Plano tático: o que é, como fazer e importância

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Qualquer empresa que busca crescer de maneira sustentável tem na linha de frente um gestor que sabe que precisa de uma estratégia consistente e de um plano tático.

Porque nada acontece em um passo de mágica, por sorte ou pela conjunção dos astros.

Não basta simplesmente ter uma grande ideia, abrir um negócio e ir administrando as demandas na medida em que elas forem surgindo.

Se o sucesso como empreendedor é uma meta, organização e planejamento são compromissos inadiáveis.

Tudo precisa ser arquitetado, pesando os prós e os contras de qualquer decisão, projetando o futuro com olhos no passado e no presente.

No fim das contas, cada detalhe importa.

Um investimento mal feito ou uma escolha errada podem colocar tudo a perder.

Se você ainda é um novato na gestão e está em busca de mais informações para se preparar, este artigo vai ajudar a entender o que é preciso para tirar as suas ideias do papel.

Pronto para saber tudo sobre plano tático? Boa leitura!

O que é plano tático?

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Plano tático é um tipo de planejamento presente em empresas de diferentes portes, que parte do estabelecimento de metas no médio prazo – aquelas que precisam ser cumpridas, normalmente, em até três anos.

O plano tático também costuma ter uma abrangência mais restrita, atendendo apenas a alguns setores de uma empresa.

Por isso, é comum que cada área tenha o seu próprio plano tático com objetivos específicos a serem atingidos.

É nessa fase que algumas perguntas importantes são respondidas, tais como:

  • O que fazer?
  • Como fazer?
  • Dá para fazer?
  • É o melhor caminho a seguir?

Qual a importância do planejamento tático?

O plano tático, assim como os outros tipos de planejamento (estratégico e operacional, dos quais falaremos mais à frente), é vital para administração de uma empresa.

Por exemplo, é aqui que as diferentes áreas de uma empresa vão se organizar para definir seus objetivos para os próximos anos.

Quais os objetivos do planejamento tático?

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Para que possa entender melhor os objetivos de um planejamento tático, nada melhor do que recorrer a exemplos.

Separamos três possíveis metas para ilustrar o que motiva a sua elaboração:

  • Realizar campanhas de marketing para captar mais clientes
  • Encontrar novas receitas para diversificar o orçamento
  • Garantir que todos os colaboradores estejam qualificados para ocupar seus postos.

Você reparou em um detalhe? Todos os objetivos são específicos para um setor.

O primeiro compete à comunicação e marketing, o segundo ao financeiro e, o terceiro, à gestão de pessoas.

Claro que cada um detalhes pode ter implicações com os outros, sobretudo com o financeiro.

O marketing vai precisar de um investimento para montar as suas estratégias de divulgação.

Assim como a gestão de pessoas pode necessitar de recursos para oferecer oficinas e cursos de especialização aos seus colaboradores para que eles estejam capacitados a desempenharem suas funções.

Mas, em resumo, o plano tático se limita a uma área, setor ou departamento específico.

Como funciona o plano tático?

Como o plano tático faz parte de um planejamento mais voltado a cada segmento de uma empresa, seus gerentes é que costumam liderar o processo.

Cada a eles a responsabilidade de traçar as estratégias, distribuir as tarefas e se certificar do cumprimento do objetivo.

Além disso, embora sejam etapas distintas dentro de uma organização, estratégia, tática e operação precisam ser pensadas em conjunto.

Isso vale mesmo que cada uma tenha as suas missões e os seus prazos para serem cumpridos.

Então, se você quer aprender como colocar isso tudo em prática e fazer um plano tático, não deixe de conferir o próximo tópico.

Como fazer um planejamento tático?

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O planejamento tático se divide, basicamente, em quatro etapas distintas: averiguar, solucionar, refletir e agir.

Veja o que cabe a cada fase em detalhes:

Averiguar

Compreende a etapa inicial, na qual os problemas que foram diagnosticados precisam ser analisados, de modo a verificar quais os impactos que estão causando em um ou mais setor da empresa.

Para averiguar de forma organizada, é recomendado que cada área da empresa fique responsável pelo seu pessoal e por suas atividades.

Assim, se torna mais fácil e assertivo realizar um diagnóstico.

Também evita que funcionários de áreas diferentes acabem sendo envolvidos em alguma das tarefas estabelecidas no planejamento.

Solucionar

Nesta segunda fase, todos os participantes, sobretudo os líderes e gestores, em seus respectivos segmentos, são convidados a fazer um brainstorming.

É a chamada reunião de tempestade de ideias, onde a troca acaba moldando as melhores práticas.

Na oportunidade, é preciso pensar em soluções para os problemas encontradas na etapa de averiguação.

Mesmo que seja uma incumbência voltada aos cargos mais altos, a cooperação de todos é fundamental.

E não é difícil de entender o porquê disso.

Às vezes, quem vive a prática com intensidade – como é caso dos colaboradores – são as pessoas mais habilitadas a apresentar alternativas às dificuldades.

Refletir

Depois de apresentadas as possíveis soluções, é chegada a vez de refletir sobre cada uma delas.

Todos os questionamentos relativos às ações que serão adotadas no campo prático devem ser realizados nesta fase.

São alguns exemplos de perguntas que precisam ser feitas neste momento: “Qual a saída parece ser a mais efetiva?”, “quanto vamos precisar investir para realizar tal medida?”, “será que não é muito arriscado recorrer a essa alternativa?”.

Ou seja, é necessário fazer um levantamento completo dos prós e contras de cada solução apresentada.

Agir

Depois de todas as etapas preparatórias, é chegada a hora de, finalmente, colocar a mão na massa.

Com as melhores soluções encontradas e lapidadas, cabe a cada setor se responsabilizar pela implementação das medidas em busca dos objetivos traçados.

Para isso, é fundamental lembrar da organização necessária, que destacamos já na abertura do artigo.

Um cronograma bem elaborado, com responsáveis identificados por cada ação, é um passo básico em direção ao êxito do plano tático.

Quais as diferenças entre planejamento tático, estratégico e operacional?

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Como dissemos anteriormente, o plano tático é apenas uma parte das três que compõem o planejamento de uma empresa.

Somado a ele, temos também o estratégico e o operacional.

Vamos conhecer detalhes sobre eles também?

Planejamento estratégico

O planejamento estratégico é o mais amplo, de onde derivam os outros dois.

Ele não está restrito a essa ou àquela área da empresa, mas interessa a toda a organização.

Até por isso, diante de todo esse envolvimento, os objetivos são mais voltados ao longo prazo, aqueles que têm de cinco a dez anos, em média, para serem cumpridos.

As metas costumam ter relação com a missão, visão e valores da empresa.

Além disso, procuram responder perguntas como: “quem somos?”, “o que queremos?” e “onde pretendemos chegar?”.

Para elucidar esses questionamentos, é feito um levantamento de fatores externos, como o cenário econômico no qual a empresa se enquadra.

Também um panorama do segmento de mercado em que atua, da concorrência e uma análise interna acerca das forças, fraquezas, oportunidade e ameaças.

A partir daí, são traçadas estratégias para cumprir os objetivos diagnosticados no mapeamento inicial.

Como exemplo, ser responsável por 20% de todo o mercado em sua área de atuação.

Planejamento operacional

É um tipo de planejamento mais específico.

Por isso, ele é voltado para as demandas mais urgentes, aquelas que precisam ser resolvidas em um menor período de tempo.

Tudo é bastante detalhado, o que inclui um método, um sistema e processos bem definidos.

As perguntas a serem respondidas aqui são: “quem vai fazer?”, “qual é o prazo para fazer” e “quais recursos serão utilizados?”.

Para que esses modelos de planos dêem certo, é preciso que cada responsável tenha a noção exata do seu papel na operação.

Além disso, todos têm de estar cientes dos riscos que um procedimento desses oferece.

Não é descartado ter um plano de contingência, caso algum imprevisto se concretize.

Um exemplo de objetivo operacional pode ser estabelecer uma parceria para aumentar a capacidade de produção sem impactar muito os custos.

Dicas para acertar no plano tático

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Agora que você já sabe diferenciar os três tipos de planejamentos mais  comuns na gestão de empresas, vamos voltar a falar especificamente sobre o plano tático.

Neste tópico, traremos dicas que não podem ficar de fora da sua elaboração.

Confira!

Revise a missão, a visão e os valores de sua empresa

Mesmo que esses três elementos sejam balizadores para a criação do plano estratégico, nunca esqueçamos que o tático deriva dele também.

Então, vamos revisar cada conceito:

  • Missão: benefícios que a empresa oferece ao seus consumidores. É a razão de ser de um negócio
  • Visão: são os objetivos de uma empresa, onde ela quer chegar
  • Valores: os princípios que uma empresa defende e não abre mão.

O que foi determinado como objetivo do plano tático?

O objetivo determinado para cada setor de um empresa pelo plano tático deve ser seguido à risca, a fim de cumprir todas as estratégias dentro do prazo.

Digamos que a meta seja criar campanhas para fidelizar clientes e, assim, garantir uma maior estabilidade nas receitas.

A partir daí, todos tem que fazer a sua parte para concluir com sucesso o que foi planejado.

Por exemplo, o marketing deve se empenhar para divulgar suas mensagens, de forma que o público se sinta engajado a seguir consumindo o produto ou serviço da empresa.

Quais os recursos necessários para isso?

Mas será que, para alcançar o êxito nessa campanha, a empresa vai contar com toda a verba que precisa?

É para responder a esse questionamento que os setores também precisam conversar entre si e buscar a melhor a solução.

Segundo no exemplo, antes de definir um plano de ação, o marketing deve consultar a área financeira para descobrir quanto há disponível no orçamento para criar a campanha.

Havendo uma previsão de despesas acima do disponível, existem duas saídas: tentar diminuir os custos, eliminando elementos menos importantes, ou buscar parcerias para viabilizar economicamente a estratégia.

Definição de metas

Tão fundamental quanto o objetivo principal do plano tático é a definição de metas menores.

Elas vão servir como uma espécie de passo a passo, dividindo em etapas esse propósito mais importante.

Para seguir no mesmo exemplo, as metas seriam:

  • Definir um público-alvo para atingir
  • Pesquisar qual produto ou serviço pode ser mais atrativo para a campanha
  • Verificar qual o meio pode ser o mais eficaz para transmitir a sua mensagem
  • Encontrar patrocínios ou empresas parceiras para reduzir o custo da campanha.

Distribuição de tarefas e alocação das equipes

Para ter ainda mais assertividade em seus objetivos e não sobrecarregar ninguém, cabe ao gestor responsável por cada setor distribuir as tarefas.

Se necessário, ele também deve alocar equipes para desempenhar determinado papel.

Importante dizer que essa é uma ótima forma de valorizar o trabalho em equipe.

Afinal, todo colaborador vai se sentir importante ao realizar uma atividade vital para o sucesso da empresa.

No nosso exemplo, o diretor de marketing é a pessoa que vai liderar a sua equipe.

A ele, cabe garantir que designers, produtores, publicitários, atendentes, redatores e analistas, entre outros profissionais, dêem o seu máximo em cada uma de suas atribuições.

Calendário de ações

Para quem gosta de organização, montar um calendário de ações pode ajudar.

Com um cronograma claro e bem definido, fica mais fácil manter um ritmo de produção e não deixar de atender a nenhum aspecto do plano tático.

O importante é nunca se desligar no objetivo final e das metas que levam até ele.

Apesar do prazo de até três anos parecer grande, quem for empurrando as decisões com a barriga pode se atrapalhar.

Até porque existem determinadas ações que têm as suas sazonalidades e, quanto mais perto do tempo limite você deixar para agir, mais se aproxima do fracasso.

Por exemplo, mandar uma grande quantidade de materiais para gráfica exige um certo planejamento, pois o fornecedor também tem outras demandas para cumprir.

Se você deixar para entregar tudo de última hora, podem ocorrer três problemas:

  • Correr o risco de pagar mais caro pela urgência do pedido
  • Se acontecer algum erro de impressão, dificilmente vai ter tempo hábil para corrigir
  • E o pior cenário possível: pode ser que o material não fique pronto dentro do prazo.

Treinamentos

Dependendo dos objetivos definidos no plano tático, a empresa pode precisar realizar treinamentos em sua equipe.

Se esse for o caso, não pense duas vezes antes de direcionar uma parte do seu capital para a qualificação necessária.

Quando falamos de capacitação, estamos tratando de aprendizagem e conhecimento – e isso não é gasto, mas sim investimento

Se a sua empresa estiver passando por dificuldades financeiras, escolha uma alternativa mais econômica – mas não deixe de investir.

Os cursos de ensino a distância podem ser uma opção mais barata e igualmente eficaz.

Quais os setores envolvidos no plano tático?

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Todos os setores importantes de uma empresa devem se envolver no plano tático.

Os três principais deles que, toda a companhia normalmente conta, são o financeiro, o marketing e o de produção, o que também envolve a gestão de pessoas.

Setor Financeiro

Responsável por gerenciar todos os recursos de uma empresa, o setor financeiro tem a chave de cofre e avalisa a alocação desse dinheiro.

Setor de Marketing

Faz a divulgação da empresa, sendo o principal encarregado de criar campanhas de lançamento de produtos e serviços, além de ações diretas com o público.

Sua atuação é igualmente importante em momentos de crise para pensar estratégias para trabalhar a imagem da marca e encontrar soluções criativas para vencer os momentos mais difíceis.

Setor de Produção

É aquele que coloca a mão na massa e faz a empresa andar.

Talvez seja o setor mais necessite de um plano tático e de um direcionamento para a sua produção.

Quando não há um objetivo claro, os colaboradores podem se desmotivar e comprometer o funcionamento de toda a engrenagem.

O papel de cada departamento nos próximos 12, 24 ou 36 meses da empresa

Todo departamento tem o seu papel na implementação de um planejamento tático.

Cabe a cada um dos segmentos olhar para a sua realidade, mas também avaliar o conjunto, mesmo que isso seja abordado no plano estratégico.

Por exemplo, o setor financeiro pode ter o objetivo de cortar gastos e diminuir as despesas, enquanto o marketing defende que precisa investir mais, justamente para superar esse momento de dificuldade.

É preciso, então, buscar um meio termo, de forma que haja um equilíbrio, todos fiquem satisfeitos e consigam atingir as suas metas individuais e o objetivo coletivo.

Sempre lembrando que o bem-estar do todo sempre deve ser prioridade – daí a importância de se chegar a um denominador comum.

O coaching no desenvolvimento da empresa

Como vimos, o plano tático é uma etapa fundamental para o desenvolvimento de uma empresa.

A partir dele, diferentes setores da organização podem traçar seus objetivos no médio prazo e, assim, definir a melhor estratégia para que sejam alcançados.

Em sua base, a metodologia de coaching tem tudo a ver com isso.

A partir da figura do coach, ela funciona como uma facilitadora, podendo aproximar pessoas e empresas de seus objetivos.

Tudo começa com a definição deles e, a partir daí, é traçado um plano de ação até a sua concretização.

Com o coaching, isso passa pelo desenvolvimento de competências e habilidades identificadas como necessárias para a realização de cada meta.

Se você decidir seguir por esse caminho, saiba que pode contar com quem realmente entende do assunto.

Com uma variada gama de cursos com formação em coaching, a SBCoaching possui reconhecimento internacional e uma estrutura completa.

Conclusão

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Gerir uma empresa é uma tarefa complexa, que exige muito planejamento.

Mas somente assim é possível ter um crescimento estruturado, que siga metas e objetivos realistas, que agreguem valor e possa ser cumpridos.

Como vimos, o plano tático é parte fundamental de toda essa organização e precisa ser pensado com cuidado.

Agora, é só reunir as dicas que conferiu neste artigo e partir para a prática.

E se você gostou do texto, aproveite para compartilhar em suas redes sociais.

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Brian Tracy

Brian Tracy é uma das maiores autoridades em coaching e negócios do mundo: em mais de 30 anos de atuação, passaram por suas palestras e seminários mais de 5 milhões de pessoas. Já atuou como coach e consultor em mais de mil empresas. Autor de dezenas de best-sellers, foi homenageado em 2011 com o Lifetime Achievement Award, concedido pela National Academy of Best Selling Authors. É fundador e CEO da Brian Tracy International, tem uma carreira de sucesso, principalmente nos setores de vendas e marketing, investimentos, desenvolvimento imobiliário, importação, distribuição e consultoria de gestão.

Flora Victória

Flora Victoria é fundadora da Sociedade Brasileira de Coaching, presidente da SBCOACHING Training e Mestre em Psicologia Positiva Aplicada pela University of Pennsylvania. Diretora educacional das empresas do SBCOACHING Group e founding fellow do Institute of Coaching (IOC) – órgão afiliado à Harvard Medical School dedicado ao avanço do coaching, Flora é considerada a maior especialista em psicologia positiva aplicada ao coaching do país. Seu trabalho precursor resultou na criação do primeiro treinamento de positive coaching do Brasil. Pioneira na condução de projetos de pesquisa e comprovação científica do coaching no país, tem contribuído significativamente para consolidar a credibilidade desse processo e estimular seu desenvolvimento no Brasil e no mundo.

Como trainer e master coach, Flora já participou da formação de mais de 45 mil coaches no Brasil. Responsável pelas parcerias internacionais firmadas pela SBCOACHING com instituições globais, Flora tem trazido para o Brasil o que há de melhor e de mais atual no coaching internacional. Flora representa a Sociedade Brasileira de Coaching como membro da Graduate School Alliance for Executive Coaching (GSAEC), instituição especializada no ensino acadêmico do coaching, e da Association for Coaching (AC), credenciadora internacional presente em mais de 50 países.

Escritora de obras que são referência no coaching mundial, Flora é coautora dos livros Personal & Professional Coaching®, Executive & Business Coaching®, Positive Psychology Coaching® e Career Coaching®, entre outros. Em parceria com Brian Tracy e Villela da Matta, escreveu Estratégias Avançadas de Vendas e Engajamento Total. Como parte de sua contribuição para o coaching global, Flora foi convidada a integrar uma equipe internacional cujo objetivo foi discutir e compreender a diversidade do coaching no mundo. Esse trabalho resultou no livro Diversity in Coaching: Working with Gender, Culture, Race and Age, lançado pela Association for Coaching (AC). Como especialista em coaching, negócios, liderança e psicologia positiva, escreve artigos para a Revista SBCOACHING, para a Revista Científica Brasileira de Coaching e para diversos portais.

Com graduações acadêmicas e especializações nas áreas de Governança Corporativa pela Harvard Business School, MBA pela FGV, Marketing pela ESPM e Tecnologia pela USCS, a expert em ciências comportamentais, Flora, aplica seu sólido conhecimento teórico e prático para contribuir com diferentes públicos na conquista de resultados e aumento de realizações.

Com uma experiência organizacional consolidada ao longo de 30 anos, antes de fundar a SBCOACHING Flora foi executiva da Claro e atuou em grandes empresas como Volkswagen, Ford e Bell South, nas áreas de planejamento estratégico, gestão de mudanças, governança corporativa, tecnologia e finanças. À frente da SBCOACHING Training™, dedica-se continuamente a expandir o portfólio de serviços e a elevar cada vez mais a qualidade e a eficácia do coaching.