Possessivo: Dicas Para Lidar Com Uma Pessoa Possessiva

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Você já precisou lidar com alguém possessivo?
Há quem tente justificar esse comportamento como natural, o considerando como mero ciúmes ou até mesmo como um ato de amor.
Mas não se deixe enganar.
O sentimento de posse pode causar inúmeros transtornos na vida de quem o sente e, sobretudo, na daqueles que são vítimas da possessividade.
No lugar de simplesmente aceitar que tratem você como propriedade, talvez por medo de magoar alguém, pense que tomar uma atitude e romper esse ciclo vai ser a melhor saída para todos.
Claro, esse não é um processo instantâneo ou mesmo simples.
Por isso, reunimos neste artigo dicas valiosas para você entender mais sobre o assunto e decidir como agir.
Vamos lá?

Significado de possessivo: o que é ser possessivo?

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Com origem no latim possessivus, o termo designa aquele que possui o desejo de posse por alguém ou alguma coisa.
Os chamados pronomes possessivos também ajudam a entender o significado da palavra, especialmente as variações “meu” e “minha”.
Um simples “ela é minha mulher”, dependendo do contexto, pode revelar muito do caráter de posse.
Nele, uma pessoa acaba transformada em um objeto a ser conquistado e mantido. Uma verdadeira propriedade, portanto.
Ao longo do texto, você vai conseguir fazer inúmeras associações dessa conceituação com o modo como o sentimento de posse se manifesta.
Desde já, adiantamos que não se trata de algo positivo.

Sinônimos de possessivo

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Como falamos no início do texto, é comum que se busquem sinônimos para amenizar o comportamento de quem é possessivo e tratar as ações desmedidas como resultado de um suposto excesso de sentimento.
Ciumento, egoísta, apegado, desconfiado.
Todas essas palavras podem ser consideradas características comuns naquele que é possessivo.
São traços acionados toda vez que surge o temor de que o objeto de posse – vale lembrar que isso pode significar uma pessoa – possa ser perdido.
É importante dizer, no entanto, que esses termos não são exatamente sinônimos.
Esse cuidado evita que as expressões sejam usadas como justificativa.
Sentir ciúmes, por exemplo, não permite que alguém o trate como uma posse.
Nunca se esqueça disso.

Possessividade e a psicologia

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No âmbito da psicologia, a possessividade costuma ser encarada como uma resposta ao medo do abandono.
É por isso que a pessoa com essa característica possui traços de ciúmes extremo e tenta controlar o outro.
O temor de uma rejeição acaba projetando situações em que o possessivo vive o constante desconforto de que vai ser trocado ou deixado de lado.
Tudo isso gera uma ansiedade constante, na qual cada passo do outro precisa ser monitorado.
Para superar o medo e o crescente sentimento de impotência, a pessoa mobiliza todos os esforços e, não raro, acaba agindo de maneira sufocante, que restringe qualquer liberdade.
Para ela, no entanto, se trata de algo normal. É uma forma de demonstrar zelo.

O que é o amor possessivo?

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Quando a possessividade está presente, o amor é mascarado.
Aquela sensação de querer bem ao outro, em uma troca saudável de sentimentos, é encoberta pelo ciúme.
Acaba se transformando em algo tão pesado e manipulador que é até mesmo difícil chamar de amor.
Ao mesmo tempo em que fere o outro, é também um sentimento autodestrutivo, que se baseia na insegurança e na desconfiança.
Como a pessoa amada é sempre vista como alguém que requer um pé atrás, pois na menor chance pode trair sua confiança, o possessivo vê a todos como inimigos em potencial, alguém que precisa ser afastado a todo o custo.
Não tem como dar certo, não é mesmo?

O que é um relacionamento possessivo?

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Ainda que o sentimento de posse seja mais comum entre um casal, ele também pode surgir entre familiares e amigos.
Sabe aquela amizade tóxica, que não admite que você ande com outras pessoas e que quer sempre satisfações dos seus passos? É sobre isso que estamos falando.
Suas atividades, com quem costuma conversar, quais são os seus planos. Absolutamente tudo.
Quem é possessivo não deixa passar um detalhe da sua rotina.
É sobre dominação e, ao mesmo tempo, colocar o outro no papel de suspeito.
Não é incomum que a pessoa possessiva acabe espiando o dia a dia e os pertences do outro.
Uma olhada nas mensagens do celular enquanto ninguém está vendo, uma passada no trabalho durante o expediente para conferir se está tudo ok, ligações intermináveis para checar a localização exata.
É um tipo de relacionamento que acaba marcado pela insegurança e pela tensão constante.
O grande erro está em acreditar que se trata de uma fase ou mesmo de um ciúme natural de quem gosta e quer bem.
De certo modo, não é difícil entender por que muita gente aceita esse tipo de relação.
Ao mesmo tempo que alguém possessivo pode ter um comportamento de agressividade e controle, também é comum que faça constantes declarações e esteja sempre pronto para jurar amor eterno.
Mas não se deixe iludir.

Sintomas e sinais de possessividade no relacionamento

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Entender as motivações, características e o que está por trás de uma pessoa possessiva é fundamental para aprender a identificá-la.
Só assim você vai ser capaz de tomar um atitude e evitar que o comportamento acabe causando sofrimento.
A seguir, montamos uma lista com oito dos traços mais comuns, que merecem a sua atenção.

1. Controle

Alguém que tenha esse perfil quer sempre manter o controle da situação.
É por isso que ele faz interrogatórios constantes e busca saber os menores detalhes da sua rotina.
Se tiver a oportunidade ou desconfiar de que algo é suspeito, pode ter certeza que vai checar cada passo seu.

2. Carência

Deseja atenção em tempo integral e sempre dá um jeito para que você esteja por perto.
De preferência, para programas que não incluam outras pessoas.
Para quem olha de fora, pode até parecer bonitinha toda aquela necessidade de compartilhar cada minuto.

3. Chantagem

Se você não fizer exatamente aquilo que a pessoa quer, ela vai apelar para a chantagem emocional, até que o outro lado acabe por ceder.
Sabe toda aquela suposta dedicação e carinho dispensados?
Você vai ouvir sobre como não tem sido capaz de retribui-los.
Sim, no fim das contas, a culpa por todos os problemas vai ser jogada no seu colo.

4. Vigilância

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O celular toca e a pessoa quer saber, de pronto, quem é.
Você ri e ele logo busca descobrir quem está por trás daquela alegria.
O atraso de alguns minutos para o encontro é encarado como um sinal de alerta.
É como se você fosse um alarme e o menor sinal disparasse a sirene.

5. Ciúmes

Ah, o ciúmes.
Ele, certamente, é uma constante na vida da pessoa possessiva.
E não estamos falando daquele revirar de olhos quando a pessoa que você gosta olha para alguém.
Com o passar do tempo, a tendência é que o sentimento se intensifique e se transforme em algo doentio.

6. Exclusividade

Dividir você com outras pessoas não é uma opção.
Seus amigos não são bons o suficiente, sua família deveria dar um tempo e os colegas de trabalho só querem roubar seu lugar.
Ou pelo menos é disso que o indivíduo possessivo vai tentar convencer você.
Quando menos perceber, vai estar isolado daqueles que sempre estiveram ao seu redor e mal vai se dar conta de como isso aconteceu.

7. Manipulação

Outra característica comum é a manipulação, que se apresenta a partir de atitudes que minam a autoestima e a autoconfiança do outro.
Afinal, uma pessoa insegura está mais suscetível à dominação.
Assim, é a decisão do possessivo que acaba prevalecendo.

8. Justificativa

Por fim, a justificativa.
Quando você perceber e apontar o comportamento possessivo, o indivíduo vai tentar inverter o jogo e dizer que tudo o que fez foi por amor, por gostar demais de você.
É possível até que aja como se estivesse sendo injustiçado.
Afinal, você não foi capaz de valorizar toda a “dedicação”.

Além dos limites

possessivo alem dos limites
Quanto esses traços que apresentamos estão presentes e o relacionamento acaba se transformando em um contrato de posse, é preciso estar atento para consequências ainda mais graves.
Em muitos casos, a combinação entre o ciúmes e a possessividade pode levar ao esgotamento mental e até mesmo agressões verbais e físicas.
Em geral, as mulheres acabam sendo as principais vítimas, especialmente diante da dificuldade do parceiro em aceitar o término do relacionamento.
Não por acaso, cerca de 50% dos assassinatos cometidos contra mulheres têm entre os motivos a suspeita de traição ou o pedido de separação.
É o que aponta Lourdes Bandeira, professora do departamento de Sociologia da UnB (Universidade de Brasília), em análise feita no livro “Mulheres e Violência”.
Por isso, a orientação geral é ligar para o 180, número da Central de Atendimento à Mulher, caso você saiba de algum caso de violência como esse ou mesmo seja a vítima.
A partir dessa ligação, é possível também obter informações sobre direitos e serviços públicos disponíveis em todo o Brasil.

Dicas de como lidar com uma pessoa possessiva

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Outro ponto fundamental é saber como lidar com pessoas possessivas e evitar que você acabe chegando a um caso extremo.
São dicas nem sempre fáceis de aplicar, mas que ajudam você a criar relacionamentos mais saudáveis.
Anote aí o que preparamos para você.

Mostre seu descontentamento

É possível que a pessoa ache absurdo ou não entenda suas colocações de início, mas é preciso fazer uma tentativa.
Mostre que o comportamento possessivo incomoda você e atrapalha o futuro do relacionamento.
Para facilitar, mostre situações práticas em que isso acontece.

Mantenha espaço para a conversa

Ter uma conversa franca é a melhor forma de colocar o assunto na mesa e mostrar que não há razão para tanta desconfiança.
Mais do que isso, se houver abertura da outra parte, é importante manter um canal aberto para o diálogo.
Essa troca só tende a trazer benefícios.
Mas é preciso, é claro, que ambos estejam comprometidos.
Do contrário, não há sentido.

Valorize você mesmo

Estar ao lado de uma pessoa possessiva também pode levar você a nutrir sentimentos de inferioridade.
Não deixe que essa se transforme em uma constante.
É preciso impor limites e mostrar que você não vai se sujeitar a humilhações para estar com alguém.
Até mesmo porque nenhum relacionamento vale a sua saúde mental.
Não seja menos do que você é para alimentar as inseguranças do outro.

Evite os confrontos diretos

Como falamos, pessoas possessivas também podem ser agressivas, especialmente quando se sentem ameaçadas.
Por isso, evite o confronto direto e prefira sempre o diálogo, com sensatez e bons argumentos.
Se a irritação for grande demais para isso, melhor dar um tempo e terminar o assunto em outro momento.

Ofereça ajuda

Se a possessividade tem sido um problema, pode ser uma boa ideia buscar ajuda especializada.
Se houver abertura para tanto, dê todo o suporte necessário e incentive o tratamento, que pode ser trabalhado a partir de terapia, por exemplo.
Contar com o apoio das pessoas próximas pode fazer a diferença para o sucesso da abordagem.

Saiba a hora de se afastar

Se mesmo após todos as suas tentativas de diálogo e suporte não houver nenhum indicativo de mudança – ou mesmo o reconhecimento de que é preciso mudar -, é hora de se afastar.
Você merece viver relações baseadas em parceria e liberdade e, às vezes, o desapego é a melhor saída.
Não deixe que alguém lhe prive de ser quem você é e viver tudo que deseja.
Construa uma rede de apoio ao seu redor e não hesite em pedir ajuda para superar essa fase e construir um futuro com novas perspectivas.

Como um coach de relacionamentos pode ajudar uma pessoa possessiva?

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Uma das grandes dificuldades em superar um relacionamento com uma pessoa possessiva é, além do seu próprio sentimento, a crença de que o outro também sente o mesmo.
Afastar-se de vez e recomeçar a vida pode não ser tarefa fácil.
A boa notícia é que você não precisa passar por isso sozinho.
Já imaginou contar com o coaching como um poderoso aliado? Entre as tantas opções disponíveis está justamente o coaching de relacionamento.
Se você está se perguntando como isso pode ajudar, vamos recapitular alguns dos principais pontos dessa metodologia de desenvolvimento humano.
Durante todo o processo, você vai contar com o suporte de um coach.
Ele é o responsável por conduzir as sessões e dar todo o apoio necessário.
Logo no início, a ideia é definir metas claras e objetivas. Todo o seu foco vai estar nelas.
Sessão após sessão, você vai se ver diante de exercícios que auxiliam na construção dessa nova realidade que deseja alcançar.
Tudo é feito a partir de técnicas reconhecidas internacionalmente.
Não se trata de terapia ou autoajuda, como muitos ainda confundem.
Mesmo que um dos princípios básicos do coaching seja o autoconhecimento, essa descoberta de si próprio é uma forma de entender como pode chegar mais perto daquele objetivo final, que pode muito bem ser a superação de um relacionamento tóxico.
O importante é que esteja, de fato, aberto para viver essa transformação.
Afinal, ainda que o coach esteja ao seu lado o tempo todo, não é ele o responsável pelo seu crescimento.
Esse papel deve ser assumido e protagonizado por você.

Como se tornar um coach?

Quando as pessoas se permitem conhecer o universo do coaching e se abrem para as tantas possibilidades oferecidas por ele, é bastante comum que desejem ir além e mergulhar de vez nesse processo.
Estamos falando da formação como coach.
Sim, você também pode fazer da metodologia de desenvolvimento humano que mais cresce no mundo uma nova oportunidade de carreira – das mais promissoras, vale dizer.
O único pré-requisito é estar disposto a ir atrás da melhor formação e iniciar.
Hoje, são inúmeras as opções disponíveis.
O importante é buscar conhecer o histórico da instituição e até mesmo conversar com coaches que se especializaram por lá.
Outra dica de ouro é conversar com profissionais que já atuem há algum tempo no mercado e entender as especificidades da rotina.
A SBCoaching, por exemplo, já formou mais de 35 mil coaches e conta com reconhecimento internacional.
Entre as opções de cursos oferecidos está o Personal & Professional Coaching, desenvolvido especialmente para quem está iniciando na área e deseja ter a melhor base para começar.
A porta de entrada para um universo de infinitas possibilidades. Já imaginou?
Se você ficou com alguma dúvida ou deseja saber mais sobre os cursos, aproveite para entrar em contato e tomar a decisão de realmente mudar a sua vida.

Conclusão

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Como vimos ao longo deste artigo, a possessividade é um sentimento negativo e que pode trazer consequências graves.
O primeiro passo para lidar com alguém assim é identificar os traços possessivos e entender se é possível propor alguma ajuda ou mesmo intervenção.
De qualquer forma, é importante ter em mente que, às vezes, a melhor escolha é o afastamento.
Gostar de uma pessoa exige reciprocidade e não pode significar aprisionamento.
Você não é uma posse, então, não permita que o tratem como tal.
E, se precisar, o coaching sempre é uma alternativa para superar seus limites e alcançar um potencial que talvez você nem soubesse que existia.
Conhece alguém que precisa ler mais sobre esse assunto? Aproveite para compartilhar o artigo.

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Brian Tracy

Brian Tracy é uma das maiores autoridades em coaching e negócios do mundo: em mais de 30 anos de atuação, passaram por suas palestras e seminários mais de 5 milhões de pessoas. Já atuou como coach e consultor em mais de mil empresas. Autor de dezenas de best-sellers, foi homenageado em 2011 com o Lifetime Achievement Award, concedido pela National Academy of Best Selling Authors. É fundador e CEO da Brian Tracy International, tem uma carreira de sucesso, principalmente nos setores de vendas e marketing, investimentos, desenvolvimento imobiliário, importação, distribuição e consultoria de gestão.

Flora Victória

Flora Victoria é fundadora da Sociedade Brasileira de Coaching, presidente da SBCOACHING Training e Mestre em Psicologia Positiva Aplicada pela University of Pennsylvania. Diretora educacional das empresas do SBCOACHING Group e founding fellow do Institute of Coaching (IOC) – órgão afiliado à Harvard Medical School dedicado ao avanço do coaching, Flora é considerada a maior especialista em psicologia positiva aplicada ao coaching do país. Seu trabalho precursor resultou na criação do primeiro treinamento de positive coaching do Brasil. Pioneira na condução de projetos de pesquisa e comprovação científica do coaching no país, tem contribuído significativamente para consolidar a credibilidade desse processo e estimular seu desenvolvimento no Brasil e no mundo.

Como trainer e master coach, Flora já participou da formação de mais de 45 mil coaches no Brasil. Responsável pelas parcerias internacionais firmadas pela SBCOACHING com instituições globais, Flora tem trazido para o Brasil o que há de melhor e de mais atual no coaching internacional. Flora representa a Sociedade Brasileira de Coaching como membro da Graduate School Alliance for Executive Coaching (GSAEC), instituição especializada no ensino acadêmico do coaching, e da Association for Coaching (AC), credenciadora internacional presente em mais de 50 países.

Escritora de obras que são referência no coaching mundial, Flora é coautora dos livros Personal & Professional Coaching®, Executive & Business Coaching®, Positive Psychology Coaching® e Career Coaching®, entre outros. Em parceria com Brian Tracy e Villela da Matta, escreveu Estratégias Avançadas de Vendas e Engajamento Total. Como parte de sua contribuição para o coaching global, Flora foi convidada a integrar uma equipe internacional cujo objetivo foi discutir e compreender a diversidade do coaching no mundo. Esse trabalho resultou no livro Diversity in Coaching: Working with Gender, Culture, Race and Age, lançado pela Association for Coaching (AC). Como especialista em coaching, negócios, liderança e psicologia positiva, escreve artigos para a Revista SBCOACHING, para a Revista Científica Brasileira de Coaching e para diversos portais.

Com graduações acadêmicas e especializações nas áreas de Governança Corporativa pela Harvard Business School, MBA pela FGV, Marketing pela ESPM e Tecnologia pela USCS, a expert em ciências comportamentais, Flora, aplica seu sólido conhecimento teórico e prático para contribuir com diferentes públicos na conquista de resultados e aumento de realizações.

Com uma experiência organizacional consolidada ao longo de 30 anos, antes de fundar a SBCOACHING Flora foi executiva da Claro e atuou em grandes empresas como Volkswagen, Ford e Bell South, nas áreas de planejamento estratégico, gestão de mudanças, governança corporativa, tecnologia e finanças. À frente da SBCOACHING Training™, dedica-se continuamente a expandir o portfólio de serviços e a elevar cada vez mais a qualidade e a eficácia do coaching.