Terapia Comportamental: O que é, Como Funciona e Benefícios

Você já ouviu falar de terapia comportamental?

Seu nome pode dar algumas dicas sobre do que se trata, mas seus conceitos e entendimentos vão muito além das simples definições de “terapia” e de “comportamento”.

Por isso, neste artigo, vamos conduzir você em um percurso de aprofundamento e compreensão do tema.

Entender a origem da técnica, a sua aplicação e forma de funcionar, além dos seus benefícios, pode representar uma alternativa de tratamento interessante para desordens mentais e problemas de conduta.

Preparado para começar? Então, fique conosco até final da leitura.

O que é uma Terapia Comportamental?

O que e terapia comportamental

A terapia comportamental (TC) é uma forma de tratamento realizada a partir da intervenção em um problema psicológico específico.

Por ter uma técnica muito clara e simples e também por apresentar sinais de melhora que podem ser facilmente aferidos e notados, a TC tem conquistado cada vez mais adeptos no mundo todo.

Seu principal segredo para o sucesso está na humanização do paciente.

O que acontece é que o terapeuta trata o indivíduo como único e, por isso, é alguém que tem suas adversidades e problemas, frutos de própria trajetória.

Sabe aquele entendimento de que cada caso é um caso? Vale bastante aqui.

Na terapia comportamental, é imprescindível entender as particularidades antes de propor qualquer tratamento prévio.

E isso nos leva ao próximo tópico, no qual vamos avançar quanto ao funcionamento da TC.

Como Funciona Uma Terapia Comportamental?

como funciona a terapia comportamental

Agora que você já entendeu os conceitos básicos da terapia comportamental, fica mais fácil falar sobre o seu funcionamento.

Uma das principais técnicas usadas por esse método é a análise funcional.

Nada mais é do que uma investigação da vida do paciente.

É um levantamento que avalia quais situações podem estar ou não ligadas aos comportamentos do indivíduo, sejam virtudes ou vulnerabilidades dele.

Pode parecer algo simples, mas não é.

Afinal, às vezes, é preciso tocar em feridas que ainda não estão cicatrizadas e que, quando relembradas, podem voltar a se abrir.

Por outro lado, essa volta ao passado é um passo fundamental para a busca por alternativas de retomada da trajetória positiva e do bem-estar.

Em outras palavras, a terapia comportamental procura combater os chamados “comportamentos problema” e, assim, ajudar a desenvolver atitudes mais condizentes com o que o momento pede. Ou seja, condutas que sirvam de geradoras de alegria e satisfação.

Para trazer um exemplo prático, imagine uma pessoa com um distúrbio de ansiedade generalizada. Em todas as situações do seu cotidiano, há preocupações, angústias e sofrimento por antecipação.

Com a TC, esse transtorno será tratado a partir da gama de comportamentos que ele apresenta.

Sono e alimentação desregulados, dificuldade de concentração, tristeza profunda, isolamento, entre outros sintomas serão analisados a partir da ótica do histórico do paciente.

A questão a responder nesse caso é: quais episódios do passado desencadearam esse cenário atual?

Um profissional que trabalha como essa terapia acredita que emoções e pensamentos são formas de comportamento.

O que os difere é somente a subjetividade – uma vez que os primeiros só são revelados a partir do relato verbal de quem sente e pensa.

Logo, a terapia comportamental não desconsidera os sentimentos em suas avaliações.

Muito pelo contrário, eles são analisados, problematizados e se tornam passíveis de intervenção durante as sessões.

Surgimento da Terapia Comportamental

surgimento da terapia comportamental

Os principais preceitos da teoria da terapia comportamental vêm do chamado Behaviorismo Radical, também conhecido como Ciência do Comportamento ou Análise Experimental do Comportamento.

Essa corrente, datada do início do século XX, defende que a conduta dos seres humanos e demais organismos é passível de ser pesquisada e trabalhada cientificamente, da mesma forma que ocorre em outras áreas do conhecimento – especificamente, nas ciências naturais.

É a partir desse pressuposto teórico que se deu a base da TC.

Terapeutas da área usaram essa influência para investigar as situações do meio ambiente que favoreceram o surgimento dos “comportamentos problema” e o porquê de sua manutenção.

Diferença entre Terapia Comportamental e Terapia Cognitiva Comportamental

diferenca entre terapia comportamental e terapia cognitiva comportamental

Os nomes podem até soar bastante semelhantes, mas vale pontuar que as suas definições têm uma distinção fundamental.

Como vimos, a partir do Behaviorismo, a TC defende que a conduta humana está diretamente relacionada com a determinação ambiental.

Segundo essa teoria, o comportamento precisa ser analisado a partir de um contexto: é necessário voltar ao passado para investigar.

A terapia cognitiva comportamental (TCC), por outro lado, é baseada na interrelação entre o modo como se conhece e percebe as coisas, a si mesmo e o mundo (cognição), sentimentos e pensamentos.

Outro ponto que ela se propõe a tratar são os chamados pensamentos automáticos – aquelas perspectivas que não são analisadas – que podem ser bons ou ruins.

Cabe ao terapeuta identificar, distinguir e tratar essa automaticidade, a fim de mudá-la.

Sabe aqueles pensamentos negativos do tipo “não faço nada direito” e “minha vida não vai para frente”? Pois é.

É a partir dessas compreensões distorcidas que a terapia cognitiva comportamental se debruça.

Na prática, a terapia comportamental, diante da limitação do behaviorismo, transferiu o foco do poder do ambiente sobre o indivíduo para os processos racionais, como fonte de direção das ações humanas.

A resposta para os problemas passou a estar muito mais relacionada ao reflexo das expectativas, das decisões, das escolhas e do controle do indivíduo, do que qualquer outra coisa.

Técnicas de Terapia Comportamental

tecnicas de terapia comportamental

A terapia comportamental é uma corrente ampla, que se utiliza de diferentes técnicas para tratar o paciente – leia-se aqui diminuir condutas danosas e aumentar a ocorrência de atitudes positivas.

Conheça agora alguns métodos de aplicação.

Reforço

A técnica consiste em dar uma recompensa a cada vez que a pessoa realizar um comportamento positivo.

Por exemplo, seu filho estudou bastante para uma prova e conseguiu tirar uma ótima nota? Como prêmio ao bom desempenho, você dá um brinquedo a ele.

Essa atitude fará que o pequeno entenda que realizar a ação de se dedicar aos estudos traz vantagens a ele.

Com o tempo, ele vai entender que o ganho vai ser o conhecimento adquirido com as horas em cima dos livros e não o brinde que recebeu por isso.

Exposição

Técnica que faz com que o paciente tenha de enfrentar o agente do seu medo.

Uma pessoa que sofre de transtorno obsessivo compulsivo (TOC), que tem como compulsão higienizar as mãos, por exemplo, pode conter esse desejo ao mergulhar seus membros superiores em um balde de água suja.

Ou, ainda, um aracnofóbico tendo de enfrentar seu medo por aranhas.

Em casos como esse e também de pacientes que sofrem de transtorno de estresse pós-traumático (TEPT) são apresentadas imagens que transmitam sensação de relaxamento, que aliviam os sintomas causadas pelos distúrbios.

Aliado a isso, a técnica vai expondo, aos poucos, os pacientes aos seus medos. O objetivo é que eles possam lidar com calma com esses anseios e vencer seus fantasmas.

A exposição também pode ser feita por meio de outra técnica, chamada de inundação.

Nesse método, também conhecido como flooding (termo em inglês de mesmo significado), o indivíduo é submetido ao seu trauma por um período longo e sem a chance de fugir desse encontro.

Modelagem

O terapeuta, como o próprio nome da técnica sugere, consegue selecionar somente os impulsos que ele quer para atingir o resultado desejado.

O tipo de modelagem mais conhecido é o da imitação, na qual o paciente assimila comportamentos positivos a partir da observação em outros.

É um dos métodos mais eficazes, pois a mente humana costuma responder muito bem ao reproduzir padrões.

Hierarquia de estímulos

Nessa técnica de terapia comportamental, é feita uma lista das situações, elencando das mais para as menos temidas.

Então, o profissional começa a confrontá-las uma a uma.

Por exemplo, uma pessoa agorafóbica – que tem medo de ficar sozinha em ambientes abertos -, pode hierarquizar que estar só no jardim da sua casa é menos assustador que a solidão na Praça Merdeka, uma das maiores praças do mundo, que fica na Indonésia.

Autorrecompensa

Também conhecido como autoelogio, trata-se de uma técnica que prevê recompensas a esforços verdadeiros, como forma de desenvolver comportamentos desejáveis.

A bonificação vem através de um viagem sonhada, de um show de um artista que seja fã, de uma premiere de um filme do seu diretor favorito, enfim.

Até elogiar a si mesmo pode funcionar.

A ideia é tentar algo como: “estou muito satisfeito comigo mesmo por ter conseguido alterar esse comportamento” ou “estou tentando ao máximo desenvolver comportamentos positivos, logo vou alcançar esse objetivo”.

Terapia Comportamental para Ansiedade

terapia comportamental para ansiedade

Como já foi possível perceber até aqui, a terapia comportamental é muito eficaz no combate a distúrbios da mente.

O transtorno de ansiedade, por exemplo, pode ser tratado pela técnica de exposição.

Antes, porém, é preciso traçar uma estratégia.

Veja cinco passos fundamentais dessa abordagem:

  1. Primeiro, identifique os elementos que geram a ansiedade. Se tiver uma hierarquia, procure elencar quais medos são mais fortes que outros e exerça uma prioridade de combate.
  2. Depois, inicie pelo receio menos amedrontador. Reflita sobre essa situação e se imagine encarando ela de frente. Então, procure problematizar esse medo. Por que eu estou com medo disso? O que me leva a temer essa situação?
  3. Na sequência, monte uma estratégia para combater esse medo. Uma alternativa pode ser diminuir, aos poucos, a distância entre você e o que lhe causa espanto. Outra saída é ir aumentando o tempo de interação com o objeto ou a circunstância que o assusta.
  4. Em seguida, por mais difícil que possa ser, resista a esse medo. Utilizar a técnica de relaxamento e controle da respiração podem gerenciar a sua ansiedade e domar a tentação de fuga.
  5. Finalmente, perceba que nada de ruim aconteceu e que aquele medo é plenamente superável. Quando você se sentir à vontade novamente, repita essa experiência para conquistar toda a segurança necessária para encarar o que lhe incomoda outras vezes.

Não hesite em usar a exposição para enfrentar os outros medos que também fazem parte da sua lista.

Siga esse mesmo passo a passo, de preferência com ajuda profissional.

Assim, vença mais um temor e dê fim aos traumas que lhe causam ansiedade.

Terapia Comportamental Infantil

terapia comportamental infantil

Outro caso em que a terapia comportamental funciona muito bem é quando aplicada em crianças e jovens.

Aqui, partimos da ideia que é muito mais fácil modificar condutas negativas enquanto ainda se é pequeno, e não se tem normas e modos muito estabelecidos, do que esperar para alterar esses padrões com uma idade mais avançada.

Nesse sentido, uma técnica que pode funcionar muito bem é a do reforço positivo e negativo.

Como já vimos, a metodologia tem como característica principal a bonificação em caso de ações corretas ou por deixar de realizar atos considerados como errados.

Para fugirmos do exemplo já citado, imagine uma criança que não gosta de comer vegetais em suas refeições.

No início, você coloca uma folha de alface no prato dela e, se ela comer, ofereça algum benefício. Mais minutos de televisão antes de dormir é uma opção.

Então, aos poucos, você vai introduzindo algumas fatia de beterraba, outras lâminas de tomate e quando, menos perceber, seu filho vai estar comendo até brócolis.

Com o passar do tempo, o pequeno vai adquirir como hábito se alimentar de forma saudável e perceber o valor de uma refeição balanceada.

Esse passará a ser o seu reforço positivo e não mais o prêmio que você dava a ele por tapar o nariz e engolir uma salada como se fosse remédio.

Da mesma forma, a técnica da punição pode ser eficaz também.

Digamos que o seu filho se nega de todas as maneiras a colocar legumes no prato, mesmo você prometendo um agradinho pelo “sacrifício”.

Pois bem, dizer que ele vai ficar sem sobremesa ou sem ver o seu desenho favorito pode ter mais sucesso.

Cabe ao terapeuta e aos responsáveis avaliar qual estratégia oferece maior êxito ao objetivo pretendido.

Existem estudos que comprovam ainda a eficácia da terapia comportamental na diminuição dos sintomas secundários do transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH).

Essas pesquisas demonstraram que a parceria entre escola, pais e intervenção psicossocial pode colaborar para a melhora dos relacionamentos do paciente com seus colegas e amigos, da sua autoestima e, por consequência, da sua qualidade de vida.

Psicologia e a Terapia Comportamental

psicologia e terapia comportamental

Um dos mais célebres psicólogos do século passado, John B. Watson, proferiu a seguinte frase: “O objetivo do estudo da Psicologia é o comportamento”.

Por aí, já se pode ver toda a ligação que essa área do conhecimento humano tem com a terapia comportamental.

Mas nem sempre foi assim.

Durante muito tempo, pensamentos que fossem ao encontro dos de Watson eram vistos com desconfiança.

Até então, a Psicologia era considerada apenas como uma ciência da vida mental, que era estudada única e especialmente pelo autoexame, pela introversão.

Foi apenas a partir do desenvolvimento do Behaviorismo e de outros estudos que se detiveram mais ao funcionamento do ser humano que o pensamento foi evoluindo, até atingir a maturidade de hoje.

Começou-se a entender que os pacientes que procuram terapeutas para realizar análises o fazem para entender o porquê das coisas. “Por que eu fiz isso, por que não fiz aquilo?”.

Mais do que isso, igualou-se a importância dada aos sentimentos que levam à ansiedade e as consequências que isso traz, os prejuízos que os transtornos mentais causam no comportamento humano.

Felizmente, a terapia comportamental nos dias de hoje é vista com bons olhos e está bem fundamentada com seus pressupostos teóricos e conhecimentos práticos em um campo da Psicologia chamado de análise do comportamento.

Terapia Comportamental e o Coaching

terapia comportamental e o coaching

A terapia comportamental é indicada em muitos casos e tem seus resultados comprovados na prática.

Ela mostra que um comportamento desejável pode ser repetido se a pessoa receber o incentivo certo para isso.

Essa conversa lhe remete a alguma coisa? Se o que veio a sua mente foi o coaching, você está certo.

Em dados aspectos, TC e coaching se confundem no mais positivo aspecto: encontrar condutas positivas dentro de você, que permitam a saída de situações indesejadas.

Com isso, não estamos dizendo que se deve optar por um ou por outro. Não, não é isso.

As duas metodologias podem funcionar muito bem juntas, cada uma delas tirando o máximo de você – afinal, coaching não é terapia.

Com o coaching, é possível ir a fundo no seu processo de autoconhecimento e encontrar virtudes que você nem sabia que existiam.

Igualmente, a terapia comportamental pode abrir os seus olhos para o significado que está por trás de cada sentimento.

Assim, cada uma em seu nicho, podem oferecer resultados mais completos.

Principais Benefícios da Terapia Comportamental

A terapia comportamental só pode trazer benefícios para quem procura a mudança.

Quem quer passar a ser mais ativo e deixar a timidez de lado, por exemplo, pode recorrer à TC.

O seu terapeuta vai mostrar que essa maneira mais quieta de encarar a sua rotina tem um motivo.

Pode ter a ver com o medo de se expor e ter sua opiniões criticadas, por exemplo.

Mas o mais importante é que, com as sessões de análise, você vai compreender quando esse comportamento indesejado iniciou e o que o mantém.

Esse é o primeiro passo para iniciar a mudança.

E isso vale para todo os setores da vida: quem tem dificuldades de aprendizagem, não consegue ter relacionamentos duradouros, sofre de transtornos mentais e mais um infinidade de situações.

Havendo uma necessidade clara e a intenção de evoluir, a terapia comportamental pode ajudar.

Conclusão

terapia comportamental conclusao

Neste artigo, apresentamos um guia recheado de informações sobre a terapia comportamental.

Como você viu, essa metodologia de tratamento psicológico foi se especializando com o passar dos anos e é, hoje em dia, uma das mais eficazes no combate a uma série de problemas que afetam as nossas emoções.

Com a técnica certa, é possível alcançar os objetivos pretendidos com maior rapidez e satisfação.

Deseja mudar alguma conduta que incomoda há bastante tempo?

A terapia comportamental pode ser a melhor saída, especialmente se contar com o coaching como aliado.

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Brian Tracy

Brian Tracy é uma das maiores autoridades em coaching e negócios do mundo: em mais de 30 anos de atuação, passaram por suas palestras e seminários mais de 5 milhões de pessoas. Já atuou como coach e consultor em mais de mil empresas. Autor de dezenas de best-sellers, foi homenageado em 2011 com o Lifetime Achievement Award, concedido pela National Academy of Best Selling Authors. É fundador e CEO da Brian Tracy International, tem uma carreira de sucesso, principalmente nos setores de vendas e marketing, investimentos, desenvolvimento imobiliário, importação, distribuição e consultoria de gestão.

Flora Victória

Flora Victoria é fundadora da Sociedade Brasileira de Coaching, presidente da SBCOACHING Training e Mestre em Psicologia Positiva Aplicada pela University of Pennsylvania. Diretora educacional das empresas do SBCOACHING Group e founding fellow do Institute of Coaching (IOC) – órgão afiliado à Harvard Medical School dedicado ao avanço do coaching, Flora é considerada a maior especialista em psicologia positiva aplicada ao coaching do país. Seu trabalho precursor resultou na criação do primeiro treinamento de positive coaching do Brasil. Pioneira na condução de projetos de pesquisa e comprovação científica do coaching no país, tem contribuído significativamente para consolidar a credibilidade desse processo e estimular seu desenvolvimento no Brasil e no mundo.

Como trainer e master coach, Flora já participou da formação de mais de 45 mil coaches no Brasil. Responsável pelas parcerias internacionais firmadas pela SBCOACHING com instituições globais, Flora tem trazido para o Brasil o que há de melhor e de mais atual no coaching internacional. Flora representa a Sociedade Brasileira de Coaching como membro da Graduate School Alliance for Executive Coaching (GSAEC), instituição especializada no ensino acadêmico do coaching, e da Association for Coaching (AC), credenciadora internacional presente em mais de 50 países.

Escritora de obras que são referência no coaching mundial, Flora é coautora dos livros Personal & Professional Coaching®, Executive & Business Coaching®, Positive Psychology Coaching® e Career Coaching®, entre outros. Em parceria com Brian Tracy e Villela da Matta, escreveu Estratégias Avançadas de Vendas e Engajamento Total. Como parte de sua contribuição para o coaching global, Flora foi convidada a integrar uma equipe internacional cujo objetivo foi discutir e compreender a diversidade do coaching no mundo. Esse trabalho resultou no livro Diversity in Coaching: Working with Gender, Culture, Race and Age, lançado pela Association for Coaching (AC). Como especialista em coaching, negócios, liderança e psicologia positiva, escreve artigos para a Revista SBCOACHING, para a Revista Científica Brasileira de Coaching e para diversos portais.

Com graduações acadêmicas e especializações nas áreas de Governança Corporativa pela Harvard Business School, MBA pela FGV, Marketing pela ESPM e Tecnologia pela USCS, a expert em ciências comportamentais, Flora, aplica seu sólido conhecimento teórico e prático para contribuir com diferentes públicos na conquista de resultados e aumento de realizações.

Com uma experiência organizacional consolidada ao longo de 30 anos, antes de fundar a SBCOACHING Flora foi executiva da Claro e atuou em grandes empresas como Volkswagen, Ford e Bell South, nas áreas de planejamento estratégico, gestão de mudanças, governança corporativa, tecnologia e finanças. À frente da SBCOACHING Training™, dedica-se continuamente a expandir o portfólio de serviços e a elevar cada vez mais a qualidade e a eficácia do coaching.