Tendências em educação empreendedora: quais são e benefícios

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Você está por dentro das tendências em educação empreendedora?

Quer conhecer mais sobre elas para incentivar os jovens a ingressar no mundo dos negócios?

A educação empreendedora é uma maneira de fomentar o empreendedorismo, impulsionar a inovação e promover soluções criativas.

Também é importante para o desenvolvimento de competências que ajudam no gerenciamento de empresas.

Ela pode estar inserida em todos os níveis de ensino e, quanto mais cedo for abordada, melhor.

Mas, para que funcione na prática, é importante compreender as tendências em educação empreendedora.

Ficou curioso para saber mais?

Então veja alguns dos principais tópicos deste artigo:

  • O que são tendências em educação empreendedora
  • Importância e benefícios
  • Quais são as tendências
  • Desafios da educação empreendedora
  • Como o coaching auxilia no desenvolvimento do empreendedor.

A seguir, vamos tirar todas as suas dúvidas sobre o tema.

O que são tendências em educação empreendedora?

Tendências em educação empreendedora são novas formas e metodologias utilizadas no ensino para fomentar o empreendedorismo entre os alunos.

De forma geral, o objetivo dessas tendências é impulsionar a criatividade, proatividade, visão inovadora e autonomia dos jovens.

Isso permite que, mais tarde, ao ingressarem no mercado de trabalho, eles criem negócios e soluções inovadoras, gerando valor para a sociedade.

De acordo com artigo do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), vivenciar conteúdos de empreendedorismo no ensino é uma forma de os jovens se prepararem para o mundo do trabalho.

Dessa forma, podem seguir carreira em uma empresa ou abrir um negócio próprio.

“Esses conteúdos estimulam o raciocínio e a busca por aprender conceitos, conhecimentos e técnicas que ajudem a resolver problemas do dia a dia com os quais terá de lidar na vida profissional”, diz o Sebrae.

E essas tendências podem ser aplicadas em todos os níveis de ensino, desde o fundamental ao superior.

Pode, inclusive, fazer parte de cursos destinados a empreendedores e profissionais experientes que buscam profissionalização.

A partir dessas tendências, as instituições de ensino devem incluir no currículo disciplinas que promovam o desenvolvimento de habilidades relevantes para o empreendedorismo. 

O conhecimento durante a trajetória de estudos depois pode ser acionado pelos estudantes no mercado de trabalho.

A vantagem é que isso fornece embasamento para gerir negócios, trabalhar de forma autônoma ou empreender dentro de uma empresa, por exemplo.

Qual a importância da educação empreendedora?

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A educação empreendedora é crucial para potencializar habilidades e competências cada vez mais valorizadas no mundo dos negócios.

Como você já viu, proatividade, autonomia, criatividade, inovação e visão empreendedora são algumas delas.

“O objetivo da educação empreendedora é desenvolver pessoas para o empoderamento, atitudes e mentalidades empreendedoras”, diz o artigo do Sebrae.

Essa jornada permite que os jovens encontrem soluções para diversos tipos de problemas.

No livro Ensino de empreendedorismo no Brasil: panorama, tendências e melhores práticas (Alta Books, 2019), Rose Lopes, Edmilson Lima e Vânia Nassif destacam que esse tipo de educação é relevante no estágio da sociedade do conhecimento.

“Permite que, especialmente nos casos dos jovens, eles estejam melhor preparados para outras opções de carreira que não a de ser empregado em organizações criadas e dirigidas pelos outros”, afirmam.

Segundo os autores, dessa forma, eles podem atuar a partir de diferentes possibilidades: autoemprego, negócio próprio, intraempreendedorismo ou participação em projetos sociais, por exemplo. 

Um empreendedor pode até aprender na prática como gerenciar um negócio, mas se ele tiver embasamento teórico, melhor ainda, certo?

Com a educação empreendedora, os jovens aprendem desde cedo a liderar, a buscar motivação para o crescimento e a ser visionários.

Assim, se preparam muito melhor para os desafios do mercado quando saírem da escola e da faculdade.

Quais os benefícios da educação empreendedora?

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A implementação de uma educação empreendedora gera diferentes vantagens para os jovens.

Nos próximos tópicos, você vai conhecer algumas delas:

1. Estimula a criatividade

As metodologias da educação empreendedora têm como objetivo estimular a criatividade dos alunos.

A proposta é a de que eles busquem soluções para os desafios do cotidiano e enxerguem como oportunidade aquilo que, à primeira vista, parece problema.

Até porque, no mercado, as melhores empresas surgem a partir de soluções inovadoras para os problemas dos consumidores, não é mesmo?

Para isso, basta ver exemplos de empresas como Uber, iFood e Amazon, que aproveitaram lacunas e oportunidades no mercado para obter sucesso.

2. Desenvolve a autonomia

Autonomia é uma competência que destaca bons empreendedores.

Afinal, quantas pessoas deixam de tirar uma ideia do papel por medo de não conseguirem comandar um negócio de forma independente?

Por isso, outro benefício da educação empreendedora é que a autonomia é uma característica desenvolvida desde cedo, dentro da sala de aula.

3. Aprimora as soft-skills

Mais do que o conhecimento técnico, o empreendedorismo requer soft-skills, que são habilidades comportamentais.

Boa comunicação interpessoal, liderança, autenticidade e empatia são algumas delas.

A vantagem é que, durante as dinâmicas em sala de aula, os alunos aprimoram esse tipo de habilidade que, futuramente, pode ajudar a conduzir uma equipe e gerenciar um negócio.

As soft-skills ajudam os estudantes até mesmo na hora de ingressar no mercado, já que esse tipo de habilidade pode compensar a falta de experiência profissional.

4. Criação de cultura empreendedora

Esse tipo de educação fomenta a criação de uma cultura empreendedora, sobretudo entre as gerações mais novas.

E quanto mais empreendedorismo e inovação, mais benefícios são gerados para a economia e a sociedade.

Até mesmo porque essa cultura incentiva o desenvolvimento de novas soluções para problemas antigos.

Já pensou, por exemplo, no quanto a sociedade pode se beneficiar do empreendedorismo social?

5. Gera oportunidades

Em um artigo para a revista Entrepreneur, as empreendedoras Florina Rodov e Sabrina Truong defendem que esse tipo de educação beneficia estudantes de todas as origens socioeconômicas.

A razão está no fato de que ensina os alunos a pensar “fora da caixa” e a nutrir talentos e habilidades não convencionais.

“Cria oportunidades, garante justiça social, fomenta confiança e estimula a economia”, dizem as autoras.

Como acompanhar as tendências em educação empreendedora?

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Para ficar por dentro das tendências em educação empreendedora, é preciso identificar quais metodologias inovadoras podem ser aplicadas com estudantes.

Cada vez mais, são utilizados métodos que incentivam a resolução de problemas a partir de uma abordagem participativa.

Ou seja: os estudantes precisam colocar a mão na massa e aprender também com a prática.

Algumas metodologias inovadoras úteis para a educação empreendedora incluem a aprendizagem baseada em problemas (PBL, na sigla em inglês), design thinking e gamificação.

Outra forma de acompanhar as tendências é apostar na interdisciplinaridade e nas novas tecnologias. 

Afinal, quando um empreendedor vai abrir um negócio, ele precisa reunir conhecimentos e habilidades de várias áreas, certo?

Também deve utilizar a tecnologia nos processos por estar inserido em um mundo cada vez mais digital.

Então, nada mais justo do que incluir esses dois fatores na educação empreendedora.

Um dos benefícios da interdisciplinaridade e do uso da tecnologia é a criação de ambientes de ensino colaborativos, que incentivam o trabalho em equipe.

Até porque um dos pressupostos da educação empreendedora é associar o embasamento teórico com atividades práticas que desafiem os estudantes por meio de problemas reais de mercado com os quais precisarão lidar futuramente.

Afinal, quais são as tendências em educação empreendedora?

Há diferentes tendências na abordagem da educação empreendedora.

O Sebrae menciona as principais delas em dois artigos: um sobre tecnologia na educação e outro sobre fatores que a impactam.

Se você é um gestor que deseja promover a educação empreendedora aos colaboradores, ficar de olho nesses fatores também pode ajudar na tarefa.

Por isso, nas próximas linhas, você vai conhecer esses movimentos de forma breve. 

Uso da tecnologia

Não tem como promover a educação sem utilizar a tecnologia, já que ela está incorporada aos novos hábitos referentes tanto à educação quanto ao lazer, trabalho e consumo.

Em 2017, por exemplo, o Brasil era o 4º país do mundo em número de usuários de internet, com 120 milhões de pessoas conectadas.

Por isso, qualquer iniciativa de educação empreendedora deve utilizar todos os recursos à disposição para transmitir adequadamente a mensagem aos alunos.

Um exemplo interessante são as competições de empreendedorismo, nos quais os jovens devem criar planos de negócios e organizar toda a estruturação de empresas imaginárias.

Nesse tipo de atividade, é possível descobrir ideias de negócios de empresas em ascensão mundialmente, usar planilhas para modular custos e receitas e até fazer um “pitch” de startup por meio de vídeos.

Integração aprofundada

De acordo com o Sebrae, a educação empreendedora precisa ser integrada nas aulas e no currículo dos alunos.

Portanto, é necessário o investimento em programas, capacitação e makerspaces (sobre os quais você lerá adiante). 

Exemplo: as empresas criadas pelos alunos em competições de empreendedorismo podem ser usadas como exemplo em diferentes aulas, como matemática, química, biologia, história, etc.

Pesquisa e relacionamento

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Em termos de pesquisa, a tendência é de que as pessoas utilizem cada vez mais os mecanismos de buscas por voz ou imagem.

Por isso, os assistentes pessoais e gadgets farão parte do cotidiano das pessoas, utilizando os dispositivos de forma totalmente personalizada.

Já no aspecto de relacionamento, houve uma mudança intensa na forma como as pessoas se conectam com a chegada das redes sociais.

Hoje em dia, os relacionamentos são mediados pela tecnologia, sobretudo por meio dos aplicativos de mensagem, como WhatsApp.

Makerspaces

Makerspaces são ambientes com recursos para a inovação, experimentação e criatividade.

E esses espaços são relevantes para que os alunos criem soluções novas e desenvolvam o empreendedorismo com a mão na massa.

Na prática, o makerspace pode começar apenas com uma mesa de reuniões, acesso a tecnologias como tablets ou notebooks e muito material de leitura.

Consumo

Na educação empreendedora, outra aposta é referente às tendências de consumo.

Nos últimos anos, cada vez mais pessoas compram online em e-commerces e efetuam pagamentos digitais.

Além disso, as redes sociais se tornam ainda mais relevantes no incentivo ao consumo de produtos e serviços.

Paixão por soluções

Outra tendência, como mostra o Sebrae, é o fato de que as criações são pautadas pelas soluções aos problemas do dia a dia.

No empreendedorismo, isso é útil não apenas para a economia, mas para as necessidades das cidades (saneamento básico e água potável, por exemplo).

Trabalho

Jornada flexível, trabalho de casa e uso de tecnologia na atuação autônoma são algumas tendências que também devem ser levadas em consideração na educação empreendedora.

Será que, daqui a alguns anos, o horário de trabalho convencional ainda fará sentido para os jovens?

Privacidade

Ao ler essas tendências, é possível perceber que a tecnologia altera o mercado, o consumo e o trabalho de forma cada vez mais intensa.

Mas, com ela, também surge a discussão a respeito da privacidade das pessoas, uma vez que elas têm seus dados pessoais acessados por serviços digitais.

Essa temática fica evidente na rotina de trabalho de muitas empresas, que hoje adotam serviços na nuvem para armazenar e criar todos os seus arquivos e rotinas.

Por isso, a preocupação e o compromisso com clientes e parceiros em relação à privacidade devem ser levados a sério.

Como promover a educação empreendedora?

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Para promover a educação empreendedora, uma das coisas que você deve ter em mente é que a interdisciplinaridade faz toda a diferença.

Como já mencionamos antes, empreender demanda a utilização de conhecimento de diversas áreas.

Essa interdisciplinaridade é o que permite que os alunos utilizem as suas competências de forma abrangente e criem soluções mais completas para os problemas com os quais se deparam. 

Assim, fica mais fácil desenvolver a visão sistêmica sobre um negócio e abrir espaço para a inovação.

Com isso em mente, que tal conferir outras duas dicas para promover a educação empreendedora?

Foco nos jovens

A partir de todas as ideias deste texto, fica evidente que o foco desse tipo de educação deve ser os jovens, certo?

É assim que, desde cedo, eles desenvolvem capacidades empreendedoras e o pensamento inovador, que são fundamentais nos negócios.

Quanto mais cedo o ensino incluir o empreendedorismo, melhor.

Até porque um dos objetivos da educação empreendedora é preparar as novas gerações para a construção de negócios inteligentes e inovadores, que fomentem a economia e façam contribuições relevantes para a sociedade.

Nova linguagem fora da sala de aula

Quando a educação empreendedora se torna uma realidade, ela também se reflete fora da sala de aula.

Os conhecimentos adquiridos serão empregados pelos estudantes no mercado a partir da identificação de oportunidades e do planejamento de negócios.

Quais os desafios de uma educação empreendedora?

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A educação empreendedora ainda precisa enfrentar diferentes desafios para ser implementada.

Um deles é a própria inclusão do tema na grade curricular de cada nível de ensino.

Os conteúdos precisam abordar conceitos teóricos e práticos a partir de metodologias interessantes e apostar na interdisciplinaridade.

As aulas, por sua vez, devem privilegiar a criatividade e abrir espaço para a colaboração.

Dessa maneira, é possível incentivar os alunos a criar soluções para problemas reais das cidades, consumidores e mercado.

Outro desafio é a incorporação de novas tecnologias e recursos (como o makerspace, por exemplo) na sala de aula, o que é uma dificuldade – sobretudo no ensino público.

Além disso, investir em educação empreendedora é uma forma de agregar diversidade ao mundo dos negócios, que pode parecer difícil ou complexo demais para quem está de fora.

Como o Coaching auxilia no desenvolvimento de uma educação empreendedora?

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Depois de conhecer as tendências em educação empreendedora, que tal descobrir uma metodologia que pode auxiliar a desenvolvê-la?

O coaching é um processo direcionado ao aprimoramento de competências e habilidades comportamentais.

O principal benefício é que ele gera autoconhecimento.

Isso faz todo sentido para um empreendedor, que precisa conhecer seus pontos fortes e corrigir as vulnerabilidades e crenças limitantes para atingir a alta performance.

Também é o autoconhecimento que permite que o empreendedor encontre um propósito, que ajudará no direcionamento dos negócios.

Diversas competências são fundamentais na jornada do empreendedor: liderança, visão sistêmica e motivação, por exemplo.

A metodologia também ajuda na criação de estratégia de negócios e tomada de decisão assertiva.

Esse processo de desenvolvimento pessoal e profissional permite que você entre em contato com os seus reais objetivos.

Aí, o coaching dá suporte na elaboração de um planejamento estratégico, traçando os rumos para que você alcance as metas.

Ou seja: você define aonde quer chegar, e o coaching traça o caminho até esse local ou até essa situação.

Todos esses fatores são úteis para fortalecer a educação empreendedora.

Quanto mais autoconhecimento e competências o empreendedor tiver, melhor ele poderá aplicar os ensinamentos do mundo dos negócios em conformidade com o seu propósito.

Conclusão

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Como você pode ver, a educação empreendedora é o caminho para a inovação e para a criação de uma cultura voltada à temática entre as próximas gerações.

Mas ela não é fácil de aplicar na prática, pois ainda enfrenta vários desafios.

O que pode fazer a diferença é estar atento às tendências em educação empreendedora, as quais, como explicamos acima, têm forte relação com a tecnologia.

E vale a pena prestar atenção a esse assunto, porque ele gera diferentes benefícios não apenas para os estudantes, mas para a sociedade como um todo.

Mesmo que você seja um gestor que atua dentro de um ecossistema pequeno, como uma empresa, investir na educação empreendedora também é uma possibilidade viável.

Nesse caso, a metodologia de coaching dá o suporte para que você e seus colaboradores se tornem ainda mais preparados para o empreendedorismo.

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Brian Tracy

Brian Tracy é uma das maiores autoridades em coaching e negócios do mundo: em mais de 30 anos de atuação, passaram por suas palestras e seminários mais de 5 milhões de pessoas. Já atuou como coach e consultor em mais de mil empresas. Autor de dezenas de best-sellers, foi homenageado em 2011 com o Lifetime Achievement Award, concedido pela National Academy of Best Selling Authors. É fundador e CEO da Brian Tracy International, tem uma carreira de sucesso, principalmente nos setores de vendas e marketing, investimentos, desenvolvimento imobiliário, importação, distribuição e consultoria de gestão.

Flora Victória

Flora Victoria é fundadora da Sociedade Brasileira de Coaching, presidente da SBCOACHING Training e Mestre em Psicologia Positiva Aplicada pela University of Pennsylvania. Diretora educacional das empresas do SBCOACHING Group e founding fellow do Institute of Coaching (IOC) – órgão afiliado à Harvard Medical School dedicado ao avanço do coaching, Flora é considerada a maior especialista em psicologia positiva aplicada ao coaching do país. Seu trabalho precursor resultou na criação do primeiro treinamento de positive coaching do Brasil. Pioneira na condução de projetos de pesquisa e comprovação científica do coaching no país, tem contribuído significativamente para consolidar a credibilidade desse processo e estimular seu desenvolvimento no Brasil e no mundo.

Como trainer e master coach, Flora já participou da formação de mais de 45 mil coaches no Brasil. Responsável pelas parcerias internacionais firmadas pela SBCOACHING com instituições globais, Flora tem trazido para o Brasil o que há de melhor e de mais atual no coaching internacional. Flora representa a Sociedade Brasileira de Coaching como membro da Graduate School Alliance for Executive Coaching (GSAEC), instituição especializada no ensino acadêmico do coaching, e da Association for Coaching (AC), credenciadora internacional presente em mais de 50 países.

Escritora de obras que são referência no coaching mundial, Flora é coautora dos livros Personal & Professional Coaching®, Executive & Business Coaching®, Positive Psychology Coaching® e Career Coaching®, entre outros. Em parceria com Brian Tracy e Villela da Matta, escreveu Estratégias Avançadas de Vendas e Engajamento Total. Como parte de sua contribuição para o coaching global, Flora foi convidada a integrar uma equipe internacional cujo objetivo foi discutir e compreender a diversidade do coaching no mundo. Esse trabalho resultou no livro Diversity in Coaching: Working with Gender, Culture, Race and Age, lançado pela Association for Coaching (AC). Como especialista em coaching, negócios, liderança e psicologia positiva, escreve artigos para a Revista SBCOACHING, para a Revista Científica Brasileira de Coaching e para diversos portais.

Com graduações acadêmicas e especializações nas áreas de Governança Corporativa pela Harvard Business School, MBA pela FGV, Marketing pela ESPM e Tecnologia pela USCS, a expert em ciências comportamentais, Flora, aplica seu sólido conhecimento teórico e prático para contribuir com diferentes públicos na conquista de resultados e aumento de realizações.

Com uma experiência organizacional consolidada ao longo de 30 anos, antes de fundar a SBCOACHING Flora foi executiva da Claro e atuou em grandes empresas como Volkswagen, Ford e Bell South, nas áreas de planejamento estratégico, gestão de mudanças, governança corporativa, tecnologia e finanças. À frente da SBCOACHING Training™, dedica-se continuamente a expandir o portfólio de serviços e a elevar cada vez mais a qualidade e a eficácia do coaching.