Polivalência: o que é e como ser um profissional polivalente

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Será que você tem a polivalência necessária para o novo mercado de trabalho?
Cada vez mais, as empresas buscam profissionais polivalentes, capazes de enfrentar múltiplos desafios e de encarar as mais diversas funções.
Não se trata de conhecer um pouco de tudo e não se aprofundar em nada, e sim de manter a sua especialidade e continuar buscando novos conhecimentos e habilidades.
Ou seja, o perfil mais desejado nas organizações é multifuncional, proativo e capaz de desenvolver novas competências de acordo com as necessidades do negócio.
Assim, as empresas ganham em produtividade e os profissionais se beneficiam de um mar de oportunidades para avançar na carreira e aprender muito mais.
Se você quer entender melhor o que significa a polivalência no trabalho, acompanhe nosso conteúdo selecionado:

  • Significados e definição de polivalência
  • O que é um profissional polivalente
  • A importância dessa capacidade no trabalho
  • Como se tornar um profissional polivalente
  • Dicas para aplicar a polivalência
  • Relação entre polivalência e satisfação no trabalho
  • Benefícios para vários tipos de profissionais
  • Como potencializar essa capacidade na empresa com sucesso.

Nas próximas linhas, você vai tirar todas as suas dúvidas sobre o assunto. Então, siga a leitura!

O que é polivalência?

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A polivalência é a capacidade de exercer várias funções diferentes, com acumulação progressiva de conhecimentos e habilidades.
Do ponto de vista estratégico, a polivalência também representa a organização das funções para aumento da flexibilidade e qualidade dos serviços.
O conceito de trabalhador polivalente surgiu por volta de 1960, quando o modelo taylorista de especialização e trabalho altamente mecânico já estava se esgotando.
Na época, o padrão de operário “mecânico” não oferecia mais a produtividade necessária, exigindo a criação de um modelo mais flexível e dinâmico, que permitisse maior envolvimento dos trabalhadores.
Assim, o trabalho passou por um processo de “desespecialização”, possibilitando que os funcionários aprendessem novas tarefas e aumentassem a sua qualificação.
Hoje, em um mundo globalizado, conectado e ultracompetitivo, a polivalência do capital humano é uma questão de sobrevivência para as empresas.

Significado e definição

Em resumo, polivalência é a capacidade de ser eficiente em várias situações e desempenhar funções diversas.
Uma definição interessante para a polivalência aplicada ao trabalho é a multiplicação da habilidade humana por meio do conhecimento e criatividade, que capacita o profissional para atividades mais complexas.
A especialista em gestão social Lucília Machado, da UFMG, define a polivalência como um trabalho mais variado, que permite certa abertura em relação à administração do tempo.
Em sua tese “Mudanças Tecnológicas e a Educação da Classe Trabalhadora” (1994), a pesquisadora analisa o impacto da polivalência no ambiente de trabalho, trazendo flexibilidade e recomposição de tarefas.

Sinônimos de polivalência

Alguns sinônimos possíveis para o termo polivalência são plurivalência, versatilidade e ecletismo.
Mas a palavra que melhor descreve seu sentido original é multifuncionalidade, a qual denota a capacidade de executar múltiplas funções.

O que é um profissional polivalente?

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O profissional polivalente é aquele que desenvolve perfeitamente suas funções, mas está sempre pronto para agregar novos conhecimentos e ampliar sua atuação na empresa.
São colaboradores que enxergam além de sua própria posição e compreendem o negócio em sua totalidade.
Por isso, conseguem propor soluções para outras áreas e processos.
Além disso, estão dispostos a desempenhar tarefas extras conforme a necessidade, sem temer os desafios à frente.

Benefícios do profissional polivalente

Há inúmeros benefícios em ser um profissional polivalente ou contratar um talento com esse perfil.
Para o profissional, a polivalência proporciona o desenvolvimento de competências, aumento da motivação e melhora nas relações interpessoais.
Para a empresa, o resultado é uma produtividade maior, mais agilidade para adaptação às mudanças do mercado e consequente vantagem competitiva.
Assim, substituir o trabalho monofuncional pelo multifuncional é sempre um investimento vantajoso.

A importância da polivalência no trabalho

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A importância da polivalência no trabalho se intensifica atualmente, em uma época de transformações tecnológicas e ampliação da concorrência em nível global.
As empresas precisam urgentemente de profissionais multifuncionais, pois estão enfrentando realidades cada vez mais incertas.
Dessa forma, sua força de trabalho é decisiva para acompanhar as mudanças.
Para superar a concorrência, as organizações devem fortalecer o trabalho em equipe e criar ambientes favoráveis à inovação, fazendo com que todos se unam pelos objetivos do negócio.
A polivalência é a resposta para alcançar esse diferencial, pois o envolvimento dos colaboradores em diversas funções promove o engajamento e alta performance.
Prova disso é que os profissionais denominados generalistas ganham mais que os especialistas, segundo um estudo da Columbia Business School, publicado na Harvard Business Review, em 2016.
Conforme a pesquisa, os profissionais com experiências e competências diversas são mais valiosos para as organizações do que aqueles que se focam em uma única área.

Como se tornar um profissional polivalente?

Para se tornar um profissional polivalente, você deve estar sempre buscando mais: mais conhecimento, mais experiências e mais desafios.
Isso porque a multifuncionalidade exige investimentos em capacitação, ou seja, ampliação contínua das competências técnicas e comportamentais.
Na prática, você pode procurar treinamentos, formações, cursos, workshops e vivências que complementem seu perfil e agreguem novas funções, além de prestar atenção ao ambiente de trabalho para identificar oportunidades.
Vale lembrar que as empresas reconhecem o profissional polivalente pela sua atitude proativa, curiosidade e flexibilidade.

Dicas para aplicar a polivalência no trabalho

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Muitos profissionais conhecem a polivalência na teoria, mas não sabem exatamente como aplicar o conceito na prática.
Siga as nossas dicas para se tornar um profissional mais versátil.

1. Seja proativo e contribua com os diferentes setores da organização

Ser proativo significa tomar a iniciativa para solucionar problemas, mesmo que eles não estejam diretamente ligados à sua função.
O profissional polivalente tem os objetivos da empresa como propósito central.
Por isso, está disposto a atuar em qualquer área para contribuir com os resultados.

2. Faça networking

As relações interpessoais são fundamentais para o profissional multifuncional, pois ampliam suas conexões dentro e fora da empresa para expandir as possibilidades de ação.
Construindo relações com outros profissionais e áreas, você fortalece seu papel na empresa e aumenta o campo de visão sobre o negócio.
Além disso, o networking é fundamental para desenvolver a liderança do profissional polivalente.

3. Capacite-se sempre

A capacitação é um processo permanente na vida profissional, ao menos para quem deseja se tornar polivalente e alcançar o sucesso.
Para atuar em diversas frentes, você deve se reciclar continuamente e atualizar seus conhecimentos por meio de cursos, treinamentos e formações.
Uma boa dica é investir no processo de coaching, que não apenas desenvolve novas habilidades, como desperta o potencial máximo do profissional em um processo de autoconhecimento assistido.

As dimensões da polivalência

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A polivalência é classificada em três dimensões, de acordo com a atuação do profissional.
Vamos aprender a identificar cada uma delas:

Polivalência vertical

A polivalência vertical ocorre quando o trabalhador assume tarefas de supervisão ou liderança de equipe.
Desse modo, o profissional adquire motivação para desenvolver as suas competências gerenciais e investir em si próprio.

Polivalência horizontal

Já no caso da polivalência horizontal, o profissional assume tarefas e funções de mesmo nível hierárquico.
Nessa dimensão, a oportunidade está no aprendizado de novas habilidades e dinamismo durante o expediente.

Polivalência profunda

Por fim, a dimensão da polivalência profunda é a mais complexa de todas, pois o profissional adquire um conjunto de competências.
Nesse caso, o colaborador pode se tornar um generalista e caminhar para postos de liderança.
Isso acontece porque ele desenvolve habilidades em várias frentes e passa a dominar um departamento ou ciclo de trabalho.

Polivalência e a satisfação no trabalho

A prática da polivalência é capaz de aumentar os níveis de satisfação no trabalho, pois oferece mais flexibilidade e oportunidades ao profissional.
Segundo um estudo da empresa de RH Randstad, publicado no Mundo RH, em 2018, 75% dos brasileiros ainda não possuem flexibilidade no trabalho, enquanto 86% acreditam que a mudança aumentaria a produtividade, criatividade e motivação.
Afinal, sair da zona de conforto pode ser um estímulo poderoso para o desenvolvimento pessoal e profissional, abrindo possibilidades para o avanço na carreira.
Logo, a multifuncionalidade é um propulsor de engajamento nas empresas e pode ser adotada em diversos segmentos.

Benefícios para os diferentes tipos de profissionais

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Há várias categorias de profissionais que se beneficiam diretamente da polivalência em suas funções e carreiras.
Confira a seguir algumas vantagens de acordo com a área de atuação.

Benefícios para o prestador de serviços

O prestador de serviços ganha mais agilidade e versatilidade com a polivalência aplicada ao negócio, em um mercado cada vez mais exigente em termos de qualidade.
Isso porque a atuação multifuncional facilita o atendimento pleno das necessidades do cliente e cria profissionais mais completos, prontos para entregar soluções rápidas em qualquer situação.
Além disso, a taxa de retenção de talentos tende a aumentar, como consequência da motivação no ambiente de trabalho.

Benefícios para o colaborador

O colaborador aproveita a polivalência para adquirir novos conhecimentos e desempenhar funções variadas, que tornam o trabalho mais estimulante e recompensador.
Além disso, a prática tende a aumentar os salários e facilitar promoções, uma vez que o profissional acumula competências e se torna mais atraente para o mercado.

Benefícios para o cliente

O benefício mais evidente para o cliente são os custos reduzidos e o aumento da qualidade dos produtos e serviços.
Se uma empresa otimiza seus processos com a polivalência, o cliente é o primeiro a sentir o impacto positivo, pois conta com uma organização mais eficiente e focada em suas necessidades.

Implementação da polivalência

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A polivalência pode ser um excelente caminho para dinamizar os negócios, mas é preciso ter um bom plano de implementação.
Isso porque a ampliação de funções é desafiadora para muitos colaboradores, causando insegurança e dúvidas.
Por essa razão, a empresa precisa garantir que a mudança será vantajosa para todos, além de desenvolver um processo estruturado antes de colocar em prática.

Gestão da mudança

A gestão da mudança é uma etapa essencial para garantir o sucesso da estratégia de polivalência nas empresas.
Isso porque a transição para um modelo que prioriza a multifuncionalidade envolve diversos riscos, principalmente em relação ao clima organizacional.
Antes de tudo, é preciso ter em mente que a polivalência não significa uma rotação desordenada de tarefas, tampouco o temido acúmulo ou desvio de funções.
Uma pesquisa do portal Vagas.com, divulgada em 2016 pelo G1, revelou que 56% dos profissionais enfrentavam o acúmulo de funções em seu emprego devido à crise econômica.
Em um cenário como esse, a gestão da mudança para um padrão mais flexível deve ser bem planejada e comunicada aos colaboradores, de modo que beneficie a todos e traga novas oportunidades.
Além disso, os profissionais devem ser envolvidos no processo, para que possíveis resistências sejam superadas e não restem dúvidas sobre os rumos do trabalho.
Para isso, a área de gestão de pessoas deve ouvir o que os colaboradores têm a dizer sobre a polivalência, considerando as necessidades de equipes e indivíduos.

Gestão de projetos

Ao implementar a polivalência na empresa, todo o processo deve ser encarado como um projeto, que exige planejamento, coordenação e avaliação em diversas etapas.
Para isso, você pode seguir o modelo básico de gestão de projetos, abrangendo as seguintes fases:

1. Iniciação

O primeiro passo é determinar o objetivo da empresa ao implementar a polivalência no trabalho.
A organização espera aumentar o desempenho? Aumentar a retenção de talentos? Otimizar processos?
Essas e outras perguntas devem ser respondidas detalhadamente, de preferência com metas claras a serem alcançadas com a mudança.
Além disso, é preciso analisar os possíveis riscos da implementação e seus impactos nas atividades dos profissionais.

2. Planejamento

No planejamento, todo o processo deve ser estruturado, desde o lançamento do projeto até o dimensionamento de recursos necessários.
No caso da implementação da polivalência, é necessário definir como os novos postos de trabalho serão organizados e que funções serão compartilhadas ou trocadas.
Um ponto fundamental nesse caso é a análise da capacidade dos colaboradores em relação à carga de trabalho, além das possibilidades de treinamento para adquirir novas competências no período esperado.
Além disso, a empresa deve decidir quais dimensões de polivalência serão utilizadas e qual seu efeito na força de trabalho atual e futuras contratações.

3. Execução

Na fase de execução, você deve garantir que todos os recursos foram alocados da forma correta e que todos os envolvidos estão cientes do processo.
Também é preciso estar atento aos possíveis problemas que surgem durante a adaptação à polivalência, tomando medidas rápidas para corrigir os erros e falhas de comunicação.
Além disso, o foco na formação é essencial, pois a capacitação é a chave para um modelo organizacional polivalente.

4. Monitoramento e controle

O monitoramento do processo deve incluir mensurações de ponta a ponta, desde os efeitos nos colaboradores até os clientes.
Os aspectos que exigem mais atenção são os possíveis conflitos de competências, dificuldades de adequação a novas tarefas e rotatividade de pessoal.

5.  Análise de resultados

Por fim, a análise de resultados deve ser realizada de acordo com as métricas iniciais e o sistema de avaliação desenvolvido.
Algumas ferramentas úteis para medir o sucesso da polivalência são pesquisas de satisfação, questionários e instrumentos de controle de qualidade, além de indicadores básicos como o turnover e quantidade de horas extras.

A manutenção da polivalência

Se o processo de implementação da polivalência for conduzido da forma certa, há grandes chances de uma manutenção simples e eficiente.
Isso porque a multifuncionalidade passará a integrar a própria cultura organizacional da empresa, fazendo com que os colaboradores assimilem os valores mais versáteis e dinâmicos.
Com o recrutamento e seleção de talentos adaptados ao modelo polivalente, a tendência é que essa cultura se consolide e se perpetue pela história da organização.
E o resultado, naturalmente, é o aumento da vantagem competitiva e altos níveis de produtividade.

Conclusão

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Ao chegar ao final deste artigo, acreditamos que você está pronto para adotar a polivalência na carreira e na empresa, depois de conhecer seus inúmeros benefícios e resultados.
Afinal, a multifuncionalidade será inevitável nos negócios do futuro, uma vez que já impacta empresas de todos os segmentos na busca por vantagem competitiva.
Como vimos, o processo de introdução da polivalência não é dos mais simples, pois exige um planejamento minucioso e cuidados durante a implementação.
Do mesmo modo, um profissional que pretenda se tornar polivalente deve seguir um caminho de aprimoramento contínuo, investindo em si próprio de acordo com as demandas do mercado.
Mas nada disso é missão impossível – e ela ainda pode ser facilitada.
Se você quer um atalho para se tornar multifuncional, está na hora de considerar o processo de coaching.
Como uma metodologia de desenvolvimento humano, o coaching pode guiar você por uma jornada de autoconhecimento e despertar todo o seu potencial.
Assim, você acelera seu aprendizado e se foca nas competências que realmente deseja desenvolver, além de trabalhar sua inteligência emocional para superar qualquer desafio.
Agora, se você precisa implementar a polivalência na sua empresa, a formação em coaching é a escolha ideal.
Atuando como um líder coach, por exemplo, você pode gerenciar a mudança para um modelo mais dinâmico e flexível, motivando e engajando os colaboradores no processo.
Isso é possível graças a cursos de excelência como os da SBCoaching, que capacitam líderes e gestores para desenvolver suas equipes e alcançar resultados extraordinários por meio do coaching.
Lembre-se de que a polivalência é o segredo da competitividade, e que o momento de investir na carreira e nos negócios é agora – antes que a concorrência saia na frente.
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Brian Tracy

Brian Tracy é uma das maiores autoridades em coaching e negócios do mundo: em mais de 30 anos de atuação, passaram por suas palestras e seminários mais de 5 milhões de pessoas. Já atuou como coach e consultor em mais de mil empresas. Autor de dezenas de best-sellers, foi homenageado em 2011 com o Lifetime Achievement Award, concedido pela National Academy of Best Selling Authors. É fundador e CEO da Brian Tracy International, tem uma carreira de sucesso, principalmente nos setores de vendas e marketing, investimentos, desenvolvimento imobiliário, importação, distribuição e consultoria de gestão.

Flora Victória

Flora Victoria é fundadora da Sociedade Brasileira de Coaching, presidente da SBCOACHING Training e Mestre em Psicologia Positiva Aplicada pela University of Pennsylvania. Diretora educacional das empresas do SBCOACHING Group e founding fellow do Institute of Coaching (IOC) – órgão afiliado à Harvard Medical School dedicado ao avanço do coaching, Flora é considerada a maior especialista em psicologia positiva aplicada ao coaching do país. Seu trabalho precursor resultou na criação do primeiro treinamento de positive coaching do Brasil. Pioneira na condução de projetos de pesquisa e comprovação científica do coaching no país, tem contribuído significativamente para consolidar a credibilidade desse processo e estimular seu desenvolvimento no Brasil e no mundo.

Como trainer e master coach, Flora já participou da formação de mais de 45 mil coaches no Brasil. Responsável pelas parcerias internacionais firmadas pela SBCOACHING com instituições globais, Flora tem trazido para o Brasil o que há de melhor e de mais atual no coaching internacional. Flora representa a Sociedade Brasileira de Coaching como membro da Graduate School Alliance for Executive Coaching (GSAEC), instituição especializada no ensino acadêmico do coaching, e da Association for Coaching (AC), credenciadora internacional presente em mais de 50 países.

Escritora de obras que são referência no coaching mundial, Flora é coautora dos livros Personal & Professional Coaching®, Executive & Business Coaching®, Positive Psychology Coaching® e Career Coaching®, entre outros. Em parceria com Brian Tracy e Villela da Matta, escreveu Estratégias Avançadas de Vendas e Engajamento Total. Como parte de sua contribuição para o coaching global, Flora foi convidada a integrar uma equipe internacional cujo objetivo foi discutir e compreender a diversidade do coaching no mundo. Esse trabalho resultou no livro Diversity in Coaching: Working with Gender, Culture, Race and Age, lançado pela Association for Coaching (AC). Como especialista em coaching, negócios, liderança e psicologia positiva, escreve artigos para a Revista SBCOACHING, para a Revista Científica Brasileira de Coaching e para diversos portais.

Com graduações acadêmicas e especializações nas áreas de Governança Corporativa pela Harvard Business School, MBA pela FGV, Marketing pela ESPM e Tecnologia pela USCS, a expert em ciências comportamentais, Flora, aplica seu sólido conhecimento teórico e prático para contribuir com diferentes públicos na conquista de resultados e aumento de realizações.

Com uma experiência organizacional consolidada ao longo de 30 anos, antes de fundar a SBCOACHING Flora foi executiva da Claro e atuou em grandes empresas como Volkswagen, Ford e Bell South, nas áreas de planejamento estratégico, gestão de mudanças, governança corporativa, tecnologia e finanças. À frente da SBCOACHING Training™, dedica-se continuamente a expandir o portfólio de serviços e a elevar cada vez mais a qualidade e a eficácia do coaching.