Planejamento estratégico: O que é, Importância e Como fazer

Muitos empreendedores administram seu negócio sem nunca fazer um planejamento estratégico.

Talvez seja justamente por isso que suas empresas não crescem. Ficam estagnadas e, na pior das hipóteses, acabam tendo que fechar depois de alguns anos.

Esse é o perigo de gerir uma companhia no modo aleatório, para “ver no que vai dar”.

O gestor precisa saber aonde quer chegar, imaginar o futuro do negócio e, mais importante ainda, planejar ações para alcançar o patamar desejado.

Essa mentalidade é cada vez mais importante, porque o empreendedor de qualquer área encontra pela frente um mercado dinâmico, altamente competitivo.

Com a globalização e os negócios online, há concorrência do mundo todo. Nesse cenário, quem fica parado, acaba sendo engolido.

Para realizar um planejamento estratégico, basta buscar o conhecimento de teóricos da administração e empresários que já passaram pelo mesmo desafio.

Neste artigo, vamos explicar o conceito e as etapas do planejamento estratégico, além de apresentar alguns métodos que podem ser bastante úteis para a sua jornada rumo ao sucesso.

Boa leitura!

O que é um planejamento estratégico?

O que é um planejamento estratégico
A palavra “estratégico” significa que esse planejamento deve ser feito com inteligência.

Planejamento estratégico é um conceito da administração de empresas cujo nome é autoexplicativo.

Planejar se refere ao ato de pensar em um futuro almejado e, além disso, elaborar um plano para que se chegue até esse cenário.

Nada muito diferente do que falamos até aqui, portanto, sobre a necessidade dos empresários planejarem aonde querem chegar com seus negócios.

A palavra “estratégico” significa que esse planejamento deve ser feito com inteligência.

Usar a estratégia implica em identificar detalhadamente os recursos disponíveis, reconhecer as possibilidades realistas, antecipar tendências, estudar a concorrência e muitas outras ações direcionadas aos objetivos do negócio.

Ainda garantir que tudo isso respeite o mesmo fio condutor, que todos os passos do planejamento tenham coerência de acordo com o caminho traçado.

Esse fio condutor geralmente é definido pelo líder da empresa. Ele deve se lembrar do propósito que o fez abrir a empresa, da essência do negócio.

A partir daí, define missão, visão, objetivos, metas e planos de ação que farão parte do planejamento estratégico.

Mas veja bem: é um erro fazer essa definição com base apenas em uma oportunidade de mercado.

Você pode identificar uma tendência de consumo que tem grande potencial para se intensificar nos próximos anos, mas será que ela tem a ver com a identidade da empresa?

Porque é importante ter um planejamento estratégico?

Porque é importante ter um planejamento estratégico
Devido a fatores como instabilidade na economia e na política, assim como o avanço tecnológico, as coisas podem mudar de um dia para o outro.

Na abertura do texto, destacamos o fato de que o mercado está muito dinâmico em todas as áreas.

Devido a fatores como instabilidade na economia e na política, assim como o avanço tecnológico, as coisas podem mudar de um dia para o outro.

Alguém pode questionar a importância do planejamento estratégico justamente por isso. Se tudo pode mudar amanhã, por que “perder tempo” planejando?

Na realidade, o planejamento estratégico ajuda justamente a tornar a empresa menos suscetível e vulnerável aos movimentos do mercado.

Se a companhia estiver à deriva, a corrente pode levá-la para uma direção que seu líder não deseja.

Nas pequenas empresas, planejar estrategicamente também é muito importante. Afinal, os recursos para os investimentos são limitados, portanto, a margem de erro é menor.

O problema é que muitos negócios de pequeno porte têm uma cultura excessivamente operacional e mesmo os gestores acabam tendo pouco tempo para pensar em estratégia.

Nesses casos, é importante que haja uma mudança cultural, porque um bom planejamento pode resolver essas duas questões: aumentar a quantidade de recursos e o tempo disponível para criar estratégias de crescimento.

Outra grande importância do planejamento estratégico é que ele é uma forma de autoconhecimento.

Ele engloba a análise de forças e fraquezas, o que facilita medidas para criar uma estrutura mais eficiente, corrigindo os defeitos, potencializando os pontos positivos e transformando-os em diferenciais competitivos.

Como montar um planejamento estratégico?

Como montar um planejamento estratégico
É trabalhoso, mas os resultados dessa abertura geralmente são bastante positivos.

É importante que todas as etapas do desenvolvimento do planejamento estratégico incluam as principais lideranças da empresa, em vez de o trabalho ficar centralizado em uma pessoa.

Algumas empresas, com gestão mais horizontalizada, têm procurado incluir o maior número de colaboradores possível no trabalho.

É trabalhoso, mas os resultados dessa abertura geralmente são bastante positivos, porque ela possibilita a geração de insights mais diversos e o maior engajamento entre os funcionários.

O fio condutor da estratégia, porém, convém que seja definido pelo líder, que deve levar em conta fatos concretos e objetivos, é claro, mas também a subjetividade de seu propósito.

Basicamente, os pilares do planejamento estratégico serão as respostas para perguntas que parecem simples, como:

  • Onde a empresa está?
  • Para onde queremos ir?
  • Como vamos chegar lá?

A partir daí, há várias metodologias e ferramentas que ajudam a fazer mais perguntas, detalhar as respostas, analisar os cenários e elaborar as estratégias e ações necessárias para chegar ao objetivo.

Podemos resumir da seguinte maneira a ordem das etapas do planejamento estratégico:

  1. Definir o objetivo
  2. Estudar o mercado
  3. Fazer uma autoanálise
  4. Construir um plano de ação
  5. Monitorar cada passo.

Vale destacar que não há problema em rever a estratégia caso, no meio do caminho, se julgue necessário. Porque o processo inteiro será sempre uma grande aprendizagem.

O que é análise SWOT?

O que é análise SWOT
É uma maneira de avaliar os fatores dos ambientes interno e externo que impactam positiva ou negativamente na empresa.

A análise SWOT é uma das principais ferramentas para o planejamento estratégico de uma empresa.

O nome é uma sigla para as palavras Forças, Oportunidades, Fraquezas e Ameaças, em inglês.

Em português, portanto, a sigla fica “análise FOFA”, mas é mais comum que se refiram a ela como análise SWOT.

É uma maneira de avaliar os fatores dos ambientes interno e externo que impactam positiva ou negativamente na empresa.

Para aplicar a ferramenta, devem ser escritos os seguintes atributos:

Forças (Strenghts)

São os pontos fortes da empresa, aquilo que ela tem e faz de melhor. É um fator interno que ajuda a companhia a alcançar seu objetivo.

Fraquezas (Weakness)

São os pontos fracos, as desvantagens que a empresa tem perante seus competidores. É um fator interno que atrapalha no alcance do objetivo.

Oportunidades (Opportunities)

São aspectos do cenário atual do mercado e do público consumidor que beneficiam a empresa. É um fator externo útil.

Ameaças (Threats)

Por fim, devem ser listados os aspectos do mercado e do público consumidor que podem ser obstáculos para a empresa alcançar seu objetivo.

Os atributos definidos vão compor este quadro:

Fatores positivos Fatores negativos
Fatores internos S (forças) W (fraquezas)
Fatores externos O (oportunidades) T (ameaças

Botando tudo isso no papel, fica mais fácil saber quais medidas tomar para minimizar os pontos negativos e maximizar os positivos.

O que é BSC (Balanced Scorecard)?

O que é BSC (Balanced Scorecard)
Podemos traduzir Balanced Scorecard como Indicadores Balanceados de Desempenho.

É uma metodologia criada por professores da Harvard Business School, também muito importante para o planejamento estratégico de uma empresa.

Podemos traduzir Balanced Scorecard como Indicadores Balanceados de Desempenho.

No BSC, o administrador define a estratégia de crescimento em quatro perspectivas, que são as seguintes:

Perspectiva financeira

Obter o retorno do capital investido e boas margens de lucro é, claro, um dos principais objetivos de toda empresa.

A perspectiva financeira do BSC inclui a definição de objetivos palpáveis, metas de receitas gerais ou por setor.

Perspectiva dos clientes

Para que a empresa obtenha os resultados financeiros desejados, ela precisa gerar valor para um determinado público, de onde sairão seus clientes.

Nessa perspectiva, o administrador avalia suas medidas de satisfação, fidelização e retenção de clientes.

Perspectiva dos processos internos

Uma empresa funciona porque possui uma série de processos que lhe permitem gerar o valor que garante seu faturamento.

Nessa perspectivas, os processos internos são analisados para que seja possível identificar gargalos e oportunidades para melhorá-los e elevar a eficiência da companhia e o nível de qualidade no produto ou serviço oferecido.

Perspectiva de aprendizagem

Para que o crescimento seja possível, a empresa precisa de um processo contínuo de aprendizagem, que englobe todos os colaboradores.

O aperfeiçoamento é constante e tem ótimos resultados quando existe uma cultura de evolução técnica e intelectual permanente.

É importante que essas quatro perspectivas estejam relacionadas entre si, sempre alinhadas com o planejamento estratégico.

Missão, visão e valores?

Missão, visão e valores
Missão é o propósito, a essência da empresa.

Você já deve ter visto, em alguma empresa, aquela plaquinha com três frases que descrevem a missão, a visão e os valores da marca.

Para quem olha de fora, pode parecer algo sem importância. Mas não se engane: essas definições fazem parte do planejamento estratégico da organização.

A missão é o propósito, a essência da empresa.

A visão é o sonho, ou seja, o grande objetivo que a empresa quer alcançar.

Já os valores são os comportamentos praticados ou desejados para que a missão seja cumprida e a visão realizada.

É importante destacar que tudo isso precisa ser verdadeiro. Não faça como muitas empresas, que deixam essa definição a cargo de uma agência de publicidade.

Pode ser tentador escrever uma missão, visão e valores que estejam de acordo com o que o público-alvo pensa.

Mas o pré-requisito é que estejam de acordo com o que a própria empresa pense – e, ainda mais importante, que pratique.

Por exemplo, não adianta ter a compaixão como um dos valores se os colaboradores são tratados com extrema rigidez.

A missão, a visão e os valores precisam refletir, portanto, o que a empresa é.

O que são Metas SMART?

O que são Metas SMART
As metas SMART foram criadas por Edwin Locke e Garry Latham quando eles perceberam que metas com determinadas características provocam um grau muito mais alto de motivação.

Assim como na análise SWOT, as metas SMART têm seu nome originado de uma sigla composta por palavras em inglês.

A seguir, vamos explicar quais são essas palavras e o que elas querem dizer. Antes disso, é importante entender a premissa.

As metas SMART foram criadas por Edwin Locke e Garry Latham quando eles perceberam que metas com determinadas características provocam um grau muito mais alto de motivação.

Essas características são justamente as palavras que compõem a sigla SMART. Veja:

Specific (específica)

Uma meta não pode ser vaga e subjetiva. Caso contrário, ninguém saberá exatamente quando está próximo de alcançá-la, e o fator motivacional será muito baixo.

Por exemplo, em vez de definir que a meta é aumentar as vendas ou as receitas, estabeleça o percentual de evolução desejado.

Mensurable (mensurável)

É preciso garantir que os resultados que compõem a meta possam ser medidos de maneira confiável.

Então, além de definir o percentual de evolução nas vendas, estabeleça uma janela de tempo, para poder comparar com um período anterior da mesma duração e, assim, ter uma ideia correta da variação nos números.

Achievable (alcançável)

Algumas pessoas acham que quanto maior é a meta, melhor. Porque isso força os limites de quem tenta alcançá-la.

No mundo corporativo, não é bem assim.

Se uma equipe se depara com uma meta impossível de alcançar, por que se dedicar tanto a ela? Então, faça sempre metas realistas.

Relevant (relevante)

É necessário que a meta tenha relevância dentro do planejamento estratégico da organização.

Quando os colaboradores compreendem essa relevância (papel da comunicação interna), a tendência é que se motivem mais para alcançar as metas.

Time based (temporal)

Um grande erro é não estabelecer um prazo final para que a meta seja alcançada.

Ficar com a meta indefinidamente não faz sentido e não ajudará na motivação da equipe.

O que é Matriz BCG?

O que é Matriz BCG
Basicamente, é uma classificação dos produtos da empresa quanto à sua participação no mercado e potencial de crescimento.

A matriz BCG tem esse nome porque foi criada pela conceituada empresa de consultoria Boston Consulting Group.

Ela tem a finalidade de auxiliar o processo de tomada de decisão dos gestores de marketing e vendas.

Basicamente, é uma classificação dos produtos da empresa quanto à sua participação no mercado e potencial de crescimento.

Veja essa tabela para entender melhor:

Participação relativa de mercado
Alta Baixa
Crescimento do mercado Alto Estrela Ponto de interrogação
Baixo Vaca leiteira Abacaxi

 

Cada produto da empresa pertence a um desses quatro quadrantes. Sendo que:

Ponto de interrogação

São os produtos que estão inseridos em um mercado com altas taxas de crescimento.

Podem se tornar um abacaxi porque exigem grandes investimentos e têm pouco retorno.

Ou uma estrela, caso sejam bem trabalhados.

Estrela

Também o produto está em um mercado com grande taxa de crescimento, mas é líder de mercado.

Exige grande investimento.

Vaca leiteira

Os produtos dessa categoria também são líderes de mercado, mas não demandam grandes investimentos porque estão em um mercado que já acalmou.

Desse modo, geram altas taxas de lucro.

Abacaxi

Já o abacaxi é um produto com baixa participação em um mercado já estabelecido e sem crescimento.

Produtos dessa categoria devem ser evitados, talvez até descartados, pois exigem alto investimento e têm pouco retorno.

O que é plano tático?

O que é plano tático
O plano tático é um desdobramento do planejamento estratégico a nível departamental.

O plano tático é um desdobramento do planejamento estratégico a nível departamental.

Ele trata da criação de metas e contribuições de cada área da empresa para a realização dos objetivos traçados no planejamento estratégico.

Nessa fase, os planos começam a ser mais detalhados e concretos, portanto. Eles são traçados para a execução a médio prazo.

Veja que a ordem das coisas é partir, primeiro, de uma análise da empresa como um todo, definindo objetivos, metas, missão, visão, valores e exercitando o autoconhecimento.

Só depois disso tudo é que se deve passar para os planos táticos dos departamentos.

Isso porque todos os planos táticos devem seguir o mesmo fio condutor.

Imagine se o setor de marketing traça um objetivo e o de vendas outro completamente diferente. Longe do ideal, concorda?

De qualquer forma, é no plano tático que tudo começa a ser aplicado na prática. Então, é fundamental contar com gestores competentes em todas as áreas, que compreendam bem a importância do pensamento estratégico em seu trabalho e nos resultados da empresa.

Planos de ação

Os planos de ação são ainda mais práticos que os planos táticos.

Representam a materialização das ideias previamente definidas pelas lideranças da empresa.

Neles, são listadas as atividades que devem ser realizadas para que os objetivos de que tanto falamos aqui sejam alcançados.

Nos planos de ação, exige-se que os gestores exercitem a capacidade de executar e também de delegar.

O plano pode ser feito em formato de tabela, estabelecendo o objetivo e listando as atividades necessárias para atingi-lo.

Além da descrição da tarefa, convém escrever quais os recursos necessários, o responsável por ela, a data de início, prazo final, status e observações.

Ou seja, a tabela precisa ser acompanhada e atualizada constantemente.

Sem planos táticos e planos de ação, o perigo é que toda a estratégia pensada pelos líderes da organização seja em vão, que tudo fique apenas na teoria.

Conclusão

Planos de ação
Com objetivos e metas embasadas e pensadas estrategicamente, a empresa tem um norte, não fica suscetível a modismos e devaneios dos gestores.

Nosso principal objetivo neste artigo foi explicar para os leitores que o planejamento estratégico é essencial para o crescimento de qualquer empresa.

Na verdade, mais do que isso. Ele pode ser o fator que vai garantir a sobrevivência da companhia em um mercado tão dinâmico e competitivo.

Com objetivos e metas embasadas e pensadas estrategicamente, a empresa tem um norte, não fica suscetível a modismos e devaneios dos gestores.

Mas tenha em mente que não basta contratar uma empresa de consultoria, fazer um trabalho estratégico intensivo em alguns meses e pronto.

É preciso levar essa mentalidade adiante, criar uma verdadeira cultura do planejamento estratégico.

Repensar os planos não é necessário, mas se possível sempre tendo o propósito como guia.

Por fim, cabe destacar que tão importante quanto fazer todas as análises do planejamento estratégico é transformá-lo em ações práticas.

É para isso que servem os planos táticos e planos de ações, e por isso que um administrador deve contar com gestores qualificados em todos os setores.

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Brian Tracy

Brian Tracy é uma das maiores autoridades em coaching e negócios do mundo: em mais de 30 anos de atuação, passaram por suas palestras e seminários mais de 5 milhões de pessoas. Já atuou como coach e consultor em mais de mil empresas. Autor de dezenas de best-sellers, foi homenageado em 2011 com o Lifetime Achievement Award, concedido pela National Academy of Best Selling Authors. É fundador e CEO da Brian Tracy International, tem uma carreira de sucesso, principalmente nos setores de vendas e marketing, investimentos, desenvolvimento imobiliário, importação, distribuição e consultoria de gestão.

Flora Victória

Flora Victoria é fundadora da Sociedade Brasileira de Coaching, presidente da SBCOACHING Training e Mestre em Psicologia Positiva Aplicada pela University of Pennsylvania. Diretora educacional das empresas do SBCOACHING Group e founding fellow do Institute of Coaching (IOC) – órgão afiliado à Harvard Medical School dedicado ao avanço do coaching, Flora é considerada a maior especialista em psicologia positiva aplicada ao coaching do país. Seu trabalho precursor resultou na criação do primeiro treinamento de positive coaching do Brasil. Pioneira na condução de projetos de pesquisa e comprovação científica do coaching no país, tem contribuído significativamente para consolidar a credibilidade desse processo e estimular seu desenvolvimento no Brasil e no mundo.

Como trainer e master coach, Flora já participou da formação de mais de 45 mil coaches no Brasil. Responsável pelas parcerias internacionais firmadas pela SBCOACHING com instituições globais, Flora tem trazido para o Brasil o que há de melhor e de mais atual no coaching internacional. Flora representa a Sociedade Brasileira de Coaching como membro da Graduate School Alliance for Executive Coaching (GSAEC), instituição especializada no ensino acadêmico do coaching, e da Association for Coaching (AC), credenciadora internacional presente em mais de 50 países.

Escritora de obras que são referência no coaching mundial, Flora é coautora dos livros Personal & Professional Coaching®, Executive & Business Coaching®, Positive Psychology Coaching® e Career Coaching®, entre outros. Em parceria com Brian Tracy e Villela da Matta, escreveu Estratégias Avançadas de Vendas e Engajamento Total. Como parte de sua contribuição para o coaching global, Flora foi convidada a integrar uma equipe internacional cujo objetivo foi discutir e compreender a diversidade do coaching no mundo. Esse trabalho resultou no livro Diversity in Coaching: Working with Gender, Culture, Race and Age, lançado pela Association for Coaching (AC). Como especialista em coaching, negócios, liderança e psicologia positiva, escreve artigos para a Revista SBCOACHING, para a Revista Científica Brasileira de Coaching e para diversos portais.

Com graduações acadêmicas e especializações nas áreas de Governança Corporativa pela Harvard Business School, MBA pela FGV, Marketing pela ESPM e Tecnologia pela USCS, a expert em ciências comportamentais, Flora, aplica seu sólido conhecimento teórico e prático para contribuir com diferentes públicos na conquista de resultados e aumento de realizações.

Com uma experiência organizacional consolidada ao longo de 30 anos, antes de fundar a SBCOACHING Flora foi executiva da Claro e atuou em grandes empresas como Volkswagen, Ford e Bell South, nas áreas de planejamento estratégico, gestão de mudanças, governança corporativa, tecnologia e finanças. À frente da SBCOACHING Training™, dedica-se continuamente a expandir o portfólio de serviços e a elevar cada vez mais a qualidade e a eficácia do coaching.