Neurolinguística: O Que é e 7 Técnicas de PNL Para Seu Dia a Dia

O que você entende por neurolinguística? Como acredita que ela pode impactar o seu dia a dia.

Se está curioso e deseja usar a programação neurolinguística para atingir seus objetivos e chegar mais longe, temos uma boa notícia.

Construímos aqui um guia completo, trazendo tudo o que você precisa saber sobre o assunto.

A partir de agora, você vai entender exatamente o que é neurolinguística e como utilizar suas ferramentas para qualificar a sua performance no dia a dia.

Também vamos falar sobre a origem da PNL, como ela funciona, sua utilização no coaching e as principais ferramentas para colocar o conceito em prática.

Como ponto alto deste artigo, você verá 7 técnicas incríveis de programação neurolinguística.

Esse é um conhecimento que vai fazer toda a diferença na sua vida.

Está curioso para saber mais? Então, aproveite a leitura!

O Que é Neurolinguística?

Neurolinguística é o campo da ciência que estuda a compreensão, os distúrbios e a aquisição da linguagem, falada ou escrita, no cérebro humano.

Esse ramo de pesquisas começou no século 19, por iniciativa do francês Paul Broca e do alemão Carl Wernicke.

O objetivo de ambos era estudar a afasia – distúrbio de linguagem que pode ser ocasionado por acidente vascular cerebral ou por traumatismos.

Assim, eles se puseram a investigar as causas das sequelas na linguagem.

O objetivo era entender o que ocorre com o cérebro após uma lesão grave.

Porém, como tudo na ciência, o estudo sobre esse tema evoluiu muito.

Hoje ele não é mais restrito às lesões cerebrais e abrange todas as ligações entre a linguagem e as conexões neurais.

Esse estudo se relaciona ainda a outros campos que investigam as redes neurais, como a neurobiologia, a neuroquímica e até a inteligência artificial.

Cada vez mais, os modos de aprendizagem humana são emulados no desenvolvimento computacional.

O Que é Programação Neurolinguística ou PNL?

A programação neurolinguística, ou PNL, tem o objetivo de oferecer ferramentas de desenvolvimento e comportamento por meio de uma reprogramação da linguagem verbal e não verbal.

Já pensou em aprender um novo idioma e ouviu uma voz interna dizendo “não adianta”, “não vai dar certo” ou “você está velho demais para isso”?

Já se deu conta que, em muitos momentos negativos, tende a fazer afirmações bastante limitadoras para si mesmo, como “nada dá certo mesmo”, “você faz tudo errado”, “melhor nem tentar”?

A programação neurolinguística pode ajudar a lapidar essa voz interna, para que ela atrapalhe menos e ajude mais.

Se você dá espaço para a negatividade em todas as suas ações, começa a acreditar de fato que não é bom o suficiente e que nunca conseguirá o que quer nem chegará aonde deseja.

Mas essas crenças podem ser alteradas.

E essa é apenas uma das possibilidades da PNL.

Para que você entenda melhor, vale a pena retomar a origem desse sistema, sobre o que falaremos agora.

Qual a Origem da PNL?

A programação neurolinguística surgiu nos anos 1970, na Universidade de Santa Cruz, Califórnia (Estados Unidos).

Na época, o estudante de informática e aprendiz de terapia Gestalt Richard Bandler e o professor de linguística John Grinder passaram a avaliar os padrões de comportamento e comunicação humanos.

Eles buscaram inspiração no trabalho de grandes pesquisadores da época: Milton Erickson (reconhecido mundialmente por suas técnicas de hipnose), Frits Perls (fundador da Terapia Gestalt) e Virgínia Satir (fundadora da Terapia Familiar e Sistêmica).

As palavras e comportamentos desses gurus provocavam alterações na mente e nas emoções dos indivíduos.

A ideia inicial de Bandler e Grinder era entender por que algumas pessoas possuíam inteligência muito acima da média.

Ao tentarem reproduzir os padrões dessas pessoas consideradas modelo, eles obtiveram muito sucesso.

A partir daí, perceberam que essa programação poderia se transformar em um método para acelerar a aprendizagem.

Pode-se dizer que a ideia central da programação neurolinguística é que o cérebro funciona semelhante a um hardware, e os pensamentos funcionam de forma parecida a um software.

Nesse sentido, a programação neurolinguística consiste em análises de comportamento que, mais tarde, se transformaram em um conjunto de técnicas.

Quando aplicadas, podem gerar maior facilidade na formação do conhecimento e, sobretudo, na comunicação.

Os profissionais de vendas, por exemplo, utilizam largamente a programação neurolinguística.

Ela também aparece de forma marcante no trabalho do coaching, que é voltado ao desenvolvimento de competências e habilidades pessoais e profissionais.

Vamos nos aprofundar nesse tema no tópico seguinte.

Como os Coachs Utilizam a Programação Neurolinguística?

A programação neurolinguística é uma das muitas ciências utilizada no trabalho de coaching, com a finalidade de melhorar os resultados do coachee.

Isso porque o poder dessas técnicas é muito grande.

Em seu livro Coaching Ontológico (Editora Babelcube, 2017), Miguel D’Addario explica de que forma a comunicação tem impacto nas emoções humanas: 55% da influência se dá pela linguagem corporal, 38% pelo tom de voz e 7% pelas palavras.

Por isso, as técnicas de PNL geralmente são utilizadas no trabalho de coaching, somando-se a outras ferramentas dessa abordagem de desenvolvimento pessoal.

A programação neurolinguística é útil, sobretudo, para elevar o grau de autoconfiança do coachee e para retirar o véu de crenças limitantes que o encobrem.

Em alguns casos, pode ser o caminho para a eliminação de fobias, como falar em público – afinal, muitas pessoas procuram esse trabalho para ganhar maior persuasão no trato com o público.

Nessa situação, o coach utiliza a PNL para investigar e desmistificar esse medo.

Técnicas de mentalização, visualização, afirmação e percepção são utilizadas para reforçar a ideia de que se comunicar diante de uma grande plateia pode ser muito positivo.

Assim, pouco a pouca, a crença limitante desaparece, e uma atitude de liderança começa a surgir.

Quais as Principais Técnicas de PNL Utilizadas Por Coaches?

Quer saber mais como a PNL se encaixa no universo do coaching?

Descubra abaixo algumas das ferramentas de programação neurolinguísticas que ajudam muito em treinamentos e sessões voltadas à maximização da performance:

Técnicas de Ancoragem

Consiste em criar uma imagem (âncora) positiva como forma de restabelecer sentimentos e emoções que façam a pessoa sentir-se bem e produtiva.

Essa técnica é bastante utilizada para reverter sentimentos desagradáveis e fortalecer o indivíduo em momentos importantes.

Para isso, o profissional irá criar, junto com seu coachee, uma imagem de um momento bastante prazeroso e feliz, que gere sensações profundas de bem-estar e segurança emocional.

Essa imagem será a âncora.

Então, ao vivenciar uma situação desagradável ou difícil, na qual se sinta insegura, a pessoa deve imaginar essa âncora.

E, então, ao relembrar esses momentos agradáveis, sentirá as mesmas emoções daquela ocasião.

Dessa forma, terá melhor desempenho em situações que exijam grande esforço.

Técnicas de Metáfora

A metáfora é uma técnica de programação neurolinguística bastante utilizada por coaches.

Trata-se de uma indução, de forma bastante sutil, com o uso de histórias ilustrativas de determinada situação.

A metáfora é utilizada quando o coach deseja sugerir uma programação mais positiva do que aquela internalizada pelo coachee.

Assim, o coach conduz esse processo, mas não pode sugerir diretamente – pois o seu cliente está em fase de preparação para assumir ainda mais a direção de sua vida.

Essa técnica é importante para evitar percepção muito negativa de determinado fato e para proporcionar uma visão mais abrangente da situação.

Ponte Para Objetivos

A técnica vai ao encontro de uma das máximas do coaching, que é atingir o objetivo desejado.

Ela consiste em sair momentaneamente do estado presente e visualizar o estado desejado ou o grande objetivo do coachee.

Essa visualização de um futuro bem-sucedido gera uma sensação agradável, de poder sobre sua vida e sua carreira.

A ponte para objetivos trabalha alguns dos principais princípios do coaching, que são a motivação e a confiança.

Aplicando esse método, o coachee vai a busca pelo que realmente quer e vai visualizar todo o trajeto até lá.

7 Dicas de Neurolinguística Prática Para Usar em Seu Dia a Dia

Depois de conhecer mais sobre o conceito da PNL e suas técnicas, você deve estar curioso para descobrir como aplicar tudo isso na prática, não é mesmo?

A verdade é que você pode utilizar diversas técnicas de neurolinguística para melhorar seu desempenho no dia a dia.

Para comprovar, conheça agora os principais recursos.

1. Use Técnicas de “Rapport”

Rapport é uma palavra de origem francesa e não tem tradução para português.

Mas, de forma simples, significa firmar uma relação de confiança com outra pessoa, gerando harmonia e cooperação.

“Rapport é a capacidade de entrar no mundo de alguém, fazê-lo sentir que você o entende e que vocês têm um forte laço em comum. É a capacidade de ir totalmente do seu mapa do mundo para o mapa do mundo dele”, afirma Anthony Robbins, no livro Poder Sem Limites (Editora Best Seller, 2017).

Mas como criar essa simbiose e conquistar a confiança de seu interlocutor?

O rapport apresenta um conjunto de comportamentos que irão aproximá-lo da pessoa com quem está falando.

Se você já fez algum curso de técnica de vendas, certamente já conhece algumas técnicas.

O primeiro passo é ser cordial: sorrir, chamá-lo pelo nome, mostrar otimismo e saber ouvir são os primeiros passos para aproximação.

Em um segundo momento, a programação neurolinguística sugere que você utilize outros recursos, como:

  • Espelhar os movimentos: se o seu interlocutor gesticula muito, por exemplo, você deve repetir os gestos.
  • Igualar o tom de voz: uma das formas mais eficazes de ganhar a confiança de alguém é igualando seu tom de voz. Assim, o interlocutor se sente mais seguro.
  • Igualar o ritmo da respiração: este pode ser o método mais difícil, mas também é muito eficaz. Deve ser feito de forma sutil.

2. Use Técnicas de Calibração

Você já ouviu falar em calibração?

É a medição dos estados emocionais de outra pessoa.

Trata-se de entender como a pessoa se sente, porém sem confundir com seus próprios sentimentos.

Assim como coaching, essa técnica de programação neurolinguística parte do princípio de não julgamento.

É interessante, primeiramente, observar as reações das pessoas em algumas situações.

Vale dar uma espiada em entrevistas de televisão, por exemplo, ou analisar outros vídeos de momentos importantes, nas quais as pessoas se sentiram pressionadas.

A observação fica melhor se você assistir aos vídeos sem som ou com volume bem baixo.

Depois, em um momento de conversa com alguém (uma venda, por exemplo), observe movimentos como o piscar de olhos do interlocutor, movimentos repetitivos de abrir as narinas, contração e expansão das pupilas.

Quando você já tiver habilidade na observação, irá entender o que esses movimentos significam.

Mas atenção: evite julgar o interlocutor com base no seu comportamento.

Em outras palavras, os motivos que o outro tem para fazer alguns gestos nem sempre serão os mesmos que os seus.

3. Descubra os Sistemas de Pensamento das Pessoas

Os sistemas de pensamento, ou sistemas representacionais, são as diferentes formas que as pessoas usam para expressar os cinco sentidos (ou de que forma eles repercutem).

A programação neurolinguística considera que todos os fatores externos que chegam através dos sentidos – audição, visão, tato, paladar e olfato – são processados e externados de alguma forma.

Para entender qual o seu sistema de pensamento, imagine-se entrando em um ambiente cheio de pessoas.

Veja abaixo os tipos de sistemas, de acordo com a reação:

  • Auditivo: ouve os sons, vozes altas e baixas, risos, tilintar de talheres e copos
  • Visual: presta atenção principalmente em imagens, cores, pessoas e decoração
  • Cinestésico: é atraído por aspectos relativos ao ambiente como temperatura, itens de conforto, e até mesmo por motivos emocionais (se o ambiente está tenso ou leve)
  • Auditivo digital: dialoga consigo mesmo, fazendo análises constantes e questionando se está no caminho certo, no lugar certo.

Esses sistemas de representação podem ser identificados também de acordo com alguns gestos ou comportamentos que as pessoas expressam.

4. Use Técnicas para Gerar Ação

Após identificar qual o sistema de representação predominante no seu interlocutor, você pode utilizar os melhores recursos para se comunicar com ele.

Se a pessoa representa de forma mais visual, você pode usar fotos ou gráficos, por exemplo.

Nesse caso, deixe a pessoa observar bastante e fale menos.

Já uma pessoa auditiva presta atenção em tudo o que você fala.

Por isso, não gosta de ambientes barulhentos e cheios de gente.

Com ela, é importante ser bastante preciso na sua fala.

Já o cinestésico aprecia integrar-se ao ambiente.

Mas é pouco objetivo para explicar o que quer.

O ideal é oferecer um café, um local para sentar e convidá-lo para ficar à vontade.

5. Use Técnicas de “Fogging”

Essa técnica é muito utilizada – e com bons resultados – para evitar conflitos maiores.

Ela consiste em dar uma resposta branda quando houver uma pergunta agressiva.

Para tanto, parte do princípio de que, nesse momento, o questionador espera uma resposta agressiva.

Em outras palavras, ele está provocando o conflito.

No entanto, o fogging vai em sentido oposto. Ele “foge da briga” e sugere manter a calma e dar uma resposta leve.

Isso pegará de surpresa o questionador, que tende a ficar sem reação, já que esperava outro tipo de postura.

Interessante, não é mesmo?

Experimente atenuar a sua fala e sugerir outro ponto de vista ou inverter o prisma para se distanciar daquele embate.

6. Use Técnicas de “Swish”

Consiste em encontrar meios de se livrar de pensamentos ou reações indesejadas.

Primeiro, você precisa identificar a causa.

Em segundo lugar, é importante escolher um pensamento motivador para que você volte a um estado de bem-estar.

Por exemplo: em vez de focar nessa emoção, prefiro pensar nesta possibilidade (e imaginar uma situação em que você se sinta confortável e feliz).

7. Use a Técnica do Círculo de Excelência

Essa técnica tem o objetivo de reforçar sua autoconfiança. Para empregá-la, veja estas dicas:

  • Procure um lugar tranquilo, respire fundo e relaxe, em pé
  • Lembre-se de alguma situação em que você se sentiu muito confiante e reviva o momento
  • Imagine um círculo colorido no chão (da cor que preferir) ao redor de seus pés
  • No ápice da confiança, saia do círculo, mas deixe as emoções dentro dele
  • Esqueça do círculo por um momento, buscando outros pensamentos
  • Depois de “mudar de ambiente”, volte ao círculo e veja se a confiança ainda estará presente
  • Saia do círculo novamente e imagine uma situação em que você precisará daquela mesma confiança (uma reunião, por exemplo).
  • Então retorne ao círculo,experimente as emoções positivas voltarem e reviva a situação do passo anterior se sentindo bem consigo mesmo e convicto de seu sucesso.

Conclusão

Como vimos, a neurolinguística é um campo fascinante.

É uma ciência que ajuda muito no desenvolvimento de tecnologias de aprendizagem e educação.

E para você, a neurolinguística pode ser no desenvolvimento pessoal com a PNL.

As técnicas que você encontra neste guia são poderosas e podem ser aplicadas em muitas situações de sua vida.

Para praticá-las e adotá-las com maior eficiência, a dica é contar com o treinamento de coaching ou a assessoria individual de um coach.

Esse profissional pode ensinar essas e outras ferramentas que ajudarão muito na sua jornada em busca de uma vida de sucesso e felicidade.

Gostou das dicas sobre neurolinguística e PNL? Deixe um comentário.

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Brian Tracy é uma das maiores autoridades em coaching e negócios do mundo: em mais de 30 anos de atuação, passaram por suas palestras e seminários mais de 5 milhões de pessoas. Já atuou como coach e consultor em mais de mil empresas. Autor de dezenas de best-sellers, foi homenageado em 2011 com o Lifetime Achievement Award, concedido pela National Academy of Best Selling Authors. É fundador e CEO da Brian Tracy International, tem uma carreira de sucesso, principalmente nos setores de vendas e marketing, investimentos, desenvolvimento imobiliário, importação, distribuição e consultoria de gestão.

Flora Victória

Flora Victoria é fundadora da Sociedade Brasileira de Coaching, presidente da SBCOACHING Training e Mestre em Psicologia Positiva Aplicada pela University of Pennsylvania. Diretora educacional das empresas do SBCOACHING Group e founding fellow do Institute of Coaching (IOC) – órgão afiliado à Harvard Medical School dedicado ao avanço do coaching, Flora é considerada a maior especialista em psicologia positiva aplicada ao coaching do país. Seu trabalho precursor resultou na criação do primeiro treinamento de positive coaching do Brasil. Pioneira na condução de projetos de pesquisa e comprovação científica do coaching no país, tem contribuído significativamente para consolidar a credibilidade desse processo e estimular seu desenvolvimento no Brasil e no mundo.

Como trainer e master coach, Flora já participou da formação de mais de 45 mil coaches no Brasil. Responsável pelas parcerias internacionais firmadas pela SBCOACHING com instituições globais, Flora tem trazido para o Brasil o que há de melhor e de mais atual no coaching internacional. Flora representa a Sociedade Brasileira de Coaching como membro da Graduate School Alliance for Executive Coaching (GSAEC), instituição especializada no ensino acadêmico do coaching, e da Association for Coaching (AC), credenciadora internacional presente em mais de 50 países.

Escritora de obras que são referência no coaching mundial, Flora é coautora dos livros Personal & Professional Coaching®, Executive & Business Coaching®, Positive Psychology Coaching® e Career Coaching®, entre outros. Em parceria com Brian Tracy e Villela da Matta, escreveu Estratégias Avançadas de Vendas e Engajamento Total. Como parte de sua contribuição para o coaching global, Flora foi convidada a integrar uma equipe internacional cujo objetivo foi discutir e compreender a diversidade do coaching no mundo. Esse trabalho resultou no livro Diversity in Coaching: Working with Gender, Culture, Race and Age, lançado pela Association for Coaching (AC). Como especialista em coaching, negócios, liderança e psicologia positiva, escreve artigos para a Revista SBCOACHING, para a Revista Científica Brasileira de Coaching e para diversos portais.

Com graduações acadêmicas e especializações nas áreas de Governança Corporativa pela Harvard Business School, MBA pela FGV, Marketing pela ESPM e Tecnologia pela USCS, a expert em ciências comportamentais, Flora, aplica seu sólido conhecimento teórico e prático para contribuir com diferentes públicos na conquista de resultados e aumento de realizações.

Com uma experiência organizacional consolidada ao longo de 30 anos, antes de fundar a SBCOACHING Flora foi executiva da Claro e atuou em grandes empresas como Volkswagen, Ford e Bell South, nas áreas de planejamento estratégico, gestão de mudanças, governança corporativa, tecnologia e finanças. À frente da SBCOACHING Training™, dedica-se continuamente a expandir o portfólio de serviços e a elevar cada vez mais a qualidade e a eficácia do coaching.