Qualidades e defeitos: tenha sucesso na entrevista de emprego

Quais são as suas qualidades e defeitos?
Quem já participou de algum processo seletivo certamente já se deparou com essa pergunta típica – e por vezes temida – das entrevistas de recrutamento.
No entanto, o que talvez nem todos tenham feito é parado para refletir sobre esse questionamento.
O que está por trás das nossas virtudes e imperfeições?
Será que você realmente se conhece a tal ponto de responder essa indagação de maneira sincera?
Ao longo deste artigo, vamos abordar assuntos relacionados a esse tema.
Desde a importância do autoconhecimento para encontrar as suas qualidades e seus defeitos até como a metodologia de coaching pode oferecer suporte para que você desenvolva suas competências comportamentais e possa potencializar virtudes.
Pronto para começarmos?

O que aprender com nossas qualidades e defeitos?

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Não só as qualidades como também os defeitos podem nos oferecer grandes ensinamentos, desde que interpretados da forma correta.
Ambos nos ajudam a compreender quem somos e o caminho que trilhamos. Mais do que isso, o que precisamos fazer para ir além.
Há, por exemplo, quem se preocupe apenas em trabalhar os defeitos e se esquece que os pontos fortes também precisam ser continuamente desenvolvidos, sob pena de cair na falsa impressão de que tudo está resolvido.
Se você foi agraciado por alguma qualidade específica, entenda o que ela representa e de que modo pode ser utilizada em seu favor.
Com os defeitos, a situação é um pouco diferente.
Sabe aquela história de que é nas derrotas que se escondem os maiores ensinamentos?
Com as imperfeições, funciona mais ou menos da mesma forma.
Antes de qualquer coisa, no entanto, é preciso reconhecer suas fraquezas e refletir sobre o que representam.
Somente assim você vai conseguir lidar com elas e, quem sabe, encontrar um caminho para transformar esses gaps em algo positivo.
Essa reflexão pode apresentar soluções impensáveis até então.
O importante é que você esteja sempre aberto a aprender o novo e se tornar alguém cada vez melhor.

Você conhece suas qualidades e defeitos?

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Para aprender com seus pontos fortes e fracos, antes, é preciso saber quais são eles.
Para começar, podemos tentar um exercício.
Papel e caneta na mão, pare por alguns minutos para refletir e crie duas colunas: uma para as qualidades e outra para os defeitos.
Sua própria reação ao longo do processo vai oferecer algumas respostas sobre o nível de autoconhecimento atual.
Mas não se preocupe se ficar com dúvidas: ao longo do artigo, vamos avançar nas possibilidades, especialmente no que diz respeito ao universo profissional.
Até mesmo porque listar seus pontos forte e fracos é importante, mas pode ser uma atitude pouco efetiva para quem não sabe como lidar com eles.
É preciso ter inteligência emocional suficiente para aprender com as virtudes e fraquezas e saber que, a partir delas, é possível encontrar uma versão melhor de si mesmo.
Isso nada mais é do que autodesenvolvimento, uma capacidade de evoluir, crescer, progredir a cada dia.

Como descobrir suas qualidades e defeitos?

Sabe o que falamos sobre descobrir o seu nível de autoconhecimento atual?
Essa é a principal pista que você pode ter para descobrir quais são as suas qualidades e defeitos.
Afinal, fica difícil compreender os pontos específicos do seu comportamento se você é incapaz de olhar para o todo e saber o que ele representa.
É olhando para si mesmo que você vai entender não só o que há de melhor e pior em sua personalidade, mas também como chegou ao estado atual e o que ele indica para o futuro.

Por que é importante saber suas qualidades e defeitos?

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Vamos devolver essa pergunta com outro questionamento: se você não sabe ao certo quais são os seus pontos fortes e fracos, como vai fazer uso de cada um deles de maneira adequada?
Acreditamos que você já matou a charada.
Qual é o melhor momento para lançar mão da sua habilidade de se comunicar? Ou, por outro lado, como pode driblar a timidez para se relacionar melhor com as pessoas?
Lembre-se que conhecimento é poder e que você só vai saber a resposta para essas perguntas – e outras tantas, é claro – se conhecer a si mesmo de maneira profunda.

Qualidades e defeitos na entrevista de emprego

Agora, vamos para aquela pergunta que não quer calar: na hora de falar quais são os seus defeitos e suas qualidades em uma entrevista de emprego, o que deve ser dito e omitido?
Veja algumas dicas:

Qualidades para mencionar na entrevista

O primeiro conselho é que a sinceridade costuma ser a melhor saída, jogue ela a favor ou contra você.
Por isso, procure falar a verdade na hora de responder.
Mais do que isso, aprenda a utilizar suas falas ao seu favor sempre que possível.
Por exemplo, se a vaga é para algum cargo de gestão e você se considera um líder nato, enfatize bem essa virtude, pois ela pode fazer a diferença.
Fale da sua habilidade em mediação de conflitos, em comunicação interna e de demonstrar empatia pelos colaboradores.
Agora, se o cargo é para a área de produção, procure dar destaque à sua capacidade de trabalhar em equipe, caso essa realmente seja uma virtude que possui.

Defeitos para mencionar na entrevista

Mais uma vez, o segredo é falar a verdade.
É claro que você não vai citar defeitos que vão jogar contra e gerar uma avaliação ruim por parte do recrutador, mas seja autêntico e cite as suas fragilidades de uma forma própria, sem apelar para clichês.
Uma boa saída pode ser apresentar alternativas que você tem adotado para transformar os defeitos em qualidades.
Digamos que o seu problema seja a timidez, para usar o mesmo exemplo já citado anteriormente.
Você pode falar que está trabalhando para atenuar esse problema e, inclusive, já se matriculou em aulas de teatro para mudar essa realidade.
Caso o seu defeito seja alguma habilidade técnica específica, você pode dizer que buscou uma especialização ou curso de aperfeiçoamento para melhorar suas capacidades.
Também pode tomar a iniciativa de procurar um coach de liderança para aprimorar suas competências em gestão.

Quais são os defeitos que não devem ser falados em uma entrevista de emprego?

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A sinceridade funciona até certo ponto: quando ela começa a depor muito contra você, é melhor omitir certos detalhes.
Por isso, é bom fugir de algumas situações.
Nunca diga que, entre seus principais defeitos, está a falta de pontualidade, a dificuldade em acatar ordens ou problemas em cumprir prazos.
Mesmo que essas características sejam reais, o seu desafio aqui é dar o máximo para que, em pouco tempo, elas sejam superadas e você sequer precise se preocupar com o desconforto de não saber como abordar o assunto.
Evite também citar experiências passadas que não foram boas e, principalmente, picuinhas com chefes e empresas antigas.
Esse é o tipo de atitude que não costuma pegar bem entre os avaliadores.
Outro cuidado a se tomar não tem a ver com o excesso de sinceridade em si, mas com a tentativa de ser alguém que você não é.
Nesse sentido, fuja dos clichês e daqueles defeitos mais citados pelos candidatos em entrevistas, a exemplo do perfeccionismo. Essa resposta não cola mais.
Tudo isso pode passar uma mensagem negativa, de um profissional ruim, pouco comprometido e que ainda tenta contar vantagem.
Fuja desse modelo de comportamento.

Por que as perguntas sobre qualidades e defeitos são feitas em entrevistas?

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Todas as pessoas têm qualidades e defeitos, essa não é a questão.
O que os recrutadores buscam ao tocar nesse tema durante as perguntas é se você tem autocrítica e autoconhecimento suficientes para reconhecer seus pontos positivos e negativos.
O que está em jogo é a sua maturidade e também sua inteligência emocional para saber lidar com as mais diversas situações que podem surgir em um ambiente de trabalho.
Em uma empresa, você vai ser submetido a feedbacks que nem sempre vão ser positivos.
E qual vai ser sua reação perante essa crítica construtiva?
Vai aceitar, reconhecer seus erros e procurar melhorar ou vai ficar de cara amarrada, como quem foi injustiçado?
Tudo isso é analisado em uma entrevista.
Não é de graça que os recrutadores perguntam quais são suas qualidades e defeitos.
Se uma pessoa não consegue dar o braço a torcer sobre as suas fraquezas em uma entrevista, que segurança o contratante vai ter de que ela vai saber lidar com as avaliações periódicas depois de contratada?
O mesmo vale para o contrário: o candidato que é humilde e sincero nas respostas dessas perguntas ganha pontos e se credencia para a vaga em disputa.
A seguir, veja algumas das abordagens mais comuns e esteja preparado.

Três qualidades e três defeitos

O recrutador pede para que o candidato enumere (em ordem crescente, decrescente ou aleatória) os seus três principais defeitos e as três qualidades mais marcantes em sua personalidade.
Tenha a lista da ponta da língua e saiba como justificar cada uma das escolhas.

Qual seu maior defeito?

Agora, é preciso escolher um só.
Entre todos os defeitos que você possui, existe algum que se destaca mais?
Tem algum ponto fraco que costuma aparecer de maneira repetida?
Não hesite em falar e também não tente apenas justificar: mostre que existe espaço para evoluir.

Qual sua maior qualidade?

O mesmo vale para a principal qualidade.
Se pudesse definir você em uma só virtude, qual seria ela?
Qual qualidade as pessoas costumam reconhecer mais em sua personalidade?
Mas se você sente que ainda não sabe muito bem como chegar até a resposta ideal, não se preocupe.
Preparamos a seguir uma espécie de guia que vai orientá-lo a se posicionar da melhor forma.

Quais as melhores respostas sobre defeitos e qualidades em entrevistas de emprego?

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Para não frustrar suas expectativas, já adiantamos que não existe receita pronta e que cada caso é um caso, pois as pessoas têm personalidades próprias.
Deixadas as subjetividades de lado, é preciso pensar muito bem antes de responder a um recrutador, pois cada palavra dita tem peso e você quer que a situação favoreça o seu lado, certo?
Por isso, leve em conta os requisitos da vaga ofertada e tudo que a descrição diz.
Também busque um histórico da empresa para entender melhor seu posicionamento e ambiente organizacional.
Assim, vai saber identificar quais qualidades e defeitos devem ser ressaltados ou deixados de lado.
Para essa reflexão, leve em conta não somente o lado técnico mas também o aspecto comportamental.
Com o intuito de ajudar você nessa árdua tarefa, separamos duas listas: uma com as qualidades mais buscadas pelos recrutadores e outra com aqueles defeitos que devem ser evitados para não colocar sua candidatura em risco.
Confira!

Lista e exemplos de qualidades

Veja que não citamos em nenhum momento senso de justiça, pontualidade ou honestidade, por exemplo.
Isso porque essas são qualidades que todo mundo espera não só de um trabalhador, como de qualquer pessoa.
Não é nenhum diferencial, mas sim uma obrigação.
Feita essa ressalva, é hora de se deter aos pontos positivos levantados e trazer situações nas quais você soube se utilizar de alguma dessa valências no passado.
A experiência não precisa ser necessariamente profissional, embora esse seja o ideal.
Pode ser, inclusive, uma vivência escolar.
Por exemplo, ao exaltar a virtude de liderança, você pode relembrar a sua passagem como presidente do grêmio estudantil da escola ou quando foi monitor em alguma disciplina da faculdade.
Até mesmo a sua performance como capitão do time de futebol pode ser um gol a seu favor.

Lista e exemplos de defeitos

Agora, vamos à segunda lista, esta mais enxuta:

  • Timidez
  • Dificuldade de falar em público
  • Hiperatividade
  • Falta de conhecimento técnico.

Com os defeitos, a fórmula do sucesso já foi revelada.
Basicamente, o segredo é ser sincero, mas sempre com aquela cautela de não falar demais e acabar morrendo pela boca.
Nunca esqueça que os recrutadores entrevistam muitas pessoas e já estão bastante vacinados contra qualquer malandragem.
Partir para enrolação é cilada – não caia nessa.
Outra dica é sempre assumir suas fraquezas, sem colocar a culpa em terceiros.
Por exemplo, quando você fala em hiperatividade, uma boa saída pode ser atenuar dizendo que o fato de ser agitado não elimina o seu foco nos momentos mais importantes.
Quando você fala dos seus pontos fracos e reconhece que precisa fazer algo para alterar esse panorama, está mostrando para os contratantes que tem um ótimo poder de autoavaliação.
Além disso, transparece também um compromisso com o seu crescimento, pois está sempre em busca de evoluir, tanto como profissional quanto como pessoa.

Quais são os defeitos que poderiam ser vistos como qualidades?

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Nenhum defeito é tão ruim que não pode ser transformado em uma qualidade.
O perfeccionismo, tão citado nas entrevistas de emprego, nada mais é do que uma virtude disfarçada de imperfeição.
Quer outro exemplo? A ansiedade.
Você pode usar essa fraqueza de tal forma a transformá-la em um ponto forte.
Uma pessoa pode argumentar que fica tão ansiosa em entregar suas tarefas no prazo que acaba terminando tudo muito antes de esgotar o tempo limite.
Tudo é uma questão de ponto de vista e de saber usar os seus defeitos e suas qualidades para o seu benefício próprio.
Mas com uma observação fundamental; sem faltar com a verdade ou querer iludir quem está diante de você.

A importância do coaching

Como vimos ao longo de todo o texto, o autoconhecimento e, por consequência, o autodesenvolvimento, são fundamentais para reconhecer as qualidades e defeitos de cada um de nós.
E qual é a melhor maneira de conhecer melhor a si mesmo que não a partir da metodologia de coaching?
Ter um coach ao seu lado para orientar a melhor forma de utilizar os seus pontos fortes e de driblar as suas dificuldades é uma forma de potencializar os seus resultados.
Isso porque o coaching dá suporte para o desenvolvimento de competências comportamentais que podem auxiliar você no caminho para atingir os seus objetivos.
Todo o processo é construído a partir de técnicas que contam com embasamento científico e que já são reconhecidas e aplicadas no mundo inteiro.
Que tal começar agora mesmo? Acesse o site da SBCoaching e conheça as opções.

Conclusão

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Incrível como as qualidades e defeitos podem dizer tanto a respeito de uma pessoa, não é mesmo?
No entanto, cabe a você desenvolver essas características da melhor forma e entender que não são elas que o definem, mas sim o contrário.
Presentes não somente nas entrevistas de emprego, virtudes e fraquezas vão acompanhar seus passos pelo resto da vida e é preciso aprender com elas e despertar sempre o seu melhor.
Maximize suas qualidades e procure entender os seus defeitos: essa é a melhor forma para que eles sejam superados.
Além disso, não se esqueça de praticar o autoconhecimento, pois ele representa o caminho para se encontrar.
Agora, faça de conta que você está em um processo seletivo e fale para nós, no espaço destinado aos comentários, quais são suas principais qualidades e defeitos.
Também compartilhe este conteúdo com seus amigos e colegas para que eles possam identificar oportunidades de evoluir.

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Brian Tracy

Brian Tracy é uma das maiores autoridades em coaching e negócios do mundo: em mais de 30 anos de atuação, passaram por suas palestras e seminários mais de 5 milhões de pessoas. Já atuou como coach e consultor em mais de mil empresas. Autor de dezenas de best-sellers, foi homenageado em 2011 com o Lifetime Achievement Award, concedido pela National Academy of Best Selling Authors. É fundador e CEO da Brian Tracy International, tem uma carreira de sucesso, principalmente nos setores de vendas e marketing, investimentos, desenvolvimento imobiliário, importação, distribuição e consultoria de gestão.

Flora Victória

Flora Victoria é fundadora da Sociedade Brasileira de Coaching, presidente da SBCOACHING Training e Mestre em Psicologia Positiva Aplicada pela University of Pennsylvania. Diretora educacional das empresas do SBCOACHING Group e founding fellow do Institute of Coaching (IOC) – órgão afiliado à Harvard Medical School dedicado ao avanço do coaching, Flora é considerada a maior especialista em psicologia positiva aplicada ao coaching do país. Seu trabalho precursor resultou na criação do primeiro treinamento de positive coaching do Brasil. Pioneira na condução de projetos de pesquisa e comprovação científica do coaching no país, tem contribuído significativamente para consolidar a credibilidade desse processo e estimular seu desenvolvimento no Brasil e no mundo.

Como trainer e master coach, Flora já participou da formação de mais de 45 mil coaches no Brasil. Responsável pelas parcerias internacionais firmadas pela SBCOACHING com instituições globais, Flora tem trazido para o Brasil o que há de melhor e de mais atual no coaching internacional. Flora representa a Sociedade Brasileira de Coaching como membro da Graduate School Alliance for Executive Coaching (GSAEC), instituição especializada no ensino acadêmico do coaching, e da Association for Coaching (AC), credenciadora internacional presente em mais de 50 países.

Escritora de obras que são referência no coaching mundial, Flora é coautora dos livros Personal & Professional Coaching®, Executive & Business Coaching®, Positive Psychology Coaching® e Career Coaching®, entre outros. Em parceria com Brian Tracy e Villela da Matta, escreveu Estratégias Avançadas de Vendas e Engajamento Total. Como parte de sua contribuição para o coaching global, Flora foi convidada a integrar uma equipe internacional cujo objetivo foi discutir e compreender a diversidade do coaching no mundo. Esse trabalho resultou no livro Diversity in Coaching: Working with Gender, Culture, Race and Age, lançado pela Association for Coaching (AC). Como especialista em coaching, negócios, liderança e psicologia positiva, escreve artigos para a Revista SBCOACHING, para a Revista Científica Brasileira de Coaching e para diversos portais.

Com graduações acadêmicas e especializações nas áreas de Governança Corporativa pela Harvard Business School, MBA pela FGV, Marketing pela ESPM e Tecnologia pela USCS, a expert em ciências comportamentais, Flora, aplica seu sólido conhecimento teórico e prático para contribuir com diferentes públicos na conquista de resultados e aumento de realizações.

Com uma experiência organizacional consolidada ao longo de 30 anos, antes de fundar a SBCOACHING Flora foi executiva da Claro e atuou em grandes empresas como Volkswagen, Ford e Bell South, nas áreas de planejamento estratégico, gestão de mudanças, governança corporativa, tecnologia e finanças. À frente da SBCOACHING Training™, dedica-se continuamente a expandir o portfólio de serviços e a elevar cada vez mais a qualidade e a eficácia do coaching.