fintechs, as startups dedicadas a soluções tecnológicas para produtos financeiros.
Seus primeiros clientes foram os 12 funcionários que criaram o banco digital, que, então, deram início ao MVP com um grupo selecionado de early-adopters.
Depois de aprimorar o cartão de crédito entre os pioneiros, bastou um investimento e uma matéria na imprensa para que o Nubank viralizasse.

Uber

O Uber é o maior aplicativo de mobilidade urbana do mundo, que começou com uma proposta de serviço para taxistas de luxo.
Em sua fase inicial, o Uber apenas conectava passageiros aos taxistas com carros de luxo, mas logo seus idealizadores perceberam o potencial do aplicativo.
Assim, o MVP inteligente do Uber acrescentava serviços a cada fatia do mercado conquistada, até chegarmos à revolução atual dos transportes nas grandes cidades.

Spotify

A plataforma de streaming de músicas Spotify também soube usar o MVP para criar um serviço de amplo sucesso na internet.
Para testar a plataforma sem enfrentar a burocracia dos licenciamentos musicais, os fundadores utilizaram aplicativos beta de desktop em seus testes iniciais.
A empresa desenvolveu sua própria metodologia de MVP, baseada em quatro etapas: pensar, construir, enviar e transformar.
A fase pensar testa a eficiência do conceito, passando para a construção que cria o MVP físico.
Depois, é só aplicar o enviar e transformar para lançar e ajustar o produto conforme o feedback dos usuários.

Como se tornar um coach?

MVP minimum viable product como se tornar coach
No universo das startups, a ideia de se tornar um coach pode ser valiosa para os negócios.
Se empreendedores do mundo inteiro procuram os coaches para guiar seus passos, imagine ser um desses profissionais conceituados?
Os conhecimentos do coaching são inestimáveis para empreendedores, executivos e profissionais de qualquer área, pois promovem o autoconhecimento e crescimento pessoal ilimitado.
Para se tornar um coach, você tem à disposição cursos e treinamentos reconhecidos no mercado, que são a porta de entrada para um mercado em plena ascensão.
De acordo com a International Coaching Federation, já são mais de 50 mil coaches no mundo, que movimentam bilhões todos os anos.
Para se juntar a eles, você só precisa de uma boa formação e paixão por transformar pessoas.

Formação em coaching SBCoaching

Se você faz questão de um título reconhecido mundialmente, a formação em coaching SBCoaching é a solução ideal.
A empresa é referência em formação de coaches e forma mais de 5 mil profissionais por ano, com uma base de 25 mil profissionais habilitados.
Os cursos variam desde formações completas, como o MBA em Coaching, até treinamentos rápidos em psicologia positiva e formação de líderes, incluindo áreas do coaching de vida, executivo e de carreira.
Depois de passar pela experiência transformadora da SBCoaching, você pode seguir carreira como coach, obter ganhos extras ou mesmo utilizar os conhecimentos para alavancar seu negócio.
Para todos os objetivos, a formação em coaching eleva profissionais a um patamar superior, agregando técnicas cientificamente comprovadas para aumentar o desempenho.

Conclusão

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Agora você já pode falar sobre MVP com a segurança de quem entende de inovação, desenvolvimento de produtos e metodologia das startups enxutas.
Esses conceitos vão se tornar cada vez mais comuns no mundo dos negócios, pois o cenário aponta para métodos de gestão mais rápidos, flexíveis e dinâmicos.
As startups deixaram de ser um fenômeno pontual e logo vão ultrapassar o status de vanguarda, ampliando seus métodos revolucionários para empresas consolidadas.
O MVP, em especial, estará presente em todos os estágios do negócio, aprimorando produtos e criando ciclos de feedback cada vez mais intensos.
Isso significa que o empreendedor da era da informação deve se manter atento aos movimentos do mercado, acompanhando seu cliente de perto para moldar soluções promissoras.
Com a rapidez das mudanças, o empreendedor deve abandonar as antigas crenças e planejamentos rígidos para escutar quem realmente importa: seus clientes atuais e potenciais.
O MVP é uma das ferramentas que aproxima a nova empresa do novo consumidor, encurtando a distância entre as necessidades humanas e as soluções mais eficientes e criativas.
Você está preparado(a) para o futuro dos negócios na economia criativa?
Se ainda restam dúvidas, não hesite em procurar a ajuda de um coach ou uma formação especializada para impulsionar sua veia empreendedora e transformar ideias em negócios.
Afinal, estamos diante de um mercado instável e de movimentos bruscos, mas com oportunidades de sucesso proporcionais aos seus grandes riscos.
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Brian Tracy

Brian Tracy é uma das maiores autoridades em coaching e negócios do mundo: em mais de 30 anos de atuação, passaram por suas palestras e seminários mais de 5 milhões de pessoas. Já atuou como coach e consultor em mais de mil empresas. Autor de dezenas de best-sellers, foi homenageado em 2011 com o Lifetime Achievement Award, concedido pela National Academy of Best Selling Authors. É fundador e CEO da Brian Tracy International, tem uma carreira de sucesso, principalmente nos setores de vendas e marketing, investimentos, desenvolvimento imobiliário, importação, distribuição e consultoria de gestão.

Flora Victória

Flora Victoria é fundadora da Sociedade Brasileira de Coaching, presidente da SBCOACHING Training e Mestre em Psicologia Positiva Aplicada pela University of Pennsylvania. Diretora educacional das empresas do SBCOACHING Group e founding fellow do Institute of Coaching (IOC) – órgão afiliado à Harvard Medical School dedicado ao avanço do coaching, Flora é considerada a maior especialista em psicologia positiva aplicada ao coaching do país. Seu trabalho precursor resultou na criação do primeiro treinamento de positive coaching do Brasil. Pioneira na condução de projetos de pesquisa e comprovação científica do coaching no país, tem contribuído significativamente para consolidar a credibilidade desse processo e estimular seu desenvolvimento no Brasil e no mundo.

Como trainer e master coach, Flora já participou da formação de mais de 45 mil coaches no Brasil. Responsável pelas parcerias internacionais firmadas pela SBCOACHING com instituições globais, Flora tem trazido para o Brasil o que há de melhor e de mais atual no coaching internacional. Flora representa a Sociedade Brasileira de Coaching como membro da Graduate School Alliance for Executive Coaching (GSAEC), instituição especializada no ensino acadêmico do coaching, e da Association for Coaching (AC), credenciadora internacional presente em mais de 50 países.

Escritora de obras que são referência no coaching mundial, Flora é coautora dos livros Personal & Professional Coaching®, Executive & Business Coaching®, Positive Psychology Coaching® e Career Coaching®, entre outros. Em parceria com Brian Tracy e Villela da Matta, escreveu Estratégias Avançadas de Vendas e Engajamento Total. Como parte de sua contribuição para o coaching global, Flora foi convidada a integrar uma equipe internacional cujo objetivo foi discutir e compreender a diversidade do coaching no mundo. Esse trabalho resultou no livro Diversity in Coaching: Working with Gender, Culture, Race and Age, lançado pela Association for Coaching (AC). Como especialista em coaching, negócios, liderança e psicologia positiva, escreve artigos para a Revista SBCOACHING, para a Revista Científica Brasileira de Coaching e para diversos portais.

Com graduações acadêmicas e especializações nas áreas de Governança Corporativa pela Harvard Business School, MBA pela FGV, Marketing pela ESPM e Tecnologia pela USCS, a expert em ciências comportamentais, Flora, aplica seu sólido conhecimento teórico e prático para contribuir com diferentes públicos na conquista de resultados e aumento de realizações.

Com uma experiência organizacional consolidada ao longo de 30 anos, antes de fundar a SBCOACHING Flora foi executiva da Claro e atuou em grandes empresas como Volkswagen, Ford e Bell South, nas áreas de planejamento estratégico, gestão de mudanças, governança corporativa, tecnologia e finanças. À frente da SBCOACHING Training™, dedica-se continuamente a expandir o portfólio de serviços e a elevar cada vez mais a qualidade e a eficácia do coaching.